Pra quê tanta #hashtag?
Postado em Cultura Web 2.0, Twitter no dia 22/01/2012Neste final de semana postei no Instagram, aquela rede social da qual sempre falo super bem e que é um espaço para os amantes da fotografia (por enquanto para usuários de iPhone, iPod, iPad), que estou aqui avaliando a possibilidade de deixar de seguir certo tipo de usuário nas redes sociais…
O tipo ao qual me referia, sugerindo um “Unfollow” (deixar de seguir), é o que usa mais de três hashtags nas fotos do Instagram ou nas mensagens de Twitter. Expliquei meu cansaço alegando que “hashtag supõe busca de quantidade de views e cliques e eu estou em busca de qualidade nos relacionamentos virtuais”, mas, depois, relendo os comentários, pensei que até valia a pena explicar um pouco deste universo tão nichado que fala de unfollow e hashtag como se fossem coisas palpáveis do cotidiano.
Vamos lá:
O que são tags e hashtags?
Tags (etiqueta, numa tradução bem simplificada) são palavras-chave relevantes ou termos associados a uma informação. No Twitter e redes sociais vinculadas a este microblog as hashtags são palavras-chave antecedidas pelo símbolo “#”, que designam o assunto o qual está se discutindo em tempo real. Estas hashtags viram hiperlinks dentro da rede e criam automativamente uma busca, que deixa o termo fácil para busca. Mesmo sem usar o Twitter você certamente já leu outros veículos de comunicação dizerem em suas notícias: “o assunto foi muito comentado hoje no Twitter”. Então, sabemos que algo “bombou na web” porque os mecanismos de busca como este nos mostram em tempo real que estão sendo comentados pelos usuários. Graças a esta ideia genial (a da hashtag que se transforma em busca a um simples clique), os usuários podem clicar nas hashtags ou buscá-las em mecanismos como o Google para ter acesso a todos que participaram da discussão.
As hashtags mais usadas no Twitter ficam agrupadas no menu Trending Topics, encontrado na barra lateral do microblog. Neste exato momento, enquanto eu escrevo o post, o tema em alta em São Paulo (podemos filtrar a hashtag por região), é o #pinheirinho e você pode ler as opiniões e notícias sobre a reintegracão de posse desta região ocupada no Vale do Paraíba aqui.
E qual a vantagem disso?
Os veículos podem saber que assunto é do interesse do leitor/ouvinte/telespectador e cada dia mais nós, usuários de novas mídias, pautamos os jornais na TV, rádio e imprensa. E nós podemos saber informações diferenciadas, de quem está lá ou conhece algo sob outro ângulo porque nesta busca encontramos outras opiniões além das oficiais. Serve para nos informarmos com mais isenção e pluraridade, mas também é útil para nos reunir para lazer com objetivos específicos (num show, final de campeonato, lançamento, etc) e, acima de tudo, nos permite aproximação com quem fala sobre o tema que nos interessa.
Fãs de uma banda, por exemplo, podem se encontrar usando termos de busca, assim como torcedores do mesmo time de futebol. Moradores do mesmo bairro podem trocar informações, da mesma forma que quem está no trânsito – aliás, é uma das melhores funções práticas de hashtag para mim, sempre indico coisas no #transitosp.
Mas se é tão legal, por que eu comecei o post reclamando?
Porque as pessoas perceberam que isso dava “ibope” e resolveram emplacar hashtags e buscar divulgação nos TT’s (trending topics, os assuntos mais comentados) e o que parecia normal para uma marca ou ação (no #servoluntariovaleapena, por exemplo, ficamos perto do TT e no #estudarvaleapena ficamos no TT por doze horas, o que é uma vitória), se tornou uma competição pessoal e uma busca por “curtir”.
E então, me explico: adoro os mecanismos, sou defensora de seu uso para marcas, mas para meu uso pessoal prefiro ter amigos e não fãs.
