Jun
11

A beleza roubada

Estou lendo, ávida e animada, com mil conjecturas na mente, o livro A Beleza Roubada - Mulher, Mídia e Consumo de Rachel Moreno (Editora Ágora , 80 págs, preço médio 25 reais). Tem sido um soco no estômago em muitos momentos, mas um "acorda menina" bem merecido (e faço uso do bordão famoso de uma apresentadora de TV a propósito).

O livro tem noite de autógrafos na Livraria Martins Fontes (Av. Paulista, 509, próximo à estação Brigadeiro do metrô), hoje a partir das 19h. Destinada a mulheres, maridos, pais e educadores, a obra alerta para os malefícios da imposição social de um padrão de beleza e ensina a reconhecer os limites dessa ditadura. Psicóloga, feminista, experiência no cuidado com a saúde integral feminina -e como ela enfatiza, além de seu tempo de vida reprodutivo), Rachel trata da possibilidade real de o excesso de vaidade se tornar um problema de saúde pública, dada a interferência da mídia, da publicidade e dos interesses do mercado na formação das crianças e adolescentes.

“O ideal de beleza cria um desejo de perfeição, introjetado e imperativo. Ansiedade, inadequação e baixa auto-estima são os primeiros efeitos colaterais desse mecanismo. Os mais complexos podem ser a bulimia e a anorexia”, afirma Rachel, lembrando que mesmo as mulheres adultas podem ter sua estabilidade emocional afetada.

Rachel Moreno é formada em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP). Fez especialização em Sexualidade Humana e Dinâmica do Movimento Expressivo no Instituto Sedes Sapientiae, além de ter estudado terapia corporal com J. A. Gaiarsa. Rachel tem pós-graduação em Meio Ambiente pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). Trabalha com pesquisa sobre a mulher e atua no movimento feminista, no qual busca inspiração e fontes de (in)formação e ação.

Serviço:

  • Título: A beleza impossível – Mulher, mídia e consumo
  • Autora: Rachel Moreno
  • Editora: Ágora
  • Preço: R$ 25,90
  • Páginas: 80
Jun
09

Comercial no Youtube com clique

Vou fazer propaganda de graça para Centauro, mas não resisto. Num momento em que discutimos tanto a convergência das mídias, um comercial como este no youtube em que o internauta clica sobre o esporte que gosta e surge a propaganda dos produtos da loja para este esporte, é um luxo. Individualização é o luxo que buscamos nesta década e, mesmo não sendo atleta nem de fim de semana, eu adorei. A dica encontrei navegando no Gafanhoto .

May
31

O brasileiro lê 4,7 livros por ano

Comentei sobre a Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil e vou postar aqui um release que recebi da assessoria do Instituto do Livro. Além de contar o que toda mídia noticiou, que “o brasileiro lê 4,7 livros por ano”, a pesquisa conta que “mulheres e jovens leitores lêem mais”.

O brasileiro lê, em média, 4,7 livros por ano. Este é um dos principais indicadores a que chegou a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, encomendada pelo Instituto Pró-Livro ao Ibope Inteligência. O estudo constatou que somente a leitura de livros indicados pela escola, o que inclui os didáticos, mas não só, chega a 3,4 livros per capita. A leitura feita por pessoas que não estão mais na escola ficou em 1,3 livro por ano.

Em algumas regiões, esse número é ainda maior, como é o caso do Sul, onde foram apurados 5,5 livros lidos por habitante/ano. Em seguida, vem a região Sudeste (4,9), o Centro-Oeste (4,5), o Nordeste (4,2) o Norte (3,9). Os leitores lêem mais nas grandes cidades (5,2 livros por habitante/ano) do que nas pequenas localidades do interior (4,3 em municípios com menos de 10 mil habitantes). A pesquisa também confirma que as mulheres lêem mais que os homens – 5,3 contra 4,1 livros por ano. Os jovens leitores ganham destaque na pesquisa. O público entre 11 e 13 anos chega a ler 8,6 livros por ano. De 5 a 10 anos, lêem 6,9 e de 14 a 17 anos o volume é de 6,6 livros por ano.

