Planos infalíveis de meninos na escola
Postado em Famílias interativas no dia 11/04/2012
“Mamãe, você pode voltar mais tarde? Estamos fazendo um planejamento muito importante para nossos projetos em vídeo.”
E eu, além de concordar, fico tirando fotos à distância e agradecendo por este ambiente saudável em que brincam, desenham e criam planos infalíveis depois da aula acabar!
P.S. O “voltar” foi porque o irmão, que já está no Fundamental 2, tinha uma aula a mais!
Meus videogames eram assim…
Postado em Famílias interativas no dia 04/04/2012
Meus videogames eram assim…
E notem como são os da geração dos meus filhos…
Uma comparação rápida me faz pensar duas coisas: eles não terão paciência para esperar nada e as recompensas terão que ser sempre em moedinhas!
#prapensar
Pais, filhos e a educação 2.0
Postado em Cultura Web 2.0, Famílias interativas, Todos pela educação no dia 28/03/2012Como é o mercado das novas mídias no nordeste do Brasil?
Creio que depois do fenômeno da Luisa no Canadá todo mundo se perguntou como os virais, as notícias sérias e as novidades tecnológicas estão sendo recebidas Brasil afora, mas especialmente no Norte e Nordeste, que têm uma cultura viva, mas também muito diferente do modelo do sudeste.
A partir desta quarta-feira eu e uma porção de players de mídia social de todo país estaremos reunidos em Fortaleza para pensar, falar, elocubrar e profetizar sobre o tema no Desencontro, evento de mídias sociais que acontece pela segunda vez na capital cearense e que tira o debate sobre os negócios da web 2.0 do famoso eixo Rio-SP.
Estou em Sampa, mas sou do sul e sei que as coisas ainda parecem acontecer só onde estão as grandes agências e as empresas maiores têm suas sedes. Mas não é bem assim (felizmente!) e me agrada saber que estaremos lá para mostrar vários sotaques e muitas visões da forma como as mídias sociais se firmam no nosso país.
Neste ano, tive a honra de ser convidada pelo curador do evento Alexandre Inagaki para moderar o painel “Pais, Filhos e a Educação 2.0“. Estarei lá em nome do A Vida como a Vida Quer com Elisa Araújo (Crianças & Mídia), Humberto Oliveira (O Buteco da Net), Paula Naddaf (Desde a Barriga), AJ Freire (@NerdPai) e Maísa Vasconcelos (TV Diário), conversando sobre a realidade que nós, pais, vivenciamos no cotidiano, além de divagar sobre as expectativas que temos como produtores de conteúdo, todos heavy users e early adopters das tecnologias que estão mudando a educação em ritmo acelerado e incessante.
Escolas já começaram a trocar livros e cadernos de papel por tablets. Neste cenário em que a internet é uma enciclopédia quase infinita de conhecimentos, mas também de boatos, bobagens e pornografias, como educar jovens a filtrarem o que há de bom na rede? Blogs e redes sociais como Twitter, Instagram e Tumblr podem ser usadas para disseminar conteúdos educacionais? Quando a privacidade caminha para se tornar um conceito quase abstrato, como prevenir filhos dos riscos e consequências do “sexting” e dos atos de compartilhar fotos, vídeos e informações pessoais em ambientes virtuais?
Como podem ver no vídeo, o Desencontro é um evento fora do padrão da tecnologia e dos negócios, mas que promete levar a espontaneidade e a irreverência criativa das novas mídias para Fortaleza de 29 a 31 de março.
A programação é tão variada que com certeza você vai encontrar alguma coisa muito interessante para assistir ao vivo (se estiver lá) ou acompanhar por streaming neste link.
Mãe de adolescente sofre…
Postado em Famílias interativas no dia 28/03/2012Hoje me sinto oficialmente mãe de um adolescente… filho está num mau humor imenso porque “tem que viajar” pra Fortaleza comigo e vai faltar aos compromissos da escola (leia-se a segunda etapa da gravação na RedeTV do novo programa Estação Teen).
