Sábados da Memória das Artes Gráficas com Maurício de Sousa #eufui
Postado em HQ, livros no dia 20/06/2010 |
O post de literatura (que estou fazendo aqui todo sábado à tarde, num esquenta da FLIP) foi convertido numa tarde deliciosa na @spbiblioteca que finalmente conhecemos graças à tarde de memorias do @mauriciodesousa.
Deixo aqui os trechos que gravei da conversa que fez parte dos Sábados da Memória das Artes Gráficas. O criador da Turma da Mônica é o 11º homenageado do inédito projeto de resgate da memória das artes gráficas no Brasil – já passaram pelo auditório da Biblioteca de São Paulo Zélio Alves Pinto, Rodolfo Zalla, Jal, Sonia Luyten, Luiz Gê, Laerte, Fernando Coelho, Jô Oliveira, Spacca e Elifas Andreato. Além do depoimento, que renderá um caderno biográfico a ser vendido a preço de custo na BSP, Maurício de Sousa também deixou a marca de sua mão em uma lajota de concreto que, posteriormente será aplicada em um totem da fama dentro da Biblioteca.
Ah, o criador da turma é uma figuraça quando vista bem de perto em petit comité (eu já tinha tido a honra de estar em outros eventos ao mesmo tempo em que ele, mas hoje foi especial por ser um grupo menor) o que permitiu ver nuances da sua personalidade. E ele tuita de verdade, aliás, é fã da rede social à qual se refere com certa frequência, com os olhos no futuro que está acontecendo agora – e, pelo que vi (fiquei com vergonha de perguntar), ele usa um Blackberry Curve!
Neste trecho Mauricio fala sobre sua recusa em avaliar concursos de desenho infantil e reafirma a importância do desenho livre até a formação do próprio estilo, que só acontece na adolescência.
Neste trecho Mauricio conta da relação dos seus pais e professores com sua “mania de desenhar” e o professor de matemática que foi retratado num cartoon e acabou sendo o grande motivador de sua mudança de Mogi para São Paulo aos 17 anos.
Neste trecho Mauricio responde ao mediador à pergunta dos quadrinhos americanos:
“O que aconteceria se…”
… e se ao ouvir o conselho de um dos maiores entendidos de desenho e cartoon da década de 1950 dizendo para deixar a arte de lado Mauricio tivesse mudado de área? Saiba como isso não aconteceu.
Sam @samegui Shiraishi
Mãe, jornalista e blogueira no @avidaquer, hub multiplicador de cultura e conhecimento. Paranaense de alma nipônica morando na Mooca, apaixonada por gente.




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Sá, que encontro adorável. Que delícia os meninos poderem participar disso também. Devem ter ficado muito animados. Me lembrou meu encontro e conversa com o Ziraldo, anos atrás, em passeio pela histórica Morretes, no nosso Paraná querido.
Um beijo. Ti