Jul
20

Viagem ao Centro da Terra

Na sexta-feira, depois da visita ao cirurgião plástico, Giorgio foi oficialmente liberado para passear e fomos ao cinema. Pretendíamos ver Kung Fu Panda - filme que estava nos planos no acidente e por isso resultou em muitos brinquedos dos personagens ofertados nos dias de hospital pelos tios - mas não conseguimos chegar em tempo para a sessão.

Acabamos vendo o filme que o Enzo espera com ansiedade há meses: Viagem ao centro da Terra. A sala no Shopping Estação não nos permitiu ver em 3D (desculpa boa para assistirmos novamente outro dia, já que dizem que o filme só tem graça mesmo em 3D), mas tivemos minutos de diversão e muita emoção num filme que é juvenil - acredito que crianças, só sendo mini-cientistas como nos meus filhos para acompanhar e gostar de verdade da aventura. A história, que cita o livro homônimo de Júlio Verne, é centrada na aventura de um garoto de 13 anos, Sean (John Hutcherson), em viagem inusitada com seu tio Trevor (Brendan Fraser) e a guia turística Hannah (Anita Briem) nas montanhas da Islândia em busca de explicações para o sumiço do pai do garoto, o cientista Max Anderson. Tanto o pai de Sean quanto o de Hannah eram vernianos, seguidores da obra de Verne, que acreditam que seus livros são mais do que ficção científica. Uma aventura que agradou imensamente ao Enzo que adora paleontologia, botânica e geologia, e divertiu Giorgio, que é destemido e ávido por desafios. No mais, a importância da figura paterna, da amizade entre irmãos (os Anderson eram muito ligados e trabalhavam juntos como cientistas pesquisadores numa universidade antes do sumiço de Max) e o imenso valor de se acreditar nos sonhos e saber encontrar os meios para realiza-los são, como diria meu filho, a moral da história. ;)

No final da sessão, tivemos que passar na Livraria Curitiba (como gosto do atendimento de lá, onde os vendedores são bem treinados!) para comprar um exemplar do livro Viagem ao Centro da Terra, de Júlio Verne, sem o qual Enzo não sossegaria! A leitura está sendo ótima e lembra momentos do filme em que os personagens se baseiam na obra e na aventura de Otto Linderbrock para voltarem ilesos à superfície.

(Logo em seguida, na festinha de aniversário dos padrinhos do Enzo, os tios Madi e Tarquino lhe deram o mesmo livro, ou seja, ficamos com um credito na livraria que vamos usar hoje mesmo!)

P.S. Se você quer conferir o filme em São Paulo, o cine Bristol (av. Paulista 2064, Shopping 3, Cerqueira César, SP, fone 3289-0509) se destaca. Segundo a Folha de S. Paulo, “a sala 1 está equipada com um novo projetor norte-americano que, aliado a óculos especiais, garante efeitos bastante realistas”.

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Jun
27

Wall-E

WALL-E

Há meses que meus filhos - que adoram Disney Channel e visitam semanalmente o site - estão atentos ao calendário por conta da estréia de Wall-E, dirigido por Andrew Stanton, o mesmo diretor de Procurando Nemo. Não é novidade, somos aficcionados pela parceria Disney-Pixar e, neste caso, tem algo mais. Meninos adoram robôs e os meus, que tiveram aulas de robótica educacional e são legomaníacos, também têm grande preocupação com  meio ambiente. Infelizmente, com a ida a Curitiba hoje, perdemos a estréia, mas devemos conferir tudo no cinema amanhã mesmo.

Nono longa da Pixar, Wall-E toca num tema importante, como li no blog da minha irmã ontem. Ele faz

um alerta para a quantidade de lixo produzida por uma sociedade extremamente consumista - a função do simpático robô é compactar esses itens descartados e organizá-los em pilhas. Um dos fatores que pode contribuir para o aumento da quantidade de lixo é o consumo de equipamentos eletrônicos, que são substituídos de forma rápida por modelos mais atuais: o iPhone tem de ser 3G, o PC precisa de tela sensível ao toque, o aparelho de DVD deve rodar Blu-Ray, e por aí vai. Para evitar que o agravamento do problema do lixo, os consumidores de eletrônicos devem dar um destino adequado a seus aparelhos obsoletos. Basicamente, quando ainda estão funcionando eles podem ser doados ou vendidos (saiba como fazer). E, no caso de não funcionarem mais, também é possível devolvê-los a alguns fabricantes para que eles façam a reciclagem adequada (saiba quais empresas de tecnologia fazem esse tipo de coleta). (JULIANA CARPANEZ no G1)

