10 coisas que mudei depois que virei pai (por @hdiener) #SemanaDosPais
Postado em Famílias interativas no dia 01/08/2011Eu conheci Hilan, Luíza e Benjamin quando fui convidada a ser uma das madrinhas virtuais do Chá de Bebê deles. A ação, tão divertida e animada quanto eles me parecem ser (infelizmente, ainda não desvirtualizamos a amizade, mas os gentis afilhados até convidaram a madrinha aqui para um café quando estive na sua terra, Brasília), me permitiu ver outro lado da paternidade, mais solta e ao mesmo tempo tão compromissada quanto a que a gente espera. Ao reunir os pais que escreveriam aqui no @avidaquer nesta semana (homenagem aos novos pais que eu creio, estão todos por aí, sem contar que fazem tudo que os pais blogueiros assumem fazer), Hilan foi o primeiro nome que me veio à mente.
Divirtam-se abaixo com o texto dele (que preservo em tudo, inclusive nas frases começando com letras minúsculas) e não deixem de visitar o blog, que está listado na assinatura, ao final do post.
“quando nasce um bebê, nasce também um pai e com isso muitas coisas mudam e outras coisas se vão. nestes oito meses de vida do benjamin, percebi que estou diferente. eis abaixo algumas coisas que esse pequeno transformou em mim:
1) penso quatro vezes antes de pedir demissão
já pedi demissão 2 vezes na vida. é algo assim libertador e poderoso. quando se é jovem e sem ninguém para sustentar parece tão mais fácil abrir mão de tudo e mandar seu chefe ir catar coquinhos. mas com benjoca na área, acho que fiquei mais cauteloso.
2) não consigo mais ler/ver notícias trágicas envolvendo crianças
dia desses aqui em brasília uma garotinha morreu afogada num espelho dàgua de uma escolinha. fiquei super abalado com a noticia. era como se conseguisse sentir o que os pais estavam passando. sinto compaixão profunda que não sentia antes. é só comigo?
3) gratidão pelas noites mal dormidas
toda vez que acordo no meio na noite para ficar com o benjamin ou bem cedinho, 5h30 da matina, fico pensando nos meus pais, imaginando quantas vezes eles ficaram horas sem dormir por minha causa e o sacrifício que eles fizeram para eu chegar até aqui.
4) não me imagino mais em shows de rock
ano passado teve show do smashing pumpkins. como eu ouvia isso! meu deus! eu e meus amigos eward e robson ouvíamos isso até o ouvido sangrar na maior altura! eles foram ao show e eu fiquei.
depois, numa conversa, disse a eles que não me imagino mais num show de rock. acho que fiquei velho mesmo. mas aí lembrei que na verdade é que há 10 anos atrás eu ficava na muvuca, pulando, fazendo mosh e essas coisas. hoje, se eu fosse num show de rock, só mesmo na área vip.5) atravesso na faixa
aqui na capital tem uma lei que os motorista são obrigados a parar na faixa. é só chegar, parar, acenar com o braço e eles param! mágico não? se não acredita tem vídeos no youtube para comprovar.
desde que o benjamin nasceu, não me arrisco mais a atravessar a rua feito um doido, correndo entre os carros.6) novos conhecimentos
sei manusear um ultra moderno nebulizador e com ótimos resultados. sei que o bebê esta com febre apenas medindo com a mão.
7) maior susto da vida
já desci de rapel no buraco das araras, 80 metros de altura e isso não foi nem cosquinha do susto que passei quando meu filho teve duas convulções febris. adrenalina pura. medo de verdade, mas agora tá tudo bem. graças a Deus.
8 ) musica de brinquedo
ouço mais esse cd aqui do que esse aqui
9) paternidade guela abaixo
ser pai é lutar para ser pai. a impressão que dá é que estou lutando contra uma onda. as pessoas ainda ficam relutantes ou desconfiadas da competencia paterna. tá certo que não somos iguais as mães, mas não precisa esculaxar né? com diz o Renato kaufmann: PAIS ZUMBI-VOS!
