Aug
04
Este post tem a cara do blog da Gisele, o Diva Diz, eu sei. Talvez por ter voltado a usar o Twitbin, nesta segunda abri mil links. Um puxa outro e vi várias fotos de mães, tema do dia aqui no blog, cuidando de suas crias. Momentos família: olhando o bebê, fazendo carinho, se esbaldando na areia da praia ou simplesmente juntando a bagunça dos brinquedos do filho. Normalzinho, normalzinho, não fossem as pobres mulheres celebridades, que tem filhos com celebridades e são alvo de todas as críticas possíveis. Olhem abaixo três destes casos e opinem:

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Claro, todas podemos ter fotos lindas e ternas amamentando, mas a Angelina Jolie não, porque já vão acusar a mãe de se aproveitar dos bebês Knox Leon e Vivienne Marcheline (sinceramente, só quem não levou gestação a termo pensa isso de alguém que teve gêmeos que nasceram meio cedo).

A Giulia Gam se animou na brincadeira com o filho na praia e se molhou, de roupa e tudo. A cena não é alegre e linda? Eu achei, tenho até inveja, porque sou tão fresquinha com areia e sal do mar, não conseguiria curtir do mesmo jeito!

Mais uma de praia, com Sarah Jessica Parker e seu marido, Mattew Broderick. Foi o texto mais negativo li hoje, numa expectativa absurda que a pessoa tinha de que ela fosse a Carrie Bradshaw passeando no Central Park e não a mãe de um menino de dez anos.
Preciso mesmo falar qual a fonte das fotos? Quem!
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Aug
04
Na semana passada recebemos a visita de um casal de missionários evangélicos, Pastor Almir e sua esposa , amigos de minha mãe que vieram orar por nós, e eles esperam a chegada da primeira filha, Sofia. Na despedida eu comentei com ela algumas coisas sobre aleitamento, preparo da mama e me surpreendi porque ela não tinha sido orientada em nada pelo médico que acompanha a gestação. Como é importante tocarmos nestes assuntos, trocarmos idéias e experiências como pais e mães!
Ao fazer o post da Blogagem Coletiva Semana Mundial de Amamentação 2008 e não consegui encontrar o link deste texto no Desabafo de Mãe, onde foi originalmente publicado. Assim, republico aqui, porque o tema é importante. Bem, segue o texto do ano passado e fica aqui o convite para quem quiser conversar sobre o tema:
Sou uma entusiasta do aleitamento materno. Amamentar sempre me pareceu uma atitude natural e lembro de minha mãe no clube de campo conosco, amamentando minha irmã caçula (7 anos mais nova que eu) nas férias de verão. Era um momento lindo, que marcou para sempre minha concepão de maternidade. Para ajudar, ouvi histórias da minha Batian (avô japonesa) ter amamentado até os dois anos o filho mais novo. Mesmo meu pai, que foi privado deste vínculo com a mãe por razões políticas (ele nasceu na segunda guerra mundial e os pais, por serem japoneses, foram hostilizados, etc), teve ue ma babá que o deixava para mamar na própria mãe enquanto brincava. Sábia decisão da mocinha. Enfim, ao ter meus filhos, não tinha a menor dúvida de que iria amamentá-los e de que daria tudo certo.
E deu. Fiz tudo que me indicaram no curso de gestantes da Associação Médica do Paraná (banhos de sol/luz, esponja para engrossar o bico do seio, usei sutiã religiosamente) e a natureza retribuiu generosamente à minha convicção e opção irrestrita pelo leite materno. O resultado foi excesso de leite. Enzo, que foi um perfeito bezerrinho (ele é taurino e o chamávamos assim), não conseguia dar conta do leite. Não tive dúvida: procurei o banco de leite, que tinha me contatado na visita dos agentes de saúde municipais (em Curitiba agentes de saúde visitam as novas mães em casa quando são notificados do nascimento do bebê) e me ofereci para ser doadora.
As orientações eram muito simples: retirar o leite manualmente (mas eu preferi um aparelho da Lillo), coloca-lo num vidro esterilizado (como quem dá mamadeira esteriliza, fervendo bem) e congelar. Toda semana, no dia acertado, a moça do Banco de Leite do HC de Curitiba vinha buscar meu leite congelado, não importava a quantidade que eu tinha conseguido armazenar. Nem sempre era muito, conforme Enzo crescia foi reduzindo, mas me fez um bem enorme saber que ajudava. Do ponto de vista prático, posso dizer que ser doadora é bom porque o estímulo ajuda na produção de leite e o fato de esgotar faz com que o seio fique menos pesado e enfim, a força da gravidade também deixa menos marcas. Os motivos para doar são tantos que eu poderia escrever um tratado, mas prefiro deixar o convite para lerem sobre a campanha do ano de 2006 DOE LEITE MATERNO. Foi estrelada pela humorista Heloísa Perissé e dizia: “Doe Leite Materno. O seu leite pode ajudar a salvar a vida de um recém-nascido”. Tem razão melhor para sermos doadoras?
Neste ano a campanha é especial porque conta com a presença de um pai, o que achei lindo. O casal Thiago Lacerda e Vanesas Lóes são os padrinhos da campanha, com seu filho Gael. Meu marido foi tão presente na vida dos nossos bebês que sabe tudo de aleitamento e poderia palestrar sobre o tema. Aliás, ele era o único pai no meio de 60 mães no curso de gestantes e isso fez dele o melhor companheiro para mim no pós-parto, dispensando a tradicional ajudinha que mães e sogras costumam dar.
Infelizmente, não recebi a instrução que é o mot da campanha deste ano: “Amamentação: A Primeira Hora”. Só depois que Enzo nasceu soube, através da madrinha de meu marido (militante do aleitamento materno na Unicamp) que havia uma relação entre o tempo antes da primeira mamada e a saúde do bebê. Mas ele mamou por 1 ano e 9 meses e só parou porque engravidei do Giorgio, que, por sua vez, mamou até 1 ano e 4 meses. Mesmo sendo mãe de segunda viagem e uma militante do aleitamento, fiquei com receio ao ver meu caçulinha emagrecendo quando completou um ano e cedi aos palpiteiros de plantão que me diziam para dar mamadeira com cereais para ele engordar. Resultado: tirei o leite materno e penei um ano com ele porque não aceitava leite algum e sofreu muito. Agora além de dar dicas para preparar a mama e ser doadora (como eu fui) para toda grávida com quem converso, eu ainda faço campanha contra os leites artificiais.
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Aug
04