Sigo perfis públicos no Instagram que usam hashtags e estão entre os mais populares, mas prefiro usar a rede para ter contato com as pessoas e já fiz bons novos amigos por lá, comprovando que o relacionamento tem mais valor do que o volume. Nem contei, mas em novembro de 2011 fui convida para participar de uma exposição de instagramers em Campinas e tudo por conta destes relacionamentos. Por isso, embora eu não tenha nada contra a atitude de quem usa dezenas de hashtags para divulgar suas fotos, estou optando por seguir apenas quem “não abusa” e se contenta em apenas pontuar suas fotos com as hahstags básicas.
E aí, queridos, o post foi útil? Se foi, comente aí e deixe sua opinião sobre o tema. O melhor do blog é a conversa depois do post publicado!
7.777
Postado em Cultura Web 2.0, Twitter no dia 10/12/2011No Twitter, 7777 seguidores…
Número bonito, será que devo fazer uma “fézinha”? (risos)
Na verdade, aproveito-o para agradecer a presença e companhia dos amigos virtuais na minha vida. Faz muita diferença no meu cotidiano, obrigada, de coração.
P.S. Opa, você não me segue lá ainda? Tuito do @samegui e “corujo” no @maecomfilhos. E os blogs também estão lá no @avidaquer @pqleitores @cozinhaconversa.
Happy 4th TwBirthday for me!
Postado em Cultura Web 2.0, Twitter no dia 29/08/2011Eu pensava há tempos em como usar este fundo fofo de Hello Kitty, hoje achei a desculpa:
Happy 4th TwBirthday for me!

![]()
Quatro anos intensos, fazendo amigos, aprendendo, descobrindo afinidades, ensinando e compartilhando!
Que maravilha!
Do que você mais gosta no Facebook? E do que menos gosta?
Postado em Comportamento, Cultura Web 2.0, Twitter no dia 31/03/2011
Pense e responda rapidamente: qual sua parte favorita e qual a mais chata de participar do Facebook? Pensei nisso quando li a matéria de Veja sobre uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo site de compras coletivas Eversave que, após entrevistar 400 mulheres, pretendia levantar quais comportamentos na rede tiram a paciência do público feminino.
“Segundo o estudo, 83% das entrevistadas já se irritaram pelo menos uma vez por causa de recados publicados por suas conexões. Entre as ações mais abominadas na rede social, estão: reclamar o tempo todo (63%); divulgar opiniões políticas divergentes (41%); exaltar suas vidas ‘perfeitas’ (32%); exaltar os filhos (16%).
A pesquisa também sondou os perfis mais irritantes. O mais citado foi o da amiga dramática (61%), seguido por: a mãe orgulhosa (57%); a usuária que curte todos os updates (46%); a amiga exibida (40%); e a ativista (40%), entre outros perfis.”
Minha parte favorita no Facebook são os grupos de discussão (já falei diversas vezes deles, né?) e a possibilidade de, num só espaço, mandar e-mail e fazer chat com toda minha rede com facilidade. E a parte mais chata é ser “marcada” em fotos e assuntos que não me dizem respeito de fato ou não são do meu interesse. Mas, até para isso tem um jeito de calar, é só se “desmarcar” né?
E você, crê que os perfis mais irritantes para os estadunidenses são também os que mais irritam os brasileiros? Se for o caso, terei que criar um perfil de Facebook à parte para corujar os filhos, como fiz quando separei o Twitter (uso @samegui e @maecomfilhos) – mas será que tem como a gente não ser o que é? Quer dizer, será que os amigos em redes sociais não deveriam ser justamente as pessoas com quem a gente teoricamente poderia compartilhar tudo? Ou será que o usuário está criando uma realidade virtual à parte nas redes sociais na qual a “vida perfeita”, o “ativismo social” e a “reclamação” são formas de ser o que se acha que o status quo espera de nós? Fiquei muito curiosa e gostaria de saber se tem gente estudando esta área da sociologia e psicologia social relacionada às novas mídias e à vitrine que espaços como Facebook, Forsquare e Twitter podem representar.
Por falar em estudos, uma dica para terminar este post que não tem uma conclusão sem os comentários de vocês – comentem, comentem, o papo é que faz o blog ser um espaço interessante – e que pode nos ajudar a começar a pensar mais a sério nas novas mídias:
“365!!! Um Twitter pra cada dia do ano. É a lista dos pesquisadores da Comunicação no Twitter“.
http://bit.ly/6KcG4e
(via @saritabastos e @christofoletti)
O que você diria no Twitter se não fosse jornalista?
