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Jun
05

Fotografias de animais

Vida de mãe de meninos é uma verdadeira floresta - ou no mínimo os temas parecem ser. Meus filhos adoram animais, é uma paixão antiga e que segue firme e forte. Nunca fui muito de bicho, sabe, gosto mais de plantas, mas eu sou companheira. Por isso vou levá-los para ver fotos de leões, macacos, cavalos, pássaros no no Espaço Cultural CRC SP (Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo). A exposição Foto Animal inaugura nesta quinta-feira, 5 de junho, às 19h30, com fotocomposições do premiado fotógrafo e publicitário Johnny Duarte. Read the rest of this entry »

May
29

Casa da Bóia

Eis uma exposição que agrada aos meus amores - casa com muitos homens é assim, sabe, pensamos em coisas masculinas até em exposições! Fui contatada pela assessoria da Casa da Bóia que me passou um release interessante sobre este local que, eu não sabia, é a primeira fundição de cobre do Brasil e comemora 110 anos de atividades. Interessante pensar no quanto a história desta casa reflete as mudanças no Brasil na virada no século XIX - outro dia estive no Museu da Imigração e vi que São Paulo era uma vila sem janelas de vidros nesta época. Mais antiga que o Teatro Municipal e a Estação da Luz, a Casa da Bóia reuniu em seu museu peças que ajudam a contar a história do centro e do comércio paulistano. Read the rest of this entry »

May
28

Marrocos na Faap


A dica foi do blog Meli ante as palavras e me deixou encantada. Primeiro porque me interesso por este país - e Enzo em viu o astrolábio e já anda inventando histórias que se passam lá - e segundo porque ainda não conheci este espaço cultural. O Museu de Arte Brasileira da FAAP traz, pela primeira vez no Brasil, a exposição “Marrocos ”, numa mostra que reúne cerca de 500 obras e quer mostrar ao público o país em suas tradições e em sua modernidade artística.

Serviço:

  • Exposição Marrocos
  • Data: 31 de março a 22 de junho de 2008
  • Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP
  • Endereço: Rua Alagoas, 903 - Higienópolis
  • Horário: 3a a 6a feira, das 10h00 às 20h00
  • Sábados, domingos e feriados, das 10h00 às 17h00
  • Informações: (11) 3662-7198
  • Visitas Educativas: Agendamento (11) 3662-7200
  • Entrada Gratuita
May
21

Banzai Brasil

Na onda das homenagens à imigração japonesa no Brasil, começa hoje a exposição Banzai Brasil no saguão do Edifício Altino Arantes, no centro de São Paulo. São : quadros de óleo sobre tela, aquarelas, litografia e esculturas de mármore assinadas por nomes como Tomie Ohtake, Manabu Mabe, Tikashi Fukushima, Kazuo Wakabayashi, Hiroe Sasaki, Richard Hideaki e Masako Tsukada . Entre os destaques, está a primeira obra adquirida pelo Museu: Sonho de Princeza (sic), produzida por Manabu Mabe, em 1967.

Tenho uma simpatia imensa por Manabu Mabe desde criança e creio que herdei de minha mãe, uma apaixonada pela cultura japonesa. Mais tarde eu mesma descobri Tomie Ohtake e gosto de sua obra como de sua forma de ser, de se apresentar e de se inserir na sociedade brasileira. E esta inserção dos japoneses será o mot da mostra e da homenagem que o Museu Santander faz ao "povo que tanto contribuiu para o desenvolvimento do País". Banzai Brasil é a nossa celebração ao talento dos artistas japoneses e descendentes.

Tomie Ohtake – Banzai Brasil apresenta um óleo sobre tela de Tomie Ohtake catalogado como sem título, pintado por em 1969, embora registre o nome “Caminho da Esperança” em seu verso. Uma das mais reconhecidas artistas de ascendência japonesa no País, Tomie nasceu em Kioto, em 1913 e chegou ao Brasil em 1936. Naturalizou-se quase três décadas depois. Ela começou a pintar aos 40 anos e, durante a década de 60, dedicou-se às abstrações informais, período em que aprimorou sua técnica. Aos 95 anos, é considerada a “Dama das Artes Plásticas Brasileiras ”.

