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	<title>Comments on: Feliz dia das bruxas&#8230;</title>
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	<description>por Sam Shiraishi</description>
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		<title>By: Bruxa Onilda</title>
		<link>http://www.samshiraishi.com/feliz-dia-das-bruxas-nao-acredito-nelas-mas/#comment-23724</link>
		<dc:creator>Bruxa Onilda</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jun 2011 08:28:27 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, quem gosta da Bruxa Onilda, curta a pagina dela no facebook http://www.facebook.com/pages/Bruxa-Onilda/110105902417462
eterna bruxa onilda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, quem gosta da Bruxa Onilda, curta a pagina dela no facebook <a href="http://www.facebook.com/pages/Bruxa-Onilda/110105902417462" rel="nofollow">http://www.facebook.com/pages/Bruxa-Onilda/110105902417462</a><br />
eterna bruxa onilda.</p>
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		<title>By: E no dia das bruxas e dos sacis&#8230; &#124; Sam Shiraishi</title>
		<link>http://www.samshiraishi.com/feliz-dia-das-bruxas-nao-acredito-nelas-mas/#comment-1895</link>
		<dc:creator>E no dia das bruxas e dos sacis&#8230; &#124; Sam Shiraishi</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 20:58:45 +0000</pubDate>
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		<description>[...] porque a editora achou que eu estava muito envolvida com os livros para escrever com isenção) e Mamãe você parece uma bruxa! no qual eu falava que todas vivemos uma fase em que somos bruxas aos olhos dos filhos. A reflexão [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] porque a editora achou que eu estava muito envolvida com os livros para escrever com isenção) e Mamãe você parece uma bruxa! no qual eu falava que todas vivemos uma fase em que somos bruxas aos olhos dos filhos. A reflexão [...]</p>
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	<item>
		<title>By: Halloween &#124; Sam Shiraishi</title>
		<link>http://www.samshiraishi.com/feliz-dia-das-bruxas-nao-acredito-nelas-mas/#comment-1894</link>
		<dc:creator>Halloween &#124; Sam Shiraishi</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 20:52:37 +0000</pubDate>
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		<description>[...] de algumas preocupações de mãe sobre os malefícios do ocultismo na vida dos meninos. Chama-se Feliz dia das bruxas…e foi publicado no Desabafo de [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] de algumas preocupações de mãe sobre os malefícios do ocultismo na vida dos meninos. Chama-se Feliz dia das bruxas…e foi publicado no Desabafo de [...]</p>
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		<title>By: Halloween &#171; A vida como a vida quer</title>
		<link>http://www.samshiraishi.com/feliz-dia-das-bruxas-nao-acredito-nelas-mas/#comment-1893</link>
		<dc:creator>Halloween &#171; A vida como a vida quer</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 13:41:57 +0000</pubDate>
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		<description>[...] de algumas preocupações de mãe sobre os malefícios do ocultismo na vida dos meninos. Chama-se Feliz dia das bruxas…e  foi publicado no Desabafo de Mãe. O portal está fora do ar, mas o link aqui [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] de algumas preocupações de mãe sobre os malefícios do ocultismo na vida dos meninos. Chama-se Feliz dia das bruxas…e  foi publicado no Desabafo de Mãe. O portal está fora do ar, mas o link aqui [...]</p>
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	<item>
		<title>By: Sam</title>
		<link>http://www.samshiraishi.com/feliz-dia-das-bruxas-nao-acredito-nelas-mas/#comment-1892</link>
		<dc:creator>Sam</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Feb 2007 11:50:00 +0000</pubDate>
