Categoria: Geek

Como vai o seu backup?

Postado em Carreira e dinheiro, Geek no dia 03/08/2011

Várias coisas na vida são inestimáveis, ou, como nos habituamos a falar no jargão do comercial, não tem preço. As fotos da formatura ou daquela viagem na faculdade, lembranças do nascimento do seu filho, da primeira apresentação na escola, aquele texto que é a sua melhor produção, músicas raríssimas que você conseguiu converter para o formato mp3.

O computador da gente é cheio de raridades e de coisas especiais. Mas, se pensarmos na falta de cuidados da maioria dos lares informatizados do Brasil, a impressão é outra. Pouca gente faz backup dos arquivos, preferindo deixar tudo lá, confiando que nada vai acontecer.

Bem, às vezes acontece. O notebook do meu filho caçula travou há alguns dias e estamos esperando que seja possível apenas reformatar e salvar os arquivos. Ainda está na garantia, mas, justamente por conter imagens dele, preferi pedir que uma pessoa de confiança olhe antes de levar na assistência. As imagens são desenhos que ele faz no PaintBrush e que deixam a mãe coruja aqui orgulhosa. Mas podiam ser arquivos mais importantes ou fotos que não estivessem salvos em nenhum outro lugar!

Faço backup em CD’s ou DVD’s que gravo mensalmente em casa. Mas a cada lote de fotos (trimestral ou semestralmente) eu refaço a gravação em nova mídia, tamanho o meu medo de perder! Sempre fiz manualmente, mas descobri um o programa  chamado Cobian Backup e, seguindo as instruções aqui, percebi que facilita muito o trabalho. Outra opção é o Backup PC, que funciona em Windows, Linux e Mac. Como uso apenas o gmail para trocar mensagens, uso também o Gmail Backup, que é fácil de instalar e ajuda muito. Mas se você usa Outlook Express para ler e-mails, pode usar o Express Asssist.

Em 2010 usei também o Norton 360, que tem espaço de backup online gratuito para os usuários - 2 GB de armazenamento on-line seguro (com a opção de adquirir armazenamento adicional) – e o Backup Online da GVT, que salva na “nuvem” (fora do seu computador, na internet) as pastas que você selecionar. Muito bons, ambos.

E você, tem dicas? Não deixe de compartilhar nos comentários como faz para não perder “o que não tem preço”!

Novidades do Galaxy S2 (por @angelaernesto)

Postado em Geek, review no dia 05/07/2011

“Pode ser que, por não ter ido à coletiva, eu tenha perdido o melhor, mas aqui entre nós: como no Galaxy S2 não tem Instagram, ainda fico com o iPhone. Será que vão liberar para Android este aplicativo que faz a rede social de fotos ser um ambiente tão legal?”
@samegui

Na semana passada fui ao lançamento do Samsung Galaxy S II, mas antes de começar a falar das novidades do novo smarphone, vou contar uma história bem rápida.

Há mais ou menos um mês eu estou negociando com o @rgalis (meu marido) um novo aparelho celular, a minha escolha era por um outro famoso smartphone (aquele da maça, sabe? iPhone 4), mas Galis sempre me aconselhava a pegar um Galaxy. Foi então que na véspera do feriado meu cunhado me liga para me contar que estava indo ao shopping comprar aquele famoso smartphone que eu tanto queria, claro que eu fiquei com agua na boca, mas eu ainda estava na fase de negociação do meu.

No feriadão encontrei com meu cunhado, que vem logo me mostrando seu novo brinquedinho – e para meu espanto ele havia comprado um Galaxy S, disse que na loja o vendedor mostrou os dois aparelhos e ele acabou optando por um Galaxy (seria isso um sinal?), bom fiquei o final de semana todo testando o Galaxy S, fuça daqui, mexe dali e a dúvida começou a tomar conta de mim. Então Galis me fez uma proposta mais que indecente, e o combinado foi que se mesmo depois da coletiva de imprensa do lançamento do novo Galaxy S II eu ainda quisesse o iPhone ele compraria para mim (estaria ele prevendo o futuro?).

