Lendo jornais e revistas no tablet
Postado em Cultura Web 2.0, mobile experiences no dia 06/04/2011Há algum tempo troquei os jornais impressos pela versão eletrônica e não me arrependo. Primeiro eu lia pela internet, mas ainda tinha aquela mania de pegar no papel, a curiosidade pelas notinhas que não saiam nas versões online – e creio que não saem mesmo, mas fazer o quê, não dá para ter tudo na vida! Depois, com os smartphones (uso-os desde 2006 né gente?) eu passei a assinar os feeds de notícias e acompanhar tudo pelo agregador. Daí para as versões de aplicativos foi um passo fácil.
Depois do iPhone e do Galaxy Tab eu posso ler com facilidade muitos jornais – Le Monde e Guardian são dois dos que eu vejo diariamente – e também acompanho os dois maiores daqui, Estadão e Folha. Semanalmente eu também confiro revistas como Época e Veja em suas versões nos aplicativos.
E qual a diferença desta leitura? Para o leitor digital, o cara que se ajustou à leitura como eu, sem usar papel (que, convenhamos, é mais prática e deixa menos “resíduos” na natureza, além de evitar transporte do material físico), o grande valor de ler os jornais e revistas nos aplicativos é a facilidade para compartilhar o que se lê. Sim, eu sou “entusiasta” das novas mídias, mas acima de tudo eu gosto de gente, gosto de conversar, de ouvir ideias diferentes, de discordar, concordar, aprender e ensinar. E quando eu leio jornal na versão digital e posso compartilhar a notícia no Twitter ou Facebook, eu abro espaço pros amigos opinarem e conversarmos sobre o tema. Mais ou menos como se fazia com o jornal de papel ou a notícia no rádio antigamente, quando as pessoas tinham tempo para trocar ideias ao vivo… eu não me sinto só, pelo contrário, ao compartilhar o que leio eu encontro pessoas que se interessam pelo mesmo que eu.
E aí, ficou curioso? Você pode ler como eu. Se tem leitor digital, vale baixar os aplicativos dos jornais. O Estadão tem uma versão nova com a vantagem de poder baixar todo conteúdo para leitura posterior, offline. Gosto do modelo do jornal porque me permite compartilhar as notícia em tempo real com muita facilidade, o que o concorrente não me permite. No aplicativo da Folha eu posso salvar minhas notícias favoritas, mas não as compartilho (com apenas um toque) nas redes sociais das quais participo. Mas, enfim, ambos são (por enquanto) gratuitos (apesar de que a nova versão do Estadão tem opção paga), o que já é uma vantagem. E a Folha perde espaço e presença porque não se ajustou ainda a esta “necessidade”.
[#ficaadica para os desenvolvedores pensarem...]
Outras alternativas para ser mais sustentável e começar a abrir mão das versões impressas dos seus jornais e revistas, são os feeds que podem ser lidos em vários celulares (se você tem internet em casa e ainda não colocou uma rede wi-fi, saiba que ela lhe permite usar o smartphone sem ter que aderir a um plano 3G e já lhe proporcionará acesso às redes sociais e leituras sem precisar sentar na frente do PC) e até mesmo no seu computador, para quem ainda prefere ler no monitor com conforto.
Alternativa também é curtir a página dos veículos no Facebook, algumas delas bem interativas e com atualização muito boa, como Veja e Folha. Para tanto, vale ver os veículos de comunicação que lhe interessam e clicar para assinar seus feeds. No geral estão todos concentrados numa só url, como fazem a Folha e o Estadão, a Época e a Veja.
E se você nunca assinou feeds porque não entende bem o que é, vamos resolver isso já:
O que é?
RSS é a abreviatura de “Real Simple Syndication“, um “aviso eletrônico” de que tem o conteúdo atualizado nos seus sites e blogs favoritos. Com o RSS, você não precisa mais entrar em cada site para descobrir o que há de novo. As novidades chegam até você.Como usar?
Basta usar um leitor próprio, conhecido como agregador. Ele pode estar no browsers (o navegador) como o Mozila Firefox e o internet Explorer 7, que incorporam leitores de RSS, num software que você instala (minha mãe usa o Windows Live Mail instalado no PC dela) ou simplesmente usar sua conta de gmail para ver no Google Reader.
Boas opções de leitura sobre RSS estão disponíveis no site da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).