Postado em Cultura Web 2.0, Twitter no dia 04/03/2011“O Comunique-se lançou a pergunta no Twitter: “O que você diria no Twitter se não fosse jornalista?” e recebeu algumas respostas por e-mail. De acordo com os jornalistas, a grande vontade contida é a de criticar políticos. Apesar das polêmicas, os profissionais ressaltaram que o microblog é uma boa ferramenta para os jornalistas.”
Outro dia respondi a uma pergunta feita pela repórter Izabela Vasconcelos, do Comunique-se, que questionava quais as amarras que temos no Twitter por sermos jornalistas.
Você já pensou em soltar o verbo no Twitter, mas se arrependeu e voltou atrás? Após a divulgação de seis demissões por comentários no microblog, profissionais de várias áreas, principalmente jornalistas, que convivem com o dilema da imparcialidade, passaram a agir com mais cautela nas redes sociais.
Para evitar constrangimentos e demissões, alguns veículos já criaram regras para o uso do microblog, como Folha de S. Paulo, Rede Globo, Reuters, ESPN, Bloomberg, Associated Press, Wall Street Journal, The Washigton Post e The New York Times.
No ano passado, o diretor da Locaweb, Alex Glikas, foi demitido após ironizar o São Paulo Futebol Clube, time patrocinado pela empresa em que trabalhava. No mesmo ano, o Grupo Abril demitiu o editor da revista National Geographic, Felipe Milanez, depois que o jornalista criticou uma matéria da revista Veja, em seu perfil no Twitter. A editora de noticiário do Oriente Médio da CNN, Octavia Nasr, também foi dispensada por postar uma mensagem no Twitter na qual manifestava “respeito” por um ex-dirigente do Hezbollah. O ano encerrou com a demissão da estudante de Direito Mayara Petruso, que ofendeu nordestinos em seu perfil e foi dispensada de seu estágio no escritório de advocacia Peixoto e Cury Advogados. Além do recente caso de uma funcionária do STF, que questionou, pelo twitter oficial do órgão, quando José Sarney iria “pendurar as chuteiras”.
O que você tem, ou já teve, vontade de falar e se conteve por questões profissionais?
E você? Fala tudo o que pensa no Twitter?
Um mundo onde a mágoa não rasga fotografias. Deleta.
Postado em Twitter no dia 09/01/2011A frase que deu título ao post é um dos tuites que compõe o livreto de @amatos30 nos Clássicos da Twitteratura Brasileira. Sinceramente, eu nem seguia ou sigo o moço (descrito no livro como redator publicitário), mas gostei do que li e trouxe um para mim junto com os exemplares de @pittyleone (para @alinekelly, que ainda não pude entregar), @leojaime (para @_claudiatavares), @bomdiaporque (para @smiletic).
E deste mundo virtual no qual surgiram as amigas acima, que são tão presentes no meu cotidiano a ponto de me fazerem comprar os seus favoritos no lançamento dos livros, deixo umas frases para este final de tarde de domingo, todas de autoria do @amatos30.
“Cuidado para não ser convencido mais pela convicção de quem diz do que pela verdade do que é dito”
“A censura é uma doença que vive à base de tarjas pretas”.
“O silêncio é tão tímido que some sempre que recebe aplausos”.
“Saudade é como apêndice, só existe quando dói”.
“Solidão, a liberdade em sua pior versão. Liberdade, a solidão em sua melhor versão”.
“Jogar uma moeda em uma fonte e fazer um pedido e´tentar subornar o destino”.
E a minha favorita:
“Para ganhar dinheiro, trabalhe naquilo que você faria até de graça”.
Clássicos da Twitteratura Brasileira são lançados hoje em Sampa
Postado em Cultura Web 2.0, livros, Twitter no dia 15/12/2010
Imaginem livros compostos de tuites… sim, os posts de 14o caracteres convertidos em 15 obras. Eu imaginei e, confesso, fiquei com muita vontade de ler todos.
