Como nascem os pais – Crônicas de um pai despreparado (por @diariogravido)

Postado em Consumo de Cultura, Famílias interativas no dia 05/08/2011 |

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Demorou, mas a gente conseguiu escolher um ganhador entre os comentaristas para ganhar os dois livros do @diariogravido. A escolha foi do Kaufmann e o ganhador é o Daniel Benetti.

“O Daniel é o merecido ganhador do livro.
Além de ser um pai deveras participativo, ele entendeu como as coisas funcionam na casa, tanto na dele quanto na do cachorro, e entre estar certo e ser feliz, ele escolheu certo, digo, feliz.
Parabéns Daniel. Ou não!”
@diariogravido

E o comentário dizia:

“Sou pai há 6 meses.
Minha mulher também não me deixa dar banho no pequeno. Eu bem que tentei, mas não fui muito bem sucedido, e ela logo assumiu o posto.
Mas coisas simples, como trocar fralda, vestir (quem disse que isso é simples?) e dar papinha (isso é simples? Onde?) ela deixa. Na verdade, ela manda eu fazer, e eu obedeço. Se eu quiser dormir na cama de casal com ela, e não no sofá ou cama de hóspedes com a cachorra.
Aliás, quando participo de alguma promoção, devo usar o e-mail dela, senão eu perco o que tiver que confirmar no meu e-mail. Será por esse poder de distração que ela não permite que eu fique sozinho com o bebê?
De qualquer forma, sou pai pra toda obra. Não tenho mais podido levar o Diogo à pediatra (levei nas três primeiras consultas), mas assisti às ultrassonografias, fui às consultas pré-natal e conversei com a barriga (era pelo umbigo que eu deveria falar, né?). Hoje, se o pequeno chora, no meu colo logo e acalma. E até Sling aceitei usar para me dar melhor com o bebê.
Faço minha parte, espero que o Diogo lembre disso quando crescer. Ou não.”

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” A fase da gravidez dura só nove meses, mas a fase seguinte dura o resto da vida. A gravidez introduz você à escola da paternidade, mas o parto, longe de ser uma conclusão, é só o começo.”
Renato Kaufmann (@diariogravido) em Como nascem os pais

Desde que conheci Kaufmann no trabalho (como redator e pai ele foi um dos pensadores da ação de Pritt, da qual fui Madrinha) eu tive uma impressão de que o conhecia… seria a aparência de cover de Wolverine e Nasi? Conversa vai, conversa vem, acabei descobrindo que ele tem um pé em Curitiba. Ainda não sei de onde nos conhecemos, mas, seja de onde for, a verdade é que sempre ouço falar (e nosso amigo em comum @edmarbulla é quem mais diz isso) que somos parecidos em nossas diferenças.

Será que o Kaufmann é o pai que eu seria? Eu estou descobrindo se é mesmo ao ler seus dois livros, resultantes do blog Diário Grávido, e que conta as agruras de ser “um cidadão de segunda categoria durante a gravidez” e “um marido de terceira depois“… como nas conversas ao vivo com ele, nas quais eu e Gui sempre rimos muito e não vemos o tempo passar, a leitura é das melhores.

Ficou curioso?

"As capas dos dois livros, ambas com ilustrações incríveis do também paizão @souzacampus - que, segundo a esposa, talvez seja um dos nossos pais convidados na semana que vem"

Daqui a poucos dias acontece o lançamento oficial do segundo livro – Como nascem os pais – que já está à venda, mas terá noite de autógrafos com direito a vinho para os pais e brincadeira para as crianças no dia 10/08 na Livraria da Vila da Fradique Coutinho, a partir das 19h30. Mais detalhes (e confirmação de presença) aqui.

E para quem comentar neste post, concordando ou criticando, mas em especial contando da sua história como pai, tem um presentinho do autor: um exemplar de Diário de um grávido e outro de Como nascem os pais.

:D

A promoção rola até o dia do lançamento, 10/08, tá?

(e sei que eu esqueço dos prazos, podem me cobrar no dia 11 de manhã)

“Pai é um cidadão de segunda categoria durante a gravidez. E depois que o bebê nasce que ele passa a ser um marido de terceira. Na maternidade, se não fosse a pulseirinha azul, seríamos invisíveis. Pô, sabiam que a gente participa do processo? Ao menos da concepção. Ou assim gostamos de acreditar.