Eis que chegou o dia da coletiva e lá fui eu, como passei dois dias mexendo em tudo que era aplicativo do Galaxy S estava mais que pronta para conhecer as novidades e o novo modelo não deixou a desejar, continua com o sistema Android numa nova versão 2.3, tem um processador Due Core de 1.2Ghz que o deixou mais rápido, uma camera de 8.0 megapixel com flash, a memória interna aumentou para 16GB que pode ser estendida até 32GB e o aparelho ficou mais leve 116g e mais fino 8.49mm com uma tela um pouco maior 4.27”.

Conclusão: Galis prevê o futuro e surge mais uma usuária do Galaxy S II.

PS: Procurando um video sobre o novo smartphone encontrei esse super divertido.

P.S. Aviso: este post NÃO é um publieditorial.

Quatro motivos para não ter um tablet – sério?

Postado em Cultura Web 2.0, Geek, review no dia 01/07/2011

“Tablets não são para todo mundo. Não são realmente portáteis e fazem o mesmo que smartphones e notebooks. Então por que comprá-los?”
Al Sacco, no CIO

Um debate que começou aqui por conta desta nota, gerou uma conversa longa com @sustentabilizar e @cris_guimaraes no Facebook outro dia. Nos argumentos da Julianna eu me vi, meses atrás, criticando ferrenhamente a Apple (e seu marketing que sim, é das piores lavagens cerebrais que conheço) como ela que diz  que é “avassalador, criando uma necessidade que não se tem na cabeça das pessoas, quem pode comprar e não tem um fica parecendo um alienígena“, mas ao mesmo tempo percebendo que ter um tablet mudou muito minha rotina e me fez ter mais qualidade de vida em vários aspectos.

E aqui, deixe falar, algumas críticas ao tablet não cabem no meu porque é Android, com várias apps boas e gratuitas e tem um tamanho bem legal (10 polegadas) e por isso cabe em bolsas com facilidade – sem falar que tem TV digital e porta usb, mas nem vou comentar mais ou parecerá propaganda.

Mas e os quatro motivos para não ter um tablet?

O autor conta que passou algum tempo com muitos dos mais famosos tablets do mercado, incluindo iPad, BlackBerry PlayBook, Samsung Galaxy Tab, Galaxy Tab 10.1 e o Xoom da Motorola e concluiu que “a fama excede a realidade”. Ele ressalva que os tablets podem ser “bons para segmentos industriais ou usuários específicos” e que podem “evoluir para valiosos aparelhos de produtividade”, mas para um usuário “comum” de tablet (nós?!) que não tem necessidade de utilizar o aparelho em serviços de campo, acredito que o brilho do portátil esteja desaparecendo e, quando isso acontecer, você estará com um mais um pedaço de hardware velho e chato.

Vejam os motivos apresentados por Al Sacco:

  • 1 – Os tablets não são portáteis: “é preciso carregar uma bolsa estranha ou capa para o aparelho; não se pode simplesmente colocá-lo no bolso e esquecer que ele está lá, como um celular. Claro, poderia carregar meu tablet na mão, como um livro, mas isso é ainda mais estranho e torna ainda mais fácil que eu o esqueça em algum lugar. Ou pior, acidentalmente deixe-o cair e quebrar. Para mim, uma bolsa é necessária. E, nesse caso, no lugar do tablet posso muito bem levar um notebook, que tem muito menos restrições de uso, desde que ele não seja muito maior que o tablet.”

Minha experiência: eu levo como livro, carrego na bolsa (sempre com a capa, é verdade, mas é por praticidade e não porque temo que estrague) e meu tablet ocupa menos espaço e pesa muito menos que meu netbook, por exemplo. Mas concordo com o autor, não imagino meu marido, que ama seu iPhone 4, carregando um tablet por aí – ele prefere o aparelho celular mesmo já que não tem hábito de andar com mochilas.

  • 2- Os tablets são apenas mais um hadware para carregar: “Penso que meu tablet é apenas mais um hardware que eu preciso levar comigo. Ele não substituiu nenhum gadget na minha vida – ainda uso meu notebook e meu desktop da mesma maneira que quando não usava os tablets. E o mesmo se aplica aos meus vários smartphones.”

