O que são ações efetivas na educação promovendo mudanças sociais? #4mostra
Postado em Ativismo Social e Sustentabilidade, Todos pela educação no dia 24/08/2010
Começa hoje a 4ª Mostra de Responsabilidade Socioambiental da Fiesp/Ciesp, que traz na agenda temas como desastres climáticos, epidemias, pandemias, drogas e envelhecimento, numa busca por uma ação coordenada (uníssona?) para a sustentabilidade global. É uma oportunidade de participar do debate com especialistas questões fundamentais para construção de uma sociedade mais inclusiva e socialmente responsável. Eu estarei lá em busca da resposta das empresas (afinal, a Fiesp é uma federação de indústrias) para a pergunta que abre o post: O que são ações efetivas na educação promovendo mudanças sociais?
Além dos debates (muitos e com temas bem variados, como podem ver aqui), o encontro trará apresentações de cases sobre educação que faz a diferença. Intel, Microsoft e Telefonica são algumas das marcas que darão exemplos práticos da participação das empresas na agenda social do País. Ao receber o material de divulgação quis logo conferir como estas empresas se mostram e tentarei ouvir e ver tudo por lá, ficando bem interessada nas mesas redondas da tarde de hoje: Saúde do trabalhador como elemento para a sustentabilidade do negócio, Envelhecimento e capacidade funcional – Desafio para as empresas e o País, Inclusão social por meio do esporte, Educação que faz a diferença, Investimento em educação, contribuindo para a gestão sustentável, O desafio de conciliar trabalho e família, Prevendo a chegada da aposentadoria, Felicidade na empresa, Investimento social privado que contribui para o desenvolvimento local, Diagnostico de saúde e estilo de vida nas indústrias

O evento, mescla de Exposição e Congresso, está na sua quarta edição. Segundo os organizadores, em 2007, o Congresso da Mostra, pautado no tripé da sustentabilidade, enfatizou o pilar do desenvolvimento social; em 2008, o foco maior foi ambiental, com ênfase na destinação dos resíduos industriais e na produção reversa; em 2009, o destaque foi econômico, quando anunciamos precocemente o final da crise.
Faça crescer #publieditorial
Postado em Artigo Patrocinado, Ativismo Social e Sustentabilidade no dia 19/08/2010“As boas receitas devem ser compartilhadas. Quem ensina a plantar ensina a respeitar o próximo e colhe um futuro melhor.“
Virou piadinha em família, mas a verdade é que faço “boloterapia”. Quando estou muito cansada ou desanimada, largo tudo, vou para cozinha e faço um bolinho, em minutos aquele cheiro aconhegante que fica pela casa já me deixa alto-astral. E ver o bolo crescer, bonito e coradinho me dá a certeza de que nenhum projeto de trabalho é impossível, que tudo vai crescer e fortificar.
Então, quando me convidaram para ser uma das embaixadoras de um movimento que une preocupação com o futuro do planeta e o meu aliado nos bolos (o fermento!), eu topei né? O Faça crescer com Dr. Oetker é “uma campanha que incentiva a sustentabilidade e ajuda a conscientizar as pessoas sobre como preservar o verde, em pequenas ações que começam dentro de casa”. Segundo os organizadores, a expectativa é de que os consumidores se tornem multiplicadores de práticas sustentáveis, passando esse conhecimento de geração em geração, como acontece com as boas receitas de família.
Talvez vocês já tenham visto no mercado (Giorgio, meu pequeno chef, tinha visto e pedido para comprar) o fermento Dr. Oetker que traz como brinde um sachê com sementes de uma árvore nativa (canafistula branca) para plantar.
Achei fofo, pois eu migrei do fermento que era famoso na minha infância para este justamente por um motivo sustentável: achava que o potinho era reaproveitável (na verdade, só falta inventarem uma versão refil, com sachê, porque o pote dura muito #ficaadica). E desta vez o potinho foi reutilizado como um berço para as sementes, que os meninos estão esperando que brotem e cresçam para replantar no jardim do prédio.

E veja quem mais está compartilhando suas dicas e apoiando a causa: Monalisa de Pijamas, Educa Já, Liliane Ferrari e Vivo Verde. Informações atualizadas estão no Twitter (@facacrescer) e no Facebook da ação.
