Os clássicos da família
livros, mãe com filhos November 22nd, 2009
O editorial desta semana do Mãe com filhos trata de um dos temas mais caros na minha vida como mãe: os livros infantis. Partindo da ideia de que os livros infantis nos remetem ao tempo em que não tínhamos tantas preocupações, o texto nos convida a compartilhar com nossos filhos as obras que marcaram nossas vidas. Eu tenho tantas assim que imediatamente vi “um filme passar” pela cabeça!
Para ajudar os pais, o texto indica cinco títulos que marcaram a infância de muitos adultos que hoje estão na faixa dos 30 ou 40 anos, mas que continuam sendo editados: Reinações de Narizinho de Monteiro Lobato, coleção Cachorrinho Samba (A Montanha Encantada, A Mina de Ouro, Cachorrinho Samba, Cachorrinho Samba na Fazenda e Cachorrinho Samba na Floresta) de Maria José Dupré, Marcelo, Marmelo, Martelo de Ruth Rocha, O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupery e Os Contos de Grimm.
Eu tenho uma lista pessoal também, composta do que já compartilhei com meus filhos.
Ainda bebês eles se encantaram com as figuras e amavam ouvir a história de Longe é um lugar que não existe, obra de Richard Bach que eu adoro. Era um dos meus livros de infância que guardei, junto com Um ônibus do tamanho do mundo (de J. M. Simmel, infelizmente esgotado, mas que a gente encontra buscando em sebos!) e O menino do dedo verde (de Maurice Druon). Eles gostam muito e pudemos conversar tanto sobre as obras que marcaram tanto a minha infância quanto a do meu esposo! Aliás, das descobertas dele tem Huckleberry Finn e Tom Sayer (de Mark Twain) e Urso com música na barriga, de Erico Verissimo. E o que dizer de O gato malhado e a andorinha sinhá, de Jorge Amado?
E se você não tem livros de infância, uma dica: os sebos estão cheios de obras em ótimo estado e preço que podem oferecer viagens maravilhosas para toda familia!
Quero registrar que Saint-Exupery e Monteiro Lobato me foram apresentados, com amor imenso, por minha mãe e já foram presentes paras os netinhos também. A coleção de Ruth Rocha, escritora favorita do meu filho mais velho, é um presente constante dado por minha tia Jô e pela Vovó Sônia (minha sogra). Portanto, a oportunidade de ensinar às crianças o valor das obras da nossa época está nas mãos de toda família. Basta querer!
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November 22nd, 2009 at 9:53 am
Bom dia, Sam!
Adorei o post. Eu tenho paixão por literatura infantil e li a maioria dos livros que você sugere acima para momentos agradáveis em família. Fui leitora assídua da Coleção do Sítio do Pipacau Amarelo e tenho verdadeira paixão pela série do Cachorrinho Samba da Maria José Dupré (dela, aliás, tenho guardado no coração Éramos Seis). Sorri muito porque vi entre as suas sugestões um livro que eu amo e que anda meio esquecido “O menino do dedo Verde”, do Maurice Druon. Coincidentemente, havia sido minha sugestão de leitura para a hashtag #ler desta semana. Achei super bacana ver que alguém além de mim se lembra desta obra!!! eheheh
Para juntar aí na sua listinha outros imperdíveis, minha colaboração:
Para os mais pequeninos:
“A bolsa amarela”, da Lygia Bojunga; “O bichinho da maçã” e o “Menino Maluquinho”, do Ziraldo; “Bisa Bia, Bisa Bel” e “Menina Bonita do Laço de Fita”, da Ana Maria Machado; e, “Pedrinho Esqueleto”, da Stella Carr e, mais recentemente, adorei ler “O Chapeuzinho Amarelo”, do Chico Buarque.
Para os que já estão lendo com as mãozinhas próprias e alguma desenvoltura, não dá para perder a antiga Coleção Vaga-Lume, da Editora Ática, com destaque especial para os livros do Marcos Rey, que hoje estão sendo publicados em outra editora e ainda “Memórias de um Cabo de Vassoura” e “Confissões de um Vira-lata”, do Orígenes Lessa.
excelente domingo para ti!
beijinhos,
Cássia (@popys)
November 22nd, 2009 at 10:20 am
Oi Sam!
Como sempre ótimo post! Da minha infância eu lembro bem da coleção que ganhei os livros da série Vagalume, como “Um cadáver ouve rádio”, “O escaravelho do diabo”,“Sozinha no mundo”,“Enigma na Televisão”,“Os Barcos de papel”, “Spharion” ainda tenho todos e adoro!!
E também li coisas do tipo, da Anne Rice, li Tom Sayer (que é ótimo). Parabéns!!
November 22nd, 2009 at 10:22 am
Ops! Erros de português… Sorry!
November 22nd, 2009 at 10:54 am
Mais um texto interessante, só que desta vez, resolvi comentar alguma coisa.
Para mim, tal como a maioria da minha geração (acho), os livros da série Vagalume são grandes marcos na nossa memória. Pelo menos para a maioria dos que estavam comigo na esola, não era uma grande obrigação ler este conteúdo, pois os livros tinham histórias realmente interessantes, de fácil leitura e que deixava a gente com mais vontade de ler os próximos.
E deixo como registo de que, uma das minhas primeiras compras na internet (isso há quase 9 anos atrás), foi de um livro incrível que li quando tinha 14, 15 anos, que, apesar de não ser da série Vagalume, é um dos livros infanto-juvenis mais legais que li em toda a minha vida: o livro “Uma Rua Como Aquela”, de Lucília Junqueira de Almeida Prado. Vale a dica para quem não conhece, pois é uma ótima história para se ler, além de ser bastante atual.
Grande abraço!
November 22nd, 2009 at 11:02 am
Opa, lembrei do “o Escaravelho do Diabo”, “As filhas de Dr. March”, “Pollyana”, “Pollyana Moça”, Uma coleção que eu amava que se chamava “Para Gostar de Ler” (em especial o primeiro número com Fernando Sabino, Rubem Braga, Paulo Mendes Campos e Carlos Drummond de Andrade), As Fábulas de Esopo, Tom Sayer, Pluft – O Fantasminha… Nossa, me emocionei!!!
) Beijos, querida, adorei o post.
E graças a Deus minha filha tem imenso prazer na leitura, melhor programa pra ela é ficar em livrarias escolhendo seu livrinho do mês. Pra estimular, eu separei uma área da estante, que ela chama de “minha biblioteca”