Circulação de animais nas areias da praia traz riscos para humanos e pets

As fotos são minhas, do @enzobuzz com um cão amigo na praia do Leme, Rio.
Todo ano, quando as famílias vão para praia (especialmente com crianças pequenas) é a mesma coisa: ou os pais ficam preocupados ao extremo com as crianças na areia, ou elas acabam com algum problema do contato com lugares onde estiveram animais. Restrita por lei, mas comum em muitos lugares, a presença de cães e gatos nas praias pode facilitar a transmissão de doenças como a toxoplasmose e o bicho geográfico. A polêmica é antiga – e há pouco tempo foi tema de duas cenas engraçadas no filme super família Marley e Eu – o fato é que a proibição que mantém os cães e gatos longe das areias da praia (e pode resultar em multa pra quem descumprir a lei) está apoiada no risco de acidentes (como mordidas) e na proliferação de doenças transmitidas pelas fezes dos animais.
Infelizmente, como não é possível haver um controle sobre a vermifugação dos pets – e como nem todos proprietários recolhem as fezes dos animais, além de ser impossível , a legislação brasileira prefere restringir a circulação dos animais nesses espaços. Segundo especialistas, a disseminação da toxoplasmose é uma das principais preocupações em relação à presença dos gatos nas praias porque estes animais podem ser infectados pelo parasita causador da doença e transmiti-la aos humanos (nas fezes em contato com o solo ou a água contaminada). E as crianças estão ainda mais vulneráveis porque, ao brincarem, acabam tendo um contato ainda maior com areia e eventualmente levam a mão contaminada à boca.
Na minha infância, falava-se muito do “bicho geográfico”, um parasita que habita o intestino dos cães que não são vermifugados periodicamente. Antes eram cães de rua que transitavam nas praias sem muito controle, mas hoje é comum vermos “Marleys” acompanhando seus donos. Mas para eles conviverem bem com os outros banhistas, basta cuidados dos donos, especialmente quanto à vermifugação do animal, extremamente importante para manter sua saúde e bem-estar e para que o animal não passe a oferecer riscos aos seus donos”.
Mas isso não quer dizer que o amigo da família não pode passear. O calçadão está liberado para eles! Mas lembre de vermifugar o animal pelo menos a cada seis meses e sempre recolha a sujeira feita pelo seu pet.
P.S. Medidas como usar preventivo para pulgas e carrapatos, atualizar a vacinação anual contra raiva, leptospirose, cinomose e parvovirose (Vacina V8 ou V10), manter o animal de coleiras repelentes de insetos e andar com animal preso na guia, podem garantir a tranquilidade e a convivência entre animais e humanos no verão.








Saturday, Sat Jan 2010
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Monday, Mon Jan 2010
O duro são os bichos sem dono que ficam pra lá e pra cá, e os pombos…..
Friday, Fri Jan 2010
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Wednesday, Wed Feb 2010
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