Na sexta-feira, 01/08, começou a a 17ª Semana Mundial da Amamentação promovida no Brasil pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Quem me lembrou foi minha irmã Tiffany que está aleitando meu sobrinho Giorgio e eu não deixaria jamais de postar sobre o tema, como, aliás, já fiz em outras ocasiões. Espero que ela mande uma foto com Caio o slideshow de mamadas que Denise Arcoverde fez (eu estou lá desde o ano passado amamentando os meninos e mostrando como é possível tornar o aleitamento uma experiência familiar) em post no blog Síndrome de Estocolmo. A blogagem coletiva começou na sexta e segue até dia 07/08. Saiba como participar aqui.
Hoje li um post da Michelle Muller, do Outras freqüências, contando da sua experiência e citando um post meu de fevereiro no qual eu falava que sou uma entusiasta do aleitamento, mas sou totalmente contra a divinização do leite materno. Comentei lá que “justamente por ter vivido com minha cunhada e duas amigas situações de impossibilidade de aleitamento, por motivos diversos e que (na verdade) não vêem ao caso, eu sou hoje o que você falou: entusiasta do aleitamento, mas uma crítica ferrenha da divinização do leite materno. Colocá-lo como condição sine qua non para uma maternidade plena, para saúde emocional da criança, para a construção do vínculo da mãe e do filho é uma temeridade e uma injustiça“. A outra motivação para minha “campanha” é o fato de eu ter sido - vou parodiar Ester do Saber é bom demais - boa leiteira, mas não fui uma mãe de parto natural. Isso ainda me faz encarar críticas veladas (ou, pasmem, abertas) porque fiz duas cesáreas. E há quem tente com força me fazer pensar que sou uma mulher inferior ou uma mãe incompetente porque não os tive pela via natural.
Mas como defensora do aleitamento, para aquelas mães que podem - e querem - eu já escrevi muito sobre o tema, então por ora ficam os posts antigos e durante a semana escrevo mais.
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Jul
04
Abraço em família no quarto de hóspedes da casa da minha mãe antes de voltarmos para São Paulo na segunda-feira
Dia de arrumação em casa, pois voltei de Curitiba na segunda à noite e as malas ainda estão no canto da sala - que foi limpa e as coisas para triagem mudadas de lugar. Esta coisa de mudar de lugar o que precisa ser arrumado é, infelizmente, a minha cara. Nem feng shui consegue consertar esta minha mania de protelar as arrumações! Sempre acho algo mais interessante e produtivo para fazer antes de organizar armarios, pastas de arquivos no computador (hoje até meu media player vai passar por uma faxina), contas pagas e outras baguncinhas que eu acumulo.
Preciso me ocupar. Como previsto, bateu a saudade, não aguentei nem uma semana sem ficar chorona com a falta dos meninos. Na terça me ocupei, cheguei super tarde em casa, na quarta o trabalho online e a companhia da faxineira me distrairam, mas ontem não teve jeito. Nem o entusiasmo do dia com Orbita do Terra na Daslu (já vou postar sobre o evento), almoço no Curry House do Top Center com amigos e a instalação de 2 giga de memória no meu notebook me deixaram contente de verdade. Voltei para casa perto das 20h, sozinha (meu amor demorou mais ontem no escritório), peguei o carro limpinho (sem brinquedos nem farelos) no estacionamento do lado do metrô, passei no mercado e foi meio vazio fazer compras para dois adultos. Claro, pensei numa comidinha especial para meu amor, comprei vinho, mas foi meio “vazio”. Jantamos, trocamos idéias sobre o dia sem interrupções e eu fui ficando quietinha, com aquele jeito de que vai entrar na concha. Em alguns momentos eu achava que sentia os bracinhos do Giorgio envolvendo meu pescoço ou o Enzo chegando de mansinho perto de mim. Peguei no sono chorando quietinha e meio escondido - pro Gui não pensar que era algo com ele - e acordei louca para ligar para os meninos. Sabe-se lá porque a webcam não ia servir hoje, tinha que ser no fone.
Enfim, estou me preparando para passar o primeiro final de semana sem eles - serão muitos até o final de julho - me enchendo compromissos adultos para me convencer de que serão férias para mim também como mãe. Amor tem dor também, mesmo quando é plenamente correspondido! A dor da saudade.
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Jul
01

