Categoria: HQ

O Herói que queremos

Postado em Artes, HQ, Little readers no dia 18/01/2011

Neste mês a Gibiteca Henfil, uma das pioneiras e mais famosas do Brasil, completa 20 anos. Na esteira da comemoração do nascimento do espaço, que leva o nome do cartunista falecido em 1988 e um dos grandes nomes do cartunismo brasileiro, o Centro Cultural São Paulo oferece várias atividades que Ouvindo o vídeo que incorporo abaixo, parte das homenagens que as curadorias de Literatura, Dança, Cinema e Educativa do CCSP criou para as comemorações dos 20 anos da Gibiteca Henfil, percebe-se claramente como é importante termos cartunistas que falem de nossa realidade, de nosso cotidiano, que enalteçam e valorizem nossos herois.

Neste mês a Gibiteca Henfil, uma das pioneiras e mais famosas do Brasil, completa 20 anos. Na esteira da comemoração do nascimento do espaço, que leva o nome do cartunista falecido em 1988 e um dos grandes nomes do cartunismo brasileiro. Ouvindo o vídeo que incorporo abaixo, parte das homenagens que as curadorias de Literatura, Dança, Cinema e Educativa do CCSP criou para as comemorações dos 20 anos da Gibiteca Henfil, percebe-se claramente como é importante termos cartunistas que falem de nossa realidade, de nosso cotidiano, que enalteçam e valorizem nossos herois.

O Heroi que queremos é o mote do projeto colaborativo entre as curadorias, instigando a curiosidade e levando à reflexão sobre o valor dos quadrinhos na formação do caráter, na socialização de valores e de habilidades (adorei a parte na qual a consultora de vendas conta que com o tio Patinhas obtém dicas de vendas e com o Fantasma aprende a evitar assaltos), além de ser uma forma de lazer deliciosa.

Hoje acontece por lá o workshop para crianças: dance esta história, com coordenação de Alexandre Medeiros e Anderson Gouvêa (Cia. Balagandança) e que, a partir de referências literárias disponíveis na Gibiteca Henfil e outras sugeridas pela Cia. Balagandança, convidada a criança a dançar e brincar a narrativa, organizando ideias e inventando diversas soluções para as imagens e/ou roteiros das obras. Esta oficina se inicia em uma sala própria para dança e tem como desenvolvimento uma pequena apresentação que pode ser realizada nos espaços do Centro Cultural São Paulo. São 30 vagas por turma, a partir de 5 anoscom agendamento pelo e-mail visitasccsp@prefeitura.sp.gov.br ou pelo tel. 3397-4036/3397-4037, com Flávia. O workshop acontecerá também no dia 25 (feriado de aniversário de São Pauilo) e, como acontece hoje, será das 14h às 16h30 na Sala Adoniran Barbosa.

E no final do mês o projeto terá um workshop para educadores sob o tema Por uma vila chamada Tarsila com coordenação de Miriam Druwe (coreógrafa e professora), tratando do processo criativo do espetáculo Vila Tarsila, visando propostas práticas pedagógicas inspiradas na obra de Tarsila do Amaral para serem utilizadas em sala de aula, integrando dança, música, teatro e artes plásticas. As 30 vagas são para professores do ensino formal do Infantil ao Fundamental II mediante inscrição por e-mail enviado a dace.ccsp@gmail.com com uma cópia do holerite. A lista com os nomes dos selecionados será publicada no site até dia 27/01 e a oficina acontece no dia 29/01, das 10h às 13h.

No mesmo dia acontece o encontro interdisciplinar O Herói que queremos: pedagogia e cultura com Waldomiro Vergueiro (USP), Roney Freitas (cineasta) e Tânia Alice Feix (Coletivo de Performance Heróis do Cotidiano e UNIRIO) e  performance de André Kitagawa (quadrinista) e Walmir Pavam (ator). A mediação é de Célio Franceschet (curador de audiovisual do CCSP). O encontro, que não exige inscrição e acontece no sábado, das 15h às 17h30 na Sala Lima Barreto, debate a crise das grandes narrativas e o papel assumido pelo herói com ares cada vez mais prosaicos e falíveis. Revendo a trajetória do herói em algumas expressões da cultura será discutida a lacuna deixada pelos antigos modelos de correção, que auxiliavam a sociedade na formação de seus indivíduos. Este debate abordará a compreensão do herói na atualidade e a influência dessa figura no cotidiano de pessoas nas diversas faixas etárias.

