Pausa para aproveitar a Cidade Maravilhosa

Postado em Viagem e Turismo no dia 26/01/2012 |

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No aniversário da cidade do meu coração, que me acolheu há sete anos de braços abertos e me deu a oportunidade de mudar meu rumo, recriando minha atuação profissional (de jornalista a blogueira), “fugimos” para a cidade que acolheu e abriga outra parte do meu coração, onde mora minha irmã caçula (a @blogdati).

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Pegar a estrada e passar uns dias fora sempre me faz bem. Creio que todo mundo sai beneficiado de uma viagem porque a oportunidade de se rever, de experimentar situações, descobrir sabores e apreciar paisagens refresca a alma e liberta a mente para viver a vida com mais leveza.

Hoje passo o dia no Rio, em compromissos de trabalho e num encontro com amigos daqui para comemorar antecipadamente meu aniversário (faltam poucos dias pro dia 05/02). E estamos também descobrindo a nova cidade que abriga minha família daqui, Niterói, uma cidade que não deixa de me surpreender, como mostram as fotos de ontem à tardinha que ilustram o post.

O blog vai ficar meio leve e talvez desatualizado, mas a causa é boa, né? Beijos e boa quinta para vocês!

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Das empregadas e nossa vida de primeiro mundo…

Postado em Comportamento, Conversas de Cozinha no dia 25/01/2012 |

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Quando conto que morei dois anos fora do Brasil, trabalhando em Tóquio, escuto muitos elogios à vida no “Primeiro Mundo”. É comum também me dizerem “deve ser um sonho, uma realidade sem comparação com o Brasil”. E é!

Viver num país que praticamente erradicou a pobreza e universalizou o acesso à educação, onde não tem crianças de rua (mas há “homeless”, pois mendigos encontramos em toda parte) e no qual as oportunidades de emprego partem de um salário mínimo de valor digno e justo é uma benção.

Mas por todos os motivos acima citados nos países “socialmente evoluídos”, nos quais as oportunidades são iguais e não há grave desigualdade social (sempre há alguma, afinal os ricos e milionários existem), cada cidadão é responsável por seu cotidiano.

O Brasil, deixa de ser a promessa do “país do futuro” e a cada dia percebe-se uma evolução social no sentido do aumento da renda e da qualidade de vida das famílias. Muitos fatores levam a isso e vão além dos programas assistencialistas que atuam na linha da pobreza efetiva, estão ligados a uma mudança na expectativa de vida, no avanço da universalização da educação e sobretudo ao papel social da mulher.

E na esteira destas mudanças sentimos com muita força que a antiga sobrecarga feminina se tornou a necessária e urgente exigência de mudança de atitude. Não podemos mais delegar tudo à mãe, que deixou de ser dona de casa há décadas (foi a geração da minha mãe que, em 1970-80 mudou isso e começou a terceirizar ou terá sido minha avó com o internato, nos idos de 1950-60?) e agora nos vemos órfãos de sua substituta, a empregada doméstica.

Seguindo o caminho rumo à vida de “primeiro mundo” que tanto aspiramos precisamos aprender, já e sem falta, a conviver com coisas como os cuidados da casa e a escolha de uma vida simplificada na qual não cabe o “luxo” de ter serviçais que cuidem de nós. Nesta nova realidade social à qual, sem duvida, nossos corações humanos aspiram, não cabe desejarmos que pessoas gastem sua vida sem aspirar e alcançar mais.

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“@choracuica: os liberaizões gostam de falar em “oportunidades para todos”, mas ficam revoltadinhos quando a própria empregada busca novas oportunidades.
eu também detesto lavar meu próprio banheiro, mas seria maravilhoso um mundo em que ninguém tem que lavar banheiro dos outros pra viver.”

P.S. E para quem gosta de pensar nestes temas, recomendo que assista à série (premiada recentemente) Downton Abbey, que mostra a mudança de postura e relacionamento entre criados e uma família nobre inglesa no começo do século XX.