Segundo os curadores, “o projeto promove um encontro inusitado entre o efêmero conteúdo da internet e a longevidade de um livro e reforça o conceito “Você Pode Ler Mais”, que marca a comunicação do Papel Pólen, especial para livros. Papel? Sim, a ideia tem um mecenas, a Suzano Papel e Celulose, de quem recebi convite para o lançamento da coleção de livrinhos de bolso retrô – os Clássicos da Twitteratura Brasileira – e para noite de autógrafos que acontece hoje em Sampa.
A ideia da coleção surgiu do desafio de fazer um produto que é commodity se destacar e marcar presença nos seus pontos de venda, que são as livrarias. É a primeira vez que a fabricante de papel vai para o ponto de venda com um produto próprio e não através do conteúdo de editoras, para as quais a Suzano geralmente apenas fornece o papel. O Papel Pólen, que possui uma tonalidade diferenciada e deixa a leitura muito mais confortável, é voltado para gráficas e clientes editorias, comercializado apenas em grandes lotes para a produção de livros por editoras.
Quero ver também, como faço?
Os 15 volumes serão vendidos na Livraria da Vila a R$ 5 cada – todo o lucro será revertido para o Instituto Ecofuturo, organização não governamental que trabalha em projetos que entrelaçam educação e meio ambiente com a missão de gerar e difundir conhecimento. A criação, o projeto editorial e a campanha de lançamento ficaram a cargo da agência Santa Clara, contando com a parceria da Remix Social Ideas, que contribuiu com parte da curadoria do conteúdo e com o trabalho em mídias sociais.
E quais são os escritores tuiteiros?
Os autores são os escritores e jornalistas Xico Sá (@xicosa) e Fabricio Carpinejar (@CARPINEJAR); os publicitários Adriano Matos (@amatos30), Dino Cantelli (@tiodino) Alexandre Rosas (@alelex88) e Silvio Lach (@silviolach); a escritora e roteirista Tati Bernardi (@tati_bernardi); o ator e vlogger Felipe Neto (@felipeneto); os “tuiteiros-personagens” Hugo Gloss (@HugoGloss) , Lobo da Coragem (@LOBO_DA_CORAGEM) e Bom Dia Por Que (@bomdiaporque); o cantor Léo Jaime (@LeoJaime); o empresário Eike Batista (@eikebatista); o psicanalista Flávio Gikovate (@Flavio_Gikovate) e a cantora Pitty (@pittyleone). Ao todo, esta turma soma mais de 3 milhões de seguidores.
[update] Fotos do evento, tiradas por @angelaernesto:
[/update]
Twitter, tendências de consumo e editor responsável por mídias sociais
Postado em Carreira e dinheiro, Cultura Web 2.0, Twitter no dia 13/12/2010
Duas notícias que li logo cedo e que mostram um caminho que eu prevejo e comento há tempos por aqui: The New York Times elimina cargo de editor responsável por mídias sociais e Twitter ‘prevê’ tendências de consumo.
Quando, em maio de 2009, o NY Times indicou um Social Media Editor eu recebi até uma mensagem de um dos meus clientes falando: Sam, olha você aí. Sim, em alguns projetos, em especial no MdeMulher, eu atuei como Editor de Mídia Social, cargo que Jennifer Preston exerceu no tradicional jornal estadunidense até agora. E por que este cargo deixa de ter sentido tão cedo?
Neste meio tempo, seguindo os passos do NY Times, outros veículos de imprensa dos Estados Unidos também contam com editores responsáveis pelo desenvolvimento de redes sociais nas redações, como a Rádio Pública Nacional (NPR), Associated Press, e nesta semana, o jornal USA Today.
Se é natural um amadurecimento das relações de repórteres e editores (no caso do NYT e da Editora Abril), o que lhes deu, em pouco tempo, a consciência do valor das mídias sociais para o trabalho jornalístico, creio mesmo que este “cargo” é temporário e que a editoria de mídia social tende a ser absorvida por editores de conteúdo nos nichos, mas (e aqui entra sugestão minha), deve ser igualmente incorporada pelos responsáveis por uma ouvidoria dos veículos e das marcas, de modo a manter a janela de conversação com as novas mídias sempre aberta e a troca “ventilada”, com bom “feng shui” e funcional de verdade.E as novas equipes responsáveis pela aplicação das mídias em veículos “antigos” deve elaborar novas ferramentas que auxiliem na escolha de fontes e informações obtidas por plataformas como Twitter.
