Categoria: Famílias interativas

A Educação vai se reeducar? E o que as famílias interativas podem fazer para isso acontecer?

Postado em Cultura Web 2.0, Famílias interativas, Todos pela educação no dia 27/02/2012

Na Campus Party, logo depois do debate sobre Educação e Tecnologia (A Educação vai se reeducar?), fui entrevistada pela TV Sala e hoje pude ver o vídeo. Normalmente, confesso, não gosto de me ouvir nas entrevistas, mas este me deixou feliz! Nele eu falo sobre temas que me são caros e que não consegui defender como gostaria no debate, sobre a importância das famílias se conectarem com as novas linguagens digitais e saberem lidar com toda essa situação off-line e online em família. Estes temas são a essência do tema que eu chamo de “Famílias Interativas”, da necessidade de que estejamos cada dia mais linkados ao universo uns dos outros, usando e abusando da tecnologia para interagir com quem nos importa.

E se você ficou curioso, linko e incorporo o vídeo integral do debate aqui.

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Sempre gentil, Aline Kelly (do blog Sustentável 2.0) me avisou deste outro vídeo do mesmo dia, entrevista concedida à Secretaria de Educação do Estado de São Paulo:

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É uma das esposas de Picasso

Postado em Famílias interativas no dia 17/02/2012

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“É uma das esposas de Pablo Picasso, mamãe. E eu tirei 10 em Artes!”

Meu filho (#aos9) me trouxe a máscara de carnaval mais querida que já vi! Veio com a história de quem conhece o mundo com olhos “aculturados”.

No mesmo jantar, enquanto eu “brincava” com a máscara, o outro filho, com quem eu tinha conversado durante a tarde ajudando num trabalho escolar, me mostrou o resultado das suas pesquisas, ainda num rascunho (da foto abaixo) no qual concluía:

“Não se pode submeter a arte a alguns tipos de imagens, ela tem que ser como o sentimento e ideia do artista”…

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Um viva para quem ensina o estudante a pensar!

Estudei num colégio de Curitiba que era da curadora (diretora?) do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (Adalice Araújo) e foi muito valioso para minha formação porque a grade curricular incorporava muitas disciplinas ligadas à História da Arte e Técnicas Artísticas. Para completar tínhamos acesso a exposições incríveis e eu lembro do impacto que senti quando vi algumas obras de Picasso e Dali (eu devia ter 13 anos, avaliem).

Quando percebo meus filhos falando sobre cubismo e surrealismo com tanta desenvoltura e intimidade com o tema sinto que estamos conseguindo oferecer a eles um pouco desta alegria interior que a apreciação da arte nos dá!

DS no parquinho

Postado em Famílias interativas no dia 14/02/2012

No final de semana no clube eu vejo muita coisa, umas “fofas”, outras nem tanto (como um bebê de uns 18 meses pegando do chão bituca de cigarro que a mãe jogou acessa!), mas poucas me incomodam tanto, por sua frequência, quanto ver crianças ao ar livre com aparelhos tipo DS player (aquele videogame portátil).

Vejam bem, meus filhos (#aos9 e #aos11) são usuários de tecnologia móvel e eu considero que os gadgets como videogames, tablets e etc, podem ser grandes aliados na educação. Jamais cortaria estes instrumentos de ensino que aguçam a curiosidade e estimulam a rapidez de raciocínio e o pensamento lógico, mas eu não permito que eles afetem a infância das crianças. E fico sinceramente preocupada quando vejo isso acontecendo com outros pequenos.

Imaginem a cena: a família toda reuniada, ao ar livre, fazendo um churrasquinho ao lado de um super parquinho e de várias quadras esportivas, tudo em segurança, num local onde se pode soltar as crianças sem medo. Não parece perfeito para brincar até ficar exausto? Pois o que vi foram dois meninos jogando DS, cada um no seu, claro, sem qualquer atenção dos pais, tios, avós, nada, nem para dizer “larga este negócio aí e vai tomar sol, moleque!”, nadinha, só aquela solidão compartilhada que os joguinhos eletrônicos individuais jogados ao lado de alguém permitem.

E aí vejo este parquinho (que fica ao lado da churrasqueira), onde brincamos com os meninos há seis anos, e penso que “falta companhia”. Falta adultos para ensinar que brincar é ótimo e falta também estimulo à socialização.

