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Postado em from posterous no dia 05/03/2007 |A Ceila comentou no blog do desabafo de mãe uma coisa que aconteceu aqui, neste meu humilde pouco visitado blog, mas que foi fantástica. Fala sobre meu post aqui que comentava o texto da Lucia (completa, incompleta) e citava a teoria da Badinter, que resultou num excelente texto escrito pela Andréa Zotelli (Natureza da Mulher). Lúcia é citada por Ceila como a não-mãe do Desabafo, o que acho até pejorativo, mas é o jeito da Ceila de catalogar as pessoas, na lista de endereços dela eu sou até hoje Sam Livros (me sinto um daqueles livros-vivos do filme Farenheit 451).
Outra coisa maravilhosa foi saber que minhas colaboradoras Aline e Simone (chamo de minhas porque eu as convidei para o Desabafo, sempre fui eu a coordenar seus textos, enfim, são como se fossem minhas crias!) foram recordes no portal em fevereiro, seu mês de estréia!
Enfim, do final de semana: o verão resolveu chegar aqui em Sampa, como eu tinha intuido, e depois de tanta chuva em janeiro e fevereiro, nada de águas de março a fechar o verão. Passamos dois dias ótimos no cluabe com os meninos, uma delícia de final de semana em familia. Paulistaníssimo, pois estava tudo tão lotado (até o estacionamento do clube), que paramos o carro no shopping que fica a duas quadras! Heheheh.
E aproveitamos para ver os óculos do Enzo, fomos ao oftalmo e ele tem um pouquinho de astigmatismo e hipermetropia. Exatamente como eu com a idade dele!
Sam @samegui Shiraishi
Mãe, jornalista e blogueira no @avidaquer, hub multiplicador de cultura e conhecimento. Paranaense de alma nipônica morando na Mooca, apaixonada por gente.





Sam,
Que bacana que o seu comentário (não-comentado por mim) deu em outro texto. Aquela citação da Badinter é maravilhosa mesmo. Você merece o apelido que a Ceila te deu.
Finalmente li!!!
Sobre eu ser a não-mãe, é a mais pura verdade. Sou. É uma posição assumida, conquistada, batalhada. Nesta fase de paixonite aguda que ando vivendo, confesso que pinta imaginar o futuro – e neste pacote às vezes pode estar um bebê. Mas o futuro a Deus pertence. Vamos destrinchar o presente e gestar o futuro nele, que é o que mais amo na filosofia budista-taoísta. Adorei o teu blog, viu, coleguinha. Vou voltar…
beijocas
Lucia, aguardarei a visita da LadyBug então! Mesmo vc assumindo, acho não-mãe péssimo! E vc não concorda que com meu “nick” fico a cara do filme do Truffaut?
Beijos.
Sam,
Com certeza, são valores como os colocados ricamente por você, que plantamos no dia-a-dia dos nossos pequenos, rogando a Deus, para que possamos regá-los, adubá-los e ver, se possível, suas raízes….
Homens)mulheres de bem, criados e prontos para o mundo!
Parabéns pelo “desabafo”.
bjus