Decidir aos 17 anos os próximos 100
“Dar-se afinal o direito de recomeçar, sempre, porque nossa vida, ao que tudo indica, será muito longa. Se vamos passar dos 100 anos, por que escolher o que será do resto da vida aos 17?”
Este é o mot do meu texto hoje no Nossa Via. Trato da escolha de uma carreira e o fato de a decisão acontecer quando saímos da escola, sem uma experiência de vida. Relembro minha história e gostaria de saber da sua história e da sua opinião. Se não puder opinar, pelo menos dê um voto (clicando nas estrelinhas) para eu saber se gostou ou não!
[update] Tonobohn conta no texto Torta de limão, pudim e sorvete sua saga na escolha profissional, motivado pelo post Decidir aos 17 anos os próximos 100. leia aqui
Karyne, que conheci por seu comentário no texto e agora assinei o feed do seu blog, replicou o texto em dois posts muito interessantes: >7 posts que eu recomendo e Profissão - o homem branco nas palavras do nativo!
Ótimo ver que minha idéia de criar uma discussão saudável para nos fazer pensar funcionou.
to indo ler o texto completo.
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Passando pra te dar um beijo!
saudades!
texto ótimo!
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Sam,
meu pai é médico, portanto cresci em hospitais e achando que queria ser …médica…
Claro!
Contudo, aos 15 anos, conheci a Escola Técnica Federal de Química no RJ, fiz prova e passei. E escolhi me especializar em Alimentos porque tinha muitas matérias bio (bioquímica, bioisso, bioaquilo…) e eu ia fazer …. medicina.
Aí, ao me formar fui de cara trabalhar na Kibon (sorvetes) e não parei mais, estudei Química e acabei me dedicando ao setor de panificação. Me apaixonei tanto que desisti de fazer medicina e foi a melhor coisa que me aconteceu porque eu não tenho a menor vocação.
Realmente, a gente, na pós adolescência não tem a menor condição de escolher uma carreira para o resto da vida.
Salvo excessões e vocações, claro.
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Bom dia, Sam.
Tem um presentinho mais do que merecido pra você lá em casa.
Um beijo!
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Sam, li teu texto e descobri mais uma coincidência entre nós : quando criança eu também queria cursar arquitetura. Não tentei vestibular, porque nunca soube desenhar, achei que não daria certo. Daí fiz engenharia na Politécnica. Na faculdade ouvia críticas aos que desistiam para mudar de carreira, mas sempre achei que eles tinham coragem para assumir que haviam se enganado na escolha. Como você disse, com 17 anos é cedo para fazer uma escolha tão importante. Um beijo grande.
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Olá Sam!!
Fiquei muito feliz em saber que vc gostou dos posts e assinou meu feed!!
Acho que a blogosfera está fechando este ano de 2007 com chave de ouro, e nós temos um pouquinho de culpa nisso!!
bj grande da Ká!!
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