Logo que começamos a frequentar o clube, com os meninos em primeira infância (#aos3 e #aos5), eu estranhava ver as babás com as crianças por lá. Teve fase em que a gente ia quase todo dia, eu enchia o porta-malas de coisas que eles gostavam para brincar com areia ou bola, às vezes só cordas ou “action figures”, mas sempre com o que eles queriam no dia, e passávamos horas por lá nos divertindo, tomando sol, descansando na sombra, vendo as nuvens e as copas de árvores se mexer. Não tomava tanto tempo – meia hora, uma hora e meia, o que eu tivesse livre – mas era um antídoto para o estresse do cotidiano. Tudo bem, algumas pessoas não dispõem deste tempo livre ou não têm um local assim para ir (sempre tem uma pracinha, mas não vamos entrar neste mérito), mas sempre é tempo de brincar livremente sem as “muletas eletrônicas”, não é mesmo?

Eu sinto que falta, mais do que a vontade ou o amor, é o “jeito”, o “know-how” para brincar com as crianças e para deixar as crianças brincarem. Os pais são esforçados, mas nem sempre entendem que a melhor infância é aquela vivida com pessoas -pais, parentes, vizinhos, amiguinhos da mesma idade – numa relação afetiva que nos dá e exige em troca, que nos permite experimentar, crescer como pessoa, aprender e ensinar, evoluir.

E falta também preparar as crianças para conquistarem autonomia com segurança. Sim, porque ao mesmo tempo em que desejam estar materialmente presentes, os pais parecem crer que sempre estarão lá para tudo e (triste!) que quando não estão é melhor brincar com um gadget do que com outras crianças… A melhor infância é a vivida com brincar desestruturado, na companhia de outras crianças, experimentando com segurança e acompanhamento situações diferentes que vão prepara-las para a vida. :-)

[Pelo menos foi assim aqui até eu liberar #aos11 e #aos9 para "abusar" desta piscina e destes tobogãs da foto!]

P.S. E para quem se perguntou – ou não! – os meninos nunca ganharam DS! Mas eu sei que com acompanhamento (como contou aqui a Chris Ferreira) até o DS vira um instrumento de socialização, mas eu prefiro estimular as brincadeiras tradicionais ao ar livre (e sobre os dois, vale ler este post da Elisa Araújo).

Beatles: do RockBand para o stopmotion de LEGO

Postado em Cultura Web 2.0, Famílias interativas no dia 12/02/2012

Aqui em casa tenho dois fãs de Beatles, formados, admito, pelo jogo de Wii Beatles RockBand. Foram poucos meses (porque não liberamos para jogar em dia de escola e tudo mais), mas o suficiente para que o jeito beatlemaníaco dos pais se mostrasse forte nos filhos. Ouço feliz os meninos cantarolando as músicas por aí e confesso que adoramos quando notamos que eles têm um lado mais rock n’ roll até quanto aos garotos de Liverpool.

Incorporo abaixo três vídeos nos quais está bem definida a visão dos meus meninos geeks, uma homenagem feita com LEGOs e stopmotion das canções que eles mais tocam dos Beatles – e que, coisa boa, duas são do “álbum branco”. E o melhor é que eles me ensinam sobre a história das canções porque, afeitos à pesquisa, esta geração Google e Wikipedia, nunca aceita apenas ouvir, quer saber mais e fazer muitas coisas ao mesmo tempo!

Revolution

A canção é creditada a Lennon/McCartney, porém é um trabalho basicamente Lennon/Yoko Ono que implementava a influência avant-garde nas composições de Lennon através de “Revolution 9.” Acreditando que a música era muito anti-comercial, mesmo para uma canção Beatle, os outros integrantes, principalmente Paul McCartney, realmente tentaram (sem sucesso) convencer John a não colocar essa música no disco. Já George Martin sempre admirou a música, chamando-a de “música do futuro”.