Pra ser pai a gente tem que participar nem que seja na base da porrada. Vou levar minha filha no médico”, você diz no trabalho, e te olham com cara de “ela não tem mãe não?” Eu não consegui dar banho na primeira semana, a mãe da pequena queria todos os banhos só pra ela. Ou é o que ela dizia, acho que tinha medo que eu derrubasse o bebê. E bebê ensaboado e sabonete na prisão, já viu, derrubou tá ferrado.

Por essas e outras comecei a contar como era a gravidez do ponto de vista masculino, primeiro no blog www.diariogravido.com.br e depois no livro Diário de um grávido. Quando a Lucia nasceu, comecei a falar da paternidade, também no blog e agora no meu novo livro, Como nascem os pais.

Tem também a fan page e o twitter @diariogravido.

De vez em quando aparecem respostas a perguntas que ninguém fez, como De onde vieram os alemães.

O lançamento do livro é dia 10, na Livraria da Vila da Fradique Coutinho, a partir das 19h30. Quem quiser aparecer é muito bem vindo. Mais detalhes aqui.

E, claro, Pais de Todo Mundo, Zumbi-Vos!”

Renato Kaufmann (@diariogravido e @neural_noise) é pai da Lucia e padrasto da Maria. Gosta de escrever livros mas trabalha porque, segundo dizem, crianças precisam de alimento. É mestre em comunicações interativas pela New York University, redator na R/GA e jornalista nas horas vagas, mas faz tempo que não tem horas vagas, suspeitando que sejam lenda.

P.S. Quer ter um gostinho da leitura? A revista Pais & Filhos publicou na íntegra o texto de introdução. Não tem como não se encantar, rir e se identificar com o texto que tem tiradas como esta, que, como este especial dos pais no @avidaquer, faz a gente rever muitos conceitos sobre o papel do pai!

“A vida no hospital é dura para o pai, este ser desimportante, você só ganha uma pulseira azul, um sofá desconfortável e um amassado no rosto de tanto ficar com a cara colada no vidro. Mas é preciso aproveitar bem o hospital, porque depois que você vai pra casa a vida é bem mais difícil.”

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Leia todos os posts do especial de pais blogueiros:

A vida de Pãe me fez um homem muito mais feliz (por @rodrigostoledo)

Quando um dia qualquer se tornou o Dia dos Pais (por @paicronico)

Como nascem os pais – Crônicas de um pai despreparado (por @diariogravido)

Ué, papai também usa avental! (por @cristianoweb)

O pãe que o diabo tentou amassar (por @rafanoris)

O parto do Padawan em livetweeting (por @nerdpai)

10 coisas que mudei depois que virei pai (por @hdiener)

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Sam @samegui Shiraishi

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Mãe, jornalista e blogueira no @avidaquer, hub multiplicador de cultura e conhecimento. Paranaense de alma nipônica morando na Mooca, apaixonada por gente.


51 Responses to “Como nascem os pais – Crônicas de um pai despreparado (por @diariogravido)”

  1. Renato says:

    Sam, a gente se conheceu antes, ainda que virtualmente, porque fomos ambos padrinhos dos Potenciais Gestantes, Hilan e Luisa, no chá de bebê Dermodex…

  2. Maite Lemos says:

    ADOREI!
    Em geral eu não curto muito essas lembranças de pai na fase inicial.
    É que a minha filha só foi ganhar um pai com um ano e meio de idade.
    Antes disso ela tinha um avô que é uma coisa de outro mundo e sempre satisfez qualquer necessidade dela.
    Mas não é a mesma coisa, né.
    Eu fui mãe solteira. Aí, por recalque mesmo, acabo torcendo o nariz para essas lembranças de pai.
    Sorry.
    Mas com o pouquinho que eu pude ler no post, já dei risada.
    Adorei, mesmo.
    Já curti a fanpage e fiquei super curiosa pelo livro.