Chegou o tempo em que nada é bom o suficiente e que conviver em família “é um saco”?
Fico deprê ou me alegro porque a natureza segue seu curso? Confesso que estou muito dividida!
P.S. Detalhe: vejam na foto o Beach Park no qual meu filho reclama que será “forçado” a ficar em dois dias da viagem…
Pedal ou Graffiti?
Postado em Cidadania e politica, Famílias interativas no dia 24/03/2012
Neste final de semana tentamos ter um pouco dos dois e enganar a promessa de chuva em Sampa para sair um pouco para pedalar e também temos uma sessão de fotos para a revista Por Exemplo, na qual estaremos numa matéria sobre Educação Cultural em família.
Na entrevista falamos de tanta coisa, eu e Gui, que a repórter acabou deixando ideias malucas para o pessoal que produz as imagens: tocar violão ou fazer graffiti? Montar colagem é arte, tanto quanto visitar museus?
Vamos fazer várias cenas que refletem a forma como “ensinamos” e “aprendemos” a consumir cultura em família.
E por falar em graffiti e bicicleta, deixo com vocês uma ideia surpreendente:
O Studio Gelardi (de Nova York, EUA) se reuniu com o projeto Contrail de arte pública e criou pinturas inusitadas feitas com os pneus das bikes. Enquanto o ciclista pedala, a roda traseira vai deixando um rastro de pó de giz de várias cores. Nada que depois não seja “lavado” com uma boa chuva e que acaba ajudando a tornar o ciclismo mais seguro, demarcando a presença dos ciclootimistas.
Confesso que fiquei com muita vontade de ter!
Por exemplo…
E se você não conhece, vale visitar o site e saber mais da revista Por Exemplo, que é um projeto social. Seu preço de capa, R$ 2,50, descontados os impostos, é integralmente doado para projetos educacionais, como as ONGs Parceiros da Educação e Todos Pela Educação. Lançada em setembro de 2011, é vendida exclusivamente na rede de supermercados e drogarias Extra. O legal é que a revista conta histórias incríveis de gente comum, pessoas que venceram grandes dificuldades, famílias que buscam as melhores maneiras para educar os filhos, vizinhos que transformam seus bairros, gente que em gestos simples constrói um mundo melhor.
Você comenta com seus filhos os livros que está lendo?
Postado em Consumo de Cultura, Famílias interativas no dia 14/03/2012Num almoço de final de semana conversava com o filhote sobre os livros que estamos lendo e logo depois não resisti e postei uma passagem da conversa com ele no Twitter.
“Contei algumas das (menores) crueldades de #GuerraDosTronos pro #aos11 e ele compara: é como o Negrinho do Pastereio do Câmara Cascudo!”
Uma mãe blogueira me respondeu que não vê a hora de ter papos assim com os filhotes. E eu lembrei como aqui a gente começou cedo porque as leituras sempre foram tema dos almoços e jantares em família.
E não tem hora para começar. O mais velho, #aos2 já adorava ouvir as historias de heróis dos livros da mamãe (na época, em repouso na gravidez do caçula, eu li O senhor dos anéis e Musashi, dois épicos) e as aventuras dos personagens eram contadas e recriadas nas brincadeiras e desenhos tanto quanto os clássicos infantis (de um ano e meio aos dois anos ele amava contos de Grimm e afins).
Hoje vejo como esta conversa boa e a naturalidade com que a leitura “invade” nosso cotidiano ajuda #aos11 a ser um leitor voraz, mas não encontrei ainda o jeito de animar #aos9, que prefere ler com companhia, em voz alta, interpretando e criando ações para tudo. Neste universo criativo, apesar de incrível e maravilhoso, raramente os livros são lidos até o fim e quase sempre servem apenas como ponto de partida para novas interpretações.
Eu não corto, nem forço nada, mas ainda tenho esperança de que a leitura contemplativa e de estudo encontre um jeito de conviver em harmonia e equilibro com a criatividade e a invencionice!
E aí, conte você também, como a leitura dos pais influencia o cotidiano da familia?