Como cadastrar os feeds de RSS?
Para inscrever o blog ou seção de um site num agregador, clique com o botão direito do mouse sobre o botão RSS e copie o atalho (basta clicar no botão copiar atalho que aparece no menu que se abre). Esse endereço deve ser copiado no agregador.
E agora, se você ainda não o fez, teste aí com o rss feed do A Vida Como A Vida Quer e confirme como é fácil!
P.S. Se ainda ficou dúvida, vale ver este vídeo (em inglês, mas com legendas) que convence qualquer um a assinar feeds.
Aplicativos para divulgar seu negócio na web
Postado em Cultura Web 2.0, mobile experiences no dia 15/03/2011
Vamos imaginar, hipoteticamente, que você tenha um negócio – um spa, um bar, uma loja ou um programa de TV – e quer divulgar sua marca por aí, mas não sabe como e fica perdido em meio a tantas alternativas que as novas mídias oferecem. Já estive na situação de sugerir isso para empresários – clientes ou não da consultoria de mídias sociais que eu tenho, Otagai – e eis que nesta semana recebi isso como um pedido especial de uma figura que não posso contar quem é.
E o pedido me lembrou as vezes em que eu participo de programas de TV e vou contando os bastidores – sem entregar o ouro, mas dando um aperitivo do que será – e como é gostoso ir “conversando” com as pessoas enquanto o evento acontece. Isso vale para os papos online durante coletivas de imprensa, pré-estreias e até para as festas de lançamento de novelas.
O que pouca gente sabe é que é possível usar o próprio celular (aqui indico IPhone, mas outros smartphones podem ser ajustados para atender também) e atendem gratuitamente a esta vontade de contar dos acontecimentos e novidades do seu “cardápio” para os clientes.
Minha sugestão é simples para quem usa IPhone: faça uma conta no aplicativo gratuito Instagr.am e confiugure-o de modo a postar automaticamente nas redes sociais que quer impactar. Exemplo está na foto: eu postei parte de uma entrevista interessante no Instagr.am e “escolhi” que ela também fosse para o tumblr da minha empresa e para meu posterous pessoal. Isso sem falar no Flickr e no Facebook, espaços que quase sempre são espelhos do meu instagr.am.
O Instagr.am é um editor de imagens que cria, literalmente em poucos segundos e com poucos toques na tela do seu iphone, novos efeitos nas suas imagens usando filtros. Ele também redimensiona a imagem de modo que ela fique de tamanho adequado às conexões 3G que temos por aqui. (risos)
O Tumblr é um dos novos formatos de blog e é encantador porque permite postar com facilidade, em layouts bonitos e com destaque para o que lhe interessa (imagens, videos, textos) e tem uma alternativa para que os posts sejam “reblogados”, seguindo a ideia do RT que faz tanto sucesso no Twitter.
O Posterous, mais antigo dos três, é um formato de blog que funciona – assim como o Tumblr e o Instagr.am – como rede social e foi fantástico ao permitir com muita facilidade que os posts sejam feitos e publicados integralmente pelo seu e-mail.
Fora o instagr.am, os outros dois podem ser usados por quase todos os usuários, exigindo apenas um pouco de conhecimento de inglês (ou habilidade para usar o Google Tradutor) para começar.
E se você tem outras dicas e usa ferramentas diferentes, que tal compartilhar aqui para que outros empreendedores também possam amplificar suas mensagens?
O notebook em casa e os smartphones na rua – dicas para usar direito os gadgets #videos
Postado em Cultura Web 2.0, mobile experiences, Saúde e Bem Estar no dia 09/03/2011Creio que eu já contei a vocês que desenvolvi LER (lesão por esforço repetitivo na faculdade) e o o tema “prevenção de lesões” acabou sendo o assunto do meu TCC (na verdade, dos três projetos de telejornalismo, radiojornalismo e jornalismo impresso) na faculdade. Desde então acompanho com carinho notícia sobre o trabalho e a forma como ele pode ser executado com mais saúde a partir de pequenas mudanças no cotidiano.
Eis que no feriado de carnaval vi, a partir de um tuite (que infelizmente não lembro mais de quem veio, uma pena!), estes vídeos educativos excelentes e ultra atuais. Vale conferir um a um e repensar a forma como usamos os gadgets no dia a dia.
