Jun
25

And the winner is

Hoje Sueli, do Desabafo de Mãe, anunciou formalmente o vencedor da Promoção Clifford e o comportamento infantil . Claro, quem teve paciência e contou, sabia antes de nós, pois o critério era o número de comentários pertinentes, uma sugestão nossa para estimular uma corrente do bem, pessoas falando de suas histórias pessoais que perpetuam valores para a vida das crianças.

A vencedora foi a querida Evellyn, do Meu Mundo e Nada Mais , com 131 comentários. Uma das últimas a se inscrever, ela mostrou  a força da network e da blogosfera, que se agitou e se uniu para garantir a coleção para a sobrinha e afilhada de Evellyn, a Giselle, de um aninho. E no texto Valores para toda Vida ela realmente tratou dos temas que dizem respeito ao comportamento infantil, como boas maneiras, solidariedade e passeios culturais.

Se eu contar que, no fundo, eu torcia para o Marquinhos, espero que nem Evellyn nem os outros fiquem chateados. Mas ele é um pai tão apaixonado pela filha Isabella, que mora longe (ele está em Vila Velha, ES, e  ela em Fortaleza, CE) e ela surge nas suas histórias como uma menina tão meiga, que me seduziu! (pensei até nela para norinha… huahuahua).  O texto dele foi Como Você Trata seu Filho? e recebeu 113 comentários, muitos também blogosféricos. Mas todos mereciam: Lu Lopes, em Solidariedade , com 47 comentários; Angel Card em A diferença que Inclui , com 3 comentários; Ana Bárbara em Educação, Amor , com 1 comentário. Uma leitora mandou texto anônimo, Vizinhos Rabugentos e recebeu 5 comentários.

Agradeço aos autores de textos e comentarisas, à Sueli Sueishi e à Vanessa Gonçalves, assessora de imprensa da editora Cosac Naify que sempre colaborou com o Desabafo de Mãe e nos ofereceu a coleção.

Para quem não ganhou, atenção ao próximo concurso cultural que premiará o vencedor com o livro Tudo é Possível: Incrível Viagem no Tempo , de Lúcia Maria Teixeira Furlani.

Jun
24

O maior problema do filho único é a solidão

Um texto do Desabafo de Mãe me emocionou. Isabel Cristina, filha única e mãe de uma garotinha de 2 anos, fala sobre A solidão do filho único . Ela diz em certo trecho:

Atualmente, esta é a realidade de muitas famílias, que por vários motivos preferem ou podem ter um único filho (maternidade tardia, condições financeiras, etc.). E não estamos preparados para criar filhos únicos. O principal receio dos pais de filhos únicos é criar filhos tiranos e egoístas. Mas este é o menor dos problemas, que com uma boa dose de limites, muito diálogo e boa vontade dos pais pode ser superado. O maior problema do filho único é a solidão.
Já notaram como no mundo de hoje é comum a solidão? As famílias estão menores, as pessoas não interagem umas com as outras como antigamente, até uma visita ao vizinho é rara. A violência nos prende em casa. Se já é bastante solitário para o mundo adulto, imagine para uma criança criada em meio a adultos. O maior desafio para os pais de filhos únicos é desenvolver em seus filhos o espírito da socialização, a capacidade de buscar o outro, ou mesmo a capacidade de conviver bem sozinho.

Sou de uma familia grande e sempre falo que queria dar aos meus filhos esta experiência de ter irmãos, porque os meus foram - e são - muito importantes para mim. E eu vejo os filhos únicos, mesmo que não tenham ninguém para provocar, pegar e estragar  os brinquedos, dividir carinho e presentes, pessoas tristes, solitárias, ansiosas por momentos de troca com outros iguais. As crianças se sentem bem entre os que são da sua idade, que lhes entendem, numa confraria. Os adultos não conseguem fazer as mesmas brincadeiras, os mesmos desafios, mesmo jogando super trunfo, assistindo tudo do Backyardigans, sendo companheirões.

Quando eu engravidei do Giorgio - sem planejar e com o Enzo ainda mamando no peito - a mãe de uma amiga minha citou um ditado que ela conhecia da Espanha (onde nasceram os 8 filhos): vai ser bom, pois "um é nenhum" . E foi ótimo terem quase a mesma idade e serem do mesmo sexo. Mas vejo relatos como os da Evellyn e de sua irmã, da Andréa e da Fabiana, tantos anos de diferença, e vejo que não importa, o que conta é o  vínculo afetivo. Claro, este vínculo pode ser de primos - minha sogra tem uma prima que é uma irmã e mais ligada a ela do que o irmão - mas precisa existir.

Um colega de escola do Gio que adora vir aqui brincar é filho único e a mãe foi filha única, criada sendo mimada e muito amada pelos pais e a avó. Ela conta que, em poucos anos, os três morreram - "Eles me abandonaram", diz - e se viu completamente só no mundo. Já pensaram que isso pode acontecer com o filho da gente?