Artistas e obras Read the rest of this entry »

May
20

Japão Daqui

Exposição interativa em homenagem ao centenário da imigração japonesa no Brasil, o Japão Daqui acontece em quatro espaços: desde o dia 12/05 nas estações de metrô Sé, Clínicas e Liberdade, e a partir do dia 20 no Museu da Língua Portuguesa. Os organizadores pretendem que "os visitantes interajam com as inúmeras instalações para descobrir por si só como ocorreu e o que resultou do encontro de duas culturas tão distintas como a brasileira e a japonesa".
O material que compõe a mostra é muito simples, mas a surpresa gerada pela experiência é enorme: são palavras, frutas, flores, vestuário, brinquedos, ícones pop e outros ingredientes presentes em nossa rotina e que, na maior parte das vezes, têm sua origem nipônica desconhecida. Como o envolvimento da população é fundamental para essa descoberta, os curadores e produtores Marcello Dantas e Helio Hara encontraram uma forma muito criativa de incentivá-la. Eles aproveitaram as características dos diversos espaços da mostra e criaram atividades específicas para cada público. No museu, O Japão Daqui acontece por meio de grandes cilindros temáticos que funcionam como cabines para experiências interativas. Nas Clínicas, o longo corredor da estação inspirou a criação de uma impactante linha do tempo. Na Sé, as semelhanças e diferenças entre Brasil e Japão serão demonstradas em diversos painéis. A estação Liberdade será utilizada como ponto de divulgação da mostra. Mais detalhes aqui .

Serviço:

  • Exposição O Japão Daqui
  • Museu da Língua Portuguesa — andar térreo (Praça da Luz, s/ nº, na Estação da Luz) e estações Clínicas, Liberdade e Sé do Metrô.
  • De 20 de maio a 29 de junho (museu) e de 12 de maio a 29 de junho (metrô)
  • De terça a domingo, das 10h às 17h, (museu); e de segunda a domingo, das 5h30 à 0h (Estações do metrô).
  • Entrada franca
May
16

Relíquias e ruínas

Aqui em casa somos consumidores de arte. Veja bem, não compramos obras, gostamos de visitar as exposições que mostram arte antiga, moderna, contemporânea. Giorgio, meu caçula, é especialmente vidrado em instalações inusitadas, como já contei sobre a Yoko Ono e Tatsumi Orimoto.

Soube agora pelo @sescsp que uma exposição foi inaugurada hoje no Sesc Paulista e atende a vários interesses do Gio, pois além de mostrar formas de arte modernas tem um quêzinho da nossa vida - porque mostra galpões do antigo reduto industrial da Mooca e a construção do Sesc Belenzinho, o primeiro que conhecemos em São Paulo e que está em reformas. É possivel ver também ruínas incas de Machu Picchu, templos destroçados no Camboja, teatro na cidade histórica de Cartagena e fachadas do conjunto habitacional de Taipé entre as imagens da exposição que abre hoje e se estende até 13 de julho, no espaço do térreo e 4º andar do SESC Avenida Paulista.

A exposição Relíquias e Ruínas conta com curadoria de Alfons Hug em parceria do SESC com o Instituto Goethe, e traz 31 obras, incluindo vídeo-instalações, um projeto de internet, uma instalação sonora e seis conjuntos fotográficos. São 11 os artistas participlantes: Lidia Abdul (Afeganistão), Julian Rosefeldt, Hans Christian Schink e Frank Thiel (Alemanha), Caio Reisewitz, Mauro Restiffe e Vicente de Mello (Brasil), Edward Burtynsky (Canadá), Rainer Krause (Chile), Marine Hugonnier e Robert Cahen (França), e Sandra Gamarra Heshiki (Peru).

As obras são resultado de pesquisas realizadas em diversos locais, como Amazônia, Colômbia, norte do Chile e Camboja. Nessas viagens, os artistas coletaram imagens que revelam abandono, decadência e grandiosidade de monumentos importantes e as pessoas que se relacionam com eles.

