Apr
16

Law & Order ou CSI?

No noticiário de ontem à noite e hoje de manhã vi mais das mil repercussões do o caso Isabella Nardoni. Tenho evitado acompanhar o caso pela TV porque não queria que os meninos escutassem, ainda mais depois do episiódio do metrô com o Giorgio, mas hoje acabei vendo parte das conclusões da TV Globo. Como disse o Gui, eles estão fazendo um verdadeiro episódio de Law & Order SUV deste caso, com detalhes de CSI. Mas o furor da mídia não tira o mal estar que traz notar as evidências de que o pai e a madrasta se contradizem, vizinhos se apresentaram com testemunhos irrefutáveis e e a sensação de luto novamente por constatar que realmente o pai pode estar muito envolvido e conta com o silêncio dos avós, tios, todo mundo! Não gosto de julgamentos precipitados, mas não deixo de pensar neste caso que precisamos rever nossos conceitos, repensar se vale a pena forçar a convivência de pais e filhos arriscando as crianças a uma experiência de vida nociva! Há que se pensar e muito em como nós contribuímos com nossas cobranças sociais para a manutenção de um modelo de convivência que não é feliz nem construtivo.

P.S. O episódio do metrô: na semana passada o “circo” (a confusão que a mídia criou sobre o caso) chegou até nós. Estava no metrô com os meninos, no vagão para idosos/grávidas/etc e uma senhora me perguntou a idade o Giorgio. Ao ouvir 5 anos, soltou: “é mais ou menos a idade da menina (Isabelle), eu só queria ter uma noção do tamanho da criança para ser jogada. Então acho que não foi a madrasta, precisava mesmo da ajuda do pai!” Aguentei por 3 estações um burburinho desagradável que colocava meu filho na berlinda, como possível vítima e, confesso, foi bem desagradável. Minha defesa foi me manter neutra para não dar corda. Talvez seja a defesa da mãe da vítima (sobre a qual Lunna, psicóloga de formação, tratou num post), mas de fato deveríamos todos nos ocupar de outras coisas. Mas a turba continua animada com o espetáculo.

Apr
14

Imperdível: Ventura e Gikovate

Hoje à noite tem dois bate-papos imperdíveis:

  • No twitter @tvcultura (Você ainda não segue a Cultura no twitter? Shame on you!) avisou há pouco que Zuenir Ventura estará no centro da Roda. O programa Roda Viva desta segunda-feira recebe o jornalista e escritor, ao vivo, às 22h40.
  • Escutei na CBN convite do Flávio Gikovate para palestra do lançamento de seu livro Uma História de Amor… com Final Feliz (MG Editores, 168 páginas, preço médio de R$ 34,40), hoje, às 18h30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, sala Eva Herz (av. Paulista, 2.073, São Paulo).

P.S. Li a entrevista com o famoso psiquiatra na Folha Online sobre o livro e é impossível não se interessar. A jornalista afirma que suas idéias podem fazer mal aos românticos inveterados, em parte por suas afirmações de que há dois finais para as histórias de amor atuais:

“Um deles aponta para um novo molde das relações afetivas: O romantismo do século 21 não será mais essa idéia de fusão de duas metades, e sim a aproximação de dois inteiros. Uma coisa mais parecida com a amizade, com mais afinidade intelectual do que física. A outra opção de final feliz, diz, é a solidão -tão temida.”

Mas a idéia não é tornar o relacionamento assexuado, como diz neste trecho da entrevista, numa fórmula na qual assino embaixo:

Como o sexo ocorre nesse amor que parece amizade?
Isso é um problema porque, em nossa cultura, o sexo vai melhor quando há briga. As pessoas gostam mais de transar com inimigos do que com amigos. Isso mostra como precisamos avançar no entendimento da questão sexual. Ainda é preciso inventar um erotismo que não seja comprometido com vulgaridade e violência. Para superar isso, é preciso ser criativo e entender que as leis da atração sexual não são as mesmas das relações afetivas de boa qualidade. Na hora do sexo, talvez seja necessário mudar o canal, no qual o outro tem de deixar de ser o parceiro sentimental para ser um outro. É assim que os casais que se amam de verdade descobrem estratégias para que o sexo flua.
Apr
10