Helter Skelter

(que Enzo diz ter sido a primeira gravação reconhecida como heavy metal)

Helter skelter é o nome de um brinquedo britânico muito popular, que consiste em um tobogã em formato de espiral. Paul fala sobre no livro “Many Years From Now” de Barry Miles: “Eu usei o símbolo do brinquedo helter skelter como uma ida do topo para o fundo – a ascensão e queda do Império Romano – e esta era a queda, a decadência, a ida para o fundo. Você pode pensar que é um título bonitinho, mas é tido como referência, desde quando Manson tomou como um hino, quanto as versões que as bandas punks faziam por ser um rock sujo.” Além disso, o termo helter skelter pode significar também confusão, algazarra, desorganização.

E (minha favorita ever, tanto na música quanto neste grupo de clipes): Come together

John Lennon escreveu esta música para Timothy Leary, baseado no slogan da campanha deste para o governo da Califórnia em 1969 (Come Together, Join the Party). Tem influências da música de Chuck Berry “You Can’t Catch Me”. A letra é nonsense, sujeita a interpretações diversas.

E você, conhece outros clipes assim? E quais as suas canções favoritas dos Beatles? Conte aí!

Despedidas e o “saldo” de brincadeiras do Baú de Diversões

Postado em Artigo Patrocinado, Famílias interativas no dia 11/02/2012

Terminamos o “desafio” das brincadeiras do Baú de Diversões na semana passada e hoje cada uma das mães blogueiras - Gisele Barcellos (@kidsindoors), Monica Brandão (@comercrescer), Eliane Ceccon(@1001roteirinhos), Cybele Meyer (@educaja), Tiffany Stica (@blogdati) e eu (Sam Shiraishi @samegui) – se dispôs a contar num vídeo com suas crianças como foi este tempo juntos. Aqui em casa não teve script, nem uma conversa prévia muito elaborada, fomos relembrando, rindo, contando, acertando, errando e brincando do jeito que fizemos todas as brincadeiras que vocês podem conferir neste link.

Acredito muito no valor do brincar desestruturado, da atividade lúdica livre e criativa e foi com base nela que convivi com meus meninos em sua primeira infância, mas sempre aproveitei todas as dicas, lembranças e sugestões de brincadeiras tradicionais como as que o Baú de Diversões traz para enriquecer nosso cotidiano familiar. O resultado está aí, no vídeo no qual os meninos conversam com espontaneidade sobre as atividades que são seu “trabalho” e seu objetivo no dia a dia saudável que a infância deve oferecer.

Agradeço à Ninho Soleil pelo convite, a confiança em nos lançar como embaixadoras deste desafio e às mães blogueiras que abriram suas casas, fotografaram seus queridos e mostraram como suas famílias podem inspirar outros pais, tios e avós a sentar no chão, correr, rir e voltar a “brincar como crianças” com as “suas crianças”.

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Abaixo incorporo os vídeos das outras “famílias brincantes”:

@blogdati:

@comerparacrescer:

@kidsindoors:

@1001roteirinhos:

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Qual a idade certa para pegar ônibus e metrô sozinho?

Postado em Cidadania e politica, Famílias interativas no dia 09/02/2012

Hoje disse “bom dia” no perfil de Twitter (@maecomfilhos) para quem acorda cedo porque o filho estuda de manhã. Minha xará respondeu que estava acordada desde as 5h30 porque o filho de 14 anos está na escola técnica e tem que pegar metrô super cedo.


“@samantha27555, me conte uma coisa: #aos14 já usava metrô sozinho antes? Qual a idade para esta liberdade?”

 

Como ontem foi o primeiro dia em que meu filho de 11 anos voltou sozinho (a pé) da escola, fiquei a me questionar quando será a idade em que a gente confia para usar ônibus e metrô.

São problemas de quem mora em cidade grande, mas coração de pai e mãe não muda tanto… No entanto, os tempos mudam. Eu fui a pé para escola desde os 7 anos e usava ônibus com 13. Aos 15 viajava sozinha (era do Interact Club e tinha eventos, além de ter que visitar minha mãe em outra cidade), mas não sei se me sentiria bem para liberar assim.

No entanto, confesso, senti orgulho do meu filhote por ter voltado da escola sozinho, em segurança, confiante e por ter passado bem a tarde sem mim. Não é exatamente isso que desejamos para os filhos que “criamos para o mundo”?

Como foi por aí? Agradeceria se outros pais mais experientes me contassem com foi em suas famílias com a geração atual.