10) amo mais
não importa a hora, local e ocasião, toda hora é tempo de amar. esse pequeno deixou meu coração mole. às vezes estou no trabalho e penso no seu sorriso. aquele sorriso que desmancha todo cansaço, sono e preguiça. um sorriso dele faz meu mundo mover-se.”
Hilan Diener (@hdiener), 30 anos, pai do Benjamin e marido da Luiza, é diretor de arte em Brasília e escreve na coluna potencial paterno do site www.potencialgestante.com.br
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Leia todos os posts do especial de pais blogueiros: (more…)
Blogs paternos – para pensarmos juntos #semanaDosPais
Postado em Famílias interativas no dia 01/08/2011“Os homens têm experiência de séculos a mais que as mulheres em: malsentir, antever e precaver. Quando levadas ao mundo do trabalho “masculino”, as mulheres aceleram seu desenvolvimento nessa mesma direção e, dessa forma, as crianças estão deixando de aprender a amar, ou, ao menos, se afeiçoar.”"
Carlos Messa
(no livro O Poder dos Pais no desenvolvimento emocional e cognitivo dos filhos)
O trecho do livro é um convite para pensarmos juntos e um aviso de que nesta semana teremos “guest posts” de alguns pais no @avidaquer. Estou feliz porque Nerd Pai (O parto do Padawan em livetweeting), Renato Kaufmann, Rafael Noris (O pãe que o diabo tentou amassar), Flavio Salles e Hilan Diener (10 coisas que mudei depois que virei pai) já aceitaram o convite – e espero que Cristiano Santos também aceite.
Você lembra de outros pais blogueiros?
Não se faça de rogado, compartilhe nomes e links aí nos comentários, será uma honra convidar novos autores, valorizar os pais que postam sobre sua vida com os filhos e divulgar blogs interessantes.
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Que honra! O autor da frase (e do excelente livro) respondeu a esta chamada para Semana dos Pais com um post aqui.
Katazukê! (ou quem é responsável por juntar a bagunça dos amigos?)
Postado em Famílias interativas no dia 30/07/2011Quando um amigo vem brincar com seu filho em casa, quem arruma a bagunça?

Este foi o tema de um post da @priperlatti e eu achei que o tema valia um comentário e link aqui para fechar as férias.
Acredito que devemos contar com a ajuda das crianças, afinal, Pedir para ajudar é diferente de explorar mão de obra infantil ou sobrecarregar as crianças, é educar para cidadania. Certamente que os adultos acabarão fazendo a maior parte do trabalho, mas ao ajudar as crianças aprendem o valor de seu papel e do trabalho em conjunto.

Aqui em casa – mesmo quando há amigos visitando – as crianças ajudam e muitas vezes assumem todo cuidado com os seus brinquedos. E aí, como você administra?
P.S. Katazukê é a expressão que a mãe usa, em japonês bem informal, para dizer: “vamos juntar tudo”! (risos)
Agradecendo a companhia na madrugada de febre no @maecomfilhos
Postado em Famílias interativas, Saúde e Bem Estar no dia 30/07/2011Madrugada preocupante por aqui:
#aos8 teve uma febre alta repentina, que não cedia com o tratamento de sempre (medicamento, banhos, compressas e etc), culminando em ida ao Pronto Atendimento onde fez hemograma para tentar detectar as causas. Ele voltou para casa quase de manhã e a febre continua alta!
Prevejo um ultimo final de semana de ferias de muitos cuidados e atenção redobrada por aqui.
Agradeço muito aos amigos que leram meu tuite antes da ida ao médico e manifestaram sua preocupação e cuidados com a gente.
P.S. Sabem o que assusta? Ontem pegamos as crianças na festa de despedida da colônia de férias, as 18h, e eles estavam super felizes e bem. Fomos até comemorar! Mal chegamos casa e a febre começou a subir… Quando vimos que nem com banhos e etc baixava de 38,5 graus, o jeito foi ir ao Pronto Atendimento – onde se passaram mais quatro horas de febre, exames e nada de diagnóstico. o.O
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Opa, estamos melhorando… Só 37,5 graus de temperatura. E olhem o sorrisão!