Internauta poderá assistir gratuitamente a vídeos da Globonews no mobile
Postado em mobile experiences no dia 08/07/2010
Por enquanto é só para I-phone, mas já é alguma coisa. A Globo News acaba de lançar um aplicativo para iPhone e iPod touch. A partir de agora, o telespectador poderá acompanhar as notícias do canal de onde estiver. Ao baixar o aplicativo gratuitamente, o usuário terá a opção de navegar pelos vídeos de telejornais ou programas da Globo News.
Além de acompanhar a programação assistindo aos vídeos dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo em tempo real, o internauta poderá, por meio do aplicativo, colaborar com conteúdo, enviando seus próprios vídeos para o canal no “Você na Globo News”. O programa também permite o acesso aos blogs das atrações do canal, ao @canalglobonews, e o recebimento da newsletter da Globo News.
Smartphone para um pai geek
Postado em mobile experiences no dia 24/06/2010Este foi o pedido que @doduti me fez quando nos encontramos outro dia. Ela queria indicação de um aparelho adequado à realidade do pai, que viaja muito a trabalho e resolveu que quer um brinquedinho assim – os amigos compraram, agora ele quer, bonitinho né?
Brincadeiras à parte, minha primeira ideia foi indicar algo com Windows Mobile. Esta geração é boa para se ajustar – japonês mais ainda – mas não precisamos cansá-los (na nova regra tem acento ou não?) com mil novidades de Android e outros sistemas, né? E pais que já estão mais perto dos 60, mesmo estando na ativa, não vão ficar baixando mil aplicativos e outros gadjets bobinhos como a gente faz né?
[Bom, os que farão isso certamente já estão no terceiro ou quarto smartphone e não precisam das dicas para escolher!]
Para corroborar minhas sugestões falei com meu amigo @rodrigostoledo, do Mobile Experiences, e ele indicou 2 aparelhos: (more…)
LinkedIn para BlackBerry – Para profissionais em movimento
Postado em Carreira e dinheiro, Cultura Web 2.0, mobile experiences no dia 07/06/2010
Tem gente que sonha com I-Phone (hoje sai o 4G, que já é cobiçado por muitos), mas eu quero mesmo um BlackBerry. Ele está nos meus planos há tempos – no momento estou em dúvida se invisto nele ou num netbook para as reuniões externas, já que me habituei ao desktop no escritório de casa – e uma notícia hoje me deixou mais empenhada no smartphone.
O LinkedIn anunciou o lançamento da versão 1.1 de seu aplicativo para BlackBerry. Até aí, pouca novidade, né? Mas a nova versão do aplicativo está disponível em português, o que faz a rede social profissional dar um upgrade no nosso mercado. Faço votos de que seja assim. Adam Nash, vice-presidente de buscas e produtos para novas plataformas do LinkedIn, afirma que o Brasil é um dos países de maior crescimento no site em termos de número de membros. Segundo ele, “mais de um milhão de brasileiros têm perfis no LinkedIn. A inclusão do idioma português apoia nosso aplicativo atual para BlackBerry e é mais um exemplo de como estamos comprometidos em tornar o LinkedIn cada vez mais acessível aos usuários mobile em todo o mundo”.
O que o aplicativo faz? (more…)
Especialista defende mobile como futuro da mídia
Postado em Famílias interativas, mobile experiences no dia 02/06/2010“O diretor da F/Biz, Marcelo Castelo, acredita que em poucos anos o celular irá superar o número de acessos à internet pelo computador. Por causa deste avanço, ele aconselha que as empresas jornalísticas invistam cada vez mais em conteúdo mobile como meio de ampliar seu público de leitores.”

Assim começava um artigo que li no portal Comunique-se. Ele dizia, categórico, que no conteúdo para celular “está o futuro, criar conteúdo gratuito para o celular, e que a produção seja paga pelos anunciantes”.
Mas ele convence a todos com números:
- O número de pessoas com celular supera o de internautas no Brasil, com 120 milhões de usuários de celular contra 70 milhões de pessoas com acesso à internet por computador. Desses 120 milhões, 70 milhões usam SMS.
- No futuro haverá mais pessoas usando internet pelo celular do que pelo computador.
- Um estudo do RBC Capital Markets, as vendas de smartphones superarão as de PC em 2011
Acha pouco? Pois pense em crescimento de mercado: em 2020 a classe C será mais da metade da população brasileira. E com o celular é possível atingir a classe C e também as classes D e E, que muitas vezes não acessam a internet.