Essa média sobe entre os que possuem maior escolaridade. Entre aqueles que possuem formação superior, ela é de 8,3 livros/ano. Esse número é de 4,5 livros para quem tem ensino médio completo, 5 para quem cursou entre 5ª e 8ª série do ensino fundamental e 3,7 para quem tem até a 4ª série.

A Retratos da Leitura no Brasil também constatou que, apesar dessa média de leitura, os brasileiros não compram muitos livros: 1,1 livro adquirido por ano (as compras no mercado, por sinal, aparecem empatadas com os empréstimos particulares no quesito principal canal de acesso aos livros). O Brasil possui 36 milhões de compradores de livros e, entre eles, a média é de 5,9 livros exemplares adquiridos por ano.

Por se tratar de uma nova metodologia desenvolvida pelo Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe (Cerlalc/Unesco), que incluiu crianças e adolescentes com menos de 15 anos e pessoas com menos de três anos de escolaridade, os novos números não podem ser comparados com aqueles apurados na primeira edição, em 2000. Para efeito de estudo sobre o comportamento leitor da população, o Ibope separou uma amostra semelhante (população acima de 15 anos, com mais de três anos de escolaridade e que leu pelo menos um livro nos três meses anteriores). Nesse grupo – que não dá para ser extrapolado para o conjunto da população – o índice cresceu de 1,8 para 3,7 por habitante.

May
28

S2net

Jantei ontem - com os três guarda-costas - na Casa Pizza a convite do Luiz Jerônimo da Riot para conhecer uma rede social que pretende sacudir esta área de social media que cabe tão bem no perfil brasileiro. A logo da S2 net - que ainda não foi lançada - sugere que seja uma rede de relacionamentos amorosos, por fazer uma alusão a um coração (romântico) com letra e número, mas, os diretores do projeto garantem que a rede estará disponível para uma troca de idéias e afinidades. Dentre as novidades está a oferta de consultas psicológicas online a qualquer hora. No entanto elas, como a associação ao site, serão cobradas. O que a princípio parece estranho - estamos acostumados a usar as redes sociais sem qualquer ônus financeiro - pode ser uma garantia de segurança, porque quem pagar para constar na rede não o fará para mil e um perfis fakes como sabemos que acontece por aí.

Agora preciso comentar sobre a escolha do restaurante. Uma pizzaria com cara de casa , decoração irreverente e que se funde num mix incrivel de estilos e peças aparentemente soltas, desconexas, mas de bom gosto e que, no fundo, continha um elemento unitivo: a idéia de que é uma casa. Os ambientes são decorados como se fosse uma casa: tem o quarto da menina, do menino, a cozinha e a sala de jantar. Postei fotos bonitas dos ambientes e detalhes do restaurante no Dinner Out .

May
19

Arrumando a casa

A Herika escreveu outro dia quando a casa entra em colapso contando dos aparelhos estragados na casa deles. Lá no Japão não vale a pena consertar, quando quebra o jeito é jogar fora e comprar outro. E como tem muito lançamento sempre, a gente até ganha semi-novos dos amigos. Eu ganhei e dei muita coisa quando morava lá. Aqui no Brasil a mentalidade está começando a ficar assim e para piorar, Gui e eu voltamos assim da nossa temporada lá, com mentalidade "sem conserto"…

Aqui em casa muita coisa estragou recentemente, mas foi por conta do feng shui. Andei arrumando várias coisas com ajuda da Evellyn , que fez um estudo da planta do apartamento. Bem, ela me avisou que as coisas podiam quebrar, mas eu não levei tão a sério assim. Enfim, foi bom, compramos algumas coisas que precisávamos e demos uma geral em praticamente todos os cantos da casa nos últimos finais de semana (é, por isso estou estranhamente offline por vários dias). Está com outro clima, mais alto astral, mais leve, mais (na minha opinião) parecido com a gente.