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Dos cuidados de higiene dos pecorruchos e dos crescidinhos
Postado em Artigo Patrocinado, Famílias interativas no dia 28/07/2011Há uns dois dias eu postei uma foto contando que estou ensinando #aos8 a cuidar sozinho das suas unhas. A tarefa está me parecendo mais fácil com o segundo do que foi com o primeiro (#aos11 é canhoto e para ele precisamos de instrumentos especiais com muita frequência) e me fez pensar muito no quanto a gente precisa confiar nos instintos nos cuidados com os filhos.
Como é complicado decidir nestas horas, não é mesmo? Seja no filhotinho com esta mãozinha minúscula da foto (que vi na fanpage de Johnson’s), seja do filho grandinho que quer começar a cuidar da própria higiene sem nossa supervisão.
Meu filho mais velho nasceu “a termo”, ou seja, com o tempo gestacional completo. 40 semanas e alguns dias, o que lhe fez ter unhinhas bem compridinhas, um dos sinais de que estava no limite para sair da barriga da mamãe… Gui e eu escolhemos ficar com o bebê em alojamento conjunto na maternidade, o que queria dizer assumir tudo: banhos, trocas, cuidados integrais. E aí em dois dias a gente teve que cortar as unhas do pequeno porque ele se arranhava todo.
Vi na Fanpage que outras mães viveram situação semelhante, tanto de ter que cortar as unhas ainda na maternidade, quanto de esperar dias até que tivesse “alguma unha” crescendo (risos). Foi assim com meu caçula, que nasceu com 38 semanas (mas queria ter vindo com 32!), que demorou para ter unhas crescidinhas para cuidarmos… até hoje são frágeis a gente acaba cuidando demais, daí meu esforço pessoal de liberá-lo quando demonstrou que queria começar a cortar as unhas sozinho.
Se você também tem dicas de quando os seus filhos (ou netos?) eram bebês, passe lá no espaço de recém-nascidos da Johnson’s Baby e compartilhe. E se você ainda está esperando bebê ou cuidando de um pecorrucho recém-nascido, aproveite o espaço (que é super popular, só este tema, das unhas, já tem quase 4o0 curtir!), para trocar ideias, falar do bebê e corujar à vontade. Os temas são super variados e nesta semana o foco é higiene do bebê, tratando desde as delícias (e medos) do banho do bebê até os cuidados com o umbigo (o coto umbilical).
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Alguém me explica qual a magia do Super Mario?
Postado em Famílias interativas no dia 27/07/2011Cheguei em casa hoje e meus filhos estavam com sua amiga favorita para jogar, a @angelaernesto. Ela e o marido @rgalis são exatamente da geração impactada pelo Super Mario aqui no Brasil – aprendi num post do meu filho no @verparacrescer que o personagem foi criado há três décadas, mas creio que se popularizou aqui no começo da década de 1990.
Como eu não fui desta geração (eu jogava Atari), quando vejo a satisfação deles jogando mesmo estas versões mais “8 bits” do Mario, fico me perguntando qual será a magia que eu não alcanço.
Você também é fã e consegue me contar o que os irmãos encanadores Mario e Luigi têm de tão especial?
Azaleias e o dia da vovó
Postado em Cidadania e politica, Famílias interativas no dia 24/07/2011Minha Batian (avó japonesa) sempre gostou muito de azaleias e aprendi a aprecia-las em sua homenagem. Mas só quando passei meu primeiro inverno no Japão eu compreendi, com o coração, o significado deste carinho. As azaleias, muito resistentes, são das primeiras flores a alegrar os olhos no final do inverno, antes mesmo da grande florada das cerejeiras.
Não é mesmo uma flor adorável?
E você, tem alguma flor em especial que lembra sua avó? Aproveite que estamos pertinho do dia da vovó para fazer esta homenagem a ela!
