Mídias Sociais para sua mãe! Como e de que maneira explorar redes sociais e internet para Baby Boomers?
Postado em Carreira e dinheiro, Cultura Web 2.0 no dia 20/01/2012”Infelizes para sempre: tanto o filme “Foi Apenas um Sonho” quanto a série “Mad Men” tratam do universo Baby Boomer e as frustrações da primeira geração de americanos que enriqueceu em massa e foi morar no subúrbio.”

Preâmbulo:
“Em 1945, os Estados Unidos e o restante das Forças Aliadas declararam vitória na Segunda Guerra Mundial. Os soldados voltaram para casa, a economia americana encontrou uma força renovada ao fornecer mercadorias ao mundo livre para reconstruir suas economias e as pessoas se estabeleceram e começaram a ter filhos. Muitos filhos. Em 1946, as taxas de natalidade cresceram bastante, iniciando um aumento estável que durou por quase 20 anos.
Esta explosão na população criou o que passou a ser chamado de Geração Baby Boomer. Essa geração permaneceu como o maior grupo exclusivo de pessoas, em todas as etapas das suas vidas, e dominou o panorama nacional [dos EUA] o tempo todo.”
Não vivemos a mesma realidade aqui no Brasil porque nosso momento político era outro, refletindo na formação da sociedade que viveu uma situacão paralela no “milagre econômico” da década de 1970… No entanto, sem dúvida fomos influenciados por aqui por vários movimentos decorrentes dos Baby Boomers.
Quando eram jovens, eles criaram o movimento juvenil dos anos 1960. Quando eles completaram 20 anos, criaram a cultura do excesso nos anos 1970. Nos anos 1980, eles eram os “Yuppies”, encontrando seu caminho no mundo corporativo pela primeira vez. Hoje, os Boomers mais velhos estão se aproximando da casa dos 60 anos e, mais uma vez, os Estados Unidos estão se preparando para uma mudança no paradigma.
Claro que eu e os debatedores que estarão comigo no SMWSP 2012 pensando coletivamente como explorar as redes sociais para Baby Boomers não somos exatamente desta geração – pelo contrário, né? Temos tudo de geração Y, alguém duvida? (risos)… mas podemos pensar sobre como o ingresso destes não-nativos digitais se dá e altera diuturnamente a forma como compartilhamos e vendemos notícias, produtos e marcas nas novas mídias.
No dia 15/02, quarta-feira, das 17h às 18h30, no Think Thank Stage do Social Media Week SP 21012, eu estarei com Fábio Boucinhas (Diretor de Meios Digitais e Internet da Natura), Guilherme Jotapê Rodrigues (Buzz Manager na Leo Burnett Tailor Made), Felipe Wasserman (Gerente Marketing | Shopping ABC | BRMALLS) e Patrícia Albuquerque (Sócia e Diretora de Conteúdo da Espalhe) debatendo este tema:
MÍDIAS SOCIAIS PARA SUA MÃE!
Quando pensamos em mídia sociais, é natural imaginarmos sites, conteúdos e plataformas feitas para o público jovem (18-30 anos). Mas existe um bom bocado de usuários que está acima dessa faixa etária e usa a internet tão intensamente quanto a geração Y. Como e de que maneira explorar redes sociais e internet para Baby Boomers?
Gostou?
O #SMWSP é um dos poucos eventos em que toda a grade de programação é oferecida gratuitamentepara os participantes. Mas, justamente por conta disso, é importante fazer a pré-inscrição e se inscrever para as mesas e atividades do Think Tank Stage, Learning Stage e Brainstorm Room no site do evento.
Nos vemos lá?
O que é mais vantajoso na hora de comprar um imóvel: financiar, fazer consórcio ou comprar na planta?