[update] Explicando: o post surgiu de uma divagação que fiz depois de ler algumas posições sobre a capa de Época desta semana que afirmava: “O trabalho de doméstica como existe hoje vai acabar. A transição será difícil. Mas as famílias brasileiras – todas – deveriam celebrar a mudança”
Será que precisamos tanto assim delas? E se precisamos, quanto estamos dispostos a pagar para ter uma realidade justa e digna de igualdade de direitos de “primeiro mundo” quando contratamos serviçais?
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Dicas para lidar com a birra do seu filho

Postado em Comportamento, Mãe com filhos no dia 24/01/2012 |

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Na semana passada eu respondi a uma dúvida de uma amiga no Facebook sobre birra infantil e saquei do baú alguns posts que escrevera no blog sobre o tema, lançando-os no Twitter (@maecomfilhos) e na comunidade de Mães (e pais) com filhos. Na mesma tarde uma repórter me ligou e conversamos longamente sobre o post e nossas experiências na batalha contra a birra infantil, que, felizmente, foram vitoriosas.

12 dicas práticas para lidar com a birra

O artigo “12 dicas práticas para lidar com a birra” está aqui e eu deixo também como sugestão de leitura alguns posts já publicados no @avidaquer que nos fazem pensar sobre os motivos que levam as crianças à birra:

Limites e respeito em família

Como lidar com a birra

Vilania ou a vontade de ser atendido?

P.S. E para quem está vivendo o momento de estresse familiar desta fase e me pergunta se há esperança (risos), eu garanto que o comportamento melhora sim. Muda muito e a birra pode sumir, mas é preciso ter segurança de que estamos corretos quando nós falamos com as crianças e proibimos atitudes ou deixamos de atender solicitações. Falei um pouco disso em cada um dos posts que listei hoje no post.

Pra quê tanta #hashtag?

Postado em Cultura Web 2.0, Twitter no dia 22/01/2012 |

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Neste final de semana postei no Instagram, aquela rede social da qual sempre falo super bem e que é um espaço para os amantes da fotografia (por enquanto para usuários de iPhone, iPod, iPad), que estou aqui avaliando a possibilidade de deixar de seguir certo tipo de usuário nas redes sociais… 

O tipo ao qual me referia, sugerindo um “Unfollow” (deixar de seguir), é o que usa mais de três hashtags nas fotos do Instagram ou nas mensagens de Twitter.  Expliquei meu cansaço alegando que “hashtag supõe busca de quantidade de views e cliques e eu estou em busca de qualidade nos relacionamentos virtuais”, mas, depois, relendo os comentários, pensei que até valia a pena explicar um pouco deste universo tão nichado que fala de unfollow e hashtag como se fossem coisas palpáveis do cotidiano.

Vamos lá: 

O que são tags e hashtags?

O post de hoje vai tentar explicar hashtags do Twitter para quem não usa o microblog. Daqui a pouco no www.avidaquer.com.br

Tags (etiqueta, numa tradução  bem simplificada) são palavras-chave relevantes ou termos associados a uma informação. No Twitter e redes sociais vinculadas a este microblog as hashtags são palavras-chave antecedidas pelo símbolo “#”, que designam o assunto o qual está se discutindo em tempo real. Estas hashtags viram hiperlinks dentro da rede e criam automativamente uma busca, que deixa o termo fácil para busca. Mesmo sem usar o Twitter você certamente já leu outros veículos de comunicação dizerem em suas notícias: “o assunto foi muito comentado hoje no Twitter”. Então, sabemos que algo “bombou na web” porque os mecanismos de busca como este nos mostram em tempo real que estão sendo comentados pelos usuários. Graças a esta ideia genial (a da hashtag que se transforma em busca a um simples clique), os usuários podem clicar nas hashtags ou buscá-las em mecanismos como o Google para ter acesso a todos que participaram da discussão.

As hashtags mais usadas no Twitter ficam agrupadas no menu Trending Topics, encontrado na barra lateral do microblog.  Neste exato momento, enquanto eu escrevo o post, o tema em alta em São Paulo (podemos filtrar a hashtag por região), é o #pinheirinho e você pode ler as opiniões e notícias sobre a reintegracão de posse desta região ocupada no Vale do Paraíba aqui.