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		<description>São Paulo, 27 de setembro de 2006&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A magia das bruxas no desenvolvimento da criança&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A escolha da criança não recai sobre o certo ou o errado, mas, sim, sobre a personagem que mais gosta e não gosta.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Muita gente se pergunta: Por que Paulinas, uma editora tão especializada em literatura religiosa, tem tantos livros infantis sobre bruxas? Alguns, mais radicais, ficam arrepiados só de pensar na idéia. A resposta é simples: O conto de fadas apresenta à criança os dilemas, as dificuldades, os obstáculos próprios da vida. Eliminar o mal nas histórias infantis é fingir que o lado escuro não existe, o que incapacitará nosso pequeno leitor, no seu desenvolvimento, a reconhecer a natureza ambígua do homem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Somos criaturas incompletas e a grande aventura em viver é a busca incessante de encontrar um significado em nossa existência e desfrutarmos a vida em sua plenitude. Uma busca que começa logo na infância, a fase de desenvolvimento mais importante na construção do &quot;eu&quot;. Crescer dói e consome muita energia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um dos maiores desafios para os pais é ajudar seus filhos a encontrar sentido em suas vidas. O psiquiatra infantil austríaco Bruno Bettelheim, um dos educadores e terapeutas infantis mais respeitados do mundo, vê a literatura como o melhor canal para transmitir informações mais adequadas e promover, na criança, a capacidade de encontrar sentido na vida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os contos de fadas apresentam à criança os dilemas, as dificuldades, os obstáculos inevitáveis, próprios da vida, em uma visão de mundo compatível com o nível psicológico e emocional da criança. Ao mesmo tempo, mostram que, com coragem e perseverança, os medos e as opressões podem ser encarados e derrotados.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As tramas são singelas e as personagens, simples e diretas; o mal e o bem têm o mesmo poder e se apresentam nas personagens como gigante, dragão, bruxa, fada, príncipe, princesa. No universo infantil não existe o &quot;meio termo&quot;: ou uma pessoa é boa ou é má.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A polarização das personagens - boas ou más - é percebida pela criança, ao passo que a ambivalência não lhe faz sentido, já que sua escolha não recai sobre o certo ou o errado, mas sim sobre a personagem que mais gosta e a que não gosta.  A vitória de &quot;suas altezas&quot; ou de seus &quot;heróis&quot; é o que a atrai, porque a criança quer ser como eles: bem-sucedida nas suas lutas. E também porque sabem que &quot;o mal dá o troco à pessoa que o produziu&quot;.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Eliminar o mal nas histórias infantis é fingir que o lado escuro não existe, o que incapacitará a criança de reconhecer a natureza ambígua do homem. As crianças sabem que são boas e algumas vezes não (ainda que não queiram). Como, então, poderão lidar com essa situação se o mundo apresentado nega a presença do mal? &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Esconder monstros, ogros, bruxas é não permitir que construam suas fantasias para conhecer tais seres e elaborarem formas de controlá-los, além de impedir que aprendam a lidar com seus medos e angústias. Negar a existência da sombra significa negar, também, a existência da luz.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os contos de fadas sempre apresentam um final feliz. Esse desfecho dá segurança e coragem diante das dificuldades, são estímulos para que a criança não desanime e se torne um ser humano criativo, assim como os heróis, príncipes e princesas que entraram na floresta escura e de lá saíram vitoriosos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outro ponto relevante: não se explica conto de fadas. Quando uma história se torna significativa para uma criança (sabemos disso porque elas a lêem ou pedem para lermos repetidas vezes), cabe somente a ela interpretar o significado daquela trama. Ainda porque o mesmo conto lido em diferentes fases do desenvolvimento terá diferentes interpretações.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&quot;O conto de fadas diz à criança que, embora existam bruxas, nunca se esqueça de que também existem boas fadas (...) Os mesmos contos asseguram que o gigante feroz pode ser vencido com esperteza pelo homenzinho inteligente - alguém que parece ser tão impotente quanto a criança se sente.&quot; (Bruno Bettelheiem).