E aqui ele fala do meu tablet, então abro aspas de novo porque concordo com o que diz

“Por exemplo, o Galaxy Tab 10.1 é ótimo para acessar a internet deitado no sofá, ouvindo música. Ele é muito mais flexível que um computador portátil porque você pode segurá-lo praticamente de qualquer maneira enquanto vai de um site a outro. E a resolução da tela torna a navegação uma experiência muito mais agradável do que usar o pequeno display de um smartphone.

Tenho usado o tablet em eventos (e coletivas de imprensa) e reuniões com clientes. Serve perfeitamente a este propósito. Há algumas semanas viajei para o exterior e não levei netbook, fui munida apenas de iPhone e Galaxy Tab e de lá fiz posts, respondi e-mails e vi seriados. Mas concordo com Sacco, se eu precisasse escolher um aparelho “para trabalhar em algum lugar por bastante tempo, escolheria meu notebook, com teclado e telas maiores, mas fácil de usar e com uma seleção de aplicativos muito mais abrangente”. Só que no meu caso mais tempo seria realmente uma semana ou mais… para poucos dias, sem dúvida o tablet já provou que me atende super bem.

  • 3 – Limitações no navegador: Apesar de muitos fabricantes afirmarem o contrário, as ofertas atuais de tablets ainda não oferecem uma navegação web parecida com aquela do computador, o que pode fazer com que algumas pessoas continuem a utilizar seus notebooks. Caso precise procurar algum site, o usuário pode preferir um smartphone, já que é muito mais portátil e oferece praticamente a mesma navegação.

Esta crítica se popularizou porque o iPad foi lançado (e revisado) sem aceitar o Flash e, embora outros tenham resolvido isso, a má-fama do tablet ficou! Mas ainda há muito para evoluirmos neste aspecto e lembro de uma conversa que tive com @thassius (do @tecnoblog) sobre os sites se adaptarem ao mobile, coisa que poucos lembram de fazer e que é uma alternativa mais barata e simples do que criar novos navegadores. Meu blog tem ajuste mobile desde 2009 – sério! – e este ajuste é feito por um aplicativo simples que instalei no painel do wordpress.org (agora disponível também para Blogger). Observar quem é o leitor do seu espaço (coisa que podemos fazer olhando o analytics) é uma providência que ajudaria muito esta adaptação, tanto para tablet quanto para smartphones.

"Visitantes por mobile do blog @avidaquer em junho 2011"

  • 4- (Alguns) tablets não foram feitos para durar: “A razão é que praticamente todos os tablets são compostos de uma fina camada de vidro ou de uma substância parecida – e todos sabem que vidro quebra com facilidade”.

O argumento mais fraco que li neste artigo foi que os tablets são frágeis… como se celulares, notebooks, câmeras, enfim, nossos gadgets cotidianos não fossem né? Mas tenho que concordar com um ponto:

“Apesar da diversão inquestionável e sua validade em algumas situações e ambientes específicos, tablets ainda são um item de luxo para a maioria das pessoas; ninguém, na verdade, precisa deles, porque na verdade não oferecem nada além do que a combinação de um smartphone com um notebook dê conta.”

Sim, você pode viver tranquilamente sem um deles. Mas se for escolher um novo aparelho para comprar e estiver entre um netbook para sair ou um tablet, eu indicaria um tablet, já que com ele você vê filmes e lê livros com real conforto, além de poder também escrever seus documentos, responder e-mails, usar redes sociais, jogar, ouvir música…

Google + nova rede social

Ao receber convite para a nova rede social Google +, já entrei nela via aplicativo para Android, tudo funcionando perfeitamente. Com vários aplicativos, como Analytics e Docs, eu posso ter outros serviços semelhantes e minha vida, confesso, é bem mais simples do que quando tinha só o netbook fora de casa. Mas, mesmo contando que cerca de 1/3 dos posts que escrevo atualmente já são feitos no tablet ou iPhone, nenhum dos dois substitui meu bom e potente desktop do escritório.

E ao ver uma notícia que diz que Brasileiros usam mais iPad e tablets Android que os norte americanos, eu sinto que não sou um peixe fora d’água… sou apenas um peixe nadando em águas diferentes das que envolvem Al Sacco e seus conterrâneos.