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Blogueiras conhecendo bastidores dos projetos do Criança Esperança :)
Postado em Ativismo Social e Sustentabilidade, Consumo de Cultura no dia 14/08/2010
Passei parte da manhã acompanhando o passeio que algumas amigas faziam lá no Rio hoje: a convite do Criança Esperança, as blogueiras Aline Cavalcanti, Dafne Sardinha Dias, Denise Rangel e Raphaela Avena conheceram o trabalho desenvolvido pelo projeto nas comunidades do Cantagalo, Pavão/Pavãozinho.
É hoje e, como sempre nestes shows, vou sentir saudade da companhia de minha mãe e minhas irmãs, com quem vi tantas vezes o Criança Esperança. Minha turminha “masculina” (marido e 2 filhos) não se identificam como eu, que me emociono do fundo do coração com as histórias de superação (pode parecer comercial de margarina, mas eu fico encantada do mesmo jeito), mas racionalmente entendem a importância de valorizarmos projetos sociais que apoiam crianças e adolescentes e, graças à sua existência, mudam a vida de muitos brasileiros.
Nesses 25 anos, a campanha, protagonizada por Renato Aragão e grande elenco da Rede Globo, arrecadou R$ 215,6 milhões, beneficiando mais de 5 mil projetos e 4 milhões de crianças e adolescentes em todo o Brasil. As doações ao Criança Esperança podem ser feitas pela internet, no site www.criancaesperanca.com.br; e em 20 mil casas lotéricas nas principais cidades do país. Já as contribuições por telefone irão até o dia 22 de agosto nos seguintes números:
- 0500 2010 005, para doar R$ 5
- 0500 2010 015, para doar R$ 15
- 0500 2010 040, para doar R$ 40
- 4004 4010, para doar mais de R$ 40 (entre 9h e 21h)
Soube que os cinco blocos temáticos vão visitar diversas regiões do Brasil, mostrando culturas e épocas diferentes e conduzindo o público por uma dimensão regida pela inocência, a imaginação e o irreal. Como é de praxe – e se puder confessar, é a parte secundária do Criança Esperança para mim (more…)
Ciclo Comunicar Inovação do @noscomunicacao em SP
Postado em Ativismo Social e Sustentabilidade, Cultura Web 2.0 no dia 12/08/2010
Adoro os encontros do Nós da Comunicação, mas, infelizmente, quase sempre são no Rio, onde está sediada a Rede de conhecimento em comunicação, uma comunidade de pessoas, profissionais, estudiosos, estudantes, pesquisadores, gestores e interessados na área.
Desta vez os paulistas terão sua vez no Ciclo Comunicar Inovação. O convite nos chama a refletir sobre a inovação com foco em sustentabilidade, pensando em, “mais que atender às necessidades de consumo, em como inovar para atender às necessidades do mundo”.
Estarão lá para começar a conversa – porque a continuidade, espero, seja feita por nós, partícipes desta inovação no cotidiano – a especialista em Economia Criativa & Desenvolvimento Sustentável Lala Deheinzelin (criadora e coordenadora do movimento internacional Crie Futuros), Luiz Eduardo de Carvalho (da Nodal Consultoria), a diretora da UMAPAZ (Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz) Rose Marie Inojosa e a humanista líder do Instituto Antakarana, a administradora de empresas e representante de vários órgãos internacionais (comprometidos com valores e as interações humanas) no Brasil Simone Ramounoulou.
[TV MERCADO ÉTICO - Simone Ramounoulou - parte 1]
O que você faz para proteger o planeta?
Postado em Artigo Patrocinado, Ativismo Social e Sustentabilidade no dia 10/08/2010Promover o consumo consciente, eis um tema recorrente aqui e sobre o qual não canso de fazer meu radar (na web, na vida real) funcionar. Durante o mês de julho uma das marcas que conheço e tem feito um trabalho em prol do consumo consciente (o Walmart), promoveu o Mês da Terra, uma ação pontuada de “situações práticas” para quem se interessa em mudar a forma como consome.
E o que são ações de prática sustentável? No caso do varejo, oferecer nas lojas produtos mais sustentáveis com preços ainda mais baixos – sim, porque os produtos verdes são sempre bem mais caros! – é uma delas, mas é preciso conciliar também práticas sustentáveis em todas as etapas produtivas.