E qual a vantagem disso?

Um exemplo de hashtag útil: #transitosp

Os veículos podem saber que assunto é do interesse do leitor/ouvinte/telespectador e cada dia mais nós, usuários de novas mídias, pautamos os jornais na TV, rádio e imprensa. E nós podemos saber informações diferenciadas, de quem está lá ou conhece algo sob outro ângulo porque nesta busca encontramos outras opiniões além das oficiais. Serve para nos informarmos com mais isenção e pluraridade, mas também é útil para nos reunir para lazer com objetivos específicos (num show, final de campeonato, lançamento, etc) e, acima de tudo, nos permite aproximação com quem fala sobre o tema que nos interessa.

Fãs de uma banda, por exemplo, podem se encontrar usando termos de busca, assim como torcedores do mesmo time de futebol. Moradores do mesmo bairro podem trocar informações, da mesma forma que quem está no trânsito – aliás, é uma das melhores funções práticas de hashtag para mim, sempre indico coisas no #transitosp.

Mas se é tão legal, por que eu comecei o post reclamando?

Porque as pessoas perceberam que isso dava “ibope” e resolveram emplacar hashtags e buscar divulgação nos TT’s (trending topics, os assuntos mais comentados) e o que parecia normal para uma marca ou ação (no #servoluntariovaleapena, por exemplo, ficamos perto do TT e no #estudarvaleapena ficamos no TT por doze horas, o que é uma vitória), se tornou uma competição pessoal e uma busca por “curtir”.

E então, me explico: adoro os mecanismos, sou defensora de seu uso para marcas, mas para meu uso pessoal prefiro ter amigos e não fãs. 

Sigo perfis públicos no Instagram que usam hashtags e estão entre os mais populares, mas prefiro usar a rede para ter contato com as pessoas e já fiz bons novos amigos por lá, comprovando que o relacionamento tem mais valor do que o volume. Nem contei, mas em novembro de 2011 fui convida para participar de uma exposição de instagramers em Campinas e tudo por conta destes relacionamentos. Por isso, embora eu não tenha nada contra a atitude de quem usa dezenas de hashtags para divulgar suas fotos, estou optando por seguir apenas quem “não abusa” e se contenta em apenas pontuar suas fotos com as hahstags básicas.

E aí, queridos, o post foi útil? Se foi, comente aí e deixe sua opinião sobre o tema. O melhor do blog é a conversa depois do post publicado!

Vendo TV pela internet sem pirataria

Postado em Cultura Web 2.0, TV no dia 21/01/2012 |

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Em meio as discussões de direitos autorais e do uso da internet para transmissão de conteúdo, lembrei que eu não tinha escrito aqui sobre um produto que tem sido uma “mão na roda” para nós nestas férias chuvosas e que é uma alternativa à assinatura de TV a cabo ou um complemento para quem assina, pois é totalmente “móvel” e pode ser acessado por várias mídias.

Assinamos aqui o NetFlix há alguns meses, mas só nestas férias chuvosas é que estamos realmente aproveitando o acervo de filmes, séries e documentários que estão disponíveis neste sistema de “on-demand internet streaming media” (quem quiser me ajudar com a tradução deste conceito, por favor, se manifeste). Uma única assinatura (bem em conta, de cerca de 15 reais) permite que todos aqui tenham acesso simultâneo à estante virtual no computador (através do site) ou com aplicativos (gratuitos) nos nossos gadgets como Wii (na Wii Store), Tablet Android ou dispositivos da Apple (iPod, iPhone, iPad).

Parece propaganda, mas não é. Como quando contei que via as novelas fora de hora (e sem comercial) usando assinatura paga da Globo.com, minha intenção é trazer alternativas. Como consumidores podemos tomar a frente e mudar a forma como as marcas se relacionam com nossos horários e desejos de consumo de cultura e entretenimento, mas para isso devemos demonstrar que as alternativas (como esta, que nos atende onde estivermos e com preço razoável) são viáveis e comercialmente interessantes.