Postado em Carreira e dinheiro, Casa e decoração, Consumo Consciente no dia 19/01/2012
Continuando a postar os vídeos em resposta às dúvidas de leitores do site Investe em Você (no qual atuei em 2011 como especialista em Economia Doméstica), hoje vou falar de compra de imóvel: é melhor comprar na planta, financiar ou construir?
O que é mais vantajoso na hora de comprar um imóvel: financiar, fazer consórcio ou comprar na planta?
Considerando apenas a questão financeira, o mais vantajoso é construir, mas nem todo mundo tem “paciência e expertise” para lidar com tudo que a construção exige. E construir, no geral, pede um pouco de capital, não é mesmo?
Para quem não tem uma poupança e/ou está planejando a vida com mais tempo, como no caso de namorados ou noivos, tanto o financiamento quanto o consórcio podem ser alternativas interessantes, de acordo o tempo que desejarem usufruir do imóvel. Comprar na planta, antes do imóvel ficar pronto, requer um certo planejamento financeiro para pagamento de balões, mensalidades e escrituração, por isso eu entendo como uma opção para quem pode esperar e tem certa “folga” nas contas.
Se você já tem uma família ou contas fixas que comprometem seu rendimento, é melhor comprar um imóvel pronto onde possa morar e assim se livrar do aluguel.
Qualquer que seja sua escolha, vale lembrar: imóveis são bens duradouros, todo cuidado é pouco, antes fechar qualquer negócio, verifique os antecedentes da construtora para evitar riscos com a não entrega do imóvel na data estipulada ou questões jurídicas pendentes no caso de imóveis usados.
Trabalhando nas férias dos filhos
Postado em Carreira e dinheiro, Férias com as crianças, Mãe com filhos no dia 05/01/2012Enquanto a nova ajudante não começa a trabalhar, cá estou eu nesta primeira semana do ano, usando a criatividade para poder voltar ao trabalho e ao mesmo tempo acompanhar as crianças nas férias. Depois de alguns anos passando as férias com os avós ou na colônia esportiva, neste ano eles pediram para ficar em casa para aproveitar os amigos, os brinquedos e a nossa companhia.
Com argumentos assim, como não ceder? Só que a vida adulta não tem 60 dias de folga no verão né?
Então estou testando um ritmo que me permita fazer as coisas que dependem só de mim (textos, e-mails, pesquisa) do iPhone e iPad de onde eu estiver com eles num dos turnos do dia e no outro vou para o escritório me juntar à equipe. O segredo é organização e planejamento em todos os sentidos: trabalhei mais e economizei para comprar os gadgets que me ajudariam (smartphone, tablet e notebook bom para usar em casa) e nada de preguiça no começo e no final do dia, garantindo esta “folga” no meio do expediente.
Creio que os avanços tecnológicos e sociais (os que discutiam os modelos de empregabilidade e de produção no final do século XX) têm que servir para isso, devem ser ferramentas para que nossa vida seja produtiva e ao mesmo tempo nosso coeficiente de felicidade interna seja mantido num patamar saudável.
E vocês, amigos, como organizam as férias escolares na família?
Pequenas coisas para des-hierarquizar uma empresa (dicas de @augustodefranco)
Postado em Carreira e dinheiro, Cultura Web 2.0 no dia 12/12/2011Domingo é dia de pensar em trabalho e em tecnologia? Não sei, especialmente depois do meu post de sábado sobre o Ócio Criativo, fiz questão de ficar meio à toa ontem, mas não deixei de acompanhar (e salvar) as dicas que o “pensador” Augusto de Franco (@augustodefranco) compartilhava no Twitter. Com o tema “Pequenas coisas”, ele divulgou pensamentos sobre o que você já pode fazer para ir des-hierarquizando e abrindo sua empresa, montando paralelamente uma empresa mais inteligente, reafirmando sucintamente o que defende como criador e um dos netweavers da Escola-de-Redes - uma rede de pessoas dedicadas à investigação sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving e da empresa-em-rede chamada Netweaving HCW.
