Nov
01

Sãopaulinos pentacampeões

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Os homens da minha vida estão muito felizes hoje e eu não posso deixar de homenageá-los. Guilherme, que foi ao jogo ontem no Morumbi e voltou feliz como menino, Enzo e Giorgio, que hoje brincam com suas bandeiras do tricolor, merecem o time que é um exemplo de organização, correção (dentro da medida do futebol) e são uma esperança de dias melhores na sociedade brasileira.

Estranho eu falar isto? Não é tanto. O esporte é muito importante nas sociedades, em especial o futebol no nosso país, e a capacidade construtiva de times como o São Paulo (no mesmo caminho estão Cruzeiro e Internacional, faço questão de comentar) mostra que podemos deixar de ser meros exportadores de matéria-prima (no caso, jogadores com potencial que deviam ser Prata da Casa e se tornam cidadãos de outras nações) e usar o futebol como forma de melhoria da qualidade de vida.

Como digo na justificativa do nome do meu blog, o ser humano precisa mais do que comida. Uns dizem que o futebol é o ópio do povo, eu aprendi convivendo com meu marido que pode ser mais. Carl Sagan, num dos capítulos da obra póstuma Bilhões e Bilhões, chamado os Caçadores de Segunda-feira à Noite, compara esta relação masculina (já não é mais tão masculina, mas vamos perdoar o cara que era de outra época) aos grupos de caçadores dos homens primitivos e sua necessidade de se juntar em clãs, com objetivos e lutas em comum. O que é o futebol que não uma forma de encontrarmos pares, iguais na multidão? E o futebol, nas escolinhas e projetos sociais como Gol de Letra, do Raí e Leonardo, e a Fundação Cafu, do também craque tricolor. Espero para ver o que o Rogério Cenni, um cara espetacular, vai fazer quando se aposentar (aliás, ontem ele falou na coletiva que mesmo quarentão quer jogar no estádio coberto em 2014!). E o lindinho (em todos os sentidos) do Kaká?

Mais sobre futebol aqui e .

May
29

Futebol do coração

Acabei de ler, ao acaso (clicando num link do Z de Zebra), um texto intulado Eu odeio futebol e ao ler achei graça, pois eu aprendi a gostar. Aqui em casa não tem quartas à noite, sábado das 16h às 18h, nem domingão depois das 16h sem a voz do Galvão Bueno ou do Milton Neves! Gui quis me ensinar a gostar e o tiro saiu pela culatra, porque no namoro ele me levava para ver jogos em que iam times da primeira divisão lá para Curitiba e na época Coxa e CAP estavam rebaixados e só dava Paraná Clube. Cá estou eu, tantos anos depois, ainda torcedora fiel do time da Vila Capanema. Claro que ouço mil piadas, mas nem me deixo abater… nestas horas vejo que já “entendo” o coração de torcedor! E hoje o meu está bem feliz: Paraná fez bonito jogando contra o Cruzeiro em Minas, num jogo de sete gols e um jogador a menos (para nós) e é líder isolado do Brasileirão! Que lindo!


A Vida Como A Vida Quer


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