Narratividade: Literatura & Quadrinhos no CCSP

Postado em HQ, Little readers no dia 15/09/2010

Na segunda, na minha “passadinha” pela loja da Editora Abril, comprei dois exemplares da Coleção Clássicos da Literatura Disney para os meninos. Eu já tinha até visto a coleção – comemoração aos 60 anos do Pato Donald no Brasil – composta por 20 volumes, com periodicidade semanal, e que traz histórias raras não publicadas há décadas e também aventuras totalmente inéditas por aqui. Segundo li, cada edição traz versões de clássicos da literatura mundial estreladas por Donald, Mickey, Tio Patinhas e dezenas de outros personagens Disney, da paródia da obra de Alexandre Dumas, Os Três Mosqueteiros, aos enredos de O Máscara de Ferro e O Capitão Fracasso e Guerra e Paz, Hamlet, Otelo, Ilíada, Odisseia, A Volta ao Mundo em 80 Dias, A Divina Comédia. Aos 10 Enzo já leu algumas das obras citadas e creio que será bom para ele rever e excelente para Giorgio, aos 7, começar a conhecer e se interessar por estas histórias.

[Eu sempre insisto que para formar bons leitores é preciso respeitar seus interesses e sua faixa etária, né?]

Eis que em seguida descubro que nesta semana acontece um debate – Narratividade: Literatura & Quadrinhos -  cuja proposta é discutir como dialogam essas duas linguagens e como a narrativa se desloca na Literatura e nos Quadrinhos. A conversa acontece com Spacca (cartunista e ilustrador, autor de adaptações de obras como Jubiabá, de Jorge Amado) e Paulo Ramos (jornalista e especialista em literatura e quadrinhos), com mediação e curadoria de Maria Helena Pinho. Dia 16/09, das 19h às 21h, na Gibiteca Henfil do CCSP (rua Vergueiro, 1000, São Paulo, SP).

João Spacca de Oliveira é cartunista e ilustrador. Fez “storyboards” para filmes publicitários no começo da carreira, depois, entre 1985 e 1995, criou charges políticas para o jornal “Folha de São Paulo” e ilustrou o suplemento infantil “Folhinha” por dois anos. Atualmente faz charges para a versão on-line do “Observatório da Imprensa” e para publicações empresariais. Ilustrou , para a “Companhia das Letrinhas”, “O Mário que não era de Andrade”, de Luciana Sandroni; “O jogo da parlenda”, de Heloísa Prieto; “A reunião dos planetas”, de Marcelo Oliveira; e “Vice-versa ao contrário”, de vários autores. Escreveu e ilustrou “Santô e os pais da aviação — A jornada de Santos-Dumont e de outros homens que queriam voar” (vencedor do prêmio HQMIX 2006 nas categorias Desenhista Nacional, Edição Especial Nacional e Roteirista Nacional); “Debret em viagem histórica e quadrinhesca ao Brasil”, e “D. João Carioca — A corte portuguesa chega ao Brasil (1808 – 1821)”, publicados pela Cia. das Letras.

Paulo Ramos é jornalista, professor universitário e integra o Núcleo de Pesquisas de Histórias em Quadrinhos da ECA-USP, além de ser o responsável por um dos blogs mais acessados da internet, o blog dos quadrinhos. Paulo Ramos é autor e co-organizador dos livros: Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula, A Leitura dos Quadrinhos, Quadrinhos na Educação: da Rejeição à Prática e Muito Além dos Quadrinhos.

Eu gosto da postura de Paulo Ramos sobre os quadrinhos e a educação, descrita bem nesta entrevista ao GHH:

“Das poucas palestras que tive oportunidade de dar a professores, tenho percebido um comportamento homogêneo por parte deles: desconhecem a linguagem, os autores e as obras em quadrinhos, mas demonstram por ela um interesse sincero. A maioria se restringe ao conhecimento da Turma da Mônica e às tiras de jornal. Quando você mostra que há um volume de obras e de possibilidades muito mais amplo, o docente costuma levar um susto. Muitos dizem que não sabiam que os quadrinhos eram tudo isso, muito provavelmente por ainda terem a visão de que sejam uma forma de leitura exclusivamente infantil e, por isso, menor – o que não passa de um preconceito, como a literatura infantil está aí para comprovar.”