Uma mudança na forma como adquirimos, repassamos e nos empoderamos do conhecimento #educaparty

Postado em Cultura Web 2.0, Famílias interativas, Todos pela educação no dia 09/02/2012

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Uma mudança na forma como adquirimos, repassamos e nos empoderamos do conhecimento é o que a tecnologia traz à educação.

Os professores e pais estão prontos para esta relação mais igualitária com as crianças?

O debate no qual estarei hoje me faz rever estes conceitos. Siga no streaming da Campus Party ou no #educaparty.

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Educação, Tecnologia e… Familia! #educaparty

Postado em Cultura Web 2.0, Famílias interativas, Todos pela educação no dia 08/02/2012

Lembram que comentei que estaria na área de Mídias Sociais da Campus Party 2012 para concluir o debate que o apagão do ano passado gorou? Nesta quinta, a partir das 9h30, o tema será A educação vai se reeducar? Alunos x Professores – Academia x Mercado e a forma como a internet facilitou o acesso à informação e as redes facilitaram a troca de conhecimento. Uma discussão sobre as medidas que estão sendo adotadas por professores e instituições para acompanhar essas mudanças na qual estarei com Priscila Gonsales (@prigon), Luiz Algarra (@lalgarra), Maurício Curi (@mauriciocuri) e Mila Gonçalves (@miladatgon).

Este debate acontece na área fechada e exclusiva para campuseiros (os previamente inscritos no evento), mas você pode acompanhar ao vivo no streaming aqui http://live.campus-party.org/live/load/id/5.

E algumas atividades também ligadas à educação estão acontecendo no #EducaParty hoje:

  • 15h – ProjetoOCA compartilhando vivências sobre o “Uso das tecnologias na educação de jovens em comunidades”. Este trabalho é super interessante. E se você já quer conhecer um pouco deste Projeto pode acessar o blog.
  • 15h30 – Diário da Colônia que desenvolve Oficinas com presidiários do semi-aberto do Parada Neto em Guarulhos. Incrível este trabalho. É cidadania pura!
  • 16h Desconferência abordando as experiências relatadas sobre educação transformadora e cidadania, além dos tópicos sugeridos pelos inscritos sobre TICs na Educação, Educação nas Nuvens, Redes Sociais na escola e muito mais.

Você não tem convites? Mesmo assim vale a pena ir lá se você tiver condições de ir. O Cubo de Conteúdo que é na área aberta (e tem ar condicionado, risos!) e nos stands várias marcas oferecem oportunidade de conhecimento e entretenimento digital. E para os ligados à educação que não conseguiram comprar o ingresso, mas que se programaram para participar do EducaCamp, a equipe promete um encontro similar na parte de fora aonde estão os expositores do Campus a partir das 18 horas.

OMG, minha mãe tá na internet!

Postado em Cultura Web 2.0, Famílias interativas no dia 07/02/2012

Começa oficialmente  na segunda – e na prática na terça, 07/02 – a quinta edição da maior festa geek do Brasil, evento que eu chamo de “congresso” da minha nova profissão porque reune o que há de melhor no capital humano das novas mídias.

Falei minha profissão? Pois acho que está se tornando mais do que minha!

Além da surpresa que tive nesta segunda ao me deparar com a cobertura animada que a Folha de S. Paulo (tradicional jornal brasileiro, que se rende à internet, mas não era tão “novas mídias” assim), nesta edição do evento do qual participei como debatedora ou moderadora desde 2009, eu estarei compondo uma mesa com meu filho de 11 anos.

O tema me levou a algumas piadas porque, aqui em casa, seria “socorro, meu filho está na internet”, mas traz em si o debate da troca intergeracional que as redes sociais trazem e que eu creio (e grito aos 4 ventos há anos) que é a grande chance de aprendizado colaborativo da web.

Então que tal aproveitar e conferir um pouco da Campus Party? Nosso debate será na área aberta e não exige convite ou credencial! Basta chegar lá um pouco antes (o debate começa as 17h, legal chegar umas 16h para dar uma volta e ainda conseguir lugar no Cubo de Conteúdo).

Nos vemos lá? Olha só como vai ser interessante!

OMG, MINHA MÃE TÁ NA INTERNET!