Jogos como opção para as crianças #ferias
Postado em Famílias interativas no dia 23/07/2011
As férias de inverno foram confusas em termos de clima, não é mesmo? Os dias de veranico de julho animaram muita gente, mas sempre temos que lembrar que é inverno. E quando esfria, como nesta semana no sul e sudeste, as ideias de bicicleta, piquenique e tantas coisas boas para se fazer ao ar livre se tornam inviáveis. Nesta sexta meus filhos, que estavam passando as tardes na colônia de férias, pediram para “faltar” e aproveitar a companhia das netas de uns vizinhos. O resultado foi uma tarde muito barulhenta na qual games de Wii se mesclaram aos bons jogos de tabuleiro, dos antigos como Banco Imobiliário ao novo Operando do Mate (de Carros, da Disney), numa bagunça de dar gosto!
(O Operando, jogo do filme abaixo, é bem divertido, tanto nesta versão de oficina mecânica quanto na original, que remete às cirurgias de verdade, no corpo humano)
Mas nem sempre é assim, com as crianças aproveitando os brinquedos. Apesar de serem dois meninos quase da mesma idade aqui em casa, eles se cansam da companhia um do outro com certa facilidade e em pouco tempo a única coisa que pensam em fazer é entrar na internet para jogar online com outros amigos. O caçula telefona para o amigo entrar no lugar certo no Club Penguin (ou equivalente), o mais velho fica no chat do Facebook combinando coisas dos jogos sociais (como CityVille) com os colegas da escola.
Por se tratar da turma da escola, perguntei a uma amiga, a Claudia Esposito (comigo na foto ao lado), professora de informática no ensino fundamental, quais jogos de computador ela indicaria para as crianças. As sugestões dela são as que eu intuía: sites educativos entremeados dos que parecem “apenas lúdicos”, mas que também tenham um fundo pedagógico já que trabalharam a coordenação motora fina, o clicar/arrastar, clicar/soltar. Ela indicou alguns que acho que são conhecidos de muitas famílias:
- www.atividadeseducativas.com.br (link “alfabetização”)
- www.danoninho.com.br
- www.smartkids.com.br (link “jogos”)
- www.friv.com
- www.aulavaga.com.br
E sugeriu também que as crianças maiores visitem a parte de jogos do Educar para crescer, que, além de ser divertido, tem dicas preciosas para os papais.
Se você tem outras dicas, tanto de jogos de videogame e computador quanto de jogos de tabuleiro, não deixe de compartilhar nos comentários, tá?
Uma Casa, Mil Olhares – e uma vida sustentável! #ferias
Postado em Ativismo Social e Sustentabilidade, Famílias interativas no dia 21/07/2011Estamos numa campanha de férias aqui no blog né? Compartilhamos dicas dos programas para fazer com as crianças, evitando deixá-las só no computador/videogame e, acima de tudo, encontrando atividades que sejam interessantes para toda família. Nesta linha, recebemos um convite muito simpático do Shopping Eldorado para conhecer uma atividade que está na sua área de eventos nestas férias de julho, uma “Casa Sustentável”.
A ideia, que teve inspiração na Virada Sustentável que aconteceu recentemente no Parque do Ibirapuera, mostra de forma prática e palpável (de verdade!) as mudanças no estilo de vida na família brasileira ao longo das décadas de 1950-90, com atividades interativas para as crianças compreenderem como mudamos nossa forma de conviver e de consumir neste período.
Num espaço de mais ou menos 100 metros quadrados é possível visitar ambientes que retratam fases dos lares brasileiros, contrapondo os estilos de vida de cada época aos da atual por meio da reprodução de ambientes residenciais típicos. São seis ambientes, cada um abordando aspectos diferentes do life style.