“Mídia social não pode pertencer a apenas uma pessoa, isto precisa ser parte do trabalho de todos”
A resposta de Preston é simples e assertiva, demonstrando a rapidez das mudanças neste universo das novas mídias. E está intimamente ligada à segunda notícia, a que diz que o Twitter prevê tendências de consumo. Como? Ora, no “microblog-MSN coletivo-rede social” está uma “arma poderosa para ajudar a entender o que querem os consumidores hoje, e até amanhã”. Nele postamos nossos sonhos de consumo (na hashtag #euquero, por exemplo) e reclamamos das marcas que falham conosco (usando a hashtag #fail para quase tudo). Vasculhando o Twitter ou fazendo um bom filtro de assuntos que nos interessam conseguimos rapidamente avaliar como as marcas estão e saberemos se vale ou não a pena investir.
O artigo de Grazielle Schneider comenta que em novembro, a consultoria E.Life pesquisou o termo “quero comprar” e registrou 20.795 mensagens, um aumento de 35% em relação ao mês de agosto, demonstrando sinais de aquecimento por conta do final do ano, Natal e 13 salário. “Entre a infinidade de produtos citados, sete aparecem mais (somando 19%): livro, ingresso, CD, roupa, DVD, celular e camiseta. E em tempos de iPad, o melhor presente parece ser o bom e velho livro, campeão de citações.”
O que podemos aprender com esta sugestão do Twitter como guru das tendências do mercado? “Em vez de identificar quem teria necessidade de um produto, as empresas ficam só monitorando “#fail”, que é falha, junto com o nome da empresa. O marketing não é para apagar incêndio”, diz Martha Gabriel, consultora em marketing digital.E você, consumidor, que não tem que monitorar nenhuma marca também pode tirar proveito disso. Antes de comprar algo (um celular, o novo carro, escolher o hotel para as férias) vale “tuitar” e perguntar se os seguidores têm feedback positivo sobre o que você escolheu. E se você não tem Twitter, pode ver o feedback do mesmo jeito: basta escrever os termos na caixa de pesquisa e ver o que aparece, como na imagem abaixo. Ela já lhe dará bons indícios desta análise espontânea do mercado.
Obrigada pelo aval do #FollowFriday – Mas o que é FF? E por que Aval?
Postado em Cultura Web 2.0, Twitter no dia 29/10/2010No sentido figurado “Avalizar” significa abonar, afiançar. O termo é mais comum quando usado para falar de finanças (com cheque, por exemplo) ou para explicar quando apoiamos dando caução. Mas, apesar da ideia de que para precisar de aval a gente demonstra fraqueza, no fundo aval é uma coisa boa. Se o considerarmos como uma garantia dada por uma terceira pessoa ou entidade para os intentos de alguém, veremos que é uma coisa bem positiva, “a leap of faith“ como se diria em inglês – e “Leap of faith é uma dessas expressões para a qual não há uma tradução boa em português. Literalmente significa um pulo de fé. Mas na verdade, significa algo como tomar uma decisão e confiar que tudo vai dar certo”.
E o #FF? Toda sexta-feira usuários de Twitter indicam outros tuiteiros e dão seu aval a eles citando suas @s e indicando dentre os 140 caracteres que se trata de um #FF, abreviação de Follow Friday (algo como Siga na Sexta), brincadeira que creditam ao usuário @micah e teria sido criada em 16/01/2009. E você pode ver muitas sugestões de #FF ao vivo clincando na busca do Twitter para o termo.
Segundo meu conceito, ao dizer a quem lhe segue no Twitter se os tuites de determinada pessoa merecem ser seguidos, você dá seu aval – mas é um Leap of Faith porque não temos como prever se os tuites daquela pessoa serão sempre bons. Apenas confiamos em nosso julgamento e instinto e acreditamos que será bom!
