Ferramentas Digitais para o Jornalismo de Interesse Público
Postado em Cultura Web 2.0, midia social, midia tradicional no dia 02/02/2012
Em janeiro respondi perguntas para uma amiga que organiza um curso de jornalismo online para jovens no ICFJ (International Center for Journalists) chamado “Ferramentas Digitais para o Jornalismo de Interesse Público”. Gratuito, o curso é ministrado remotamente para jornalistas brasileiros de diferentes localidades do país e áreas de atuação.
O enfoque do programa é a apropriação crítica em torno das ferramentas digitais para a cobertura de temas de interesse público, que vão desde saneamento básico à educação e saúde. O programa inclui técnicas de busca refinada, mashups de mapas, processos de transparência, cartografias criativas, preparo de fotografias e vídeos para apostagem em sites e blogs, criação um blog/wiki e apropriação dos espaços públicos como mídia.
Acompanharei de perto porque o Bruno, estagiário daqui da Otagai Mídias Sociais, vai fazer o curso, mas pude também participar da preparação de parte do trabalho, passando minha visão do jornalismo em novas mídias na entrevista que publico aqui.
Ao final do curso, espera-se que cada um dos/as 15 jornalistas tenha produzido um relatório da experiência e um produto (site, blog, wiki, podcast, videocast), usando as habilidades aprendidas durante esse período. Quando este material estiver publicado, prometo, volto aqui e divulgo!
Por enquanto, que tal considerarem comigo os temas abaixo? Terá sido assim com seus blogs também? Qual o caminho certo? Será que existe uma fórmula?
Como uma pessoa que inicia um blog ou projeto digital agora pode cativar leitores?
Sendo verdadeira, escrevendo sobre o que entende, gosta, se interessa e que pode interessar pessoas parecidas com ele. Blog é conversa e funciona bem quando nós falamos com iguais ou com pessoas com interesses semelhantes aos nossos ou com alguma afinidade. Não adianta falar sobre moda como uma especialista sem ser, tampouco de fofocas do show bizz apenas copiando outras pessoas ou novidades de tecnologia copiadas de sites de notícias. Vale mais contar do bom uso que o blogueiro faz do que tem do que de novidades inatingíveis, não acham?
Existe uma fórmula para conquistar público alvo?
Afinidade e veracidade. Junto a estas duas qualidades, lembre-se sempre de valorizar a troca, a conversa, a honra de ter aquela pessoa (cada uma delas) ali, como leitor do seu blog. E não tenha receio de mudar um pouco a linha conforme este perfil de leitor mude – ou rever o projeto quando o leitor que vc quer não estiver alcançando.
É possível conciliar temas de interesse público com rentabilidade de um projeto?
Sim, creio que é possível, mas para isso é importante ter em mente que todo projeto demora para se estabelecer, há um tempo de semeadura e a colheita depende de continuar semeando e prospectando novos espaços. Muitas vezes o resultado não se dá diretamente via blog (por programas de afiliados como adsense ou por artigos patrocinados), mas o blog serve como vitrine de seu trabalho e outras áreas de atuação surgem em paralelo.
O que é mais importante: credibilidade ou regularidade?
Regularidade é importante para manter os bons relacionamentos ativos e funcionais. Se o leitor visita seu blog algumas vezes e não vê nada novo, ele logo “esquecerá” de passar por lá. É importante manter a regularidade das postagens (considero um mínimo ideal duas a três vezes por semana) e escrever com segurança do que se fala. Checar informações, verificar origem da notícia antes de replicar ou comentar, sempre citar fontes e lembrar de pedir autorização antes de citar pessoas ou publicar suas falas (sempre entre aspas) ou fotos e videos é fundamental.
Atualmente quais são as empresas que procuram agregar suas marcas a produção de conteúdo online? Como costuma acontecer a parceria com blogueiros?
Este universo é muito variado e, pelo que noto, segue ainda muito da mecânica que a publicidade e o jornalismo já tinham com os produtores de conteúdo antes da web. A aproximação que acontece por afinidade de conteúdo, numa ação quase natural, é a melhor.
Por que a imprensa não admite que é pautada pelo Twitter?