Latin Billboard Music

801428_old_radio.jpgQuando se fala em música, a Billboard é referência. Suas célebres listas revelam ao mundo quem são os astros e estrelas que atraem a atenção do público. O grupo realiza anualmente o Latin Billboard Music, que reconhece os principais talentos da música latina. Confesso que me irrito profundamente com este negócio de Latin, mas enfim, Billboard e música valem concessões da minha parte. E eu realmente tenho uma queda pelas imagens de artistas no Red Carpet, me divirto ouvindo as entrevistas e as tentativas de tradução dos comentaristas brasileiros.Hoje o canal E! Entertainment Television exibe, ao vivo, a edição 2008 do prêmio. Às 21h, o canal inicia a cobertura com o tradicional Live From the Red Carpet, com as primeiras entrevistas com os indicados aos prêmios, entre eles Shakira, Juanes e a banda Maná. (Viram como eu tenho um pingo de razão ao reclamar da latinidade? Cadê os brasileiros?) Em seguida, às 22h, é a hora de saber quem são os ganhadores no Live Latin Billboard Music, em transmissão exclusiva do canal.

Mar
25

Babá eletrônica

911415_tv_control.jpgAcabei de assistir um programa inglês sobre a TV. O canal GNT tem varios programas britânicos nos quais as pessoas aceitam ter sua intimidade em casa revirada por um “especialista” durante algumas semanas e, mesmo achando que são estranhos, divirto-me e aprendo muita coisa, como no caso do You are what you eat. Além do mais, é lazer, precisa ser leve.O programa de hoje discutia a TV em família:

TV é uma boa babá eletrônica?
O que acontece com o comportamento de crianças de 7 a 8 anos de idade de uma mesma turma escolar quando ficam por um período de duas semanas sem as tvs, os computadores e os videogames? Você vai ver o resultado desta experiência, conduzida por especialistas, neste documentário da BBC.

A surpresa, e vou estragar o prazer de quem quiser ver o programa na reprise domingo, às 7h30, é que ficar sem TV não fez diferença para as crianças na escola (só uma apresentou uma melhoria significativa, notável), mas fez uma imensa diferença na família. Sim, todos ficaram sem TV e um pai que (escondido) via o jogo de futebol no computador me fez pensar sem como seria esta proibição aqui em casa!

Mas será que precisamos ficar totalmente sem TV? Não sei. Podemos ter bons momentos com ela, mas realmente não temos uma troca de qualidade em família na sua presença, pois todos ficam voltados para a telinha. É preciso sabedoria e parcimônia com ela, com tudo na vida aliás.

truques-de-confianca-noticia1.jpgP.S. Já que falei de filhos, amanhã o programa Contemporâneo vai discutir quanto custa ter um filho, entrevistando o economista Roberto Zengraf. E para quem gosta de culinária, é imperdível o encontro Truques de Confiança - brincadeira com os nomes dos programas Truques de Oliver e Menu Confiança - de Jamie Oliver e Claude Troisgros, às 21h.

No novo blog, Style, eu postei hoje - em Casa com o seu estilo - sobre meus planos para renovar a cozinha e deixei fotos dos modelos que gostei, além de contar algumas historinhas. Passem lá e vejam, tem muita coisa bonita.

Mar
03

Futebol é show ou business?

Acredito que seja um pouco de cada, mas está cada dia mais um show bem lucrativo.