Com uma handycam, sentindo-se “uma Spielberg” (por @angelaernesto)

Postado em Geek, review no dia 22/06/2011

Há alguns dias @angelaernesto foi a uma coletiva para conhecer as novidades da Sony e voltou tão animada que convidei-a para postar aqui no @avidaquer suas impressões. Pelo que notei, gamers vão gamar no Xperia Play e quem curte imagens (como eu) vão sonhar com a handycam que tem projetor próprio.

;-)

Na quarta-feira (15/06) saí de casa despretensiosa mas muito animada para a coletiva de imprensa da Sony, digo despretensiosa pois quem já foi a coletiva de imprensa sabe como funciona, eles divulgam as novidades e ponto, e animada pois sou uma “videogamemaníaca” e estava ansiosa para saber das novidades.

Logo que fiz meu credenciamento, fui surpreendida pelo pessoal da agência que me convidara e soube que poderia passar o evento com uma handycam (pela qual me apaixonei assim que a vi), capturando minhas impressões sobre o evento. E lá fui eu me acomodar para ouvir as novidades.

Para começar, responsáveis por todos os segmentos falaram das novidades sobre os produtos e novas parcerias, dentre as quais destaco os que mais me chamaram a atenção: o novo PS Vita, o celular Xperia Play que além de ser um smartphone com o android 2.3, é um videogame no melhor estilo PSP, e a Handycam que filma em alta definição e (o mais legal) tem um projetor próprio, você pode ver o que gravou direto da câmera com uma resolução de 1920X1080 full HD, as imagens podem ser projetadas numa distancia que varia de 50cm à 3 metros e no tamanho de até 60 polegadas, tem 16GB de memória interna, possui tela de 3.0″ touch-screen e um zoom de 42x. Foi com essa handcam que eu fiquei todo o evento brincando de Steven Spielberg (feliz como uma criança com brinquedo novo).

E depois de todas as apresentações, ao melhor estilo Sony com muita tecnologia e inovação, caem as cortinas e Show Time, para a surpresa de todos os convidados, estavam ali expostos ao nosso redor todos os produtos e novidades da Sony, que iam desde a linha de walkman até as novas TV integradas à internet, para testarmos ao vivo e imediatamente. Show à parte, o que mais me deixou impressionada foi a ideia de deixar com alguns convidados um produto (a handycam) para testarmos durante o evento. Na conversa com alguns representantes da Sony, me disseram que a intenção da empresa é essa aproximação com seus consumidores de ouvir o que eles tem a dizer.

Resultado: Mais uma consumidora encantada e satisfeita com a empresa.

Para quem curte uma pendrive fofa – ou como deixar uma japinha feliz parte II

Postado em Cultura Web 2.0, Geek no dia 01/06/2011

Pendrives

Na semana passada minha irmã, @blogdati, me mandou um link que tratava de pendrives bonitinhas. Na hora lembrei da coleção que formei e que me acompanha nos trabalhos, seriados, enfim, faz as vezes de muitos HDs externos.

Os “flashdrives” baseados em filmes – neste caso no The Green Lantern com Hal Jordan, Sinestro, Tomar-Re e Kilowog – têm um um design engraçadinho, com cabeções e corpos pequenos. As minhas são mais variadas: tem biscoito Trakinas, um lápis (de madeira e com grafite que escreve) da Vivo, bonequinhos do @hojevouassim da C&A, carrinho da Jak Motors, um pote de iogurte Densia.

As mais novas fofuras da coleção são as da #semanaotimismo, nem tanto pelo coração, mas com certeza pela mensagem: Os bons são a maioria.

Mostre que os bons são maioria #semanaotimismo

E por falar em bons e em salvar dados, hoje estou mudando de servidor, indo para um espaço mais adequado ao fluxo de visitas do blog e passarei a contar com os serviços do @marquinh05 como webmaster do blog – junto com a querida @juvilela, que há dois anos cuida do layout do @avidaquer. Portanto, queridos, poderemos ter turbulências durante a noite e madrugada com o blog instável e fora do ar (por mais ou menos 2h). Mas, confio que voltaremos com tudo a partir de amanhã e que não teremos mais as interrupções de servidor que vivenciamos nos últimos meses por conta do aumento das visitas.

Obrigada pela companhia sempre viram?

Quais são seus Apps favoritos no celular?

