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Django
Que eu sou geek, acho que ninguém tem dúvida. Mas o blog tem estado pouco geek. Faz uma semana que ouvi falar do Django e quero postar aqui, mas não sem “fazer a lição de casa” e pesquisar minimamente sobre a novidade, que me foi contada pelo Claudir, marido da Renata Ruiz (Moda para usar) numa animada conversa outro dia. Ele tinha assistido uma apresentação sobre este e outros “movimentos” internacionais na web, numa palestra que teve na PUC-SP, onde é professor do curso de Publicidade.
Django é um framework para desenvolvimento de aplicativos na web que nasceu para gerenciar sites de notícias e hoje é utilizado em sites profissionais de alto tráfego. Parece perfeito para os programadores e designers conseguirem nos atender a tempo, mas tem um porém: apesar de perfeito para a web 2.0, ele usa uma plataforma chamada Python. Não entendo da tal plataforma Python e já notei que não vou entender. Mas preciso saber o que é possível fazer para ter os melhores resultados dos blogs e sites, é meu espaço de trabalho. E não posso ficar “na mão” de quem desenvolve, porque efetivamente me limita e eu acabo como aquela piada do mecânico de automóveis que fala que o problema é na rebimboca da parafuseta.
Eu estou revendo vários conceitos de html desde que decidi deixar o blog num domínio próprio, revivendo o passado distante de sites no hpg e do blogger sem as janelinhas que personalizam o conteúdo. A cada dia me convenço mais de que temos que estar antenados e precisamos saber o que é possível ter no blog para ele funcionar como bom instrumento de mídia social.
Ao ler sobre o Django na Info Exame, entendi o entusiasmo dele. “O Django cria sites a jato” faz um apanhado geral:
(Gente… este wordpress está de brincadeira. Deixei este post agendado aqui para publicar e 2/3 do texto sumiram!!!) Estou refazendo abaixo.
- Reutilização: é o conceito-chave. Se o desenvolvedor criou um código que funciona, o próprio software fará com que ele o aproveite em outros trechos do programa. Esta foi a idéia que Claudir mais “tentou” comentar, mas, sinceramente, só lendo melhor eu entendi “um pouco”.
- Instalação: quase não tem pré-requisitos e funciona tanto no Windows quanto no Linux, já conta com um servidor web embutido e tem uma seção da documentação que só fala sobre a instalação. Nesta minha reinserção no mundo do html (que tinha abandonado quando parei com sites no hpg e quando o blogger passou a ter as janelinhas para inserir wdigets e não precisava mais da edição de html) eu descobri que a documentação é importante. Sabe aquele template gratuito lindo que você baixa e ficaria perfeito no seu blog? Descobri que a documentação é que vai dizer se ele vale a pena ou vai ser uma bomba na hora de instalar.
- Páginas dinâmicas: aqui estava o maior entusiasmo o Claudir, que é difícil explicar. O Django não oferece interface web e outros facilitadores para ajudar na criação do site. O que entendi foi que para gerar uma página html ele associa certas funções (beeem técnicas) a uma URL. Cada vez que o internauta tentar acessar essa URL, a função correspondente é processada e gera o código html. (Tá bom, aqui parece mecânico explicando coisas que a gente fala “aham” e não entendeu lhufas. Dá para imaginar mais ou menos?)
- Design X programação: a revista toca num ponto que tenho visto a pedra no caminho da criação ou reformulação de um blog ou site (vivi isto no Desabafo de Mãe e no Nossa Via) a de que “uma das dificuldades do desenvolvimento na web é definir o ponto exato onde acaba o trabalho do programador e começa o do designer. Com o Django isso não é problema: cada profissional pode fazer o seu trabalho simultaneamente e depois reunir tudo para concluir a aplicação. A ferramenta ainda conta com gabaritos que facilitam bastante a finalização de um site.”




Carol
Says:
April 4th, 2008 at 3:06 pm
Beijão.
Zé
Says:
April 4th, 2008 at 4:22 pm
Claudir Segura
Says:
April 4th, 2008 at 4:46 pm
Vamos aos pontos….rs.
A palestra que eu te disse que participei foi da Adobe. Na PUC trabalho como professor…rs rs rs…
O que eu comentei foi em relação ao Thermo, lançado no Adobe Max 2007 e ainda em faser de testes. dê uma olhada nos vídeos de apresentação no Youtube em http://www.youtube.com/watch?v=XecRJgbdCtU
As plataformas de desenvolvimento que eu me referi foram o Adobe Air e o Adobe Flex que vem com a corda toda nos próximos meses.
No site da Adobe você pode ver as interfaces do flex e do air.
Vale a pena.
O caminho realmente é o da facilidade de construção de RIA- Rich Internet Applications que a Adobe vem investindo muito nos últimos meses…coitado do Silver Light…rs
Abraço
Renata Ruiz
Says:
April 8th, 2008 at 5:39 pm