Continuar vendo os seriados e filmes baixando-os pela web, de sites como o (agora muito famoso) Megaupload, não nos levará ao mercado que desejamos. Então, que tal conhecer alguns serviços como o Netflix (que recomendo aqui porque tenho usado e prefiro porque não exige download, transmite pela internet) ou o Terra TV (que tem detalhes aqui) e Saraiva Digital (aluguel online de filmes no qual se faz download, uma alternativa)?

E estes serviços contam com a "ajuda" das indicações dos amigos! Olha aí!

Nestas férias e com as crianças, vejo duas grandes vantagens neste tipo de assinatura em substituição à TV paga tradicional. A primeira é que eu vejo a assinatura e sei o que estão vendo (sim, o canal é aberto, mas eu configurei para ser avisada quando  um programa começa a ser exibido e este aviso acontece em tempo real, imediatamente). A segunda é que não são expostos a comerciais e com isso me sinto mais tranquila sobre o apelo ao consumo que é imenso nos canais infantis.

E, por fim, podemos começar a ver algo num gadget (na TV da sala, via Wii, por exemplo) e continuamos, tranquilamente, do mesmo ponto, quando quisermos, pois fica em “stand by”, à espera do retorno e o faz em perfeita sincronia com a nova mídia. Quer um exemplo: saímos para jantar nesta semana e meu filho estava vendo um filme infantil em casa. Após o jantar, quando a conversa dos adultos se alongou na sobremesa e café, ele pegou o iPod, solicitou a senha do wifi pro garçom e silenciosamente voltou a ver o filme. Simples assim.

E você, tem usado alternativas assim? Compartilhe nos comentários!

Eu te amo, de Jabor, nos palcos paulistanos

Postado em teatro no dia 20/01/2012 |

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Um amor avassalador, proveniente de desilusões anteriores, é daqueles romances que tem tudo para não dar certo. Será?

Pensei muito nisso e em mil histórias de amor ao ver a estreia da temporada de “Eu te amo” no Teatro Folha, que chegava aqui depois de temporadas no Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

EU TE AMO - Juliana Martins e Alexandre Borges

Eu lembrava mais ou menos do filme (de Arnaldo Jabor, 1981, um sucesso para a época, que em apenas nove semanas de exibição fora visto por 800 mil espectadores). Creio que tivesse aquele excesso de nudez no filme (afinal, Sônia Braga e Vera Fischer, ambas no auge de sua fama de mulheres avassaladoras, apareciam nuas, contracenando com o galã Tarcísio Meira), que foi um pouco ofuscada na montagem atual, que tem Alexandre Borges e Juliana Martins protagonizando o encontro amoroso de Maria e Paulo.

“O texto adaptado por Juliana foge das características surrealistas do filme para ganhar situações ligadas ao cotidiano atual tomado pela internet. Maria é formada em letras, trabalha em uma loja de chocolates e mantem um relacionamento com um homem casado. Cansada da rotina “mais ou menos”, ela adota um pseudônimo para virar garota de programa. Pedro, por sua vez, é um cineasta falido (no filme, ele é um industrial) que finge ser rico e está carente depois de tomar um belo fora.”

Na peça, os dois se conhecem em um site de relacionamento, uma das pequenas atualizações que a nova produção trouxe à história, que tem uma “roupagem” interessante e ficou muito bem no ambiente intimista do Teatro Folha, no qual nos sentimos perto dos atores, num clima (que eu acho) meio nova iorquino.

Dirigida por Rosane Svartman e Lírio Ferreira, Eu te amo segue a discussão criada para o cinema com foco no drama psicológico de duas pessoas, questionando o amor e os desejos com um toque de humor. As angústias pessoais, os fantasmas do passado (mostrados com um toque transmídia, com um filme que se passa ao fundo do cenário, evocando as lembranças doloridas dos personagens) e o desejo de começar de novo estão lá e poucos de nós não se identifica com pelo menos uma das passagens, o que faz a experiência ser boa e o tempo passar voando durante o espetáculo, que (maravilha!) tem uma trilha sonora excelente, que lembra a época do filme.