Mas o que nos ganhou foi a simpatia do robô no trailler (abaixo, em vídeo do youtube). E sendo Pixar, podemos esperar novidades ao universo da animação. De acordo com o diretor do longa, as vozes dos personagens serão criadas eletronicamente, dispensando o trabalho dos dubladores e pelo menos um terço dos diálogos do filme deve ser composto apenas por bipes. Eu gostei da trilha sonora (amo trilhas) que tem Aquarela do Brasil de Ary Barroso, a música escolhida do trailer. Abaixo postei uma sinopse, mas não leia se preferir o prazer de chegar ao cinema e viver o filme com toda emoção.

[update] Fomos ver o filme na segunda, dia 30/06, e fiquei encantada com o robôzinho. Como filme, sinceramente, achei o mais infantil de todos da Pixar, sem a profundidade e o enredo encantador que Procurando Nemo, Carros e Toy Story tinham. Mas tem o personagem central com a força de um Rémy (Ratatouille) e a incrível animação que a Pixar sabe fazer.

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Jun
21

O lado B da maternidade (e da paternidade)

viagem_de_chihiro06.jpg

Já que citei o paizão no post anterior, lembrei de uns posts interessantes sobre pais e filhos que li recentemente.  Aliás, todos sabem, a maternidade - e o questionamento sobre ela ser natural ou não - é tema recorrente aqui . O primeiro post que indico dá nome ao post, achei a frase tão boa que estou citando aqui - mas com link e crédito - com podem ler abaixo.

Citando novamente um trecho de livro publicado pela Renata:

O lado B da maternidade (e da paternidade)
"Raising a child is easily the most maddening thing I’ve ever done . It is, of course, also the most rewarding thing I’ve ever done. The latter gots a lot of attention - frozen in time and assembled neatly in picture albums, scrapbooks, family stories - while the former, nearly as significant in th ebig, day-to-day cheme of things, is the subject of ominous public service announcements and scolding lokks from strangers, your parents and your mate. Everybody gets mad at their kids; nobody likes to talk about it"
(Greg Knauss, Peas and domestic tranquility, uma das crônicas do livro Things I learned about my dad (in Therapy), organizado e editado por Heather B. Armstrong )

Para ler a reflexão dela, vá até lá. ;)

http://depoisfalamos.files.wordpress.com/2007/04/pursuit-of-happyness-2006.jpg

Outro post que indico é da Lella no Nossa Via com dicas de filmes que falam deste relacionamento familiar em Pais e Filhos: Não deveria ser uma via de mão única ! Fiquei muito curiosa com a dica de “Ninguém pode Saber ” (Dare mo Shiranai), porque é cinema japonês e eu assumi uma parte das coisas como filha mais velha quando meus pais se separaram. Acho que, se conseguir a proeza de encontrar o filme para ver, vou chorar muito! Imaginem a trama: "Uma mãe jovem demais, que um belo dia abandona os 4 filhos, numa de que ela tem direito de ir curtir a vida. Então, o mais velho, com 11 anos, faz de tudo para ser pai e mãe dos irmãos." O outro japonês que ela indica, “A Viagem de Chihiro ” (Spirited Away ), adoramos aqui em casa - e temos uma cópia que vemos sempre, como outros tantos do mestre Hayao Miyazaki . Outro que adorei e que eu resenhei no Desabafo de Mãe foi “À Procura da Felicidade ” (The Pursuit of Happyness). ;)

E você, tem dicas de filmes que mostrem a relação entre pais e filhos? Avise aí nos comentários, eu adoro conversar sobre este tema!

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Jun
13

Meu nome é Yuba

Já divulguei este filme no blog Nihon Nikkei , mas não resisti e estou falando dele aqui também. A idéia é tão fantástica que me pegou de surpresa.