Os domingos à tarde são plenos de futebol em nossa família, quer estejamos em casa (vendo pela TV), no carro (ouvir jogo na CBN se tornou uma estranha rotina) ou mesmo indo ao estádio para acompanhar o Gui. Os meninos, mesmo sem gostar tanto, são enfáticos ao defender o time que herdaram do pai, avô e bisavô. Eu, apesar de filha de um palmeirense que agora é atleticano, sou paranista mas vivo ligada no SPFC.
Afinal, aprendi a gostar de futebol com o Gui, pois começamos a namorar às vésperas de uma decisão de campeonato brasileiro, o de 1991, que levaria o time dele para a Libertadores e depois o Mundial. Mas passei a gostar de estádio e de ouvir falar de futebol com os jogos do Paraná na Vila Capanema, com o estágio na Suburbana de Curitiba radiada pelo sr. Barone, com o Cartão Verde da TV Cultura - ainda na época em que José Trajano, Flavio Prado e Juca Kfouri apresentavam juntos. Sabem que morando no Japão chegamos a “alugar” as fitas VHS do programa para ver?
Hoje no Nossa Via eu revivi um pouco do interesse pelo futebol num texto sobre o showbizz que ele é atualmente. Deixo o convite para lerem e comentarem lá. :)

“Dizem que o futebol é o ópio do povo. Carl Sagan compara esta relação com o time do coração aos grupos de caçadores primitivos e sua necessidade de se juntar e se defender em clãs. Eu o vejo como uma forma de entretenimento e os atuais atletas conseguem tornar o “jogo de cena” fora do campo uma verdadeira novela digna de se acompanhar.”
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P.S. E como hoje o Parque Antártica, um dos símbolos do futebol paulista, está sob o entusiasmo dos fãs do Iron Maiden, deixo também a dica para lerem o post A música do futebol no Novelo Digital. Interessante imaginar os jogadores (em suas posições no time) e o que seriam se fossem músicos numa banda. ;)

Feb
25

Haru e Natsu

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=xoVtryAhuSc]

No ano do centenário da Imigração Japonesa a Band exibe Haru e Natsu - As cartas que não chegaram, uma superprodução da NHK, maior emissora de TV do Japão. (Haru quer dizer primavera e Natsu verão) Contei no meu blog Dekassegui os detalhes da produção, história de duas irmãs separadas pela imigração que começa em 1934 e dura sete décadas, mostrando a luta de quem migrou e a solidão de quem ficou para trás.

“O romance mostra o contraste entre uma mulher dentro de uma grande família e uma mulher solitária. Eu achei que escrevendo sobre o longínquo Brasil, poderíamos ter uma visão melhor do Japão”, afirma a autora da minissérie, Sugato Hashida, de 80 anos e uma das mais renomadas roteiristas de teledramaturgia do Japão.

Identifiquei-me pessoalmente com a história, pois meus avós vieram para o Brasil quinze anos antes do mostrado no seriado, praticamente sozinhos e ainda muito jovens (aos 14 anos), deixando para sempre os familiares no Japão. Minha Batian (avó) ainda manteve o contato por cartas com uma prima durante toda vida, mas meu Ditian (avô), envergonhado por não ter feito aqui a fortuna que prometeu ao pai que faria, simplesmente cortou contato com os Shiraishi de Fukuoka. Contei as histórias deles com mais detalhes no post Por que meus avós migraram.

  • Haru e Natsu estréia dia 25/02, às 22h, na Band. A minissérie será exibida em oito capítulos.

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Feb
18

Queridos amigos

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=J9j4DhEjZFE]

Estou acompanhando o blog da missérie que estréia hoje na Globo, Queridos Amigos. Gui e eu vimos chamadas nos intervalos do Jornal da Globo e a imagem de amigos correndo na praia, num reveillon, com música da Elis (é ela mesmo?) no fundo, nos deixou curiosos e foi ele quem me pediu para saber do que se tratava. Todos sabem que gosto de TV (mesmo sem ver novelas das oito há anos) e esta mistura de nostalgia e amizade é a minha cara. Estes anos obscuros que o seriado vai mostrar foram os da nossa infância e começo de adolescência dos dissabores que vimos nossos pais e tios passarem. Para alguns será um retrato da própria vida, para outros a imagem de pura ficção.