Na sala, que representa a década de 1950, estão os aparelhos que reuniam a família num lazer coletivo: TV, rádio, telefone (daqueles ainda de discar, que não usavam energia) e lá as crianças são convidadas a pensar no individualismo atual, pois hoje raras são as famílias que – como a nossa – não contam com aparelhos multimídia individuais que os isolam e que continuam a conviver no consumo de cultura na TV, games e música. Da mesma forma elas são apresentadas ao conceito da energia elétrica como um conforto e um benefício que não faz tanto tempo que chegou aos lares e que deve ser consumido com consciência e parcimônia. Dicas são dadas neste ponto sugerindo a opção por lâmpadas mais econômicas, aproveitamento de luz natural e o cuidado para não deixarmos os aparelhos em “stand by”.
No quarto, cômodo que vem a seguir e representa os anos 1960, há uma clara relação com o movimento “flower power” e o ideal de igualdade e consciência coletiva expressos em Imagine, música de John Lennon. Ao falar sobre o consumo individual – de roupas, brinquedos, mídia – a criança ouve também falar da sua “pegada ecológica“, do quanto sua presença causa impactos no planeta. E, ao sair do espaço, somos convidados a deixar nosso recado, com nosso desejo para o futuro, repensando nas opções pessoais e coletivas.
No banheiro, é óbvio, trata-se do uso racional da água. Não só a conversa sobre o banho menos demorado e cuidado com o uso excessivo de água nas descargas do vaso sanitário, o alerta para o cuidado com a manutenção do lar, evitando vazamentos e procurando reutilizar água de lavação de roupas para lavar o chão, são alguns dos exemplos que os monitores da visita passam às crianças. Na nossa visita este foi o momento no qual as crianças começaram a se soltar e a passar suas impressões – e até críticas – ao uso de água no seu cotidiano doméstico, repartindo conhecimento e preocupações com o planeta.
E finalmente na cozinha, a parte que achei mais fácil para as crianças compreenderem: alimentação, reaproveitamento de alimentos e reciclagem dos resíduos (lixo ou sucata). Achei interessante o insight de relacionar a cozinha com os anos 1980 porque foi exatamente a fase dos cuidados com a alimentação saudável, muitas dietas (algumas amalucadas) e o conceito de uma vida com mais qualidade, na qual alimentação e atividade física são pontos altos. As crianças puderam rever a pirâmide alimentar (visível na geladeira da casa) e também saber que 1/3 de todos os alimentos perecíveis comprados pelos lares brasileiros (o equivalente a 39 mil toneladas) é jogado no lixo todos os dias, reforçando a importância de planejar o cardápio, comprar somente o necessário, preferir orgânicos e até utilizar sacolas reutilizáveis.
Ao final, nos sentamos no espaço público (a rua) e conversamos sobre o que cada um pensava acerca da sustentabilidade. Gostei muito das constatações que pude fazer ao ouvir meus filhos conversarem na roda formada por mães blogueiras – @rolippi @mamaetaocupada e @lilianeferrari – com suas filhas, todos mediados por @chiaragadalera, convidada pela Remix e o Shopping Eldorado a nos ciceronear e ao final conversar sobre alternativas para o reaproveitamento de materiais. Ela mostrou às crianças novos conceitos de brinquedos feitos com “sucata” e contou de projetos que realiza com algumas marcas utilizando estes materiais e depois presenteando comunidades carentes.
Gostou? A visita é gratuita no @shopeldorado (Av. Rebouças, 3.970, Pinheiros, São Paulo, SP) e a Casa Sustentável funciona até o dia 31/07, livre para visitação de pessoas de todas as idades, porém o público principal é formado por crianças de 4 a 12 anos e seus pais, proporcionando uma atividade educativa e lúdica que pretende ensinar sustentabilidade aos mais jovens.
E para quem está chateado porque não mora em Sampa, mas queria compartilhar todas estas ideias com seus pequenos:
Vamos sortear dois livros infantis que ganhamos lá na exposição entre os leitores que comentarem (ou tuitarem com link) este post contando alguma coisa da sua casa sustentável, do seu cotidiano mais cuidadoso com o meio ambiente.
Valem os comentários postados até domingo, dia 24/07.