Imaginem uma comunidade onde a cultura e língua japonesa são preservados pelos moradores. Ok, até aqui, parece possível, mesmo no século XXI. Afinal, eles estão em Mirandópolis, a 600km de São Paulo. Mas a Comunidade Yuba persiste até os dias de hoje sob o lema “Cultivar a terra, rezar e amar as artes”. O mais interessante é que as 60 pessoas (dentre elas a menina que está na foto ilustrativa) que lá vivem num regime sui generis dividem tarefas e ninguém recebe salário. Todos têm casa e comida garantidas e fazem suas refeições juntos, num grande refeitório. Mesmo após tantos anos no Brasil, os moradores preservam a cultura e a língua japonesa e todos contribuem para o bem-estar coletivo.

Estas características chamaram atenção de Bruno Castanho e Juliana Kirihata, que assinam o roteiro e a direção do documentário “Meu Nome é Yuba”, que será hoje às 23h, na Reserva Cultural (Av. Paulista, 900 - Térreo Baixo).

Exibição Inédita

  • 13 de junho, sexta-feira, a partir das 23h
  • Reserva Cultural
  • Av. Paulista 900 (Térreo Baixo)
  • Ingressos a R$ 10,00
Jun
13

Japão no Sesi Vila Leopoldina

No mês do Japão no Brasil (tenho pensado assim cada vez que ouço e vejo notícias sobre a imigração japonesa na mídia) os filmes com temas do Japão voltam à tona. Soube que há exibições gratuitas de terça a sexta às 19h e aos sábados às 16h com entrada franca na sala do cineclube do Centro Cultural Sesi Vila Leopoldina em São Paulo. Confira a programação e a classificação indicativa de cada filme no site .

Outros eventos culturais deste Sesi marcam a data:

  • Até 20 de julho com entrada gratuita, o espetáculo Yuuki!!! O pequeno Samurai estará em cartaz. A peça é baseada no antigo conto de fada que no Ocidente é conhecido como O Pequeno Polegar e, no Japão, como Issumboushi.
  • Sons Urbanos
    Dias 24 e 25 de junho às 20h não perca os shows das bandas Tontonmi e Gaijin Sentai que fazem um misto do Japão com a cultura ocidental. Confira mais sobre cada banda no site.
  • Performance Namahaiku Haikai ao Vivo
    Almir Almas e Daniel Seda apresentam um espetáculo numa projeção de vídeo sincronizada com seus movimentos. Dia 26 de junho às 21h. Entrada franca.

Serviço:

  • Centro Cultural SESI Vila Leopoldina
  • Centro de Atividades "Gastão Vidigal"
  • Rua Carlos Weber, 835 - Vila Leopoldina - São Paulo / SP
  • Informações: 3834-5523 / 3832-1066 - Ramal 1180 ou centroculturalsesi@sesisp.org.br
Jun
04

Nas profundezas do mar sem fim

Passei um domingo de frio e chuva zapeando canais na TV a cabo e revendo alguns filmes. Peguei a última meia hora do filme The Deep End of the Ocean (Nas profundezas do mar sem fim , 1998) no AXN. É um belo filme, baseado na obra homônima de Jacquelyn Mitchard que se tornou um sucesso após ser indicado por Oprah Winfrey em seu programa de TV. Aliás, uma história que mescla uma questão social - o desaparecimento de uma criança - e a luta pessoal dos pais, o sofrimento dos irmãos e a redenção num final feliz é a cara do programa dela.

A história, que mostra o que a família Cappadora (curiosidade, o pai é o Treat Willians, de Everwood) passa depois que o pequeno Ben, de 3 anos, desaparece numa reunião de ex-colegas de escola da mãe, retrata aquilo que muitos de nós já vivemos, ainda que por poucos segundos, num turbilhão de emoções e imagens que nos acomete quando cometemos o mesmo erro. Sim, quem pode dizer que nunca perdeu, por segundos, uma criança? Eu passei por isso duas vezes com meu filho mais velho e posso testemunhar que “vi” uma vida passar na minha frente por segundos, imaginando o que seria viver sem ele.

Esta capacidade de empatia e identificação que sentimos em casos como este, foi comentada numa entrevista que vi com Contardo Calligaris (no Roda Viva da TV Cultura) comentando o “sucesso” do caso Isabela Nardoni. O psicanalista italiano radicado no Brasil, famoso por suas obras e por uma coluna muito popular na Folha de S. Paulo, dizia que todos, no fundo, já estiveram perto de uma atitude extremada com suas crianças. Todos podíamos ser o pai de Isabela, já chegamos em casa cansados e perdemos as estribeiras com nossas crianças. E por isso, penso eu, até por auto-punição e autocontrole, optamos por condenar imediata e veementemente o comportamento dele.