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bruxas boas e más&lt;br/&gt;Só para finalizar, há, sim, muitas bruxas boas, muito boas, que se metem a nos dar lições de vida, e outras que cometem grandes e engraçados fiascos por serem tão atrapalhadas na hora de fazer o que manda a lenda. Uma delas, já bem velha, coitada!, cismou que quer se casar e está voando por aí à cata de um marido. Cuidado! Quer saber os detalhes? A professora mineira Elizete Lisboa conhece essa bruxa e conta tudo no livro A bruxa mais velha do mundo, escrito em tinta e em braile, para os que, como Elizete, não conseguem enxergar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Há outras, malvadézimas!, que surgem na hora mais escura da noite. Uma delas entrou no espelho, com sua capa negra e duas caras - uma, linda; a outra, de sapa velha!!! Vai ter coragem de encarar? Então, abra No escuro - o espelho da bruxa, de Ernani Ssó, e participe de uma aventura eletrizante com o garoto Beto. Você vai ver que, com as armas da imaginação, é possível descobrir a coragem e vencer os seres inventados pelo medo e pela noite. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Há as bruxinhas graciosas, que vivem de fazer o bem. Elisa, a bruxa-menina de O pacote que tava no pote, de Eloí Elisabet Bocheco, recebe da família um pacote, cuidadosamente guardado. O embrulho deve ser desfeito com a ajuda da Andorinha Lica, em véspera de lua cheia. A bruxinha não sabe onde está a andorinha, mas não hesita em pedir ajuda aos reis e rainhas dos bosques - abelha, coruja, pardal, sagüi, borboleta e água. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A cada parada, ela uma descoberta, um desafio, um desejo de superar-se. Eis o grande ensinamento guardado no pacote: entre o princípio e o fim, há sempre um meio. Mundo velho que se renasce a cada dia, a ilustradora Mari Ines captou o tom da história e correu seu lápis &quot;redondo e doce&quot; e ajudou Eloí a reviver a magia das lembranças de meninice. Este livro foi selecionado para o Programa Nacional do Livro Didático -PNLD.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora, imagine uma bruxa inconformada com o fato de ter sido trocada por anjinhos, riachos e flores. Decide, então, fazer uma visita à casa de Sylvia Manzano, escritora de livros infantis que, em seu entender, a preteriu. Insiste que as crianças não gostam disso e estão reclamando again. Desta vez, ela, recém-chegada dos States, usa a visita para ficar mais íntima da hóspede: vai ficando, implicando, brigando e se achegando, trocando confidências... Desse jeito, essa bruxa de meia-tigela acaba tornando imperdível o livro Ferdinanda e eu - De novo... &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;http://www.paulinas.org.br/imprensa/sl_press_release.aspx?ItemID=204</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo, 27 de setembro de 2006</p>
<p>A magia das bruxas no desenvolvimento da criança</p>
<p>A escolha da criança não recai sobre o certo ou o errado, mas, sim, sobre a personagem que mais gosta e não gosta.</p>
<p>Muita gente se pergunta: Por que Paulinas, uma editora tão especializada em literatura religiosa, tem tantos livros infantis sobre bruxas? Alguns, mais radicais, ficam arrepiados só de pensar na idéia. A resposta é simples: O conto de fadas apresenta à criança os dilemas, as dificuldades, os obstáculos próprios da vida. Eliminar o mal nas histórias infantis é fingir que o lado escuro não existe, o que incapacitará nosso pequeno leitor, no seu desenvolvimento, a reconhecer a natureza ambígua do homem.</p>
<p>Somos criaturas incompletas e a grande aventura em viver é a busca incessante de encontrar um significado em nossa existência e desfrutarmos a vida em sua plenitude. Uma busca que começa logo na infância, a fase de desenvolvimento mais importante na construção do &#8220;eu&#8221;. Crescer dói e consome muita energia.</p>
<p>Um dos maiores desafios para os pais é ajudar seus filhos a encontrar sentido em suas vidas. O psiquiatra infantil austríaco Bruno Bettelheim, um dos educadores e terapeutas infantis mais respeitados do mundo, vê a literatura como o melhor canal para transmitir informações mais adequadas e promover, na criança, a capacidade de encontrar sentido na vida.</p>
<p>Os contos de fadas apresentam à criança os dilemas, as dificuldades, os obstáculos inevitáveis, próprios da vida, em uma visão de mundo compatível com o nível psicológico e emocional da criança. Ao mesmo tempo, mostram que, com coragem e perseverança, os medos e as opressões podem ser encarados e derrotados.</p>
<p>As tramas são singelas e as personagens, simples e diretas; o mal e o bem têm o mesmo poder e se apresentam nas personagens como gigante, dragão, bruxa, fada, príncipe, princesa. No universo infantil não existe o &#8220;meio termo&#8221;: ou uma pessoa é boa ou é má.</p>