No entanto, para fazer a planta tive um trabalhão, quase tão grande quanto o de arrumar a casa depois. Como o prédio é antigo, não é fácil conseguir a planta (o meu de Curitiba que comprei novo eu tinha a cópia da planta baixa) e tive que rever meus conceitos de desenho arquitetônico do tempo do curso técnico em Edificações para conseguir fazer um arremedo de planta. Evellyn me pedira com proporção mais próxima da realidade, por isso não podia ser um simples croqui. Senti por não ter um bom programa para traçar a planta no computador - fiz à mão e depois escaneei para enviar a ela por e-mail - e assim ter uma dimensão maior de como tudo poderia ficar aqui.

Aí neste final de semana passei por um stand Maxhaus e lembrei do post do Helton sobre este projeto, que permite que você decore seu apartamento. Segundo ele, no "site há também a opção de conhecer um apartamento pronto, já mobiliado e decorado por arquitetos e designers, mas você pode optar por decorar seu futuro apartamento manualmente, escolhendo desde a cor das paredes até a planta que será colocada no canto da sala, tudo via realidade virtual :D " Pareceu-me dentro do conceito que postei sobre as cores de parede da Suvinil que podemos testar no site. Geek que sou, fiquei cheia de idéias e esperando um site que me permita fazer estes testes de mudança de moveis on line! (hahaha).

May
09

Computadores e locadoras

Hoje de manhã escutei Gilberto Dimenstein no Capital Humano, sua coluna da CBN, falar sobre a redução de locadoras em São Paulo. Caiu de 12 mil em 2006 para 8 mil no final de 2007. Senti isso: a locadora aqui de perto (que não era pequena) fechou e eu nem notei, de tanto tempo que fazia que não parava lá. Com tanto filme barato à venda e a opção de pay-per-view na TV a cabo ao alcance de uma simples senha no controle remoto, a locadora se tornou obsoleta.

Mas o que pesa para esta mudança é a popularização dos computadores no Brasil. É, infelizmente, os filmes piratas ainda são os mais populares e não falo só dos comprados no camelô, aqueles que baixamos da internet entram na mesma conta. (Não estou criticando quem baixa, tenho um passado de “telhado de vidro ” neste quesito também)

Segundo li na Reuters, “a penetração de microcomputadores no Brasil deve dobrar nos próximos três anos, de acordo com uma estimativa divulgada nesta quinta-feira pela Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Até 2011, um em cada dois brasileiros terá um computador, segundo o estudo”.

Atualmente 26% dos brasileiros têm computador, o que supera a média mundial, de 21%. Só entre janeiro e abril deste ano 5 milhões de computadores foram vendidos, sendo um terço notebooks e dois terços computadores de mesa.

E ainda tem quem acredite que a internet e a experiência de selecionar noticias de interesse em blogs não é uma tendência que vai pegar aqui!

Apr
24

Trabalho geek

drink-corner.jpgLembram daquela menininha falando OI no final do comercial de TV? Foi um dos starts para minha curiosidade com esta empresa de telefonia que eu conheço só de propagandas na TV e de patrocínio de shows (quem disse que cultura não rende?). Mas o que me fez prestar atenção nela de verdade foram relatos de amigos que usam o telefone em outros estados (com várias promoções de fazer inveja, do tipo: deixa que eu te ligo no final de semana porque sai baratinho) e a possibilidade de fazer compras sem usar cartão, direto com o celular, como meus amigos do Japão me contam que fazem há tempos. Já pensou? Se usar cartão de débito já facilitou a vida, que dirá comprar refrigerante de maquininha usando o celular? Muito geek! Por falar em geek, o golpe de misericórdia nesta geek aqui é que meu smartphone é um dos modelos deles. Viva! As tarifas da minha operadora me desanimam, infelizmente, por isso ainda não fiz um plano de dados (apesar dos conselhos que recebi do Fujita).