P.S. Sempre vale lembrar: no blog Pequenos Leitores nossa família (e a de outros leitores apaixonados como @blogdati @vivianevivis @cris_guimaraes @alinekelly @smiletic, entre outros) contamos dos livros que estamos lendo juntos. E temos uma comunidade e fanpage no Facebook também.
Como o amor é generoso
Postado em Famílias interativas no dia 11/03/2012Nesta semana as mamatracas perguntavam se conseguimos amar o segundo filho como amamos o primeiro, afirmando que este é um receio das mães de mais de um filho. Creio que é uma dúvida que só existe no coração das mães de um filho porque quem tem mais de um sabe como é o amor é generoso.
Como falei lá, a gente “se apaixona” por cada um, tb não gosto da idéia de que “amor se múltiplica e dá conta de todos” parece coisa de “‘mais água no feijão”… Creio que passamos a amar mais de uma pessoa com grande intensidade e sem sentir que estamos “traindo” o ser amado por isso.
Por isso eu disse que a gente “fall in love” por pessoas diferentes. E se apaixonar é o melhor jeito de explicar este amor, porque ao ter filhos a gente assume um “blind date”, é uma escolha sem escolha, não temos segurança do que será, como será, quem será, mas amamos loucamente assim mesmo!
Merenda vegetariana: opção dos pais X direito da criança
Postado em Cuidando da Casa, Famílias interativas, Todos pela educação no dia 09/03/2012
Imaginem a situação: sua família tem uma opção por alimentação estritamente vegetariana e você cria seu bebê até os três anos com estes hábitos. Daí, ao entrar na escola, a criança é proibida de manter a alimentação vegetariana. O que parece uma história é a realidade enfrentada por uma família espanhola.
O Departamento de Educação do Governo Vasco (Espanha) nega a uma menina de três anos de idade a possibilidade de comer de forma vegetariana no refeitório de sua escola. A ação contraria medidas determinadas pela família da criança, com o apoio de pediatras.
O assunto traz à tona o debate acerca do direito de escolha dos pais e da obrigação do Estado de garantir seu bem-estar, tema discutido internacionalmente sobre as vacinas obrigatórias e a presença das crianças na escolas (homeschooling e unschoooling).
O pai da criança espanhola alega que a criança e obrigada a comer carne e peixe, apesar dos pedidos que a família fez em diversas instâncias governamentais para que ela seja liberada para uma alimentação diferenciada. Os pais da menina afirmam que “a opção e o direito de comer de forma vegetariana não é um modismo, e tampouco por ser minoria deve ser marginalizada“. Além disso, afirmam que eles foram obrigados a mostrar um atestado médico, “como se o vegetarianismo fosse uma doença.” O Departamento de Educação respondeu a este pedido com uma negação geral que diz que “a composição do menu é o mesmo para todos os alunos exceto nos casos de intolerâncias, alergias e doenças”…
Independente de discutir quem está com a razão (nem me atrevo a entrar no mérito), deixo para todos a pergunta: onde acaba nosso direito como pais e começa o direito à melhor condição de vida dos filhos? E onde mora o dever do Estado de prover as melhores condições e usar sua força para que a criança tenha tudo atendido a contento, segundo suas normas e o status quo?
Não sei ainda, mas gostaria muito de ler a opinião que vocês, queridos leitores, têm sobre o tema!

E, para quem pensa que o vegetarianismo nas escolas está longe da nossa realidade, uma dica: no dia 16/04/2012 a Câmara Municipal de São Paulo recebe, no Auditório Prestes Maia (Plenarinho), o Seminário Merenda Escolar Vegetariana. O encontro objetiva debater a alimentação vegetariana como opção saudável, sustentável e ética para alunos de todas as faixas etárias em todos os níveis (creches, ensino fundamental e médio, universidades etc.) com fundamentação, experiências e estudos de caso sobre o tema. Estarão persentes Alexandre Schneider (Secretário de Educação de São Paulo), Roberto Trípoli (Vereador na Capital), Eduardo Jorge Sobrinho (Secretário do Verde e do Meio Ambiente), Beatriz Tenuto (Mestre em Nutrição Humana pelo PRONUTRI/USP) e Eric Slywitch (Diretor do Departamento de Medicina e Nutrição da SVB).