Pode ser pra repassar powerpoint de gatinhos, ficar nas redes sociais, jogar games ou baixar padronagens de tricô…. do mocinho à vovó, todo mundo está usando a internet! Mas o que acontece quando você começa a cruzar sua mãe nas redes sociais ou sua vó comenta coisas fofas no seu blog? Com mediação de Flavia Penido (advogada e autora do blog LadyRasta), a blogueira Sam Shirashi levará seu filho Enzo (de 11 anos, autor do blog Verparacrescer.com.br) e, ao lado de Mafê Bastos (produtora musical), sua filha Estela Mello e sua mãe Mariliana Pieroni, vão conversar sobre como é conviver com a família na web. Quer compartilhar algum caso engraçado que rolou com você? Mande pra gente via tuiter com a hashtag #cubovivo.

E para quem não puder ir, tem streaming gratuito aqui http://cubodeconteudo.com.br

Na Campus Party 2010, Sam Shiraishi (@samegui) e os meninos @enzobuzz e @giorgio_bros sendo entrevistados na TV Cultura pouco antes de criarem o blog Ver para crescer

Na Campus Party 2010, eu e meus filhos @enzobuzz e @giorgio_bros sendo entrevistados na TV Cultura pouco antes de criarem o blog Ver para crescer. Lá se vão dois anos e muito aprendizado sobre o uso de redes sociais em família! E foi neste ano que moderei o painel no qual Mafê e sua filha Vitória estavam!

P.S. Este assunto estará em outro debate do qual também participarei com meu filho (vejam só!), no evento ligado ao Dia Mundial da Internet Segura. Neste ano, o tema da campanha mundial destaca a importância do aprendizado inter-geracional para uma navegação seguraSe o assunto for do seu interesse, veja aqui como apoiar e como participar dos eventos como o debate no qual estaremos na sexta, dia 10, de 9h30 às 12h, no Auditório da Procuradoria Regional da República 3º Região de 9h30 às 12h (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 202).

[update] O video está disponível aqui http://cubodeconteudo.com.br/VideosAnteriores/Detalhes/10 [/update]

No blog de @prittbr: Quando começar a falar de sustentabilidade com as crianças?

Postado em Artigo Patrocinado, Ativismo Social e Sustentabilidade, Famílias interativas no dia 06/02/2012

Primeiro post da minha volta à @prittbr: Quando começar a falar de sustentabilidade com as crianças? http://bit.ly/pritt1

Primeiro post da minha volta à Pritt: Quando começar a falar de sustentabilidade com as crianças?

“Um momento excelente para conversar sobre estes temas é quando estamos passeando, seja numa viagem ou num pequeno tour pela cidade onde moramos. Gostamos de ir a exposições e teatro (meus “artistas” adoram ver obras e se inspirar para as criações que fazem em casa, sobre as quais falarei muito aqui) e igualmente de viajar e conhecer novos lugares e culturas. E nestes momentos em que estamos juntos vamos falando de temas importantes para a formação deles, como a diversidade cultural, o respeito ao meio ambiente, a forma como o homem pode interagir com os espaços de forma construtiva e harmônica.”

Leia o post completo lá e acompanhe o espaço no qual escreverei quinzenalmente sobre Sustentabilidade e Manuabilidade!

P.S. E por que volta? No verão de 2010/11 eu fui a Madrinha da Causa Criatividade é o que se usa para construir pessoas, promovendo a aproximação da marca com mães e pais blogueiros. Saiba tudo desta experiência adorável clicando aqui.

Canções de brincar em ritmo rock’n roll #BauDeDiversoes

Postado em Artigo Patrocinado, Consumo de Cultura, Famílias interativas no dia 27/01/2012

“@gra_flor: “Uma casa sem musica é como um corpo sem alma” Dom Bosco”

Estive por uns dias com minha irmã Tiffany, que também participa das atividades do Baú de Diversões de Ninho Soleil, e aproveitamos para fazer muitas das brincadeiras com os três primos reunidos. Nossa ideia era reunir também Pedro, filho da Eliane Ceccon, que mora na mesma cidade, mas acabamos não planejando com antecedência (esse meu jeito de adorar improviso nem sempre funciona com os amigos!) e perdemos a chance! Nos divertimos tanto que tanto eu quanto a Ti nos desligamos de postar sobre as brincadeiras, pode? Acho que pode sim! Afinal, a ideia é brincar muito, aproveitando o tempo livre com as crianças e, acima de tudo, criando oportunidades para que eles descubram novas atividades ou, como aconteceu com os primos mais velhos e o mais novo, redescobrir brincadeiras com um novo olhar.

