Que país é este?
Posted by Sam Shiraishi on Jul 7, 2008 in cotidiano e sociedade |
Estou assistindo o Jornal Nacional e chorei com o relato emocionado do taxista Paulo Roberto Barbosa Soares, pai de João Roberto Amorim Soares, de 3 anos, baleado na cabeça na Tijuca, Zona Norte do Rio, na noite de domingo (6) e com morte cerebral confirmada nesta segunda . Triste, muito triste!
Lembrou demais, infelizmente, o caso do menino João Hélio , com o agravante de que foram policiais que metralharam o carro onde estavam a mãe, o menino e um bebê. Que país é este?
No caso João Hélio, provavelmente os marginais já estão àsolta ou em vias de serem soltos. Mesma coisa que vai acontecer em mais este caso escabroso.
- Em Curitiba, uma… coisa… jogou um bebê do 6º andar de um prédio e nem demonstrou remorso.
- Em São Paulo, o pai jogou a propria filha de um prédio e ainda tem a petulância de pedir habeas corpus, com todas as provas lhe incrimininando.
- No Rio, 3 rapazes foram entregues a traficantes, à sangue frio.
- E o Brasil é campeão mundial de exploração infantil, pedofilia, trabalho escravo infantil e outras tantas atrocidades.
- E não raro, os agressores são políticos ou autoriudades constituídas.
Eu pergunto:
QUE PAÍS É ESSE????!
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Sam,
quando leio ou assisto na televisão notícias como essa,já começo o dia chorando. Sei que o “problema” está em todo o país, mas parece que no Rio de Janeiro está de uma forma descontrolada. Se eu puder, não volto a morar lá. Morar na cidade maravilhosa tem seu lado positivo, mas para se viver com uma certa tranquilidade, só vivendo ilhado em casa. Sair à noite é motivo de muito medo, o local onde aconteceu esse crime é uma área residencial que está praticamente dominada por favelas… Pelo que li, tudo aconteceu às 19 horas, quando eles voltavam de uma festinha…
Que Deus proteja essa família e minimize a dor dos pais.
Beijos
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Oi Sam!
Eu também me emocionei com o desabafo dele. Não sei mais em que país estamos, provavelmente o “País dos Absurdos”.
beijo,
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Sam, tb chorei. Aliás imagino quantas mães não choraram.
É uma tragédia, infelizmente, anunciada.
Lembrou o caso João Helio sim, mas o detalhe é que os protagonistas da história, aqui, foram policiais, não bandidos.
Beijo
Renata
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