O epicentro da história está em Léo, personagem que reune os amigos depois de muitos anos separados e tenta fazer com que todos realizem seus sonhos. Quem o interpreta é Dan Stulbach, sobre quem já falei da minha simpatia, e que foi responsável pela produção da minissérie, baseada em livro de Maria Adelaide Amaral. Ele falou sobre o livro dela, “Aos meus amigos”, disse que ele daria uma boa minissérie. Pouco tempo depois, a autora ligou para o ator dizendo que transformaria o livro numa minissérie.

Quem esteve na coletiva no há uma semana afirma que a série tem tudo para dar certo:

“Do pouco que se viu pode-se perceber a delicadeza no tratamento das cenas, não só a preocupação estética, mas pela sutileza com que a direção – e o elenco – soube fugir das fórmulas óbvias e dos chavões. Isso fica evidente no tom dos atores, na edição que intercala cenas de ficção à outras reais – garimpadas dos telejornais de 1989 – e na emoção evidente, que transborda sem jamais ser excessiva.”

Ano das primeiras eleições diretas no Brasil depois de 30 anos, fase em que o mundo digeria a Perestroika e assistia ao Massacre na Praça da Paz Celestial, antevendo mudanças bruscas na geopolítica européia (queda do Muro de Berlim, antevia-se a dissolução da Iuguslávia), 1989 foi marcante para mim também, pois neste ano deixei de morar com minha mãe e irmãos e passei a levar quase que uma vida de república com meu pai divorciado - que trabalhava muito - e descobri a política (fui da Juventude Comunista um dia, risos), as ONGs, militei pelo voto aos 16 anos, aprendi violão, fiz muitas amizades com intercambistas estrangeiros (uma delas uma alemã, minha amiga até hoje, que se ressentia muito por não ter estado em seu país naquele ano) e descobri o mundo. Um mundo que ainda era triste e se dividia não mais em esquerda e direita, mas em velhos marxistas e novos yuppies, sem espaço para quem não sabia ainda o que queria ser.

E você, o que fazia em 1989?

P.S. O herói da história é inspirado no amigo da autora, Décio Bar, um jornalista, poeta e militante político que se sucidou em 1991. Como conta em entrevista, eles tinham sido “unha e carne em 1960, no Colégio Estadual de São Paulo. Aluno do 3º científico, ele percebeu na mocinha do 1º clássico uma pupila em potencial. Apresentou-lhe, então, livros de Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir e Albert Camus. Cabulavam aulas para assistir a filmes franceses no Cine Coral, na Rua Sete de Abril, ou recitar poesias no Viaduto do Chá. “Estávamos juntos de segunda a segunda, mas jamais namoramos”, afirma, categórica.

Jan
31

25 presentes para São Paulo

25-gifts-to-sampa-25-1-2008-19-55-10.jpg

Vinte e cinco personalidades oferecem presentes para a cidade. Elas sugerem atitudes pra gente viver melhor.

Falei sobre alfabetização de adultos e lembrei de uma matéria do SP TV na semana retrasada que mostrava o ator Dan Stulbach contando que faz este trabalho voluntário. Era um dos presentes que 25 personalidades contavam que ofereciam à cidade que aniversariava. O vídeo aí, é curtinho e vale a pena ver Nando Reis falando da economia de água, Ana Paula Arósio ensinando a recolher a sujeira do seu cão, Raí contando do desafio de ficar sem carro usando bicicleta, Ruy Ohtake doando livros para uma biblioteca de favela, Gustavo Borges ensinando a reciclar lixo (inclusive o óleo usado das frituras) e Maria Fernanda Cândido falando para cuidar da cidade como se fosse sua casa. (Aliás, googlando o nome dela descobri algo que me surpreendeu: formada em terapia ocupacional pela USP, paralelamente aos trabalhos como atriz, Maria Fernanda desenvolve projetos de integração de deficientes físicos e mentais. Lindo!)

Um dos meus favoritos, e dos poucos que vi a matéria inteira num dia na hora do almoço, foi do Marcos Caruso falando da gentileza. Simpático e cordial como a cidade de São Paulo sempre foi para mim!