Fica aqui minha explicação para os muitos seguidores que me perguntam sobre a origem do termo e o agradecimento público aos que, às sextas, me presenteiam com seu aval ao conteúdo que produzo no microblog indicando meu nick @samegui no #FF. =)
Novo Twitter agora é para todos. Você vai testar?
Postado em Cultura Web 2.0, Twitter no dia 13/10/2010Há algumas semanas eu estou usando o novo Twitter (#newtwitter) e eu realmente adorei. Simplificou a navegação, concentrou as informações na janela central… quem usava Twitter antes deve lembrar que era preciso rolar a página para encontrar os links para suas pesquisas, suas listas e os trending topics (TT). Sem falar que a cada clique saíamos das páginas e não raro perdíamos o “fio da meada”. Agora tudo acontece ao mesmo tempo e praticamente no mesmo lugar.
Segundo li no Mundo Tecno, a partir de hoje todos os 160 milhões de usuários do Twitter passarão a usar a nova plataforma, basta logar e aderir clicando no banner superior do site.

Feito isso, eu sugiro aproveitar que está tudo à mão para dar um upgrade na utilização que você faz do microblog que é uma rede social. Duas dicas já poderão lhe acrescentar conteúdo e trazer pessoas novas para sua timeline:
- Comece a usar mais as listas. Reunir as pessoas que você segue segundo afinidades (música, política, seriados, direito digital) ou causas (outubro rosa, todos pela educação) é uma forma de ver (a um clique) o que está rolando com quem tem foco naquele assunto que te interessa. E serve para você se atualizar de temas do seu interesse (profissional, no caso das listas de feras do assunto) ou pessoal (como as de celebridades) sem precisar seguir todo mundo. A um clique você abre a lista e vê o que está rolando na timeline (a linha do tempo). Não é mesmo ótimo?
- Use as buscas. Outra forma de saber sobre determinado assunto, enxergando qual a real repercussão do tema no Twitter (muito além dos seus contatos), é usar as buscas. É simples: você escreve no espaço de busca o termo e salva a pesquisa. Assim ela aparecerá na sua linha do tempo enquanto quiser. Quando o tema gastar, cansar ou acabar, basta ir lá e apagar. E se você não quiser salvar, pode simplesmente deixar a janela aberta na busca enquanto for interessante.
[Viu? É por isso eu eu uso tanto o jogo da velha com as palavrinhas grudadas quando crio títulos dos posts! Eles vão para o Twitter direto por um aplicativo que uso e já caem na pesquisa do tema.]
Então, é usar e depois compartilhar suas impressões. Beijo e me siga: @samegui =)
Para você que não está familiarizado com a plataforma entender, deixo abaixo vídeos com tutoriais, do antigo e do novo Twitter: (more…)
Cobertura do debate dos presidenciáveis no Twitter
Postado em Política e Cidadania, Twitter no dia 30/09/2010
Uma coisa eu aprendi nestas eleições: como na Copa do Mundo, assistir a TV e tuitar ao mesmo tempo amplifica muito a nossa voz. Dá para “conversar” com muita gente, trocar ideias em tempo real e confirmar se, pelo menos no universo dos conectados, os institutos de pesquisa estão ou não retratando a verdade que veremos nas urnas no próximo domingo.
E hoje meu amigo @cabianca me mostrou uma ferramenta que vai ajudar a acompanhar os tuites em tempo real: a MITI vai fazer a cobertura ao vivo do programa indicando os principais momentos do debate e mostrando como estão sendo as interações dos internautas nas redes sociais causadas por cada candidato.
Segundo o site deles, a cobertura terá notas rápidas sobre o desempenho dos candidatos ao longo do programa com informações coletadas nas plataformas postX e Clipping Express, medindo como o debate irá repercutir na internet. Lá será possível acompanhar os tuites dos perfis do @postX e do @FonteMiti e saber a opinião de outros internautas em nossa página do Facebook, onde você também poderá dar a sua opinião – tudo integrado em um só lugar.
Usando ou não sites externos e ferramentas de terceiros, #ficaadica: não deixe de ver o debate e de conversar online e offline sobre as propostas dos candidados, buscando encontrar o que cuidará melhor do Brasil.