Segundo o curador Alfons Hug, a exposição busca respostas para algumas questões:

  • Como certos locais adquirem um significado mais elevado, até mesmo mítico?
  • Como são articulados esses locais da nostalgia pela arte contemporânea?
  • Qual é a função dos santuários da contemplação e da reflexão em meio ao caos da vida moderna?

Serviço:

  • Relíquias e Ruínas
  • De 16/05 a 13/07. Terça a sexta, das 11h às 21h. Sábado, domingo e feriado, das 11h às 20h.
  • SESC Avenida Paulista | Av. Paulista, 119 - 3179-3700
  • Grátis

P.S. Um dos destaques é artista afegã Lida Abdul, autora da foto ( Brick Sellers of Kabul) que ilustra o post. Em um de seus vídeos, Brick Sellers of Kabul (”Vendedores de tijolos de Kabul”), meninos empilham tijolos – restos de construções demolidas – em troca de algumas moedas. Em outro, Clapping with Stones (”Batendo palmas com pedras”), Abdul relembra as estátuas de budas explodidas pelos talibãs no deserto de Bamyian, onde sobraram só pedras.

Apr
29

Caixa cultural presta homenagens ao Japão

763651_origami.jpg Uma série de palestras iniciada em 13 de fevereiro está acontecendo, semana sim, semana não, às quartas-feiras até julho na Caixa Cultural. Os eventos ocorrem sempre das 19h às 21h e a entrada é franca. Entre os temas abordados, estão as telenovelas, os ataques atômicos sobre Hiroshima e Nagasaki, o teatro, a dança e a ilustração japonesa, o cinema nipônico no Brasil, a identidade do nipo-brasileiro e a mistura das duas culturas. No dia 30/04, a artista plástica Cecília Saito fala sobre o shodô e sua prática no Brasil.

Maio – O Cinema Japonês no Brasil

  • Dia 14 – Lucia Nagib, professora de cinema mundial na Universidade de Leeds (Inglaterra), fala sobre a produção audiovisual japonesa desde os filmes de arte até os animes.
  • Dia 28 – Autora da dissertação Orientalismos no Cinema, Marcela Canixo fala sobre as diferenças da luz estourada do Cinema Novo e a luz obscurecida do cinema japonês clássico.

Junho – Desconstruções Culturais

  • Dia 11 – Exibição do curta Primavera (2007) em que se discute a identidade nipo-brasileiras dos nikkeis. Bate-papo com a cineasta Mirian Ou.
  • Dia 25 – A descoberta e transmissão da dança japonesa no Brasil é o tema da palestra de Christine Greiner, pós-doutora pela Universidade de Tóquio e pelo Centro Nichibunken de Kyoto.

Julho – Vários Japões

  • Dia 2 – Professor titular da ECA/USP, Almir Almas irá mostrar uma seqüência de vídeos que procuram usar, mostrar e reinventar diferentes possibilidades de combinações entre as culturas brasileira e japonesa.

Serviço:

  • Ciclo de palestras “Meu Japão Brasileiro”
  • Caixa Cultural
  • Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo
  • De 13 de fevereiro a 2 de julho. Sempre às quartas-feiras, das 19h às 21h
  • Entrada Gratuita, não há necessidade de fazer inscrição
  • Informações: Tel.: (11) 3321-4400
  • Site: www.caixacultural.com.br
Apr
26

Um Círculo de Ligações

Exposição dos artistas japoneses Tsuguharu Foujita, Tadashi Kaminagai e do nipo-brasileiro Jorge Mori, por ocasião das comemorações do centenário da imigração japonesa no Brasil.

Um auto-retrato de Mori, ainda jovem e com uma árvore de Natal ao fundo, sempre me chama atenção no Masp. Por que? Penso em um jovem filho de imigrantes, que aos 15 anos já tinha dons artísticos e qualidade invejável, vivendo de forma tão ocidental a ponto de ter uma árvore de Natal… meus avós eram budistas, na família Shiraishi o Natal não era importante e sim o primeiro dia do ano. Pensar que na década de 1950 algumas famílias eram já tão ocidentais me faz pensar.