Adoro testes, fazia muito na Capricho desde criança e se cai um na minha mão, faço mesmo, desanuvio a mente e me divirto pensando nas situações propostas. Vi na revista Crescer um quiz que perguntava:
Que tipo de mãe você é?
Meus resultados me definiram como Superligada.
Perfil: Você é uma mãe participativa, que parece ter saído de comerciais de margarina. Faz tudo para estar presente e envolvida na vida dos filhos. Muito carinhosa, tem alma de negociadora diplomática: sabe impor o seu ponto de vista de adulta e estabelecer regras, mas ouve e se interessa pelas opiniões e idéias de seus filhos e por todos os aspectos de sua vida.
A frase: “Família que faz tudo junto permanece unida.”
É bom porque seus filhos se sentem importantes na sua vida e têm a segurança de ser amados.
Pode ficar chato se você não ficar atenta para manter seu espaço junto ao seu marido. Não esqueça que vocês são um casal e devem, por exemplo, tirar um fim de semana para namorar. Crianças também precisam de referências adultas.
Conclui que eu realmente preciso destas semanas sem os meninos, só com o marido em casa!
Mas vou sentir saudade, com certeza.
P.S. Estive outro dia na redação da Crescer e as mesas parecem a minha, cheia de quinquilharias de crianças… hauhuahua.
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Jun
11

Minha irmã, que agora tem um filhotinho de seis meses, me mandou esta mensagem sobre a regulamentação do transporte de crianças. A Simone tinha me avisado há alguns dias e na ocasião ambas paramos para pensar: em 2010, quando a resolução passará a ter fiscalização, não terei mais filhos em idade infantil. Serão tweens de 8 e 10 anos e não precisarão mais de cadeirinha especial! Mas a notícia é importante e válida para quem tem filhos bem pequenos ainda!
(Li a mesma notícia, com mais detalhes, aqui e a imagem é do Canal Kids ).
Contran define regras para o transporte de crianças
Publicada em 09/06/2008 às 17h58m em O Globo Online
RIO - O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou a Resolução 277 que regulamenta o transporte de crianças de até dez anos de idade em veículos. Segundo a norma, publicada nesta segunda-feira, crianças de até sete anos e meio deverão ser transportadas obrigatoriamente no banco traseiro e em dispositivos de retenção, acima desta idade deverão utilizar o cinto de segurança do veículo.
Segundo a resolução do Contran, crianças de até um ano de idade deverão ser transportadas no equipamento denominado conversível ou bebê conforto, crianças entre um e quatro anos em cadeirinhas e de quatro a sete anos e seis meses em assentos de elevação. O uso dos dispositivos de retenção não será exigido para os veículos com peso bruto total superior a 3,5t, os de transporte coletivo, táxi e escolares.
A partir de 4 de junho de 2009 os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito deverão iniciar campanhas educativas sobre o transporte de crianças. A fiscalização do uso dos equipamentos de retenção será iniciada em 9 de junho de 2010. A penalidade será a prevista no artigo 168 do Código de Trânsito Brasileiro, que considera a infração gravíssima e prevê multa de R$ 191,54, sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação e a retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada.
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Jun
09