Veja as “pequenas coisas” (na verdade grandes ideias que, se adotadas, desencadeiam grandes mudanças nas empresas e, felizmente, na vida das pessoas) e repense seu cotidiano para 2012!
1) Adote o Gmail e deixe para lá os velhos programas com limites de mensagens e tamanho de anexos. Nada de “caixa cheia”.
2) NING no lugar do velho portal corporativo (da lista de 10 ferramentas sugeridas pelo @oswaldoliveiraj)
3) TOKBOX Para a realização de reuniões virtuais, de vídeo, áudio e compartilhamento de conteúdos.
4) LIVESTREAM Para a realização de palestras e workshops
5) SLIDEROCKET Para formatar e a apresentar os conteúdos de apoio dos eventos online.
6) BOXNET Para armazenar e compartilhar documentos (Eu uso o DropBox na empresa para troca com os colaboradores, também funciona!)
7) CONSTANT CONTACT Para enviar e-mail.
ZENDESK Para atender clientes remotamente.
9) SKYPE Para atender clientes ao vivo (Grande aliado do nosso trabalho desde 2004!)
10) GTALK Para conectar ao atendimento online (sou fã, funciona até com “sinal de fumaça” – risos – porque é um programa leve e exige pouca memória ativa, mas funciona super bem)
11) OLARK Para atuação dos netweavers.
12) Use o Twitter e o Facebook para interagir com os stakeholders (clientes inclusive) e não para fazer marketing e RP (Gostei muito desta observação, as redes sociais são para compartilhamento e podem até servir para divulgação, mas não podem ser um novo espaço para simples autopromoção sem troca de ideias, como as mídias eram até o advento da internet. Nada de repetir nas novas mídias o modelo de comercial de 30′ da TV!)
13) Adote uma sistemática de trabalho por projetos, dispensando boa parte do pessoal de comparecer fisicamente às sedes.
14) Estruture comunidades de projeto e adote um indicador de inovatividade para avaliação do trabalhou dessas comunidades.
15) Instaure a co-creation como atividade permanente para a formação de comunidades de projeto.
16) Amplie a co-creation para pessoas do ecossistema da empresa (stakeholders “internos” e “externos”).
Como Augusto, desejo que estas “pequenas coisas” possam “ensejar o florescimento da empresa-viva que já existe dentro da sua empresa-hierárquica”. E, para terminar, fica a dica dele: “para saber mais sobre o florescimento da empresa-viva que já existe dentro da sua empresa-hierárquica leia Vida e Morte das Empresas na Sociedade em Rede“.
O que posso contar com satisfação é que na nossa empresa, Otagai Mídias Sociais, tem aplicado estas ideias (mesmo que não exatamente com as mesmas ferramentas) ao longo deste primeiro ano com uma equipe menos remota e mais presencial (há anos tenho equipe remota, em 2011 desvritualizamos e estamos com escritório, mas sem deixar de ser muito na nuvem e no home office) e que estamos muito felizes, com bons resultados profissionais em equilíbrio com a melhoria na vida particular dos colaboradores.
E aí, na sua vida profissional, como estão os avanços no caminho de uma empresa viva? Você usa algumas destas ferramentas? Sugere outras? Conte para nós!
Por que vale a pena investir em você?
Postado em Artigo Patrocinado, Carreira e dinheiro no dia 12/12/2011Planos para 2012 envolvem planejamento, capacitação e desejo de ir além. Mas, algumas vezes, a gente desanima porque falta aquele smartphone, um computador mais portátil ou mesmo um curso de especialização que faria toda diferença no currículo, não é mesmo? Nesta a hora é comum pensarmos: que bom se eu tivesse alguém que acreditasse em mim e investisse na minha carreira.