P.S. Por falar em Desabafo de Mãe, ontem foi o último dia  da Promoção Clifford e o Comportamento Infantil, amanhá Sueli e eu anunciaremos o vencedor! :)

Jun
09

Guarda compartilhada cria polêmica

Em novembro de 2007 eu postei no blog do Desabafo de Mãe sobre a Guarda Compartilhada , que na época era um projeto. Aprovado há cerca de um mês, ele reascendeu a discussão lá no post antigo e tenho recebido diariamente comentários contra e a favor, alguns exataltados, mas todos mostrando um lado da situação que os pais e mães vivem quando precisam viver separados dos seus filhos.

A discussão tem me deixado surpresa e, confesso, contente. A blogosfera é válida porque constrói a partir da opinião de diversas pessoas comuns, como eu e você, que podem contar suas versões dos fatos numa ajuda mútua para encontrar um denominador comum.

Como não sou mais autora lá no blog do Desabafo, postei hoje sobre minhas reflexões no Nossa Via e convido-os a passarem por lá também para ler e comentar o post Guarda compartilhada . Parabenizo o Desabafo de mãe por abrir sempre espaço para temas importantes para a família atual. :)

Entendo esta lei como a percepção de que o homem se tornou mais participativo na vida familiar e agora é alguém que deseja um contato mais próximo com os filhos, mesmo se (ou depois) de separado.

E você, o que pensa da guarda compartilhada?

Jun
05

Pronta para voltar ao trabalho!

Muitas mães decidem retornar ao mercado de trabalho, depois de um período com o filho. Neste Desabafo de mãe contei como foi o primeiro dia que deixei os meninos para almoçar na escola e como foi natural depois optar por deixa-los alguns dias no semi-integral.
Mais vale uma mãe feliz longe por algumas horas do que uma chata o dia inteiro no seu pé.

P.S. Até o dia 23 é possível participar do Concurso Cultural Clifford e o Comportamento Infantil . Não perca tempo: envie o seu também para concorrer à coleção dos livros do Clifford, o gigante cão vermelho.
A Promoção Clifford é uma parceria deste blog com o portal colaborativo Desabafo de Mãe. Saiba como participar clicando aqui .

Não sabe por onde começar? Confira - e comente - os desabafos já publicados que participam da promoção.

May
21

Realidade virtual

Ontem no Encontro de Negócios de Redes Digitais de Relacionamento (promovido pela Bites e sobre o qual escreverei um post hoje), estive num ambiente muito geek. Os palestrantes e os participantes eram todos, praticamente sem exceção, pessoas muito envolvidas com tecnologia, como é possível conferir no post sobre o tema.

E hoje cedo vi que um texto meu sobre Realidade Virtual foi publicado no Desabafo de Mãe, fiquei contente. Lá eu reflito sobre a vida geek que temos atualmente, sobre a dependência dos eletrônicos e deixo uma pergunta:

Como outros pais e mães estão lidando com esta inserção de seus filhos na vida adulta simulada na realidade virtual?

Apr
23

Clifford e o comportamento infantil

promocao-clifford.jpg

Há um ano um desabafo meu foi publicado contando da leitura da coleção Clifford - O Gigante Cão Vermelho . São doze volumes nos quais O politicamente correto e mega-afetuoso cão vermelho ensina as crianças, através das situações vividas na pequena ilha onde mora com sua dona Emily Elizabeth, a se comportar direito na sociedade. Ainda gosto muito desta série porque os personagens são tão meigos e éticos que nos incitam a ser também, o tempo todo, mesmo diante das dificuldades da vida. Esta era a idéia de Norman Bridwell, autor e ilustrador, como pude saber na entrevista concedida à editora CosacNaify .

No dia 23 de abril comemora-se o Dia Mundial do Livro. Para promover a leitura nesta data (e esperamos que por toda vida das novas gerações) Sueli Sueshi e eu conversamos e criamos um concurso cultural do blog A Vida Como A Vida Quer e do site Desabafo de Mãe e o ganhador levará a coleção completa dos livros do Clifford.

Participar é fácil: deixe seu nome e do seu filho num comentário aqui e envie para o Desabafo de Mãe um texto bem legal contando sua história, inserindo as palavras Promoção do Clifford antes do texto. Read the rest of this entry »

Apr
16

Law & Order ou CSI?