Em novembro de 2007 eu postei no blog do Desabafo de Mãe sobre a Guarda Compartilhada , que na época era um projeto. Aprovado há cerca de um mês, ele reascendeu a discussão lá no post antigo e tenho recebido diariamente comentários contra e a favor, alguns exataltados, mas todos mostrando um lado da situação que os pais e mães vivem quando precisam viver separados dos seus filhos.
A discussão tem me deixado surpresa e, confesso, contente. A blogosfera é válida porque constrói a partir da opinião de diversas pessoas comuns, como eu e você, que podem contar suas versões dos fatos numa ajuda mútua para encontrar um denominador comum.
Como não sou mais autora lá no blog do Desabafo, postei hoje sobre minhas reflexões no Nossa Via e convido-os a passarem por lá também para ler e comentar o post Guarda compartilhada . Parabenizo o Desabafo de mãe por abrir sempre espaço para temas importantes para a família atual.
Entendo esta lei como a percepção de que o homem se tornou mais participativo na vida familiar e agora é alguém que deseja um contato mais próximo com os filhos, mesmo se (ou depois) de separado.
E você, o que pensa da guarda compartilhada?
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Jun
05

Muitas mães decidem retornar ao mercado de trabalho, depois de um período com o filho. Neste Desabafo de mãe contei como foi o primeiro dia que deixei os meninos para almoçar na escola e como foi natural depois optar por deixa-los alguns dias no semi-integral.
Mais vale uma mãe feliz longe por algumas horas do que uma chata o dia inteiro no seu pé.
P.S. Até o dia 23 é possível participar do Concurso Cultural Clifford e o Comportamento Infantil . Não perca tempo: envie o seu também para concorrer à coleção dos livros do Clifford, o gigante cão vermelho.
A Promoção Clifford é uma parceria deste blog com o portal colaborativo Desabafo de Mãe. Saiba como participar clicando aqui .
Não sabe por onde começar? Confira - e comente - os desabafos já publicados que participam da promoção.
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May
19
Já que falei na Evellyn , olhe a frase que ela me mandou no e-mail:
"Ter filhos não é complicado. É só você se planejar e ficar disponível para ele durante 24 horas por dia, pelo resto de sua vida".
Véronique Vienne, em Arte de ter filhos (Publifolha)
Curioso isso num dia em que Enzo já acordou decidido a me convencer de não ir ao workshop da Bites amanhã e fiquei pensando na dificuldade dele em compreender que numa única terça-feira precisará ficar no integral por 12 horas. Enfim, bati o pé e vou, claro! E fiquei pensando no quanto preciso ensinar a eles que nós, pai e mãe, também temos direitos e desejos.
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May
14

Passeando agora pelo Fragmentos, o post de hoje da Herika me lembrou do aniversário japonês do Gui há dez anos. Foi o bolo mais bonitinho que eu montei, comprei massa já assada, chantilly e morangos lindos no Jusco em Toyohashi e ficou uma gracinha. Era do tamanho de um prato de sobremesa! Hoje faço uns bem maiores, mas aquele ficou como o da vida japonesa a dois. Dá saudade de lá! E que vontade de comer bolo, porque na noite de domingo, dia das mães, fiz um lindo pro Enzo (com bolo bem escuro de chocolate, recheio de doce de leite caseiro e coco, umedecido com leite de coco adoçado e coberto com mousse de chocolate e brigadeiros) e não voltou nem um único pedaço para eu provar.
Vou contar, fiquei chateada prá caramba! E sem pique de fazer outro! :S
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