Postado em Cultura Web 2.0, midia social, midia tradicional no dia 15/08/2011O triste é que é comum e que a imprensa não é “civilizada” (madura?) o suficiente para honestamente admitir que algo nas novas mídias pautou sua noticia.
Pior ainda é que eles continuam no “ledo engano” de que os leitores não percebem!
A Copa América em números (por @angelaernesto)
Postado em Esporte, midia social no dia 29/07/2011No último domingo chegou ao fim a Copa América 2011, então é hora de nos despedirmos das hashtags #copaamerica e #ca2011. Durante os 24 dias de competição monitoramos mais de 90 mil menções somente em nosso idioma às hashtags oficiais da competição.
Ao longo da competição, registramos em média a ocorrência de 35,56 tweets por minuto, número que poderia ser ainda maior, visto que as hashtags oficiais concorriam com outras criadas para criticar ou elogiar os jogadores e a competição.
Sendo a maior região em população, foi fácil para o Sudeste liderar o número de menções as hashtags monitoradas, onde registramos 46,08% dos tweets publicados, considerando é claro somente os perfis com identificação de localização. O Nordeste também se mostrou “plugado” na rede, levando o segundo lugar com 26,63%. No mapa apresentamos o índice por região para comparação.
O monitoramento também revelou que a audiência no twitter cresceu, e muito, com disputa da segunda fase da competição, porém com a desclassificação das seleções do Brasil e Argentina o índice retroagiu, mas ainda assim registrou na final da competição a marca de 35,21 tweets por minuto, sendo superior a média inicial do torneio, o gráfico abaixo permite visualizar facilmente variação de menções a cada fase do torneio.
Ao longo da primeira fase da Copa América, acompanhamos também a torcida, ou críticas, a nossa seleção, um estudo que revelou a queda na confiança dos torcedores brasileiros, a cada jogo reduzia-se a torcida antecipada pela vitória da seleção.
Durante as exibições brasileiras foi também alto o índices de criticas ou torcida contra o Brasil, mas o peso dos péssimos jogos, era apontado ao término de cada partida onde o índice de menção negativa a seleção chegou a superar os 91%.
Nota: O percentual foi calculado considerando somente menções positivas e negativas.
Para menções consideradas negativas prosseguimos com o estudo avaliando as críticas dirigidas ao elenco, ao técnico ou simplesmente uma torcida contra a seleção, confira o resultado:
No fim da competição, Uruguai se deu melhor frente a seleção do Paraguai e levantou o caneco, teve também um destaque em menções, sendo citado em 48,78% dos tweets monitorados do último dia do torneio, frente aos 28,83% de seu adversário. Só no último dia de competição as hashtags acompanhadas foram exibidas 7.181.079 de vezes nas TL mundo afora!
Abaixo destacamos os 7 usuários que mais tuitaram com as hashtags monitoradas:
- @FutebolTerra – 366 tweets
- @espnagora – 200 tweets
- @CocaFc – 169 tweets
- @_JPGuerra – 167 tweets
- @blogdotorcedor – 141 tweets
- @brunoitatiaia – 139 tweets
- @JogandoJunto – 136 tweets
As análises e os estudos foram desenvolvidos pela equipe de Métricas e Monitoramento da #Otagai. Deixe sua opinião, crítica ou sugestão.
Se torcer sai sangue… #meiahora
Postado em Cultura Web 2.0, midia social, midia tradicional no dia 10/08/2010
Quando eu morava em Curitiba tinha uma piadinha sobre um dos jornais mais populares de lá, a Tribuna do Paraná, que dizia “se torcer sai sangue”. Pois hoje, ao receber minha segunda “quentinha” com o novo tabloide diário paulistano, o Meia Hora, lembrei na hora desta chamada. Vejam a imagem que estampava a marmita:
“Bife tarado enrola cenoura e bacon ao mesmo tempo”.
A ação do jornal – que contei ontem no Conversas de Cozinha – envolve também pratos em restaurantes populares tradicionais da capital paulista e eu fiquei imaginando, muito curiosa, como seria a reação popular a esta chamada com duplo sentido.