Este “anjo-investidor” não é tão fácil de encontrar, mas tenho aqui uma dica que pode ajudar e, ao mesmo tempo, é fácil e está ao seu alcance: é o concurso cultural “Por que vale a pena investir em você?” dos Postos Petrobras. Dividido em três etapas, com diferentes prêmios e graus de dificuldade, a premiação está distribuindo 3 aparelhos Blackberry, 6 netbooks e 3 cursos de especialização aos melhores participantes.
Você pode participar da etapa atual enviando (até dia 16/12/2012) um vídeo que mostre por que vale a pena investir em você. O melhor filme, de cada um dos três perfis, ganha um netbook e um curso de especialização.
Para participar, é necessário preencher um cadastro no site, escolher um dos três perfis com o qual você mais se identifica (Empreendedor, Estudante e Família) e responder à pergunta “Por que vale a pena investir em você?” através de frase, foto ou vídeo. As 3 melhores respostas, em cada etapa, serão premiadas.
Todas as frases, fotos e vídeos devem ser de autoria dos próprios participantes sob pena de exclusão do concurso. Cada pessoa poderá participar de todas as fases e cada perfil terá um vencedor por etapa.
O concurso “Por que vale a pena investir em você?” tem caráter exclusivamente cultural, não está vinculado à compra de nenhum tipo de produto.Veja o regulamento e cronogramas no site e siga o perfil no Twitter @postospetrobras pra ficar por dentro de todas as novidades.
P.S. Em outubro eu contei aqui que sou uma das especialistas do hotsite ligado à este Concurso Cultural, lembram-se?
Das “marcas” ligadas à educação e o anacronismo do vestibular
Postado em Carreira e dinheiro, Comportamento, todos pela educação no dia 28/11/2011Neste domingo, logo cedo, li este tuíte:
“Boa sorte a todos os jovens que prestarão Fuvest hoje. Vcs tem minha solidariedade. Que um dia não precisemos mais desse funil iníquo. o/”
Como crítica de certos detalhes do atual modelo educacional e, acima de tudo, do processo competitivo que se cria cada dia mais cedo nas crianças, buscando um resultado “imediato” (das notas e da “posição do ranking”) que só se completa de fato com o sucesso num bom vestibular (este também com uma boa colocação), não resisti e comecei um longo papo com a autora do microtexto de boa sorte aos vestibulandos.
Em primeiro lugar ponderei que a Fuvest é um funil relativo. Vejo jovens que querem “o melhor’ viajarem para fazer vestibular aqui e isso tira um pouco da “realidade” do processo, que deveria atender prioritariamente aos “locais”, não acham? Eu creio que sim, porque são jovens criados sob a filosofia educacional que reforça a “marca” e não o “pertencimento”, assunto sobre o qual eu reflexiono muito aqui em Sampa. As pessoas movem mundos e fundos para colocar o filho “na escola certa” para a USP desde cedo, quando deveriam focar em criar uma relação de construção com as escolas e de cidadania com a educação do filho, que, no mundo ideal, estaria se formando para ser um cidadão e não simplesmente alguém com bom diploma para vencer processos seletivos (públicos ou privados).
Pode ser utopia, mas creio que se a gente educasse para pertencer e construir colaborativa e coletivamente uma sociedade melhor, as pessoas se fixariam, sem cortar as asas do conhecimento e a sede do saber, mas cresceriam com objetivos maiores do que ter esta ou aquela marca impressas no diploma.
Mas quem sou eu? Há anos discuto o excesso de gente com curso superior que nem sabe o que queria fazer, mas entrou aos 17! Há alguns anos escrevi um texto num blog colaborativo no qual era colunista e o texto “bombou” de comentários. O título tinha grande afinidade com a reflexão de hoje – algo como Por que decidir aos 17 o que se quer fazer pelo resto da vida – e o fiz na defesa do filho de um conhecido que queria que o filho, que recém completara 17 anos e concluía o ensino médio, entrasse “o quanto antes” na faculdade de Administração, seguindo os vitoriosos passos do pai. Faz tanto tempo que o jovem já se formou na faculdade e, pelo que sei, tem sua própria empresa, numa carreira promissora e empreendedora. Mas ainda tenho aqui com meus botões a necessidade de que nossa sociedade rediscuta a ansiedade com o diploma “o quanto antes e a qualquer custo“.