No noticiário de ontem à noite e hoje de manhã vi mais das mil repercussões do o caso Isabella Nardoni. Tenho evitado acompanhar o caso pela TV porque não queria que os meninos escutassem, ainda mais depois do episiódio do metrô com o Giorgio, mas hoje acabei vendo parte das conclusões da TV Globo. Como disse o Gui, eles estão fazendo um verdadeiro episódio de Law & Order SUV deste caso, com detalhes de CSI. Mas o furor da mídia não tira o mal estar que traz notar as evidências de que o pai e a madrasta se contradizem, vizinhos se apresentaram com testemunhos irrefutáveis e e a sensação de luto novamente por constatar que realmente o pai pode estar muito envolvido e conta com o silêncio dos avós, tios, todo mundo! Não gosto de julgamentos precipitados, mas não deixo de pensar neste caso que precisamos rever nossos conceitos, repensar se vale a pena forçar a convivência de pais e filhos arriscando as crianças a uma experiência de vida nociva! Há que se pensar e muito em como nós contribuímos com nossas cobranças sociais para a manutenção de um modelo de convivência que não é feliz nem construtivo.

P.S. O episódio do metrô: na semana passada o “circo” (a confusão que a mídia criou sobre o caso) chegou até nós. Estava no metrô com os meninos, no vagão para idosos/grávidas/etc e uma senhora me perguntou a idade o Giorgio. Ao ouvir 5 anos, soltou: “é mais ou menos a idade da menina (Isabelle), eu só queria ter uma noção do tamanho da criança para ser jogada. Então acho que não foi a madrasta, precisava mesmo da ajuda do pai!” Aguentei por 3 estações um burburinho desagradável que colocava meu filho na berlinda, como possível vítima e, confesso, foi bem desagradável. Minha defesa foi me manter neutra para não dar corda. Talvez seja a defesa da mãe da vítima (sobre a qual Lunna, psicóloga de formação, tratou num post), mas de fato deveríamos todos nos ocupar de outras coisas. Mas a turba continua animada com o espetáculo.

Apr
15

Yoga com as crianças

Ontem no Desabafo de Mãe um texto meu contando da experiência com yoga aqui em casa foi minha volta aos desabafos culturais, aqueles nos quais contamos a experiência dos filhos ao consumir cultura. Tem um mundão de textos meus sobre livros lá, outro dia a Simone é que me chamou atenção sobre o volume, mas não dá para imaginar quantos ainda tenho para escrever, porque os meninos adoram ler. Enzo lê tanto que estou deixando para ele mesmo fazer resenhas no seu blog, porque não dou mais conta. Mas este livro em especial foi muito querido, por ser de uma editora que adoramos - a Cosacnaify - e por ser um convite ao movimento e à interação.

Yoga para crianças?
Hoje o yoga é relativamente popular e muita gente tem certa noção de que a prática é meditativa e faz o corpo ficar muito flexível. É isso - e muito mais. Apesar de não ser mais praticamente, fiz hatha yoga na adolescência e a experiência foi excelente para mim e minha irmã. Fomos abençoadas, é verdade, porque a academia era muito boa e a instrutora tinha formação superior em Fisioterapia. E a profundidade da filosofia do yoga sempre me fez pensar nela como uma atividade para adultos, aliás, em certa época até pensei que era uma “coisa culta”.
Foi com esta lembrança (e ainda com estes resquícios de preconceito) que decidi testar a série de ássanas (as posturas) propostas por Katia Canton no livro Yoga para crianças, da editora Cosacnaify. Autora de várias obras de arte-educação - ela é PhD em Artes Interdisplinares pela Universidade de Nova York, professora da USP e curadora do Museu de Arte Contemporânea (MAC) - Kátia trouxe para este livro uma beleza e leveza surpreendentes. O projeto gráfico, de Luciana Facchini e as fotos de Tadeu Jungle têm a leveza do texto e trazem um jeito divertido de mostrar para as crianças esta arte milenar.
Continue lendo lá no Desabafo as reações dos meninos e nossas dicas para praticar em casa!

P.S. Alessandro Martins, jornalista e blogueiro dos melhores, me surpreendeu há poucos dias contanto que tem formação superior em yoga (explico, Ale se formou comigo em jornalismo e eu nunca o imaginei fazendo yoga). Ele montou um blog novo chamado Eu Pratico Yôga e contou que é praticante de SwáSthya Yôga desde 2001 e entre 2003 e 2005 fez o curso de terceiro grau Seqüencial em Yôga na Universidade Estadual de Ponta Grossa, PR. Não se tornou instrutor, mas certamente é um defensor da prática. O blog é muito bonito e tem ótimas dicas. Outra dica legal é um DVD Yoga que a Fernanda Lima lançou sobre outra modalidade, a Astanga Vinyasa Yoga, segundo ela mais exigente e que ela conta que praticava com pique de aeróbica logo que começou. Na entrevista que ela deu ao Alternativa Saúde, no GNT, me diverti com suas histórias sobre a adaptação ao yoga e com a Ingrid Guimarães tentando fazer uma aula na academia dela!