P.S. E, me antecipando às críticas, eu não sou vegetariana. Mas fui, durante toda minha adolescência e desde criança tenho uma alimentação pouco dependente de carne e leite, e aprendi com esta vivência que há grandes ganhos na mudança alimentar, mas ela tem que ser feita com acompanhamento de um nutricionista especializado (se possível um nutrólogo) e os ambientes nos quais a pessoa está devem ser ajustados ou sua alimentação cotidiana frequentemente complementada. Vegetarianismo não é crugivismo nem macrobiótica, tampouco uma preferência por saladas, envolve uma rotina alimentar específica e equilibrada e devemos nos educar para fazer esta escolha que é (sem dúvida) saudável, mas muito exigente!
Da experiência que tive (fui vegetariana dos 12 aos 19 por influência/imposição materna, fruto de uma escolha religiosa passageira dela), eu me coloco contra este pátrio poder sem limites. Me custou imenso desgaste físico e intelectual a opção sem orientação e devo minha “sobrevivência” ao meu pediatra, pois estive na casa dele uma vez (para “brincar” com a filha, eu já tinha uns 15/16) e ele que me recomendou buscar ajuda nutricional. Na ocasião meus pais eram divorciados e eu já morava com meu pai, mas ele não conseguia me demover da ideia do vegetarianismo, tampouco sabia me orientar sobre a reposição nutricional.
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Quero me desculpar porque em comentário hoje neste post me pareceu que eu me expressei mal sobre os nutricionistas e nutrólogos. Quando adotei a dieta vegetariana quem me atendeu (e muito bem) foi uma nutricionista, recomendação do meu pediatra. Recentemente, participando do projeto Operação Biquíni, foi também uma nutricionista, Maria Fernanda Elias, quem nos atendeu imensamente bem, apoiando-nos nos esforços de cuidar da saúde começando por um reajuste dos hábitos alimentares.
É que depois dois dois anos atuando no Mãe com filhos (blog quer foi descontinuado, mas era um projeto que incluía nutrição infantil) com o Dr. Carlos Nogueira, pediatra e nutrólogo, acabo pensando neles como apoio para os pais sobre a alimentação dos filhos.
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A história da cegonha e porque cuidar de quem se ama desde cedo ensina valores
Postado em Artigo Patrocinado, Famílias interativas, Saúde e Bem Estar no dia 05/03/2012Ter filhos é reaprender a dar valor e tomar cuidado com as mínimas coisas da vida. Ao mesmo tempo em que a gente revê conceitos, descobrindo no convívio com a pureza de sentimentos deles, como coisas pequenas e simples do cotidiano são cheias de valor, relembramos dos cuidados básicos com a vida humana, detalhes que vão além dos grandes feitos e que são o diferencial para uma vida feliz.
Dentre estes cuidados, o primeiro que a gente aprende é com a pele do bebê e, garanto, é um cuidado que acompanha a relação de pais e filhos para sempre. Se o tempo das fraldas passa rápido, a afetividade do cuidado não. Sempre fui muito ciosa dos cuidados com os meus meninos e tinha certo orgulho da pele saudável deles, resultado de atenção constante que eu e meu esposo sempre tivemos com eles – sim, os pais, felizmente, estão cada dia mais presentes em tudo e são ótimos trocadores de fralda se a gente deixa que pratiquem!
Agora, com dois mocinhos em casa, ainda vejo este cuidado neles quando estamos na praia ou piscina, cuidando um do outro no sol do verão, ou no inverno, quando a pele pede hidratação extra. Ao notar a forma como gostam dos meus cuidados, sem se esquivar de manter a saúde (coisa de homem, né?) e ao mesmo tempo se preocupam comigo, noto que ensinamos bem e que a mensagem enviada lá, nos primeiros cuidados das trocas de fraldas, valeu muito!