Brasil animado e Anima Mundi

Postado em Cinema e TV, HQ no dia 28/07/2010

Ver animações brasileiras em destaque no cinema, na TV e em festivais é uma das coisas que me deixa feliz e orgulhosa. Começa hoje em Sampa a 18a edição do AnimaMundi, o Festival Internacional de Animação do Brasil. Criado em 1993 por Aída Queiroz, Cesar Coelho, Lea Zagury e Marcos Magalhães, o “encontro” tem a intenção de informar, formar, educar e entreter utilizando as infinitas possibilidades da linguagem de animação. E ao festejar sua maioridade (são 18 anos de sucesso), ele comemora também o fato de ser o segundo maior festival da área do mundo, perdendo apenas para o de Annecy, na França (um senhor festival, que tem cinco décadas de história).

Não é fácil ganhar o mundo deste jeito, mas, aqui entre nós, os brasileiros conseguem. Nomes como Maurício de Sousa e Ziraldo nos mostram como é possível fazer animação e conversar com o público infantil (ou até adolescente, como mostram os mangás da Turma da Mônica Jovem) sem perder o jeito local, mantendo a identidade com nossa cultura sem cair em esteriótipos chatos e antiquados, mantendo-se antenado no que acontece no mundo. Outros, como Fábio Yabu, responsável por outra animação nascida no Brasil de sucesso internacional, as Princesas do Mar, optam por mostrar a infância independentemente das cores locais. E ao conferir o excelente trabalho que eles fazem podemos provar para os nossos futuros desenhistas, produtores, cinegrafistas, diretores de animação e empresários culturais que é possível ser bem sucedido e ganhar o mundo sem esquecer de onde viemos.

Há alguns meses eu e meus filhos tivemos a honra de conversar com toda equipe do estúdio de Mariana Caltabiano para ver, ao vivo e a cores, como são feitos os desenhos que veiculam no canal Cartoon Network. Foi uma manhã divertida e imensamente feliz para meus meninos, especialmente para Enzo, que sonha em ser desenhista e vive inventando seus próprios personagens. E lá pudemos ter uma sessão cinema com os episódios da série “Gui e Estopa no Fundo do Mar”, misto de animação e cenas reais – e faz uma educação sustentável sem ser chata. Além da TV a cabo, As aventuras de Gui e Estopa estão disponíveis para as crianças num site com atividades infantis online.

No AnimaMundi 2010 Mariana Caltabiano divulgou oficialmente seu novo projeto: o primeiro longa brasileiro em 3D, Brasil animado, estrelado pelos personagens Stress e Reléx, que são dois produtores de animação. Na visita ao estúdio os meninos puderam ver a animação 3D sendo feita e acompanharam parte da viagem de Stress (estressado, investidor, o cara da grana) e Reléx (o cara das ideias) em sua busca por um tesouro brasileiro. No filme as crianças terão, além da tal sensação 3D de se estar dentro do filme, a chance de viver isso numa história na qual suas paisagens, sua realidade e sua vida estarão retratadas com a mais alta tecnologia. O filme estreia no final do ano e já estamos ansiosos para ver.

Se você também adora animação, veja aqui a programação paulista do evento, que acontece entre os dias 28/07 e 01/08 no Centro Cultural Banco do Brasil e no Memorial da América Latina.

Sábados da Memória das Artes Gráficas com Maurício de Sousa #eufui

Postado em HQ, livros no dia 20/06/2010

O post de literatura (que estou fazendo aqui todo sábado à tarde, num esquenta da FLIP) foi convertido numa tarde deliciosa na @spbiblioteca que finalmente conhecemos graças à tarde de memorias do @mauriciodesousa.

Deixo aqui os trechos que gravei da conversa que fez parte dos Sábados da Memória das Artes Gráficas. O criador da Turma da Mônica é o 11º homenageado do inédito projeto de resgate da memória das artes gráficas no Brasil (more…)

FlipZona e Gibiteria

Postado em HQ, livros no dia 05/06/2010

Na semana passada eu comentei algumas coisas que me animaram na programação da Flipinha 2010. Pois ontem à noite, num jantar na casa do especialista em HQ @tcordeiro, percebi que parte da animação do meu “tween” Enzo com Paraty estará do outro lado da praça, na programação da Flipzona.