O duplo sentido e o humor (não vou chamar de bom humor, mas humor inteligente é) do Meia Hora é uma das características que notei no jornal. A chamada de hoje – Afoga o ganso, Brasil! (em referência ao primeiro jogo da Era Mano, com o jogo contra EUA às 21h) – é uma piada que muita gente faria. E a chance de se ver nas linhas escritas por jornalistas é o que faz os jornais populares tão interessantes mundo afora desde que a imprensa surgiu.
A imprensa marrom nasceu com a classe operária, seja na França dos enciclopedistas ou na América dos imigrantes operários, ela sempre foi a chance de se informar, se divertir e, creiam, aprender. Foi com jornais muito baratos que os imigrantes começaram a aprender inglês, é com ela que nossa população urbana mais humilde sabe do que se passa no mundo. Nós, que temos horário livre para ver Jornal da Globo e acompanhar o Roda Viva até a meia noite, não entendemos quem acorda de madrugadinha e já está usando transporte público às 5h da manhã. É para estes que um jornal que pode ser lido em meia hora vale: tudo bem condensado, em linguagem semelhante à que o cara usa para conversar com o colega de jornada e ainda tem o quê de piadinha, sem o qual não dá para aguentar o rojão.
Possivelmente eu não seria leitora do diário, mas não deixo de valorizar o fato de, em tempos de internet, blogs, jornalismo colaborativo, TV e rádio no celular, ainda surgirem produtos impressos novos para atender a esta parcela da população que nem sempre (raramente) tem acesso às novas mídias.
P.S. Imprensa marrom é a forma como podem ser chamados órgãos de imprensa considerados publicamente como sensacionalistas e que busquem alta audiência e vendagem através da divulgação exagerada de fatos e acontecimentos. É o equivalente brasileiro e português do termo yellow journalism. Em todos os casos há transgressão da ética jornalística tradicional. [...] A ideia é que os recursos jornalísticos usados pela imprensa marrom criam um ar de desconexão entre a responsabilidade dessas empresas com sua informação e origem da informação (colunistas, especialistas, apresentadores “irados”).
Blogs que tenho acompanhado e recomendo
Postado em midia social, moda e estilo no dia 17/06/2010
Trabalhando no gerenciamento de relacionamento de blogs femininos, eu tenho uma chance impar de navegar por blogs, descobrir novos talentos e conteúdos com temática feminina, além de conhecer gente ótima pela internet. Isso tudo, vejam só, dizendo que estou trabalhando hein!
Sortuda, eu sei. Mas vou dividir o prêmio aqui. Selecionei aqui alguns dos blogs que tenho visitado muito ultimamente e que contam com meu aval sobre seu conteúdo em seus nichos de atuação.
Para quem é fashionista ou só consumidora convicta, uma parada obrigatória é o À Moda da Casa, blog de uma “consultoria criativa de moda”. O blog é muito antenado e “aux concours” na categoria, tanto quando o da Cinthya Rachel, de quem sou fã de carteirinha há tempos na TV e de quem agora descobri novos motivos para apreciar – por exemplo, eu com viagem marcada e ela faz um post ótimo sobre arrumar malas e a ida para o local para onde eu vou. Sintonia (ou coisa de fã mesmo? hehehe). E a menina do Castelo Ra Tim Bum é colunista de maquiagem para pele negra no Trendy Twins, outro sucesso na blogosfera feminina que tenho acompanhado atentamente.
Duas novas figuras que já estão na rede são Shopaholic, da @maritrigo, e Tem de Tudo, da @marciameira, bons espaços que misturam beleza, moda e um toque de bem estar. E o Maria Vitrine, escrito por conterrâneos meus, é quase “um guia de utilidade pública para quem gosta de shopping” e tem coisas que agradam até as mães com filhos. Este universo está bem representado por duas jornalistas de primeira que se uniram em torno de um tema bacana: alimentação infantil. Mônica Brandão e Patrícia Cerqueira comentam pesquisas, entrevistam especialistas e testam novos produtos no Comer para Crescer.
