Sete Vidas
Postado em Cinema e TV no dia 05/01/2009 |
Mudar Sete Vidas (Seven Pounds, 2008). Este é o objetivo do personagem de um filme que reúne o ator Will Smith e o diretor Gabriele Muccino, com quem trabalhou em “À Procura da Felicidade“. Quando vi que ambos estavam à frente do filme nem pensei duas vezes e confesso que só me informei sobre a história na fila do cinema, Gui e eu já a postos escolhendo os horários para ver o filme no primeiro dia do ano.
Li numa suposta resenha que o filme é um “drama emocional sobre homem que decide ajudar sete pessoas estranhas a mudarem suas vidas”. É e não é. Drama, sem dúvida, senti falta da caixa de lenços de papel, pois sou uma chorona de primeira e herdei da minha avó Maria Augusta a habilidade de chorar com comercial de margarina, imaginem num filme que é feito para emocionar. Mas é também uma bela história de amor que, de certa forma, tem um final feliz. A trilha sonora também é boa e achei um post no qual é possível ouvir várias canções.
A canção mais romântica e especial é For me formidable com Charles Aznavour. Não achei uma tradução da brincadeira que a canção faz misturando palavras da língua de Molière e de Shakespeare… mas merecia para todos pudessem compreender e se divertir com sua doçura como eu. Quem sabe outro dia me animo e faço uma péssima tradução?
Não vou contar mais, apenas dizer que recomendo.;)
E, vai parecer bobagem mas não é, fiquei orgulhosa de mim mesma por eu não atender ao celular enquanto dirijo. (Verdade, tenho toques personalizados para as ligações imperdíveis e quando necessário eu estaciono e telefono de volta)
P.S. Dos lançamentos, lembrei que Tiffany viu Marley & eu e adorou. E Aline, que tem seu lado adolescente (ela ainda admite ser fã de Dawson’s Creek), hoje contou sobre O Crepúsculo. Em comum os três filmes contam com a ginástica que nós três fizemos para ir ao cinema sem as crianças.
E por falar neles, hoje no Mãe com Filhos eu escrevi dicas sobre busca de cinemas próximos da sua casa digitando seu CEP na busca do Google Cinema.
Sam @samegui Shiraishi
Mãe, jornalista e blogueira no @avidaquer, hub multiplicador de cultura e conhecimento. Paranaense de alma nipônica morando na Mooca, apaixonada por gente.





Não adianta, não consigo engolir esse Will Smith. Também fui assistir a Marley & Eu. Era pra ser um filme de comédia e todo mundo saiu chorando da sala – sendo que no final do livro, há um final bem diferente; não sei porque eles quiseram terminar dessa maneira).
Me recuso a assistir Crepúsculo… rs!
Oi, Sam. Fui assistir também, sem qualquer expectativa, e me surpreendi pela doçura do filme e pelo tema central, por ser a personagem central um suicida e pela forma de tratar um tema árido como esse de uma forma pouco rasa e curiosamente bem conduzida. Não tem como a gente não se angustiar com a angústia do protagonista, mas, afinal de contas, é um drama…
Olá Sam,
Obrigada por lembrar de mim.
Sabes, eu vou ver se arrumo uma brecha para ver este filme enquanto ainda estou tendo os avós babás por perto. Mas tem que ser depois da minha jornada de trabalho, risos..
Vamos assistir o Bolt no sábado, já combinamos. Meu sobrinho cinéfilo vai me ajudar com a turma.
Eu vou te enviar meu texto (fresquinho) que vou publicar na minha coluna Dex Café deste mês sobre o livro Comer, Rezar, Amar.
Muitos beijos…sabes que eu não conhecia este teu blog Mães com filhos…
Aline
Passando para desejar um Feliz 2009 para você e todos os seus familiares.
Oi Sam!
Tive que vir comentar esse post.
Eu gosto bastante do Will Smith e o À Procura da Felicidade já me deixou boquiaberta. Tanto ele, quanto o filho arrasam e a história ser verídica é melhor ainda.
Vou anotar essa dica de filme pra conferir logo mais!
Marley & Eu não tenho coragem de assistir. Qq coisa que envolva bichinhos, eu choro. Uma vez na livraria, resolvi folhear um livro parecido com esse. E era o pior dos momentos: o dono levando seu fiel escudeiro para sacrificar. Saí chorando da livraria e prometi que não ia ler/ver nada desse tipo!! Você conhece a história da Spam, né? Hehehe
Beijos!
A atuação, a trilha sonora, os laços afetivos…tudo isso foi bom, mas, mas achei de um PERIGO intenso e sutil o modo como foi tratado do SUICÍDIO, pois o que se passou pra mim foi como otimizar essa prática de aforntar contra a própria vida. Esses países onde o índece de suicídio é alto as pessoas de lá puderam ter acesso a essa “receita” de como tirar a própria vida sem danificar o corpo. Vamos assistir a mais filmes, mas nunca deixar de ter uma visão crítica.
Oi….
Por favor…faça a tradução da musica…For Me Formidable….não consegui encontrar e muito menos traduzi-la….Bjos…obrigada..
Lele
lelesanzone@uol.com.br
lelesanzone@hotmail.com