  3. Daniel Benetti says:

    Sou pai há 6 meses.
    Minha mulher também não me deixa dar banho no pequeno. Eu bem que tentei, mas não fui muito bem sucedido, e ela logo assumiu o posto.
    Mas coisas simples, como trocar fralda, vestir (quem disse que isso é simples?) e dar papinha (isso é simples? Onde?) ela deixa. Na verdade, ela manda eu fazer, e eu obedeço. Se eu quiser dormir na cama de casal com ela, e não no sofá ou cama de hóspedes com a cachorra.
    Aliás, quando participo de alguma promoção, devo usar o e-mail dela, senão eu perco o que tiver que confirmar no meu e-mail. Será por esse poder de distração que ela não permite que eu fique sozinho com o bebê?
    De qualquer forma, sou pai pra toda obra. Não tenho mais podido levar o Diogo à pediatra (levei nas três primeiras consultas), mas assisti às ultrassonografias, fui às consultas pré-natal e conversei com a barriga (era pelo umbigo que eu deveria falar, né?). Hoje, se o pequeno chora, no meu colo logo e acalma. E até Sling aceitei usar para me dar melhor com o bebê.
    Faço minha parte, espero que o Diogo lembre disso quando crescer. Ou não.

    Sam @samegui Shiraishi Reply:

    @Daniel Benetti, aguardamos seu endereço!
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    Demorou, mas a gente conseguiu escolher um ganhador entre os comentaristas para ganhar os dois livros do @diariogravido. A escolha foi do Kaufmann e o ganhador é o Daniel Benetti.

    “O Daniel é o merecido ganhador do livro.
    Além de ser um pai deveras participativo, ele entendeu como as coisas funcionam na casa, tanto na dele quanto na do cachorro, e entre estar certo e ser feliz, ele escolheu certo, digo, feliz.
    Parabéns Daniel. Ou não!”
    @diariogravido
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  4. Gosto muito do blog do @diariogravido, dentre outros blogs de pais. Gosto de colher pontos de vista diferentes do nosso, feminino, muitas vezes detalhista, obsessivo e vaidoso, rs. Enriquece minha experiência como mãe e ao meu relacionamento com o pai dos meus filhos, com o qual e com os três meninos, quase que literalmente como na música do D2, eu evoluo e desenvolvo.

    Felizmente em nossa realidade atuais temos pais como o Dan, meu marido e como o Renato, pois a figura paterna é, quando bom exemplo, fundamental para as referências das crianças.

  5. Telma Maciel says:

    hahaha Coitados dos pais… realmente eles viram um ser à parte, quase marginalizados! Bom, não vivi a experiência, já que eu não morava com o pai da Sofia e ele realmente não aparecia para vê-la.Mas pelo amor que eu sentia, a vontade de ficar sempre pertinho dela, eu imagino q ele não teria mto vez entre nós… rs
    Adorei o texto do Renato! O livro deve realmente ser ótimo tbm!!
    Bjks

  6. Rogéria Thompson says:

    Adorei…rsrsrsrs!!!!Meu marido foi tão ignorado qdo nossa 1ª filha nasceu,q eu sai do centro cirúrgico e mandaram ele para outro quarto,ficou esperando horas e apavorado,pois nos corredores ouviu rumores de um óbito,áí ele viajou,qdo conseguiu encontrar uma enfermeira perguntou e foi então q conseguiu me achar,a filha ele já tinha visto no berçario.Ele diz que reconheceu na hora,pois era a mesma cara dele,rsrsrs…Ele até q participou bastante,pois com 4 meses da Su eu voltei pro trabalho e o dele era bem flexível,então eu ia pro trabalho e ele ficava com a bb,trocava a roupa,dava a mamadeira da manhã e às vezes até a papinha e só depois levava pra casa da mãe dele…
    Acho muito legal ouvir este lado tbém,a visão das mães lemos e ouvimos a todo tempo…Mil bjs,vou adorar mais estes livros…

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  10. Marcus Neves says:

    Olá a todos.

    Quando olhei a capa do diário de um grávido na mesma hora me identifiquei. Você sai de um estado ao outro em segundos. Estava com a minha vida tranquila (terminando a minha segunda graduação, envolvido em TCC e fazendo tranquilamente a minha pós a distância) quando recebi a ligação: “Marcus, precisamos conversar”
    Bom, isso nunca é coisa boa. Comecei a refazer os meus passo, relembrar conversas e … nada. Eu pensei: “o que que está acontecendo?” Aí veio aquela bela notícia: “Estou grávida!!!”
    Perguntei se o exame era de farmácia na intenção de ainda ter uma esperança … mas era o tal do de sangue.
    Pensei na mesma hora: “P….Q…..P…..!!!!!!” Foi assim mesmo, com pausas. Tivemos umas conversas sobre o que faríamos a partir daquele momento e ela desligou. Não sei se foi o susto do momento, de não estar preparado financeiramente, de não estar mais ao lado dela (foi no último encontro) só sei que fiquei com febre e caí de cama dois dias. Mas o pior não foi nesse momento … semana seguinte ela me liga dizendo: “São dois!!!”
    Foi desespero total … a vida mudando, até o tempo naquele dia virou. Mas foi um presente de Deus, infelizmente perdemos uma das crianças e a gravidez segue complicada com uma menininha que está com 3 meses. Estamos felizes e cuidando para que ela continue cada vez mais nos dando alegrias. Sei que quando ela fizer 12 anos pegarei meu porte de arma. hehehhehe.