Postado em Cultura Web 2.0, Geek no dia 20/05/2011

Esqueci de comentar, mas há algumas semanas teve entrevista minha na no blog da OI Apps contando quais meus Apps favoritos para smartphone. Como já passou algum tempo – tanto que minhas apps favoritas já mudaram, uma vez que troquei o Nokia por um Samsung Android – decidi republicar aqui para guardar de lembrança e para convidar os leitores a contarem quais seus Apps favoritos.

Nossa entrevistada desta quinta-feira (24) é a Sam Shiraishi, jornalista e consultora de mídias sociais que pode ser encontrada em A Vida como a Vida Quer e Mãe com Filhos. Sam não tem um, mas dois smartphones e conta tudo sobre eles, seus Apps prediletos e o porquê de ter dois celulares: um iPhone 4 e um E63 da Nokia.

(more…)

Escolhendo entre iPhone (iPad), Milestone e Samsung Galaxy

Postado em Cultura Web 2.0, Geek, review no dia 13/05/2011

Outro dia tuitei algo sobre o Galaxy Tab (o tablet que uso) e uma pessoa respondeu que estava adorando o Milestone 2… é celular, eu sei, mas a versão do Galaxy que tenho, embora use tela maior, é bem parecida com a do celular Galaxy S e dizem que é melhor do que o iPad em alguns aspectos (se quiser saber quais, tem uma comparação divertida e útil aqui e a opinião de um dos meus consultores mais confiáveis aqui). Não posso realmente comparar, não tenho iPad porque continuo achando a Apple segregacionista e o Galaxy foi um presente que chegou antes que eu comprasse o iPad 2, mas como já estou “meio” encantada pelos recursos fotográficos do iPhone 4 (que uso “emprestado” do marido para fotos, bien compris), ando pesquisando os novos modelos de gadget com vistas na troca do meu celular…

E aí, como a gente decide qual é o melhor?

Antes de cair na lábia do marketing, vale muito se informar e pensar no que você realmente gostaria de ter num tablet. E aqui entra minha opinião de usuária que já não usa mais computador fora do trabalho, faz tudo (mesmo) do smartphone e cada vez mais do tablet. Tenho até pensado que poderia manter o PC só para o escritório e em casa todo mundo ter só tablets, porque, mesmo na parte educacional (das crianças) e no entretenimento (deles e nosso) não faz falta ter outro modelo. E sabem o que isso quer dizer? Se um dia a gente precisava de um escritório para guardar os livros e o desktop, depois este lugar foi substituído por um cantinho para usar o notebook, com o tablet (e os e-readers) você pode tranquilamente abrir mão deste espaço doméstico. E, segundo outro consultor de tecnologia mobile, o uso do tablet pode reduzir o risco financeiro de perda ou roubo de notebook bom.

Além disso, pode levar consigo seus livros, seus jogos, seus programas de TV (se for no Galaxy até TV aberta, mas tranquilamente que pode ter seriados e filmes nos tablets em geral – e eu conheço gente que vê seriado em celular!), seus documentos de trabalho, sua agenda, tudo estará sempre à mão. Não é até sustentável, gente?

Pois é, posso parecer meio consumista a princípio, afirmando que todo mundo deveria ter um tablet (e se possível um para cada pessoa, viram? É tipo personal computer, funciona bem sendo individual) ou pelo menos um smartphone ou um iPod touch (no caso das crianças menores, o gadget que acho mais seguro e com melhor custo X benefício), mas considerem que com ele deixamos de consumir muitos insumos (papel, mídia, móveis, outros aparelhos…) e verá que o brinquedinho “se paga” rápido.

Para quem ficou “aguado” com a ideia do tablet ou está – como eu – pensando em trocar de celular, vale ver o video com comparativo feito pelo Olhar Digital com o iPhone 4 da Apple, o Milestone 2 da Motorola e o Samsung Galaxy S.