Tiago presenteou meu pequeno leitor com O Pequeno Livro do Rock, de Hervé Bourhis, da Conrad Editora. Basicamente é uma história do rock em quadrinhos, quer dizer, em desenhos… o livro segue uma cronologia, com ilustrações ano a ano que nos permitem uma viagem no tempo através de capas de discos, letras de músicas (cortes de cabelo, fatos e boatos, bobagens que refletem seu tempo e dão dimensão da época), Bourhis traz situações curiosas sobre personagens desconhecidos, sem se prender nos famosos. Segundo li sobre a obra, “cansado de ver tantas compilações de notícias e informações repetidas sobre o rock´n´roll, esse francês de 35 anos, amante da música e do desenho, decidiu escrever ele mesmo o seu diário particular do rock com base naquilo que leu, ouviu e respirou durante décadas em revistas, canções e filmes que marcaram as gerações dos cinco continentes.” Vou ler com Enzo e depois conto aqui! ;)

Mas e a FlipZona? Estive em Paraty na primeira edição “jovem” da Flip, mas não pode aproveitar muito. Em 2010 a expectativa é grande com alguns convidados: (more…)

Álbum da Copa 2010 e o Troca Figurinhas

Postado em Esporte, HQ no dia 17/04/2010

Tentei me segurar e evitar, mas me rendi ao álbum da Copa 2010. Adoro coleções e figurinhas são uma perdição! Na hora, ao ver mil movimentos (de adultos) no Twitter, lembrei do TrocaFigurinhas, um site do qual fui praticamente fundadora – sim, comecei lá bem nos primórdios, quando a gente fazia doação para manter o site no ar!

E o álbum da Copa 2010, bem, é um clássico ter figurinhas da Copa, né? O atual foi lançado em grande estilo no Museu do Futebol e começou a ser comercializado no domingo passado por R$ 3,90 -  envelopes, com cinco cromos cada, custam R$ 0,75. Parece baratinho, mas são 638 figurinhas com 17 jogadores das 32 seleções do Mundial, além dos estádios, times e escudos. Uma coleção e tanto!

Vale lembrar que figurinha pode ter mais do que diversão – ou falta do que fazer, como pensam alguns – e o lado educativo das coleções pode ser muito legal. (more…)

Oficina de HQ com Daniel Warren do Art Attack

Postado em Artes, HQ, TV no dia 21/11/2009

Da categoria imperdível: o apresentador do programa Art Attack da Disney, Daniel Warren, vai ensinar a produzir sua própria história em quadrinhos. As crianças podem levar suas revistinhas em quadrinhos antigas, para serem reaproveitadas enquanto aprendem um pouco da técnica das HQs. Acontece hoje, 21/011/2009, às 15h no Centro da Cultura Judaica (R. Oscar Freire, 2.500, Pinheiros. Informações no fone 3065-4333).

DanielWarren (1)Li uma entrevista dele, na época da estreia de sua peça Semeador de Ideias no Rio, no qual ele contava como o trabalho com crianças surgiu. Ele é um dos grandes heróis dos meus filhos, que são literalmente viciados em Art Attack!  Gostei das suas palavras:

“Nunca planejei trabalhar com crianças, foi um processo que aconteceu naturalmente na minha vida. Sou professor há 12 anos, dou aulas de teatro e realizo oficinas de arte. Sempre me interessei pela parte artística, mas também pela educação. Acredito que, por conta disso, comecei a trabalhar com crianças. Trabalhar com crianças é um desafio. É difícil mantê-las entretidas por mais tempo, mas o retorno é muito bacana”.

Quadrões no MuBE

Postado em HQ, Pintura no dia 24/09/2009

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Como contei, no sábado finalmente fomos ver a exposição dos 50 anos de carreira  de Mauricio de Sousa (73 anos e um empresário muito bem sucedido!) no MuBE (av. Europa, 218, Jardim Europa, região oeste, São Paulo, SP).

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Meu filho fã do cartunista, tem repetido para mim há semanas uma história:

Há 50 anos, em 18 de julho de 1959, a primeira tirinha assinada por Mauricio de Sousa, e protagonizada por Bidu e Franjinha, era publicada no então jornal “Folha da Manhã”.

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Queria ter visto o documentário produzido em sua homenagem (por The Biography Channel), “Biography: Mauricio de Sousa”, mas ainda não consegui! (Se alguém viu me conte!) Enfim, pelo  menos fomos ver a mostra, que sai de cartaz no próximo domingo e está organizada em duas partes: rico acervo de tirinhas, gibis e personagens e a releitura de quadros e esculturas de pintores famosos como Leonardo da Vinci e Michelangelo, com a cara dos personagens da Turma da Mônica.