A mostra expõe as obras dos três artistas em momentos importantes para o período artístico brasileiro, reunindo cerca de 100 trabalhos e documentos da estada de Foujita no Brasil, a pintura de Kaminagai quando de sua residência no país, e a quase desconhecida produção do jovem Mori (dos 14 aos 20 anos) que o tornou uma revelação na década de 40. A seleção dos trabalhos apresentará diferentes visões desses artistas sobre o Brasil. Curadoria da Profa. Dra. Aracy Amaral, com participação de Paulo Portella na curadoria do núcleo de Tadashi Kaminagai.

Serviço:

  • Local: CCBB - Térreo, 1º, 2º e 3º andares
  • Endereço: Rua Álvares Penteado 112. Centro
  • Quando: De terça a domingo, das 10h às 19h - Até 1º/06
  • Entrada Franca
Apr
20

Oceano: vida escondida

oceano-vida-escondida.JPG

Ontem deixei aqui um programa para meninas, hoje fica um mais parecido com meus pequenos cientistas: Oceano: vida escondida. Em passeios como este, quem fica de guarda-costas (coadjuvante quase nula, pela falta de conhecimento ou interesse genuíno) sou eu. E eles adoram! Pena que demorei para ver esta exposição e que hoje não tem como chegar na Estação Ciência, porque tem jogo do Palmeiras e São Paulo no Parque Antártica (que fica na região), mas sorte que foi prorrogado até dia 8 de junho.

Dois detalhes super interessantes da exposição fotográfica: no site (com formato blog com direito a rss feed) tem várias imagens da mostra para baixar em boa resolução (tudo sob uma licença Creative Commons) e há um blog com notícias do evento. São imagens inéditas de corais, águas-vivas e outros organismos marinhos de rara beleza estética. Vale lembrar que estes seres dificilmente são vistos fora do meio científico, como você pode ver nas fotos inusitadas. Para saber mais há um texto de divulgação intitulado “Vida escondida” publicado no Boletim “O Telescópio” da Estação Ciência. Leia em PDF.

Serviço:

  • Estação Ciência
  • R. Guaicurus, 1394, Lapa, São Paulo, (11) 3673-7022
  • De 8 de Março de 2008 a 11 de junho de 2008
  • Horários: terças a sextas das 8h às 18h. Sábado, domingo e feriados das 9h às 18h.
  • Entrada: R$ 2,00 (estudantes adultos e crianças acima de 6 anos), R$ 5,00 (famílias até 4 pessoas) e R$ 1,00 (por pessoa para famílias com mais de 4 pessoas) Super simpático isto! :)
Apr
18

Era Edo na Pinacoteca


Se você não sabe bem o que fazer no feriado, tenho uma sugestão: cerca de 160 peças inéditas no Brasil compõem o acervo da exposição “O Florescer das Cores: A Arte do período Edo” que abriu ao público no dia 17/04 (e fica até 22/06) na Pinacoteca de São Paulo e traz peças provenientes de mais de 15 museus japoneses. A curadoria é de Saito Takamasa, da Agência de Cultura do Japão. Os objetos expostos são, em sua maioria, produzidos ao longo do período Edo (1603- 1867), que tem como principal característica a dominação do xogunato Tokugawa (governo militar centralizado) e o isolamento quase completo do Japão em relação ao resto do mundo. É meu período favorito na história do país de meus avós, especialmente depois da leitura do livro Musashi (de Eiji Yoshikawa, ed. Estação Liberdade), que retrata o início do xogunato após a batalha de Sekigahara. Mas uma boa noção do final do período está no filme O último samurai. ;)

Serviço:

  • O Florescer das Cores: A Arte do período Edo
  • Pinacoteca do Estado de São Paulo
  • Praça da Luz, 2 – Luz – São Paulo
  • De 17 de abril a 22 de junho. De terça a domingo, das 10h às 18h
  • R$ 4 e R$ 2 (meia). Grátis aos sábados
  • Tel.: (11) 3324-1000 Site: www.pinacoteca.org.br

A mostra é dividida em quatro partes: Read the rest of this entry »






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