E se tiver usuários dos modelos por aqui, por favor, opinem!
;-)

E a Motorola tem um modelo também, que os amigos @rodrigostoledo e @richardmaxtech dizem ser o atual maior concorente do iPad no Brasil. Eu achei meio grande e quadradão, mas os moços gostaram, abaixo tem um video review deles. ;)

Com tablets e smartphones, as pessoas terão uma relação ainda mais íntima com o consumo e a comunicação

Postado em Famílias interativas, Geek no dia 24/04/2011

A chamada, por meio de foto que subi no Instagr.am, instantâneo de nosso feriado em família, é para comentar o especial que a revista Época trouxe sobre os tablets, “Um Mundo Pós-PC“. Antes de indicar a leitura (que recomendo sim, por ser um apanhado interessante sobre a evolução dos gadgets), vale registrar que do início ao fim, apesar de ter PC no título, o artigo é um “publieditorial” da Mac e uma ode à genialidade de Steve Jobs, começando pelas fotos (quatro pessoas, de idades diferentes, usando tablets que, por acaso, são todos iPads) e chamadas.

Mas o que me chamou a atenção de fato foi a entrevista com o especialista em tecnologia móvel Horace Dediu, do blog Asymco. Na verdade é ele quem explica o fim dos PCs – e sobretudo do mouse – com o advento dos tablets. Segundo Dediu, “as crianças que estão nascendo hoje vão crescer sem nunca terem usado um mouse” e elas têm sorte porque, afinal, “comandar as telas usando somente os dedos é muito mais intuitivo do que usando um meio indireto”. Mas sobretudo, para nossa geração (a que se ajusta a diversas tecnologias nas últimas duas décadas), a mudança é do local e da situação em que usamos a tecnologia. Hoje o fazemos em pé, na companhia de outras pessoas, em viagem ou deitados e relaxados… tecnlogia voltou a ser lazer, como quando surgiram os rádios de pilha e os walkmans. É, como diz Dediu, uma mudança na forma como consumimos a tecnologia e a comunicação – e se você parar para pensar, ela já começou aí na sua família, mesmo que você não tenha notado!

“Com tablets e smartphones, as pessoas terão uma relação ainda mais íntima com o consumo e a comunicação” @asymco

E se você ficou curioso sobre o que é possível fazer com os aparelhinhos, vale ver a lista (bem organizada) de aplicativos que o especial da revista preparou: ela vai te convencer a aumentar a lista de ícones no seu smartphone/tablet ou a apressar a aquisição “daquele” sonho de consumo para poder usar estas facilidades no cotidiano. ;)

Usar earphones por mais de meia hora pode causar surdez precoce

Postado em Geek, Saúde e Bem Estar no dia 20/04/2011

“Na última década o número de jovens americanos com problemas de audição aumentou 31%. No Brasil, os médicos também se preocupam com a audição dos jovens e acreditam que o maior vilão da possível “surdez precoce” seja o fone de ouvido.”

Usar earphones por mais de meia hora pode causar surdez precoce - post de hoje no @avidaquer

Li matéria sobre o tema há alguns anos, creio que numa revista semanal conceituada – infelizmente não achei a notícia para linkar aqui – de que vários roqueiros manifestam surdez precoce em virtude da combinação de som muito alto e fones de ouvido. Na época, Enzo, ganhara há pouco seu ipod shuffle e #aos6 ficava para cima e para baixo ouvindo música sozinho… fiquei tão preocupada que compramos um aparelhinho de som portátil para ele (um que depois demos de “herança” para C.J., filho da @blogdati) e o convencemos a ouvir sua setlist do iPod com amplificadores.

O tema veio à baila porque duas mães do Facebook comentaram que suas crianças dormem muito melhor com música do que depois de ouvir histórias ou outra atividade assim. Na hora eu concordei porque realmente ouvir música faz muito bem, mas, talvez por ter dois filhos que dividem o quarto, nem pensei que eles ouviriam sozinhos. Atualmente vivemos uma customização tão grande que nos leva à individualização de tudo: apesar de contarmos com walkman (eu ganhei o meu com 11 anos), eu acostumei a ouvir música no quarto com minha irmã, a gente tinha que concordar sobre qual LP ou fita cassete ouvir, mas hoje as crianças podem escolher e colocar sua setlist direto no iPod ou celular, criando um espaço próprio no meio da confusão familiar.