Há um ano eu estive num almoço com a equipe que coordena a área de sustentabilidade do grupo e ao saber das metas da empresa me tornei uma seguidora do trabalho deles. O empenho em usar em suas lojas 100% de energia renovável, a vontade de chegar ao padrão de “impacto zero” quanto aos dejetos (e aí entra um processo sério com os aterros sanitários das cidades brasileiras) e de realizar uma comercialização correta em suas unidades leva os consumidores mais conscientes a darem seu aval, não é mesmo? Se o impacto zero parece difícil, que tal encarar mudanças na cadeia de suprimentos inteira porque os varejistas como eles são a “ponta da cadeia”? Pois eles pensam nisso e, me parece, não se trata de “greenwashing” mascarado e renomeado com termos da moda, como sustentável ou ecoeficiente.
Como comentei outro dia, a propósito do lançamento do relatório Estado do Mundo, ao falar de consumo consciente temos que ter em mente a importância de se levar a discussão da esfera pública para a esfera privada, uma vez que muitos impactos do consumo são causados por práticas cotidianas relacionadas a alimentação, limpeza e higiene das quais as pessoas não têm dimensão das consequências.
Chamar o cidadão para uma prática individual (a ideia do Starts With You – começa com você) ajuda muito, convidando todos para ações a favor da preservação da vida no planeta, mudança de pequenos hábitos, como apagar a luz de ambientes vazios e fechar a torneira enquanto escova os dentes.
Para se inspirar, que tal pensar na lista dos produtos e práticas considerados sustentáveis?
- Produto Orgânico: produzido sem a utilização de químicos sintéticos, como fertilizantes e pesticidas. Os orgânicos também não utilizam organismos geneticamente modificados e seguem os princípios do cultivo sustentável.
- Embalagem Reduzida: embalagens menores geram menos resíduos, facilitam o transporte e consomem menos energia em sua produção, diminuindo assim as emissões de CO2.
- Matéria-Prima Sustentável: utilização de matéria-prima reciclada evita a extração de novos recursos naturais. A utilização de materiais alternativos e certificados significa uma extração sócio-ambientalmente segura.
- Produto Concentrado: concentrados utilizam menos água em sua formulação, com um rendimento igual ou superior que a sua versão original. Além disso, eles utilizam embalagens menores.
- Economia de Água: água é um dos bens mais preciosos de nosso planeta. Estes produtos reduzem o consumo de água durante a sua produção ou durante o seu uso.
- Fórmula sem Fosfato: fosfato está presente em uma ampla gama de produtos de limpeza e é um dos principais poluentes de rios e mares. Ao retirar o fosfato, contribuímos para a preservação da vida aquática.
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Estado do Mundo 2010 #sustentabilidade
Postado em Ativismo Social e Sustentabilidade no dia 27/07/2010
Aconteceu há cerca de um mês do lançamento do relatório “State of the World 2010 – Transforming Cultures: From Consumerism to Sustainability (Estado do Mundo 2010 – Transformando Culturas: do Consumismo à Sustentabilidade)”, documento produzido pelo Instituto Akatu com o Worldwatch Institute (WWI) e que traz anualmente dados atualizados sobre questões ambientais e de sustentabilidade. Há muito para se pensar, mas o principal ainda está nos níveis elevados de consumo: um sexto da humanidade consome 78% de tudo que é produzido no mundo. Na avaliação do Estado do Mundo, “somente a partir de uma mudança cultural, em que se naturalizem comportamentos sustentáveis no lugar dos hábitos consumistas é que será possível desviar o curso da humanidade, que caminha a passos largos para a inviabilização da vida humana na Terra”.
Por ocasião do lançamento um debate tratou do tema, com opiniões de Eduardo Athayde (diretor da WWI), Ricardo Abramovay (professor titular da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo,FEA-USP) e Lívia Barbosa (diretora de pesquisa do centro de Altos Estudos da Escola Superior de Propaganda e Marketing, ESPM).
Alguns pontos da conversa merecem destaque, como a importância de se levar a discussão da esfera pública para a esfera privada, uma vez que muitos impactos do consumo são causados por práticas cotidianas relacionadas a alimentação, limpeza e higiene das quais as pessoas não têm dimensão das consequências. Lívia também alertou para o cuidado que os pesquisadores devem ter no tratamento do consumo, que é uma instância social complexa de alto potencial transformador – e não tem necessariamente efeitos ruins.
De minha parte, como sempre, fiquei de olho no consumismo infantil, em artigos que tratam a educação infantil para a sustentabilidade, mercantilzação da infância e alimentação escolar. Colaboraram nos textos dessa sessão Susan Linn, Ingrid Pramling Samuelsson, Yoshie Kaga, Kevin Morgan e Roberta Sonnin.