E se você está na fase dos bebês e das fraldas, aproveite muito e curta seus pequenos! Mas não descuide da pele, no verão ou no inverno, hein?
Bepantol® Baby dá uma força pra você e seu bebê ajudando na proteção diária contra assaduras, vá até o site www.cegonhasexpress.com.br e conte “Por quê não posso ficar sem Bepantol® Baby?” – a mãe que enviar a melhor resposta será selecionada para participar, junto com seu bebê, do filme da cegonha atrapalhada. A produção virará filme para TV.
Corre lá e participe!
P.S. O vídeo da campanha de Bepantol® Baby mostra cegonhas e bebês, você sabe de onde veio esta relação? A lenda é escandinava e alguns estudiosos afirmam que a a forma das mães explicarem para as outras crianças que a família aumentara. A escolha da cegonha como símbolo se relaciona à sua docilidade e seu jeito protetor, pois a ave dedica atenção especial e carinho às doentes ou mais velhas.
Conversando a gente se entende – e se ajuda!
Postado em Cultura Web 2.0, Famílias interativas no dia 29/02/2012
Uma das melhores coisas das redes sociais e da web 2.0 é a possibilidade de trocar ideias com outras pessoas sobre assuntos que nos interessam. Sempre comento isso com quem ainda não se rendeu às novas mídias e comento que é a “pracinha” onde a gente se encontra, conversa, aprende, ensina e, no caso dos pais, coruja! Como os pais e mães atuais contam cada vez mais com os amigos de redes sociais para compensar que a cada dia contam menos com uma “rede de apoio familiar” (a vó, a tia, aquela prima que tem filho da mesma idade) para tirar dúvidas e fazer companhia.
Por crer nisso e usar muito as redes para este propósito desde que me tornei “mãe blogueira” e participante ativa de grupos online de pais (isso lá em 2004!), gostei muito quando me convidaram para conhecer e contar para os leitores do blog sobre um novo aplicativo da JOHNSON’S® baby Mimo.
Na área Perguntas e Respostas participamos de discussões sobre cuidados com o bebê, dúvidas sobre maternidade, troca de dicas de produtos e todo tipo de assunto relacionado ao seu pequeno.
Cuidar do seu filho pode ficar ainda mais fácil com a ajuda de outros pais e mães espalhados pelo Brasil.

Eu aceitei o convite que dizia para fazer suas perguntas e compartilhar conhecimento participando das discussões, deixando a minha dúvida que foi tema de um post no blog recentemente:
Está certo deixar as crianças levarem DS para todo lado? Tenho me incomodado muito quando vejo crianças deixando de lado o parquinho e a piscina do clube onde vou para jogar no DS! O que vcs acham?
Aproveitei para também dar meus pitacos em algumas perguntas do Fórum e para chamar amigos para opinarem sobre o tema que levei para lá! Espero que a gente também se encontre e troque ideias, aprenda e ensine muito no JOHNSON’S® baby Mimo!

P.S. Para ficar ainda melhor, o aplicativo funciona tanto no Facebook quanto nas plataformas mobile de Apple e Android!
Hora de aventura com #aos9
Postado em Consumo de Cultura, Famílias interativas no dia 27/02/2012Que milagre: estou vendo com #aos9 o segundo desenho animado com imaginação e jeito de infância – e sem efeitos especiais ou menções a marcas, duas coisas que estão sempre presentes na TV infantil ultimamente.
O desenho nem é super divertido para um adulto, mas tem aquele jeito simples dos desenhos da minha infância. Que maravilha ver isso.
E o nome? Hora de aventura.
P.S. A história: Finn e Jake percorrem a Terra de Ooo em busca de alguma aventura com ajuda da Princesa Jujuba e sua leal parceira Lady Rainicorn para deter o mal e impedir que o Rei Gelado capture princesas para se casar. Precisa de mais do que isso para divertir crianças?
[update] Vídeo do primeiro episódio para quem ficou curioso:
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