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E foi justamente nesta, História em Quadrões, que queriamos ver há anos, que nos encantamos de fato. Era proibido fotografar, mas eu achei no site da Turminha as fotos que ilustram o post… claro que, como acontece com as grandes obras, só o olho nu, de pertinho, nos dá a emoção. E não achei reproduções dos quadros inspirados em Renoir (com Magali e Mônica como As Meninas), Monet (vários) e Velazquez (Pipa estava maravilhosa num dos quadros que esqueci o nome e a turminha linda em La Familia de Felipe IV).

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Meu conselho para quem ainda não viu, é que corra até lá (eu sei, é fora de mão este Jardim Europa) e se tiver crianças leve e vá com tempo, pois tem orientadores com jogos da Turminha no vão do museu para ocupar os pequenos por um bom tempo!

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P.S. Dois quadros que precisam ser vistos de perto:

Consagração do Imperador Napoleão (Cascão) de Jacques-Louis David,

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E Independência ou Morte de Pedro Américo.

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Blogs nos cartoons

Postado em HQ, livros no dia 20/07/2009

Blogs e cães New Yorkers por você.

Da matéria Humor das Metrópoles (por Paulo Scheuer) na Revista da Cultura de julho de 2009, sobre a coleção The New Yorker Cartoons, uma compilação de quadrinhos da revista estaduniense feita por Sérgio Augusto.

E do Almanaque da Mônica número 23.

Anima Mundi 2009

Postado em Artes, Cinema e TV, HQ no dia 10/07/2009

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Começa hoje, 22/07, a 13ª edição do Anima Mundi em São Paulo. As exibições acontecem no Centro Cultural Banco do Brasil (Rua Álvares Penteado, 112, centro, São Paulo, SP) e no Memorial da América Latina (Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda, São Paulo, SP)
No Ano da França no Brasil, uma retrospectiva do diretor Michel Ocelot (de Kiriku e a Feiticeira e As Aventuras de Azur e Asmar) traz o cineasta para uma conversa com a plateia do Memorial hoje, às 19h.

A programação está aqui – mas a navegação não é óbvia, você tem que cliclar sobre as imagens para ter informações dos filmes. ;)

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Algumas crianças querem ser jogador de futebol, cantor, balarina, bombeiro ou corredor de formula 1. Meu filho caçula quer ser artista. Não qualquer artista, um que use computador, faça filmes e desenhe. E ele ainda vive experiências diferentes, como encontrar num almoço com amigos como @souzacampus Shima. Por conta disso, quando vejo que tem Anima Mundi, eu, que sempre apreciei o evento, já vejo com outros olhos, ainda mais encantados.

Se você tiver a sorte de estar no Rio, aproveite por mim! A 17ª edição do evento, o quinto maior festival de animação do mundo, leva às telas cariocas 401 filmes de 40 países exibidos em seis cinemas e centros culturais da cidade (Estação Botafogo, Odeon BR, CCBB, Casa França-Brasil, Centro Cultural dos Correios e Oi Futuro). Tá bom, os paulistas terão sua vez, pois os filmes estarão aqui de 22 a 26 de julho.

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Amanhã tem uma apresentação imperdível: homenagem a Anélio e Mario Lattini, criadores da primeira animação de longa-metragem brasileira “Sinfonia amazônica” (1952), que acontecerá no CCBB-Rio às 19h30.

Se você ficou curioso sobre os irmãos Lattini, aqui tem um vídeo com entrevista com Marcia Lattini que narra um pouco da intimidade dos irmãos e mostra cenas da animação histórica.

O Anima Mundi é também a oportunidade de ver na telona produções de locais conhecidos do grande público no cinema como França, Reino Unido e  EUA, além dos exóticos República Checa, Letônia, Taiwan, Moçambique e Croácia. E os brasileiros estão presentes com 66 filmes como “As aventuras de Gui e Estopa”, da paulistana Mariana Caltabiano.

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Aventuras de Gui e Estopa, dirigido por Mariana Caltabiano, é um dos destaques que promete encantar as crianças.

Se você quer ir e não sabe nem por onde começar, a imprensa tem indicado alguns (e não sei se avalizo porque não vi ainda): “Mia et lê migou”do francês Jacques Rémy, “$9.99” stop-motion da israelense Tália Rosenthal, “Peur(s) du noir”,  em P&B de dez artistas gráficos franceses, “Sita sings the blues” da americana Nina Paley, “Immigrants” do húngaro Gabor Csupo,“The good soldier Shweik” do ucraniano Roberto Crombie, “Zhang Ga!” de Sun Lijun.

Mas vale a pena reiterar: apesar de ser de animação, o festival não é para crianças. Antes de ir, verifique a classificação indicativa dos filmes para não perder a viagem!

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