No debate, quando questionado sobre o estímulo excessivo de crianças ao consumo por meio da publicidade e sobre políticas públicas de proteção à infância nesse quesito, Abramovay afirmou que é um “escândalo” o que o mercado tem feito para vender produtos e foi enfático ao afirmar que debitar a responsabilidade do consumo somente nos pais é uma atitude perversa, uma vez que a indústria da mídia trabalha o dia todo para que as crianças consumam, passando muito mais tempo em contato com elas do que seus cuidadores (pais e professores). O pesquisador reforçou a importância da contribuição que o Estado tem a dar no sentido de formação de consciência em todos os setores da sociedade em favor da infância.
Neste sábado tem flashmob @swubrasil no Ibirapuera
Postado em Ativismo Social e Sustentabilidade, Consumo de Cultura no dia 24/07/2010O SWU é um grande movimento em prol da sustentabilidade. Com pequenas atitudes podemos conseguir grandes mudanças. Começa com você.
Há cerca de um mês fui convidada para um evento secreto, daqueles convites que dizem apenas “save the date” e guardam segredo de tudo até você chegar lá. Tive uma viagem para o dia e fiquei sabendo o que era pelo Twitter no dia seguinte, mas gostei do que vi:
SWU (Starts With You – Começa Com Você) é um movimento de conscientização por uma prática mais sustentável, dentro do conceito de que, por meio de pequenas ações, com simples atitudes individuais do seu dia a dia, é possível ajudar a construir um mundo melhor para se viver. O movimento nasceu da iniciativa de Eduardo Fischer, presidente do Grupo Totalcom, e parte da convicção de que pequenas atitudes podem gerar grandes mudanças. A ideia é simples e por isso faz com que a gente assuma a causa:
Não poder resolver os grandes problemas do noticiário não significa que você está de mãos atadas. A primeira coisa que você pode fazer para salvar o planeta é fazer alguma coisa. Simples assim. Mude hábitos, mostre que é possível e, desta forma, contagie aquele que está aí, do seu lado. Começa com você!
Estimular outras ações a favor da preservação do planeta é uma condição para sermos sustentáveis #mesdaterra
Postado em Ativismo Social e Sustentabilidade no dia 13/07/2010“É importante reflorestar, mas precisamos apoiar projetos que cuidem da flora, da fauna e do ser humano está no meio ambiente.”

Estive na casa dos meus pais no final de semana e, coisa rara, consegui encontrar meu irmão. Herman “Indio” é engenheiro florestal e trabalha com mediação de florestas pelo Brasil, um ofício que ele adora e que realiza apaixonadamente, mas que nem sempre garante que ele esteja livre para a família né?
Dentre muitas coisas da sua última temporada fora – ele passou quase 3 meses no interior da Bahia, fazendo inventário florestal da região do médio São Francisco – uma das que mais chamou atenção dos sobrinhos foi sua narrativa sobre o pouco cuidado com o descarte do lixo (nos assentamentos, que ficam próximos da floresta, o lixo ainda é jogado sem qualquer cuidado) e a pouca atenção à educação para sustentabilidade. Criados num contexto em que reduzir os impactos ambientais por meio de atitudes conscientes é uma norma, uma condição para estarem vivos, meus filhos não imaginam como algumas pessoas que estão na natureza podem não saber (conhecer?) seu papel na preservação do seu espaço.
Na cidade, nós pagamos mais caro por produtos orgânicos, optamos pelos que estão em versão concentrada e em embalagem reduzida, economizamos água e buscamos matérias primas mais sustentáveis. Depois de uma conscientização mínima, levar as sacolas ecológicas para as compras, fechar a torneira enquanto escovamos os dentes ou ensaboamos a louça, aproveitar as embalagens de produtos com refil, enfim, condutas conscientes passam a ser naturais, nem pensamos antes de fazer.
Mas ainda nos chocamos quando descobrimos que nem todo mundo faz o mesmo. Portanto, estimular outras ações a favor da preservação da vida no planeta é uma condição para sermos sustentáveis. Você pode ajudar mudando pequenos hábitos, como apagar a luz de ambientes vazios e demorar menos no banho. E depois que já for um bom exemplo, você pode passar a estimular as pessoas ao seu redor (a diarista, o zelador do prédio, aquela senhora que sempre te encontra no ponto de ônibus, a caixa do supermercado) a mudarem pequenas coisas também.
E aí, no seu ambiente, o que você tem feito? Compartilhe, o mundo fica melhor quando pensamos no planeta. Mais ainda se o fazemos coletivamente.