    Abração para todos os pais e futuros

  11. Esqueci de comentar, tem sorteio de livro aqui também! RT @samegui: Guest post de pai blogueiro : Como nascem os pais http://bit.ly/rsORi1

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  14. Tem post novo :) Como nascem os pais – Crônicas de um pai despreparado (por @diariogravido) http://ow.ly/1e7hQC

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  18. Nerd Pai says:

    Como nascem os pais – Crônicas de um pai despreparado (por @diariogravido) #SemanaDosPais http://j.mp/qxViZb

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  22. Vc viu @diariogravido como estão legais os comentários para concorrer ao teu livro no @avidaquer? http://bit.ly/qqUIKy

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  24. “@NerdPai: Como nascem os pais – Crônicas de um pai despreparado (por @diariogravido) #SemanaDosPais http://t.co/sDhb2bp”

  25. CINTIA BRAGA says:

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  26. Como nascem os pais – Crônicas de um pai despreparado (por @diariogravido):
    ” A fase da gravidez dura só nove m… http://bit.ly/p3SU8k

  27. Tá pra ti @paulodedalus! RT @avidaquer: Como nascem os pais – Crônicas de um pai despreparado (por @diariogravido) http://t.co/aWPOiw4

  28. chique: @diariogravido na Veja http://bit.ly/nc8i9c (ele tb está no @avidaquer, com sorteio dos seus livros http://bit.ly/rsORi1)

  29. Re Vitrola says:

    Eu queria depois que acabar esse espcial de Dia dos Pais aqui escolher um e dizer “esse foi meu favorito!” mas tá difícil, viu? Em tempo, vou obrigar o marido, pai de primeira viagem volta ao mundo há apenas 18 dias a leitura. Só pra fazer parte de um currículo bonito de pai novato e “desamparado”, rs. Lindos posts!
    Um beijo,

  30. Simone says:

    hahaahah lendo isso lembre do primeiro/desajeitado/cômico/engraçado banho que demos no Davi (eu e meu marido) hahah
    Parabéns pelo livro, blog e tudo mais. Temos muitas mães blogueiras, mas nem todo homem curte dividir a paternidade com todo mundo!

  31. Curiosa pra ler o novo livro do Renato. O Diário de um Grávido é espetacular! Diversão garantida do início ao fim! Imagino que o novo será ainda melhor… já que temos “dna Lúcia” aprontando todas!!! hahaha
    Sucesso!

  32. Vc viu @diariogravido como estão legais os comentários para concorrer ao teu livro no @avidaquer? http://bit.ly/qqUIKy

  33. Marcel says:

    Estou me identificando com vários pais nos comentários…e isso é muito bom, pois vejo que não sou o único que sofre com esse abandono quando a esposa fica grávida…rsrs…tento ajudar em tudo que posso, mas venho perdendo muito espaço pela preferência que minha filha demostra pela mãe quando está irritada e com sono…talvez seja pela falta de cuidado que tenho com ela, na hora de trocar fraldas, dar a papinha ou trocar de roupa…ou será que é porque já deixei ela cair do sofá? ou por deixar ela bater a cabeça na mesa, quando estava no meu colo? Sei lá, mas como a minha esposa diz: “na hora da bagunça quer o pai, mas quando cansa, a coisa é com a mãe..” rsrs. Um grande abraço a todos os pais nesta semana especial de Dia dos Pais!!!