EU TE AMO - Juliana Martins e Alexandre Borges

Serviço:

  • “EU TE AMO”
  • Teatro Folha (Av. Higienópolis, 618 – Shopping Higienópolis. Tel.: (11) 3823-2323)
  • Sexta, 21h30, sábados 20h e 22h e domingo, 20h, até 19 de fevereiro. De R$50 a R$60 reais.

 

Mídias Sociais para sua mãe! Como e de que maneira explorar redes sociais e internet para Baby Boomers?

Postado em Carreira e dinheiro, Cultura Web 2.0 no dia 20/01/2012 |

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‎”Infelizes para sempre: tanto o filme “Foi Apenas um Sonho” quanto a série “Mad Men” tratam do universo Baby Boomer e as frustrações da primeira geração de americanos que enriqueceu em massa e foi morar no subúrbio.”

Preâmbulo:

“Em 1945, os Estados Unidos e o restante das Forças Aliadas declararam vitória na Segunda Guerra Mundial. Os soldados voltaram para casa, a economia americana encontrou uma força renovada ao fornecer mercadorias ao mundo livre para reconstruir suas economias e as pessoas se estabeleceram e começaram a ter filhos. Muitos filhos. Em 1946, as taxas de natalidade cresceram bastante, iniciando um aumento estável que durou por quase 20 anos.
Esta explosão na população criou o que passou a ser chamado de Geração Baby Boomer. Essa geração permaneceu como o maior grupo exclusivo de pessoas, em todas as etapas das suas vidas, e dominou o panorama nacional [dos EUA] o tempo todo.”

Não vivemos a mesma realidade aqui no Brasil porque nosso momento político era outro, refletindo na formação da sociedade que viveu uma situacão paralela no “milagre econômico” da década de 1970… No entanto, sem dúvida fomos influenciados por aqui por vários movimentos decorrentes dos Baby Boomers.

Quando eram jovens, eles criaram o movimento juvenil dos anos 1960. Quando eles completaram 20 anos, criaram a cultura do excesso nos anos 1970. Nos anos 1980, eles eram os “Yuppies”, encontrando seu caminho no mundo corporativo pela primeira vez. Hoje, os Boomers mais velhos estão se aproximando da casa dos 60 anos e, mais uma vez, os Estados Unidos estão se preparando para uma mudança no paradigma.

Claro que eu e os debatedores que estarão comigo no SMWSP 2012 pensando coletivamente como explorar as redes sociais para Baby Boomers não somos exatamente desta geração – pelo contrário, né? Temos tudo de geração Y, alguém duvida? (risos)… mas podemos pensar sobre como o ingresso destes não-nativos digitais se dá e altera diuturnamente a forma como compartilhamos e vendemos notícias, produtos e marcas nas novas mídias.

No dia 15/02, quarta-feira, das 17h às 18h30, no Think Thank Stage do Social Media Week SP 21012, eu estarei com Fábio Boucinhas (Diretor de Meios Digitais e Internet da Natura), Guilherme Jotapê Rodrigues (Buzz Manager na Leo Burnett Tailor Made), Felipe Wasserman (Gerente Marketing | Shopping ABC | BRMALLS) e Patrícia Albuquerque (Sócia e Diretora de Conteúdo da Espalhe) debatendo este tema:

MÍDIAS SOCIAIS PARA SUA MÃE!
Quando pensamos em mídia sociais, é natural imaginarmos sites, conteúdos e plataformas feitas para o público jovem (18-30 anos). Mas existe um bom bocado de usuários que está acima dessa faixa etária e usa a internet tão intensamente quanto a geração Y. Como e de que maneira explorar redes sociais e internet para Baby Boomers?

Gostou?

O #SMWSP é um dos poucos eventos em que toda a grade de programação é oferecida gratuitamentepara os participantes. Mas, justamente por conta disso, é importante fazer a pré-inscrição e se inscrever para as mesas e atividades do Think Tank Stage, Learning Stage e Brainstorm Room no site do evento.

Nos vemos lá?

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