Tendemos a ser extra-punitivos como povo. A mãe do filme que citei, personagem vivida por Michelle Pfifer, é assim, ela sofre e ao mesmo tempo acusa, de forma silenciosa mas insistente, o filho mais velho pelo sumiço. O personagem teria 7 anos e largara a mão do irmão de 3, por quem era responsável no tal evento. Pode uma criança ser responsável por outra?

Penso nos meus filhos e vejo que de forma natural esta responsabilidade acontece, no mínimo no lado emocional. Meu caçula divide entre o pai, a mãe e o irmão seu porto seguro. Muitas vezes me parece que qualquer um de nós lhe traz segurança, mesmo o irmão criança serve como porto seguro ou referência. O primogênito não, ele é sempre forçado a ser mais do que gostaria - ou talvez possa - ser, mesmo sem nossa cobrança. No final do filme que comentei, o filho desaparecido, que ressurge após 9 anos e não consegue se lembrar de nada da família de origem preferindo ficar com o pai adotivo, mas ao final volta ao lar porque se lembra do irmão mais velho. A lembrança lhe faz ver que sentiu falta dele e ensina o caminho de volta, numa sequência de cenas lindas, que sempre me emocionam, como me emociona pensar na importância da vida com irmãos, da fraternidade para seguirmos em frente. Os irmãos são o esteio da vida e sou feliz por ter crescido com irmãos e poder oferecer esta convivência fraterna aos meus filhos!

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May
30

Jogo do Príncipe Caspian


Aqui em casa as crianças estão em polvorosa com o filme As Crônicas de Nárnia - Príncipe Caspian que estréia hoje nos cinemas. E hoje recebi um release do lançamento de um joguinho de cartas sobre o filme. Bem, família que adora super trunfo, já viu…

As aventuras dos irmãos Pevensie, criadas pelo escritor C.S. Lewis, volta às telas do cinema com a estréia no Brasil do filme As Crônicas de Nárnia - Príncipe Caspian e toda a exuberância desse enredo mágico está retratada em um novo jogo infantil da COPAG.

No jogo dos quartetos As Crônicas de Nárnia - Príncipe Caspian, o desafio é colecionar o maior número de quartetos - quatro cartas identificadas por códigos iguais na parte superior, estimulando a capacidade de concentração e as descobertas lúdicas das crianças. As cartas trazem fotos belíssimas dos irmãos ingleses Pevensie, do príncipe Caspian e de outros personagens da trama, que estão no mundo de Nárnia para restaurar a paz no reino, povoado de monstros perigosos e cenário de grandes lutas. É só reunir a criançada e se divertir!

P.S. É o segundo livro da série As Crônicas de Nárnia a ser publicado, mas o quarto na ordem sugerida de leitura. Read the rest of this entry »

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May
29

O cinema de Frederico Fellini

www.samshiraishi.com Frederico Fellini

A Casa do Saber divulga um curso sobre Frederico Fellini, "um dos maiores realizadores do cinema no pós-guerra, integrante da geração de ouro italiana que lançou o neo-realismo e consolidou o cinema do país, nas décadas de 50, 60 e 70, como sinônimo de elevada qualidade artística e intensa comunicação com o público". Quem ministra o curso é Sérgio Rizzo. Jornalista, crítico de cinema e professor nos cursos de Jornalismo e Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie e na pós-graduação em Crítica Cinematográfica da FAAP.

A promessa é esmiuçar sua obra e sobretudo seu estilo particular - que se manifestava desde a escolha de temas com elementos autobiográficos até o registro onírico e tragicômico de encenação e levou ao uso do adjetivo "felliniano". Como não poderia deixar de ser, as aulas serão expositivas com exibição de trechos selecionados de filmes.