Refizemos as brincadeiras de Castelo de Areia, Bomba na piscina, Bola, Estátua, Fantasias e, desta vez, por conta da chuva, faltou Desbravar a Floresta (do Campo de São Bento, programa que faríamos com Eliane e Pedro). E nós também fizemos Ciranda, Cirandinha com os bonecos! Menino também brinca de roda, sabiam? Os meninos relembraram como era divertido, mas, vejam só, quando eu comentei com eles (no vídeo) sobre a Dona Aranha, eles “fingiram” não lembrar… risos. Nesta fase final das atividades de Ninho Soleil (testamos quase tudo, ufa!, foi uma maratona deliciosa) eu reitero uma ideia que norteou minha vida nesta primeira década como mãe e deixo como conselho para todos: aproveitem cada dia e não deixem para amanhã!

Lembro com carinho de cada uma das inúmeras vezes que brincamos de Dona Aranha e Ciranda, Cirandinha, Corre Cotia (e Marcha Soldado, que era mais coisa do Papai, que tem mil fotos fazendo continência na infância!) e sei que, no coração deles está presente esta lembrança de afeto e diversão – mesmo que, como no vídeo, eles digam que não lembram do que vai parecer “um mico” para meninos grandes! (risos) [video] E por falar na Dona Aranha, é uma das minhas cantigas favoritas porque até os bebês podem participar, é teatral e pode ser cantada por uma criança sozinha, por um grupo ou por um adulto e uma criança, interagindo.

A dona aranha subiu pela parede. Veio a chuva forte e a derrubou. Já passou a chuva, o sol já vai surgindo. E a dona aranha continua subindo. Ela é teimosa e desobediente. Sobe, sobe, sobe e nunca está contente.

É muito fácil brincar e ajuda a reforçar laços afetivos e a desenvolver memória.

Sente uma criança no colo, de frente ou de costas para você. Enquanto cantam, caminhe com os dedos, subindo pelo braço da criança, como se fosse a aranha da música. Quando chegar à altura das axilas, faça cócegas. A criança vai adorar e pedir para repetir a música muitas vezes.

E o rock’n roll do título? Vejam o vídeo!

Curtiu? Então entre na brincadeira também!

Esta brincadeira faz parte das sugestões do baú de diversões de NINHO Soleil . Fica aqui o convite para você acompanhar as atividades de todas as mães blogueiras que assumiram o compromisso de abrir o Baú de Diversões nas suas casas e contar em seus blogs sobre as brincadeiras nas suas famílias: Gisele Barcellos(@kidsindoors), Monica Brandão(@comercrescer), Eliane Ceccon(@1001roteirinhos), Sam Shiraishi(@samegui), Cybele Meyer (@educaja) e Tiffany Stica (@blogdati).

Acompanhe a gente e siga a hashtag #baudediversoes. E não deixe de contar aí nos comentários, no Twitter ou no seu blog quais são as suas atividades favoritas.

P.S. Meu sobrinho Caio ama música desde que nasceu, é uma criança muito, muito musical. Os primos, embora tenham sido ligados à música “desde sempre”, por conta do nosso estímulo e apoio, descobriram mesmo o prazer da relação com esta linguagem universal quando começaram a fazer aulas de música. Mas, como diz meu filho caçula, “nada de aula chata, música é aula divertida!” e eu devo este sentimento dele a uma professora que responde por esta disciplina na escola deles (Música faz parte da agenda do colégio mesmo no ensino fundamental, felizmente). Professora Loriane, que é um doce de pessoa (mesmo!), passa para eles os princípios musicais de forma carinhosa e leve. Menos afetuoso, mas muito divertido e capaz, o professor Anselmo chegou no ano passado para trazer os fundamentos da execução musical com aulas de flauta, canto e violão. O resultado, pelo menos para nossa família, é uma casa na qual se canta e toca o tempo todo! Delícia, não é mesmo?

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