É para pensar!
P.S. E se você tem blog e uma parte dos seus leitores já usa o celular para ler, vale instalar o plugin Mobile Press. Indico para todos que têm blog em wordpress que instalem, é fácil e facilita muito a vida dos leitores.
[Relacionadas: Snaptu tem sido um bom cliente para redes sociais no celular, Foursquare tem utilidade ou é outra bobagem geek?, Android, Windows Mobile, Symbian – mobilidade é tudo!, Antivirus para smartphone – quem usa? E qual recomenda? e Aplicativos para mobile #carreira]
Snaptu tem sido um bom cliente para redes sociais no celular
Postado em Cultura Web 2.0, mobile experiences no dia 26/05/2010
Como o Diego Sana, eu já usei o Twibble e o Tweets60 no meu Nokia, mas depois que descobri o Snaptu confesso que minha vida melhorou muito. Talvez o Gravity seja tão bom quanto – ou melhor – mas como ele é pago (não é caro, mas enfim) eu não me animei muito. Para quem não está familiarizado com a terminologia mobile, os três softwares que citei são clientes (aplicativos para usar) do Twitter para os smartophones que usam a plataforma Symbian (o sistema operacional, há outros, como o Windows Mobile, Iphone OS e o Android).
E como funciona? Do seu smartphone, faça o download do Snaptu, instale-o e configure. Ao abrir você notará que ele é “uma espécie de “tudo-em-um”, (more…)
A portabilidade e as crianças
Postado em Famílias interativas, mobile experiences no dia 23/05/2010
Qual será a hora certa para as crianças terem um celular próprio? E quando eles já são donos de celulares, devem levar à escola? Estas são questões que os pais de “Tweens” (os pré adolescentes) se perguntam sempre e ainda não há um consenso. Em minha família, a coisa foi lenta: começaram a “sobrar” doações de bons aparelhos de celular que uma tia aqui, uma avó lá, um avô de cá resolveram doar para os meninos. Esperei o quanto pude para habilitar estes aparelhos, mas há um tempo eles se tornaram importantes para nossa comunicação. Resultado: temos atualmente uma linha de celular para cada pessoa em casa.
Mas uma coisa é certa (e não adianta as famílias nadarem contra a maré): as crianças e adolescentes atuais estão interessados em portabilidade e acesso a entretenimento onde quer que estejam. É o que mostram os resultados de uma pesquisa do NPD Group nos EUA sobre os aparelhos eletrônicos das crianças, mostrando que 4 em cada 5 aparelhos deles são portáteis. E qual será este não portátil? O console de videogame – que logo pode ser alterado para um D.S. ou PSP, aparelhos que são sonhos de consumo da minha turminha. Segundo li, i levantamento mostrou que TVs de alta definição e laptops estão se tornando mais populares entre crianças e adolescentes de 4 a 14 anos. Vale ver os números, descritos com detalhes no no blog Criança e Mídia.
Os cinco principais golpes de mídias sociais
Postado em Cultura Web 2.0, mobile experiences no dia 19/05/2010
Iniciando o artigo com os usuários de Twitter e Facebook e os dados fornecidos pela diretora operacional do Facebook, Sheryl Sandberg, de que o site atrai 175 milhões de usuários todos os dias, o artigo lembrava que criadores de vírus e outros criminosos on-line estão migrando suas ações para os sites mais populares de mídia social.
E como evitar um golpe ou uma infecção por vírus? Veja abaixo as dicas da Symantec: (more…)
Foursquare tem utilidade ou é outra bobagem geek?
Postado em Cultura Web 2.0, mobile experiences no dia 08/04/2010Muitos nem ouviram falar do Foursquare… eu mesma, apesar de ser geek e addicted to new technology, só me rendi à brincadeira há poucas semanas. Mas o site – mistura de site de relacionamentos com game social apresentada num mecanismo tão viciante quanto o Twitter – completou um ano de vida em março e já tem 500 mil usuários no mundo.
Como funciona? Com geolocalização. Apesar de ser feito para mobile, pode ser usado no computador e não recorre a GPS ou satélites para te encontrar com exatidão como faz, por exemplo, o Google Latitude. É mais uma rede social que confia nas informações que você posta lá. (more…)