Há alguns dias vi o Helton comentar sobre vagas de trabalho lá. Ele contou em primeira mão que a empresa está chegando a SP e está recolhendo currículos através do link Eu Quero Trabalhar na Oi. Eu costumo pegar este tipo de informação e divulgar nas redes sociais (orkut, via6) porque trabalho é algo que a gente sempre persegue, né? Aí juntei as inovações da Oi e fiquei fantasiando o esquema de trabalho lá. (risos) A expectativa que eu tenho é de que o esquema na empresa seja parecido com o modelo que ela tem mostrado nos comerciais, jovem e dinâmico. E que traga oportunidades de aprendizado e crescimento na carreira, mesmo que comece no famoso estágio. Enfim, aquele sonho de filme americano no qual o cara é ousado e cresce dentro de uma empresa. (risos) Se mandar o seu currículo e for assim, me conte, quem sabe o Giorgio não vai estagiar lá daqui uns anos! ;)

Apr
19

Oficinas para meninas

_dsc7515_baixa.jpg

Se você não vai viajar no feriado e não sabe o que fazer com as crianças, pode aproveitar as oficinas do Santana Shopping. Personalização de camisetas e bijuterias, oficina de cabeleireiro e oficina fotográfica, tudo baseado em seriados do canal Boomerang. A participação será gratuita, e a garotada, com idade superior a 8 anos, poderá levar seus trabalhos para casa. Eu não vou poder aproveitar, porque, como mostra o programa, é bem para meninas - sem preconceito, mas não interessa mesmo os meus filhos.

O evento acontece diariamente, das 14h30 às 20h, na praça central do shopping, que ganhou quatro ambientes inspirados nos cenários das séries Cake, Rebelde e Boom Box. No espaço Customização de Camisetas Boomerang, crianças e adolescentes terão à disposição materiais como gliter, cola, argolas, pingentes e adereços para usar a criatividade e personalizar uma camiseta exclusiva. Read the rest of this entry »

Apr
18

Meu lado B (meu primeiro meme)

skinferragamo2-778092.JPG

Hoje no Nossa Via Max tocou - em Salão de Móveis de Milão… ou, meu lado B queria ser designer! - num tema que tinha tudo para render um post meu. Mais do que isso, comentei lá com ele que valia um meme - e vejam, nunca antes eu criei um meme ou blogagem coletiva. Mas aqui está, deixo o convite para quem me lê contar do seu lado B. Desafio e tanto, não é? Mas quem vai me dizer que ao ver aquela propaganda do cara imitando a pose de “Bee Gees” na rua (e sua linda Brastemp Club em casa) não parou para pensar no seu lado B? Eu pensei, Gui e eu rimos à beça imaginando-nos e até os meninos entraram na onda.

Meu lado B tem tudo a ver com o Salão de Milão, porque nele deixo aflorar a futilidade, o gosto por coisas requintadas (mais do que sofisticadas, admito) e a queda por objetos inovadores em decoração. Se vierem no meu apartamento verão o contrário, vivo numa decoração típica sulista: com conforto, discrição e quase nada de luxo e estilo. Mas namoro revistas de decoração e o lado B aflora. Ter uma madrinha que é decoradora e cujos projetos em Casa Cor conheci com privilégios pesa, claro. E ter a antiga melhor amiga da faculdade (e madrinha do meu casamento) que fez pós em moda em Milão ajuda ainda mais. Mas o que conta é a força com que o lado B vem à tona, independente da nossa vontade, como aquela mãozinha esticada do cara no comercial de TV. Involuntário, por isso tão real, causando tanta empatia. (Aliás, tem um blog, que eu visito há um tempo, onde você pode criar uma imagem do seu lado B, é bem divertido)

