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Meu nome é Yuba

Já divulguei este filme no blog Nihon Nikkei , mas não resisti e estou falando dele aqui também. A idéia é tão fantástica que me pegou de surpresa.
Imaginem uma comunidade onde a cultura e língua japonesa são preservados pelos moradores. Ok, até aqui, parece possível, mesmo no século XXI. Afinal, eles estão em Mirandópolis, a 600km de São Paulo. Mas a Comunidade Yuba persiste até os dias de hoje sob o lema “Cultivar a terra, rezar e amar as artes”. O mais interessante é que as 60 pessoas (dentre elas a menina que está na foto ilustrativa) que lá vivem num regime sui generis dividem tarefas e ninguém recebe salário. Todos têm casa e comida garantidas e fazem suas refeições juntos, num grande refeitório. Mesmo após tantos anos no Brasil, os moradores preservam a cultura e a língua japonesa e todos contribuem para o bem-estar coletivo.
Estas características chamaram atenção de Bruno Castanho e Juliana Kirihata, que assinam o roteiro e a direção do documentário “Meu Nome é Yuba”, que será hoje às 23h, na Reserva Cultural (Av. Paulista, 900 - Térreo Baixo).
Exibição Inédita
- 13 de junho, sexta-feira, a partir das 23h
- Reserva Cultural
- Av. Paulista 900 (Térreo Baixo)
- Ingressos a R$ 10,00
2 Responses to “Meu nome é Yuba”
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Bruno Castanho
Says:
June 18th, 2008 at 12:19 pm
Muito obrigado pela força, espero que tenha gostado do filme!
abraços
Bruno Castanho
Sam Shiraishi
Says:
June 18th, 2008 at 1:44 pm
meu sobrenome é Shiraishi,como está no link do blog.
Não pude ver o filme, como tenho filhos pequenos, estes programas fora de hora são complicados. Mas eu achei fantástica a idéia!
Sucesso para vocês e se tiver outras dicas de cultura, guarde meu e-mail.