Jan
16

Tribos

indios.jpgPerguntinha da Luma hoje: do que o homem é capaz quando quer conquistar? Vale passar lá e responder, além de rir com a foto de lingerie para homens. (Ugh… ainda prefiro uma cueca boxer basiquinha mesmo, meus três amores ficam lindos com elas) Se preferir saber o que eles querem, Elisabete postou sobre dez coisas que os homens apreciam numa mulher.

O ser humano é capaz de muita coisa para conquistar, verdadeiras loucuras, depende muito das exigências da outra parte, não é mesmo? Meu marido me conquistou de fato, depois da fase de atração física, sendo inteligente e companheiro e por isso sempre merece meus elogios. Mas ele ainda não é muito bom na separação de roupas para a máquina de lavar… no entanto, cozinha super bem!

E por falar nos homens, Kaká ontem relembrou uma matéria da Revista da Folha sobre as Tribos Urbanas. Eu, de minha parte, pensei naquele programa da Daniele Suzuki no Multishow, que acho muito legal e me diverte ver, bem naquele esquema de entrenimento. Como disse a Myla ontem, minha família é meio refém da telinha - e da telona também - mas com controle. Afinal, ontem mesmo comentei os 15 efeitos negativos que a televisão pode causar. Faltou um: preconceito contra mulher, em especial se for negra, como discorre bem Denise e soube no Meu Google Reader da Veridiana.

P.S. Sobre as tribos, vejam só: Indios protestam no MS contra instalação de igreja em aldeia porque temem perda da identidade cultural. Clique sobre a imagem para ver o protesto.

Jan
13

Infância 80

novelas-anos-80-musicas.jpgEste é o nome de um site e comunidade no orkut, dentre outras comunidades. Mas também é tema de uma nostalgia que li hoje na Kaká, em Música e Cinema. É fato que as músicas da época deixavam a desejar nos arranjos (outro dia li sobre Exagerado, que lançou Cazuza na carreira solo e tive que admitir que a música - a cara dos anos 80 na letra - tem um arranjinho triste) e que vai ficar ainda melhor quando começarem a ser revisitadas. Mas eu adoro os anos 80, para mim lembram os tempos de escola. Eu tenho uma teoria. Gostamos das músicas do tempo que nascemos ou éramos muito pequenos, além, claro, das que guardamos na memória mais consciente (como meu caso com a escola). Ela nos remete, sem escalas, ao tempo em que ouvíamos musicas sem analisar, só aproveitando, como uma criança mesmo.
Na última viagem de Curitiba para São Paulo voltamos ouvindo uma série de CDs que meu pai comprou no Reader’s Digest - será que tem coisa mais deliciosamente característica dos pais da nossa geração do que esta revista e os CD’s e livros deles? Para mim não tem!

A coletânea chama Sucessos Inesquecíveis de Grandes Novelas e traz músicas divididas em paixão, sucessos, para lembrar, populares e as inesquecíveis. Viemos cantando alto - levando os meninos aos risos no banco de trás - e tentando lembrar de qual novela se tratava, contando da trama e dos personagens. Sim, eu vi muita novela na infância, talvez tenha sido doutrinada pela telenovela e considero este um símbolo da família brasileira formada nas décadas de 1960-80. Já a minha família certamente terá contornos de seriadinhos, da TV a cabo que tem em cada um programas favoritos. Se você tiver umas músicas de novela favoritas e especiais, conte também, mas não deixe de comentar aqui ou me avisar do post! Bom domingo a todos.

P.S. Há alguns anos recebi um e-mail que ressaltava a diferença da nossa infância com a de nossos filhos e achei o texto agora num blog, numa versão meio lusitana, mas que me tirou o mesmo sorriso do rosto pela nostalgia. Está aqui. Por falar em Portugal, interessante notar como a influência desta época lá. Ontem visitei a Sofia e ela citava uma música de Roberto Carlos. Aliás, sua crônica de viagem à França no final de ano é muito boa e traz um panorama “nostálgico e atual” da Paris portuguesa.


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