Segundo o médico Marcos Sarvat, da Câmara Técnica de Otorrinolaringologia do Cremerj, ouvir música no fone de ouvido pequeno (o earphone) equivale a se expor em ambientes ruidosos. E o resultado é que ao longo do tempo, esses pacientes começam a ouvir e entender mal o que as pessoas falam ao seu redor. Também é muito comum se incomodar com ruídos que antes não percebiam direito.

“Na maioria dos casos, a perda auditiva se manifesta progressivamente e, apesar de no início ser difícil o indivíduo perceber e se conscientizar de sua deficiência, é importante que ele procure um médico para fazer testes e exames que detectem a intensidade do problema. “Além das lesões do aparelho auditivo, a poluição sonora causa distúrbios psíquicos levando a irritabilidade e depressão, distúrbios do sono e hipertensão arterial.”

E quando a gente deve se preocupar? Quando você:

  • Ouve, mas não entende;
  • Fala alto ou baixo e não percebe que o faz;
  • Escuta um zumbido constante no ouvido;
  • Tem dificuldade para conversar em lugares barulhentos ou se comunica melhor nesses ambientes;
  • Pede para repetirem o que lhe é dito, com freqüência;
  • Tem se isolado das pessoas e evita conversar por causa da dificuldade de ouvir ou compreender o que é dito;
  • Tem dificuldade para ouvir toques de telefone ou campainha.

E como evitar? Segundo li, cuidados simples podem evitar a perda de audição:

  • Fique atento caso a criança peça para repetir uma pergunta muitas vezes ou se ela demonstrar dificuldade de entender a fala;
  • Faça um teste audiológico pelo menos a cada 5 anos. Idosos e crianças com menos de 3 anos devem fazer um teste auditivo todos os anos;
  • Evite locais muito ruidosos que exijam elevação do seu volume de voz;
  • Evite ouvir música em volume muito alto;
  • Use protetores auditivos sempre que frequentar ambientes com barulhos extremos (shows, festas, casas noturnas, estádios etc.);
  • Não durma com a TV ou rádio ligados;
  • Sempre que possível, descanse sua audição por 10 minutos num local mais silencioso;
  • Não pingue remédios ou fórmulas caseiras dentro do ouvido sem indicação médica;
  • Não utilize objetos pontiagudos como palitos, grampos e lápis para limpar a orelha. Eles podem machucar o tímpano. O cotonete deve ser usado para limpar somente a parte externa da orelha.

Para que serve um Atari? “Prá fazer churrasco, ora”

Postado em Cultura Web 2.0, Famílias interativas, Geek no dia 08/04/2011

Em um mundo onde muitas crianças aprendem a digitar antes mesmo de aprender a escrever, o que elas achariam de objetos que foram grandes novidades ontem, mas já viraram peças de museu hoje?

Eu já vivi isso com os meus filhotes num passeio que fizemos, em 2005, à feira de Embu das Artes. Ao ver telefones de discar os meninos, então com 2 e 4 anos, fizeram muitas considerações sobre a utilidade do objeto. Eu e Gui rimos muito e desde então temos mostrado umas “coisas de museu” para eles às vezes. E vejam como a coisa é rápida: Enzo, que nasceu em 2000, teve aquele gravadorzinho colorido para fitas, chegou a ter videoteca (seus primeiros filmes favoritos eram em VHS) e as fotos de seu nascimento e primeiro ano foram feitas com filme de rolo! Já Giorgio, de 2002, via direto DVD e só teve fotos digitais!

Lendo jornais e revistas no tablet

Postado em Cultura Web 2.0, mobile experiences no dia 06/04/2011

Lendo jornais e revistas no Samsung Galaxy Tab - foto de Sam Shiraishi - proibida reprodução e todos os direitos reservados

Há algum tempo troquei os jornais impressos pela versão eletrônica e não me arrependo. Primeiro eu lia pela internet, mas ainda tinha aquela mania de pegar no papel, a curiosidade pelas notinhas que não saiam nas versões online – e creio que não saem mesmo, mas fazer o quê, não dá para ter tudo na vida! Depois, com os smartphones (uso-os desde 2006 né gente?) eu passei a assinar os feeds de notícias e acompanhar tudo pelo agregador. Daí para as versões de aplicativos foi um passo fácil.