Aulas

  • 29 Mai - 1. As origens neo-realistas como roteirista e as primeiras experiências como diretor: "Abismo de um Sonho", "Os Boas Vidas", "A Trapaça", "As Noites de Cabíria"
  • 05 Jun - 2. O afastamento da herança neo-realista e o estabelecimento de um registro onírico: "A Doce Vida", "Oito e Meio", "Julieta dos Espíritos"
  • 12 Jun - 3. A consolidação como cineasta de trânsito e prestígio internacionais: "Satyricon", "Roma", "Amarcord", "Casanova", "Ensaio de Orquestra"
  • 19 Jun - 4. A busca por novos temas e abordagens na fase final de carreira: "Cidade das Mulheres", "E la Nave Va", "Ginger & Fred", "Entrevista", "A Voz da Lua"

Serviço:

  • Professor: Sérgio Rizzo
  • Duração: 4 encontros
  • Dias: Quintas-feiras, às 20h (29/05, 05/06, 12/06, 19/06)
  • Local: Casa do Saber (Higienópolis)
  • Preço: R$ 180 na inscrição + 1 parcela de R$ 180

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May
13

Cinema e Literatura

Pela manhã falei de cinema e TV e eis que chego em casa agora e tem uma mensagem no twitter contando de um bate-papo sobre Cinema e Literatura hoje à noite, no Centro Cultural São Paulo. Estarão lá Gláucia Davine (professora, pesquisadora e doutora em cinema pela Universidade Mackenzie) e Deonísio da Silva (escritor, professor , vice-reitor de pesquisa e pós-graduação da Universidade Estácio de Sá - RJ, é especialista em Rubem Fonseca), especialistas mediados por Márcia Denser (escritora e curadora do projeto - CCSP).
O tema é a obra de Rubem Fonseca e sua transposição para o cinema - Mandrake, Agosto, A grande arte, e outros, e interessante para estudantes de comunicação, artes visuais, letras, jornalismo e áreas afins.
O evento é parte das comemorações do aniversário do CCSP e não há necessidade de inscrição prévia.

P.S. Centro Cultural comemora 26 anos de existência com programação especial. Até sexta (16/5), inscrições abertas para a Oficina Socializando o Meipi. Na quinta (15/5), aula-espetáculo com Antonio Nóbrega .

Serviço:

  • Diálogos cinema & literatura no CCSP
  • Rua Vergueiro
  • Data: 13/05/2008, das 19h às 21h
  • Sala Paulo Emílio (110 lugares)
May
06

Speed racer

Hoje tem pré-estréia do Speed Racer no Maraket Place. Só a estréia já é bárbara , mas ela vem com uma pitada a mais de glamour e velocidade. A Warner Bros. Pictures vai levar os principais nomes do automobilismo nacional para ver o filme em primeira mão. Foram convidados todos os pilotos da Copa Nextel Stock Car, dentre eles os campeões Giuliano Losacco, Cacá Bueno, Ingo Hoffman e David Muffato, e os veteranos da F1 Luciano Burti e Tarso Marques. Também constam da lista os nomes de Jean e André Azevedo, feras do rally, e do campeão de motovelocidade Gilson Scudeler. Outras celebridades do mundo do automobilismo, como o designer Sid Mosca e o campeão de F1 Emmerson Fittipaldi, também deverão assistir ao filme.

O que posso dizer? Meu marido está doido por este filme. Há dias está revendo no youtube desenhos antigos para "evangelizar" os filhos antes de irem ao cinema. Para ajudar, combinamos um passeio com os amigos que levaram os meninos no cinema na sexta, então vai ser uma verdadeira aventura!

Baseado na série clássica de anime criada nos anos 1960 de Tatsuo Yoshida, Speed Racer mostra as aventuras do jovem piloto e seu potente carro nas pistas de corrida, enfrentando diversos desafios e rivais. Eu confesso que não vi quando criança e só conheci já na faculdade, numa reprise que a MTv fez. Mas como o filme foi escrito e dirigido pelos irmãos Wachowski (trilogia Matrix) e produzido pela Silver Pictures, de Joel Silver, vou ver, né? Preciso agradar marido e filhos. ;)

A estréia nos cinemas brasileiros está prevista para 9 de maio de 2008.

Serviço:

  • Evento: Pré-estréia do filme Speed Racer
  • Data: 6 de maio de 2008
  • Horário: 21h
  • Local: Cinemark Market Place – Shopping Market Place (Av. Dr. Chucri Zaidan, 902 - ao lado da ponte do Morumbi)

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