Apr
14

Buffet infantil

aniversario-da-ma-14-4-2008-11-06-57.jpgDomingo eu raramente posto, é um dia que prometo ser offline para ficar com meus três amores. O sábado foi de compromissos profissionais dos pais: eu fui ao Newscamp e Gui teve um encontro de trabalho, jantamos com amigos e só chegamos em casa depois de um café quase à meia-noite no Fran’s da Aclimação - com os guarda-costas mirins junto, adorando tudo o programa noturno. Para equilibrar a vida familiar, o domingo foi dos filhos numa festinha de aniversário em buffet infantil. Seria hipocrisia dizer que fomos animados, mas os pais da turma do Giorgio são ótimos, há um clima de amizade quando nos encontramos e isso já me faz ir aos eventos com simpatia, mesmo sendo em buffet. É, sempre tive certa má-vontade com estes lugares porque acho que são lindos, maravilhosos, ótimos - para as crianças, mas para os pais, costumam ser uma chatice barulhenta.

Minha surpresa ontem foi uma festa incrivelmente divertida! O detalhe foi ter um salão e um “animador” só para os pais, criando interação e sugerindo (na verdade impondo, mas quem se importou?) atividades lúdicas como cantar no videokê e se envolver em gincanas. Valeu como uma terapia para começar a semana. E Gui ainda cantou Eva (lembram?, do Radio Taxi, regravada pela Banda Eva) para mim no videokê. :) Fora que o ascendente em sagitário dele o faz competitivo, a equipe dele se saiu bem nas atividades e completou com o SPFC ganhando o jogo de ontem! (E eu fiquei feliz porque o treinador do Palmeiras é o Luxemburgo - preciso achar no orkut uma comunidade para me associar que chame “Eu odeio o Luxemburgo”.)

P.S. As fotos dos amigos que revi ou conheci nesta edição do Newscamp estão no meu flickr.

Apr
11

Baby friendly

29223_happy_family.jpgUma amiga me contou que ficou chateada porque a filhinha, de quase 2 anos, foi tratada com muita frieza e indelicadeza na academia de ginástica que ela freqüenta - e que tem aquele espaço com brinquedos, por isso a filha a acompanha com relativa freqüência. Ela reclamava que tanto algumas adolescentes quanto uma moça que estavam nos sofás da sala de descanso (ou recepção) da academia ficaram criando clima para a menina sair de perto, demonstrando o incômodo - e a antipatia - pela bebê.

Bom, eu vou arriscar ser antipática: acho que as pessoas não têm obrigação de gostar de crianças e muito menos de gostar dos filhos da gente. Aliás, aceitar que nem todo mundo se apaixona pelos filhos da gente é uma das tarefas mais duras do começo da maternidade! Enfim, acho que academia não é lugar para criança, embora seja permitido, mas tenha um “lugar próprio” na academia para eles brincarem. Eu só “cobro” esta simpatia e cordialidade com os meus filhos nos ambientes que são “baby/kid friendly”, que aceitam crianças. Naqueles que não aceitam, a invasora, a indelicada e sem noção sou eu.

Quando os levo em eventos de literatura não-infantil, por exemplo, vou ciente que pode ser uma bomba, pode ser chato para eles e terei que sair para não começarem a brincar para se distrair ou me retirar porque as pessoas usam termos chulos ou falam de temas que acho desaconselhável. Mas eu não reclamo a ninguém, porque assumi o risco de levar os meninos num evento que não esperava receber uma audiência da faixa etária deles.

Mesmo eu, que sou mãe, não consigo ser totalmente simpática quando as pessoas levam bebês e crianças pequenas em lugares onde eu acho que não devo levar nem meus filhos, porque muitas vezes vou para trabalhar ou simplesmente quero relaxar e não pensar em ser mãe. Por outro lado, o desabafo dela me fez pensar numa conversa rápida que tive entre um bloco e outro do encontro de sábado passado (no Gafanhoto) com o Manoel Fernandes (que ainda me relaciona, como quase todo mundo, aos temas do Desabafo de Mãe) sobre lugares que são baby friendly em São Paulo. Ele me disse que tem pensado muito no assunto porque nem sempre encontra onde ir com os filhos de 2 e 5 anos (eu entendo e admito que me sinto mais livre agora que os meus chegaram na segunda infância). Não alongamos a conversa, mas creio que ele estivesse buscando aquele lugar que os pais podem ir e também aceita crianças, como o Bar Mooca, onde chegamos para o chope e os meninos ganham revistinhas de pintura e gizes de cera para passar o tempo.

Vale fazer uma listinha e trocar entre amigos para poupar o tempo da gente e aproveitar melhor do que a cidade tem de bom! ;)

P.S. Estou aqui perguntando para a Evellyn, no msn, se é baby friendly mesmo, mas nenhuma de nós tem certeza do termo mais usual. Corrijam se souberem de um mais adequado, tá?


A Vida Como A Vida Quer


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