Eu sou de uma família meio fashionista (até meu pai é vidrado em roupas e não vai desarrumado nem na esquina comprar pão) e minha mãe é para muitos sinônimo de elegância e sofisticação. Quando eu era bem pequena, lembro dela saindo nas colunas sociais dentre as mais elegantes da cidade e as fotos dos jornais me provam que era verdade. Eu saí meio patinho feio nisto, no meio de uma irmã que é fashionista assumida (ela sempre está na última moda, mas guardando o requinte da mãe) e outra que é adepta do clássico (pudera, médica cardiologista tem que ser meio séria). No meio disto, eu saí como mais descolada e avessa às imposições da moda. Será? No fundo não, sucumbo a tudo que é belo, mas não queria ser designer, meu lado B é consumista! (risos) E nestes dias, o sonho de consumo está no blog Milão, que Max comentou. Nele Camila Cecchi conta detalhes do evento e de quebra dá notícia de sua busca por objetos e lugares inspiradores na cidade italiana que é uma das capitais da moda e berço das melhores escolas de design do mundo. Até Milão tem um lado B inimaginável! Vale ver as fotos dela para entender.

collage1.jpg

P.S. Consumir de verdade ainda não dá, mas encontrei dois amigos online que estão se tornando companheirões offline e adoram ver coisas bonitas. Helton, que também comentou sobre o Salão no nosso blog Style, e Renata Ruiz, que está me convencendo a começar a freqüentar os desfiles e eventos fashion de São Paulo! :)

P.P.S. O convite para o meme está aberto para quem topar o desafio, é só avisar nos comentários. Mas a intimação é para Luma Kimura, Evellyn, Veridiana, Anny, Kaká, Luma Rosa e minha prima Leninha. Mas se a Palpiteira, a Carla do Brasil e meu novo amigo Zé quiserem aderir, vou adorar saber seu lado B também. ;)

Apr
16

Vivienne Westwood

westwood.jpgUma manhã offline me deixa com trabalho acumulado para fazer por dias. Ontem um amigo me falava a mesma coisa e comecei a pensar no quanto nos enchemos de afazeres com a vida online, porque ela poupa tempo e acabamos inventando o que fazer com o tempo ocioso. No final, ficamos tão sobrecarregados que não sobra nada!

A manhã offline com os técnicos da virtua mudando meu ponto de internet fixa foi relativamente proveitosa. Como eles não conseguiram instalar o software do modem da motorola (aquele padrãozinho da virtua) no meu notebook que usa Vista (pedi para instalarem, mesmo eu usando no desktop e deixando o notebook para a rede wi-fi), falaram que logo viria um supervisor para vir arrumar - o cara não veio, quem arrumou fui eu mesma!

Mas enquanto eu esperava, inventei o que fazer. Arrumei as estantes de livros (como temos livros, benza Deus!) enquanto ouvia o noticiario e depois eu vi uma reprise de entrevista inusitada e que me fez rever preconceitos (adoro quando isso acontece): Vivienne Westwood falava sobre moda, afirmava várias vezes que nunca gostou de ser estilista, elogiava Yves Saint Laurent e dizia que trabalha pensando “quero acabar longo isso para poder ler meu livro“. Impossível não se identificar com a simplicidade e a naturalidade dela. E eu admito que nunca tinha prestado a menor atenção nos conceitos que ela passa nas suas coleções, da mulher muito feminina e de uma certa crítica política, que ela garante que é basicamente da idéia de que a cultura pode mudar o mundo. Na entrevista ela usava um broche incrível que tinha Rembrandt de boina de Che Guevara, numa alusão a uma revolução cultural. Amei, mas o que me chamou mais atenção foi sua defesa da idéia de que atualmente compramos muito e a sugestão de que, ao invés de sairmos todo final de semana para fazermos compras e assim preencher nosso vazio existencial, fiquemos em casa lendo um livro! Que tal?


A Vida Como A Vida Quer


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