Na contramão do fashionismo está Jodie, do Serio, Moda? Conheci-a pela TV, numa participação no Programa Login da TV Cultura, no qual debatia com @fabioallves – do ótimo Moda para Homens - e uma moça feminista a questão da moda para a evolução de homens e mulheres. Longe destes debates sociológicos, mas nem por isso com cabeça de vento, estão as “divas” (fundadoras do Diva Diz) @anemeira e @giseleramos, que voltaram em alto estilo no Necessárias, que consegue trazer aquela mistura de moda e beleza com bom humor. Está nesta categoria a paraibana @rasinai, do Mulher de 30, que me ensinou há uns dias que eu sou nomofóbica. Quer mais blog feminino com bom humor? Fator 46, da @lutestoni – onde descobri que existe um Clube da Amostra Grátis e um Drive-Thru de Oração (fala sério, que pautas inusitadas, hein?) – e Tramado por Mulheres – com suas Rapidinhas para a mulherada e os 30 homens do Twitter para casar – são minha sugestão.
E para não dizer que eu só falei de moda, tem o Apaixonados por séries, mais um de seriados na minha lista, que tem uma equipe quase 100% feminina, o que garante uma visão mais intimista em suas críticas. Sem falar em posts excelentes como Parabéns pra você – Os aniversários das séries.
Tenta – Cultura em Sampa sob a visão de estudantes de jornalismo
Postado em midia social no dia 07/06/2010A nova revista digital da W3 Editora com a visão de estudantes de jornalismo sobre a área cultural de São Paulo: Tenta.
Inveja de quem estará lá: Jeff Gomez vai contar a sua experiência no Rio amanhã
Postado em midia social, midia tradicional no dia 04/02/2010Mesmo quem não sabe nada sobre o americano Jeff Gomez ou transmedia storytelling vai ficar com vontade de estar lá como eu. Gomez (que está no video acima) é responsável pelas histórias diferentes e em diversas plataformas que Hot Wheels, Disney, Coca-Cola e Avatar nos contaram em diferentes formatos nos últimos tempos. Autor de estratégias de sucesso nessa nova lógica de relacionamento entre as marcas e os seus consumidores, ele é ovacionado por muitos. E destes, uns poucos puderam ouvi-lo hoje num evento da ABA. Nesta sexta, a Globo, uma das patrocinadoras do evento, promoverá no Projac um encontro dele com vários de seus profissionais.
Se você, como eu, não está entre os que poderão estar lá presencialmente, resta uma alternativa: a partir das 11h uma equipe da CGCOM (Central Globo de Comunicação) transmitirá a palestra de Gomez em tempo real pelo twitter (@rede_globo) e na home da Rede Globo.
Como não estarei lá, já mandei minha pergunta, vamos ver o que o Jeff responde? E você, o que perguntaria para ele?
P.S. A minha pergunta: Como Jeff imagina o futuro das ações (nas quais seu trabalho é pautado) para esta geração que já nasceu hiperconectada e usuária de multiplas telas? Para quem consome hoje este formato foi inovador, mas como conquistar os verdadeiros nativos das novas midias?
Ex-blogueiro ou só autor de ex-blog?
Postado em midia social no dia 02/02/2010
Outro dia visitei um blog que tinha solicitado inclusão no MdeMulher e me surpreendi com a mensagem de que ele tinha acabado. @aninhamedeiros não sumiu, ela migrou para o A casa que minha vó queria – mas foi sem “mala e cuia”. Eu fiquei a pensar se teria o desprendimento de mudar assim.
Na semana passada, em plena #cparty, fui surpreendida com a notícia de que o Poltrona acabou. (more…)
Uma lista com as superpoderosas das mídias sociais brasileiras
Postado em Carreira e dinheiro, midia social no dia 19/01/2010“Não me sinto poderosa ou influente, eu me sinto participante”.
Rosana Hermann
Uma lista com as superpoderosas das mídias sociais brasileiras. É um luxo estar lá. Mais ainda porque não estou como jornalista coordenadora de projetos de mídia social, mas como mãe que “mobilizou uma comunidade fiel com seu blog sobre maternidade, pela experiência (de dois filhos!) com que fala do assunto.”
Tem gente que acha que blog pessoal já era ou que este formato é tão amador que não tem chances de monetização. Contrariando as expectativas, eu tenho monetizado o blog, mas, acima de tudo, trabalhado como jornalista e coordenadora de mídias sociais a partir dele.