Depois do iPhone e do Galaxy Tab eu posso ler com facilidade muitos jornais – Le Monde e Guardian são dois dos que eu vejo diariamente – e também acompanho os dois maiores daqui, Estadão e Folha. Semanalmente eu também confiro revistas como Época e Veja em suas versões nos aplicativos.

E qual a diferença desta leitura? Para o leitor digital, o cara que se ajustou à leitura como eu, sem usar papel (que, convenhamos, é mais prática e deixa menos “resíduos” na natureza, além de evitar transporte do material físico), o grande valor de ler os jornais e revistas nos aplicativos é a facilidade para compartilhar o que se lê. Sim, eu sou “entusiasta” das novas mídias, mas acima de tudo eu gosto de gente, gosto de conversar, de ouvir ideias diferentes, de discordar, concordar, aprender e ensinar. E quando eu leio jornal na versão digital e posso compartilhar a notícia no Twitter ou Facebook, eu abro espaço pros amigos opinarem e conversarmos sobre o tema. Mais ou menos como se fazia com o jornal de papel ou a notícia no rádio antigamente, quando as pessoas tinham tempo para trocar ideias ao vivo… eu não me sinto só, pelo contrário, ao compartilhar o que leio eu encontro pessoas que se interessam pelo mesmo que eu.

;)

E aí, ficou curioso? Você pode ler como eu. Se tem leitor digital, vale baixar os aplicativos dos jornais. O Estadão tem uma versão nova com a vantagem de poder baixar todo conteúdo para leitura posterior, offline. Gosto do modelo do jornal porque me permite compartilhar as notícia em tempo real com muita facilidade, o que o concorrente não me permite. No aplicativo da Folha eu posso salvar minhas notícias favoritas, mas não as compartilho (com apenas um toque) nas redes sociais das quais participo. Mas, enfim, ambos são (por enquanto) gratuitos (apesar de que a nova versão do Estadão tem opção paga), o que já é uma vantagem. E a Folha perde espaço e presença porque não se ajustou ainda a esta “necessidade”.

[#ficaadica para os desenvolvedores pensarem...]

Outras alternativas para ser mais sustentável e começar a abrir mão das versões impressas dos seus jornais e revistas, são os feeds que podem ser lidos em vários celulares (se você tem internet em casa e ainda não colocou uma rede wi-fi, saiba que ela lhe permite usar o smartphone sem ter que aderir a um plano 3G e já lhe proporcionará acesso às redes sociais e leituras sem precisar sentar na frente do PC) e até mesmo no seu computador, para quem ainda prefere ler no monitor com conforto.

Alternativa também é curtir a página dos veículos no Facebook, algumas delas bem interativas e com atualização muito boa, como Veja e Folha. Para tanto, vale ver os veículos de comunicação que lhe interessam e clicar para assinar seus feeds. No geral estão todos concentrados numa só url, como fazem a Folha e o Estadão, a Época e a Veja.

Como assinar feeds e ler suas revistas, jornais e blogs na hora em que são atualizados

E se você nunca assinou feeds porque não entende bem o que é, vamos resolver isso já:

O que é?
RSS é a abreviatura de “Real Simple Syndication“, um “aviso eletrônico” de que tem o conteúdo atualizado nos seus sites e blogs favoritos. Com o RSS, você não precisa mais entrar em cada site para descobrir o que há de novo. As novidades chegam até você.

Como usar?
Basta usar um leitor próprio, conhecido como agregador. Ele pode estar no browsers (o navegador) como o Mozila Firefox e o internet Explorer 7, que incorporam leitores de RSS, num software que você instala (minha mãe usa o Windows Live Mail instalado no PC dela) ou simplesmente usar sua conta de gmail para ver no Google Reader.
Boas opções de leitura sobre RSS estão disponíveis no site da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).

Como cadastrar os feeds de RSS?
Para inscrever o blog ou seção de um site num agregador, clique com o botão direito do mouse sobre o botão RSS e copie o atalho (basta clicar no botão copiar atalho que aparece no menu que se abre). Esse endereço deve ser copiado no agregador.

E agora, se você ainda não o fez, teste aí com o rss feed do A Vida Como A Vida Quer e confirme como é fácil! ;)

P.S. Se ainda ficou dúvida, vale ver este vídeo (em inglês, mas com legendas) que convence qualquer um a assinar feeds.

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