P.S. Neste mês quem se interessa por sustentabilidade está ligado no Mês da Terra, tuitando com a hashtag #mesdaterra. Eu conheci o embrião do projeto em 2009, como contei no post Varejo Sustentável.
Conhecer para Sustentar: um novo olhar sobre o Vale do Itajaí
Postado em Ativismo Social e Sustentabilidade no dia 07/06/2010
Casada com catarinense de Lages, amiga de muitos queridos “barrigas verdes”, fico sempre ligada com notícias relacionadas à Santa (e Bela) Catarina. Depois de novembro de 2008, quando o estado foi devastado por enchentes e deslizamentos na região do Vale do Itajaí, a atenção redobrou. Por conta deste interesse pessoal, quando a Fundação Bunge me procurou para contar da parceria com entidades locais e diversos especialistas que visa entender o que houve por lá e propor soluções sustentáveis para minimizar impactos sociais, econômicos e ambientais, eu topei na hora!
O resultado desse trabalho está condensado no kit Conhecer para Sustentar: um novo olhar sobre o Vale do Itajaí, composto por um livro, um documentário e um encarte com propostas pedagógicas sobre as etapas do projeto que se propõe a realizar ações urbanísticas sustentáveis, incrementar disseminação do conhecimento e promover construção ecoeficiente. Mas de nada vale um trabalho excelente guardado, não é mesmo? Acreditando na força de divulgação e de propagação de boas ideias dos blogs – e preocupados com outros fenômenos climáticos, que já se repetiram no Rio e em Salvador – o blog A Vida Como A Vida Quer vai indicar um blogueiro amigo interessado em cidadania e sustentabilidade para receber um kit também. Mas como escolher para quem?
Vou apelar para a Fanpage do Facebook de novo! Os interessados em ganhar o kit extra devem deixar suas dúvidas ou comentarios acerca do Conhecer para sustentar neste link e ao final eu e a equipe da fundação Bunge escolheremos em conjunto uma das intervenções como a mais assertiva e esta pessoa receberá o kit em casa.
[E se você não tem facebook, tudo bem, vale deixar um comentário bem legal aqui no post, ok?
]
Em detalhes o que eles fazem? Para começar, não levantam doações ou exploram as dimensões trágicas do ocorrido. (more…)
Navega São Paulo em família
Postado em Ativismo Social e Sustentabilidade no dia 05/06/2010O vídeo acima é o resultado, segundo a lente da TV Cultura, do passeio que fizemos no sábado passado em família. Confesso que, para o cidadão comum, dizer que fomos passear de barco no Tietê soa estranho, mas foi uma oportunidade impar para revermos alguns conceitos. O principal foi notar que, embora achemos que temos muito a ensinar para as crianças, o conceito de sustentabilidade cidadã (do seu papel no meio ambiente) já está bem internalizado.

E a ideia era falar com as crianças mesmo. Falar e mais, “educar as crianças hoje para que elas, no futuro, preservem o rio que percorre 22 quilômetros dentro da maior cidade da América Latina”. (more…)
Você sabe a diferença entre sustentabilidade e preservacionismo?
Postado em Ativismo Social e Sustentabilidade no dia 29/05/2010
Foto de Salto Morato: a paisagem da minha terra às vezes lembra a ilha de Lost, né?
Conservacionismo e preservacionismo são correntes ideológicas que representam relacionamentos diferentes do ser humano com a natureza. Fui buscar uma definição sobre os termos e achei no texto de Suzana Padua (doutora em educação ambiental, presidente do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, fellow da Ashoka, líder Avina e Empreendedora Social Schwab):
- Sinônimo de salvar espécies, áreas naturais, ecossistemas e biomas, o preservacionismo tende a compreender a proteção da natureza, independentemente do interesse utilitário e do valor econômico que possa conter.
- Por outro lado, o conservacionismo contempla o amor pela natureza, mas permite o uso sustentável e assume um significado de salvar a natureza para algum fim ou integrando o ser humano. Na conservação a participação humana precisa ser de harmonia e sempre com intuito de proteção.
Lembrei destas diferenças porque hoje eu deveria estar numa visita a um dos espaços preservados do meu estado, o Paraná. Fui convidada pela Fundação O Boticário de Proteção à Natureza para visitar e vivenciar uma imersão nos trabalhos realizados em Guaraqueçaba, mais especificamente na Reserva Natural Salto Morato. (more…)