P.S. Leia também o post do @enzobuzz, #aos11, contando da experiência lá no @verparacrescer.
Formando pequenos DJs #ferias
Postado em Famílias interativas no dia 19/07/2011
Lembram-se de quando ser “Disc Jockey” era uma atividade para poucos e os bons eram venerados por seus fãs? Os tempos mudaram, com a tecnologia ficou bem mais fácil brincar de ser DJ criando playlists para festas, mas justamente com a facilidade tecnológica é que passa a ter mais valor o conhecimento de uma área de atuação.
Aqui em casa os meninos já se divertem há algum tempo com a ideia de ser DJ, seja por conta dos videogames, seja através dos joguinhos para iPhone – Baby Scratch, My DJ e DJ Mixer Pro – que ilustram o post.

E como dizem que é bom começar cedo, é possível aproveitar oficinas que acontecem nestas férias em Sampa e aceitam crianças a partir de 5 anos. No começo das férias de julho recebi um release sobre cursos de DJ para crianças e pedi para uma grande amiga, DJ profissional e séria estudiosa do universo musical (especialmente de música eletrônica), a opinar sobre a proposta. Claudia Santos (aka @DJmissCloud) se animou com a ideia e o curso para quem tem filhos musicais em casa.
“A música estimula áreas do cérebro não desenvolvidas por outras linguagens, como a escrita e a oral. É como se tornássemos o nosso ‘hardware’ mais poderoso”, explica a pedagoga Maria Lúcia Cruz Suzigan, especialista no ensino de música para crianças.
Sem querer ser (muito) militante, eu acredito que sempre que se puder suprir a lacuna de educação musical da criançada isso deve ser feito. Mesmo que seu filho não tenha nenhuma vocação na área, a música pode abrir novos horizontes para ele, afinal temos que educar os ouvintes também, né?
Lisa Bueno é uma profissional que não conheço pessoalmente, mas sobre a qual tenho referências muito boas. Se você quer que seu filho tenha um princípio de iniciação musical dentro do universo eletrônico, é bem legal saber que está lidando com alguém que já tem experiência e didática nessa área.
Dito isso, vamos às pickups porque é diversão garantida!
Já imaginou essa cena na sua sala?
Claudia Santos, aka @djmisscloud, é Dj, designer, fundadora DaSound e pode ser “ouvida” aqui. É também uma grande amiga da família e frequente incentivadora das maluquices musicais que os meninos inventam!
Sobre o curso: as aulas acontecem em grupos pequenos e individuais, com carga horária de 23 horas realizadas em um mês ou em quatro meses. Os participantes terão contato com as técnicas de mixagens, discotecagens, novas tecnologias, conhecer diversos gêneros musicais e ritmos. Informações na Escola E-djs,que fica na Galeria Presidente, na rua 24 de maio,116 – 1° andar – Lj. 16 – República – São Paulo .
P.S. Este post NÃO é um publieditorial.
As cerejeiras da Praça do Japão em Curitiba
Postado em Famílias interativas no dia 17/07/2011Estamos visitando os avós em Curitiba e nesta manhã de domingo, entre a casa dos meus pais e dos pais do Gui, fizemos uma pausa para apreciar as cerejeiras em flor na Praça do Japão, no Batel.
O céu do Sul deixa tudo mais bonito, realçando as cores das flores.
E as crianças aprendem a valorizar as pequenas delicadezas do cotidiano com a consciência de que uma flor tão delicada produz tamanha beleza e que seu “trabalho” ganha um valor imensurável porque é feito de um coletivo, não apenas de uma só beleza que se sustenta (e ostenta) sozinha.
P.S. E para provar que é possível educar os olhos para uma diversidade estética, quando estávamos saindo de lá, já no carro, #aos8 pediu para tirar uma foto do outro lado da praça, aquele para o qual ficamos de costas, embevecidos com as cerejeiras em flor. O olhar dele nos deu a bela foto abaixo – e me encheu de orgulho!


















Já imaginou essa cena na sua sala?