  34. Assino em baixo do que escrevo: maternidade não é coisa para crianças! A perspectiva paterna é do outro mundo, coisa que nós, mães, nunca vamos entender em sua totalidade. É como quando levo oviking menor no pediatra e peço para ele examinar o pequeno equipamento para ver se está tudo certo:”Sabe como é doutor, eu não possuo um, alugo de vez em quando assim não preciso me preocupar com a manutenção!”. :)

  35. Adriana says:

    Tô louca pra ler esse depoimento de pai e compartilhar com o meu próprio! Já quero =D

  36. Sofia says:

    Nossa, adorei a introdução do livro. Com certeza, me lembrei do meu marido tanto quando nasceu o mais velho quanto quando nasceu a pequena de 3 meses. Ele agiu da mesma forma nas duas vezes: cheio de ciscos nos olhos, expulsando um monte de gente da maternidade… Essa semana, por causa do dia dos pais, fiz um vídeo para ele: certeza de que foram mais e mais lágrimas… (por causa do cisco). Ele ficou até de mau-humor, dizendo que não gosta de chorar: mesmo assim, pais tão dedicados, ainda que despreparados, merecem, não é mesmo?

  37. Ingrid Guimarães says:

    Fiquei encantada com o livro “Como nascem os Pais”… tive a oportunidade de dar um olhadinha na Livraria Cultura, espero ganhar a promoção e dar de presente para meu marido pra ver se ele começa a se interessar pelo assunto e curtir a idéia!!!

  38. Oi Sam,
    aqui em casa o Antonio foi de primeira categoria tanto durante a gestação quanto nos primeiros meses das meninas. e continuou sendo até hoje.
    Ele fez o curso de gestantes comigo, foi a todas as aulas, participou ativamente da gravidez das duas. Quando nasceram ele que de o primeiro banho nas meninas, no quarto da maternidade (elas não fizeram os primeiros cuidadas no berçário). Saíram da minha barriga para o meu peito e depoispara o colo do pai. Foi ele quem cuidou do umbingo, ele que deus os primeiros banhos e trocou as primeiras fraldas. Ele achava que como eu amamentava, tinha que estar disposta e disponível para isso, então o resto era com ele. Cuidou bastante de mim também. A cumplicidade aumentou com o nascimento das meninas. Confesso que ali nasceu um pai e um parceiro.

    Fiquei louca de vontade de presetear o Antonio com o livro e ler também. Bem que podia ter um lançamento aqui no Rio.

    beijos
    Chris
    http://inventandocomamamae.blogspot.com/

  39. Como nascem os pais – Crônicas de um pai despreparado (por @diariogravido) http://ow.ly/5YFyX

  40. Debora says:

    Adoro o blog… é o único blog masculino que acompanho… gostaria de dar o livros para meu marido… pai dos nossos dois filhos… já que ele é o melhor pai que meus filhos poderiam ter.

    bjos

  41. Graziela says:

    Estou adorando esse especial e como quem nao quer nada, mando a cada novo relato o link do post, por email, para meu marido. Assim talvez, ele se sinta um pouco mais acolhido e perceba tambem que nao esta to sozinho (com relacao aos sentimentos masculinos) no mundo da maternidade/ paternidade ativa.
    Sinceramente, nao posso reclamar de nada, como somos sozinhos (sem familia por perto), meu esposo sempre foi muito participativo, mesmo sem estar preparado e acredito (sinceramente) que ele esta construindo o proprio caminho para nao se afastar do meu filho, ao contrario, para estar sempre perto e efetivamente presente (o que ele nunca teve muito por parte do pai).
    Conheco o blog do Renato, mesmo sem entender algumas referencias geeks (tipo do Stars Wars), e fica claro o carrinho que ele tem pelas meninas. Sucesso e saude e’ o que mais desejo para ele nessa jornada.
    Sam obrigada por esse especial, que esta mais do que especial.
    Gra
    *ah se eu for a sortuda, tenho endereco no BRasil para o envio, ta? Senao o livro vai para a minha lista – que so cresce rsrs

  42. Dani says:

    Ainda dah tempo de participar? Pena que estou longe para o lancamento…

  43. Manu says:

    Eu adoroooooooooo o blog do Renato, me identifico total com o que ele escreve!!! Seu humor sarcastico é fantastico.

    Sou mãe e meu maridon e “4 pecinhas” completam nossas vidas!

    Eu me dei conta de que era mãe quando com 17 aninhos eu senti aquele serzinho mexendo dentro de mim e me fazendo sentir a melhor pessoa do mundo!!

    Mãe, Mulher e Esposa!

    Todo sucesso do mundo Renato

  44. O pai que ganhou a promoção usa os slings que eu faço XD.
    Que legal!!!
    Parabéns!

    BjoS!!!

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  50. Achei aqui!!!! obrigada!! ;)
    Bjossss

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