<p>A polarização das personagens &#8211; boas ou más &#8211; é percebida pela criança, ao passo que a ambivalência não lhe faz sentido, já que sua escolha não recai sobre o certo ou o errado, mas sim sobre a personagem que mais gosta e a que não gosta.  A vitória de &#8220;suas altezas&#8221; ou de seus &#8220;heróis&#8221; é o que a atrai, porque a criança quer ser como eles: bem-sucedida nas suas lutas. E também porque sabem que &#8220;o mal dá o troco à pessoa que o produziu&#8221;.</p>
<p>Eliminar o mal nas histórias infantis é fingir que o lado escuro não existe, o que incapacitará a criança de reconhecer a natureza ambígua do homem. As crianças sabem que são boas e algumas vezes não (ainda que não queiram). Como, então, poderão lidar com essa situação se o mundo apresentado nega a presença do mal? </p>
<p>Esconder monstros, ogros, bruxas é não permitir que construam suas fantasias para conhecer tais seres e elaborarem formas de controlá-los, além de impedir que aprendam a lidar com seus medos e angústias. Negar a existência da sombra significa negar, também, a existência da luz.</p>
<p>Os contos de fadas sempre apresentam um final feliz. Esse desfecho dá segurança e coragem diante das dificuldades, são estímulos para que a criança não desanime e se torne um ser humano criativo, assim como os heróis, príncipes e princesas que entraram na floresta escura e de lá saíram vitoriosos. </p>
<p>Outro ponto relevante: não se explica conto de fadas. Quando uma história se torna significativa para uma criança (sabemos disso porque elas a lêem ou pedem para lermos repetidas vezes), cabe somente a ela interpretar o significado daquela trama. Ainda porque o mesmo conto lido em diferentes fases do desenvolvimento terá diferentes interpretações.</p>
<p>&#8220;O conto de fadas diz à criança que, embora existam bruxas, nunca se esqueça de que também existem boas fadas (&#8230;) Os mesmos contos asseguram que o gigante feroz pode ser vencido com esperteza pelo homenzinho inteligente &#8211; alguém que parece ser tão impotente quanto a criança se sente.&#8221; (Bruno Bettelheiem).</p>
<p>Bruxas boas e más<br />Só para finalizar, há, sim, muitas bruxas boas, muito boas, que se metem a nos dar lições de vida, e outras que cometem grandes e engraçados fiascos por serem tão atrapalhadas na hora de fazer o que manda a lenda. Uma delas, já bem velha, coitada!, cismou que quer se casar e está voando por aí à cata de um marido. Cuidado! Quer saber os detalhes? A professora mineira Elizete Lisboa conhece essa bruxa e conta tudo no livro A bruxa mais velha do mundo, escrito em tinta e em braile, para os que, como Elizete, não conseguem enxergar.</p>
<p>Há outras, malvadézimas!, que surgem na hora mais escura da noite. Uma delas entrou no espelho, com sua capa negra e duas caras &#8211; uma, linda; a outra, de sapa velha!!! Vai ter coragem de encarar? Então, abra No escuro &#8211; o espelho da bruxa, de Ernani Ssó, e participe de uma aventura eletrizante com o garoto Beto. Você vai ver que, com as armas da imaginação, é possível descobrir a coragem e vencer os seres inventados pelo medo e pela noite. </p>
<p>Há as bruxinhas graciosas, que vivem de fazer o bem. Elisa, a bruxa-menina de O pacote que tava no pote, de Eloí Elisabet Bocheco, recebe da família um pacote, cuidadosamente guardado. O embrulho deve ser desfeito com a ajuda da Andorinha Lica, em véspera de lua cheia. A bruxinha não sabe onde está a andorinha, mas não hesita em pedir ajuda aos reis e rainhas dos bosques &#8211; abelha, coruja, pardal, sagüi, borboleta e água. </p>
<p>A cada parada, ela uma descoberta, um desafio, um desejo de superar-se. Eis o grande ensinamento guardado no pacote: entre o princípio e o fim, há sempre um meio. Mundo velho que se renasce a cada dia, a ilustradora Mari Ines captou o tom da história e correu seu lápis &#8220;redondo e doce&#8221; e ajudou Eloí a reviver a magia das lembranças de meninice. Este livro foi selecionado para o Programa Nacional do Livro Didático -PNLD.</p>
<p>Agora, imagine uma bruxa inconformada com o fato de ter sido trocada por anjinhos, riachos e flores. Decide, então, fazer uma visita à casa de Sylvia Manzano, escritora de livros infantis que, em seu entender, a preteriu. Insiste que as crianças não gostam disso e estão reclamando again. Desta vez, ela, recém-chegada dos States, usa a visita para ficar mais íntima da hóspede: vai ficando, implicando, brigando e se achegando, trocando confidências&#8230; Desse jeito, essa bruxa de meia-tigela acaba tornando imperdível o livro Ferdinanda e eu &#8211; De novo&#8230; </p>
<p><a href="http://www.paulinas.org.br/imprensa/sl_press_release.aspx?ItemID=204" rel="nofollow">http://www.paulinas.org.br/imprensa/sl_press_release.aspx?ItemID=204</a></p>
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