É verdade, há muito eu extrapolei o universo materno e mesmo a temática feminina – muito embora eu coordene há quase um ano e meio os blogs externos do MdeMulher da Abril e preste consultoria para outras empresas importantes ligadas ao mundo feminino – nem sempre a mulher é o foco do meu blog. Mas não deixa de ser uma visão feminina e creio que se eu fizesse uma pesquisa uma parte bem grande dos leitores seria composta de mulheres.
Na matéria de Clarissa Passos, no portal IG Delas, estão comigo @alefelix, @lilianeferrari, @lufreitas, @BiaGranja, @garotasemfio, @raquelrecuero, @marimoon, @twittess, @rosana. Vale passar lá e conhecer um pouco mais delas.
E se comecei o post com a frase da @rosana, ratifico-a: foi super legal constar lá (mais ainda ser entrevistada!), mas o fato é que gostoso mesmo é estar aqui (nas mídias sociais, vivendo tudo isso!).
P.S. Eu guardei a entrevista, ela é um prognóstico do ano sob meu ponto de vista:
A liberdade de expressão na era dos blogs e na IstoÉ
Postado em midia social no dia 05/01/2010“A discussão que está em jogo envolve a tênue fronteira entre o fim da liberdade de expressão, garantida pelo artigo 5º da Constituição, e o início do dano moral. “O limite vai até onde afeta a reputação, a imagem e a marca de uma pessoa física ou jurídica”, diz Alexandre Atheniense, presidente da Comissão de Tecnologia da Informação da Ordem dos Advogados do Brasil.”
Minha mãe assina a IstoÉ, que tem dado bom espaço para matérias sobre o mundo virtual nas mídias sociais, e na edição desta semana vi dois amigos virtuais expressando sua vivência em processos por danos morais movidos por empresas. Para quem está menos inserido nos blogs ainda soa estranho, mas o fato é que, depois da confusão de @mnetto com um restaurante paulistano em 2008, já vivemos alguns problemas famosos de empresas que processaram responsáveis por blogs por terem veiculado informações que denegriam sua imagem.
Como diz a reportagem de Verônica Manbrini,
“Quando surgiram, os blogs eram vistos apenas como diários online, um espaço inofensivo no qual as pessoas faziam relatos do cotidiano, desabafavam e compartilhavam experiências. Com a popularização da internet e a maior eficiência dos mecanismos de busca como o Google, comentários que antes ficariam restritos ao círculo de amizades do blogueiro passaram a ganhar outra dimensão. É comum que no resultado de uma busca apareçam posts de blogs mencionando uma empresa ou marca antes mesmo do link para o site oficial. (more…)
Minha geladeira vai virar um bar-ladeira no Inverse My Fridge
Postado em Casa e decoração, midia social no dia 09/12/2009
A conversa parece ser de cozinha? Mais ou menos.
Depois de uns meses pensando na geladeira ideal para nós (fiz até um post falando da geladeira do marido gourmet, porque aqui em casa a cozinha é dos dois, a mamãe não reina absoluta), eis que eu tive uma surpresa de Natal. Ganhei uma Brastemp Inverse de presente. E não foi como o fogão que Gui me deu no Dia das Mães de 2008, escolhido mais dentro do “gosto” dele… Desta vez a geladeira veio da própria marca, numa ação muito muito criativa que a Brastemp faz junto com a LiveAd para divulgar o novo modelo entre as mídias sociais.
Vejam que criativo: para o lançamento da nada óbvia Inverse (o refrigerador com geladeira em cima e freezer embaixo), a Brastemp e a LiveAD desenvolveram o projeto artístico Inverse My Fringe, um desafio que vai inverter a vida de algumas pessoas também nada óbvias.
[nesta parte, além de sortuda me senti lisongeada né!]
Quem mais está nesta? Alexandre Inagaki, Chris Campos, Ricardo Cobra, Marcelo Costa, Gabriel Pires e Marcos Gomes, Cláudia Midori, Leonor Macedo, Gabi Bianco, Anita Cavagnoli. (more…)