Na conversa de ontem pelo Twitter, minha interlocutora citou o “bacharelado interdisciplinar” com o qual simpatizo, mas entendo que, até para esta alternativa funcionar bem, a criança tem que se formar como ser, não como uma “peça incompleta” até que cumpra o ritual de passagem do vestibular/diploma.
Sempre converso com pais, de crianças ou adolescentes, que me pedem conselhos sobre escolas e metodologias de ensino. Noto nas conversas esta ansiedade com o futuro ligada à mítica de passar no vestibular, em geral sem reflexionar as reais (e boas) qualidades que a criança sempre demonstrou, focando neste “passe mágico” para uma vida melhor.
Visão anacrônica!
A busca pelo melhor diploma não é mesmo uma visão de um Brasil recém saído do império, tateando no escuro para refazer o status dos ricos? Quando acabou o coronelismo e as capitanias, o filho rico teria que “se diferenciar” com um diploma, sendo doutor. Quando escrevi sobre o luxo como algo que poucos têm e por isso é desejável pensei muito nesta relação das marcas na educação.
Ok, na teoria é fácil, mas como você reagiria se fosse o seu filho?
Aqui em casa, embora distantes do vestibular, temos nossa estratégia. Se ainda nos falarmos por aqui você poderá comprovar que não haverá pressão para faculdade, queremos que eles se ocupem de forma positiva, aprendam, ensinem e aí então se encaminhem para o trabalho. Se escolherem uma área que exija diploma, apoiaremos, mas sem insanidade com marcas educacionais.
P.S. Na minha coluna sobre Economia Doméstica no hotsite “Investe em vc” falo um pouco disso em cada texto. Procuro enfatizar que não se deve contrair dívidas e sofrer financeiramente para ter uma vida confortável e sim buscar sonhos reais e pessoais, sem se deixar levar pela ansiedade coletiva. O vestibular da Fuvest é um exemplo disso.
Chega de pensar como no século XIX, vamos empreender direito no século XXI #avidaquerNoSWU
Postado em Carreira e dinheiro, Sustentabilidade, SWU no dia 14/11/2011Gostei muito de ouvir Fabio Feldman. Sua visão do que deve estar em foco no século XXI e da necessidade de deixarmos a visão do século XIX para trás e sermos todos empreendedores com um novo foco vem ao encontro das minhas crenças e ideais de vida. Curiosamente, Aline Kelly, do blog Sustentável 2.0, que fazia parte da equipe do @avidaquer para cobertura do SWU 2011, tinha uma impressão bem diferente dele. É o que ela conta no texto que publicamos aqui:
“Confesso que por muito tempo tive minhas ressalvas em relação ao Fábio Feldman, mas recentemente ao conhecer um pouco mais de sua história e de outras pessoas que lutam com ele há mais de 30 anos pela questão ambiental (sabia que ele juntamente com duas irmãs participaram da fundação da SOS Mata Atlântica?) comecei a olhar sua atuação com outros olhos.
Fiquei impressionada com a “aula” que ele deu durante seu painel no Fórum SWU em 2011 apresentando a evolução da questão ambiental nos últimos anos:
Nos anos 70 as primeiras mobilizações em favor do meio ambiente iniciaram com um questionamento de cientistas de que talvez a humanidade esteja alterando o equilíbrio do meio ambiente. Nos anos 80 quando uma imagem de satélite sobre a Antártida mostrou o tamanho do buraco na camada de ozônio falava-se do planeta como algo abstrato, a partir deste fato a dimensão planetária do problema ficou evidente.
Na década de 90 o destaque são os desdobramentos da Rio 92 que resultaram na Convenção da Preservação da Biodiversidade e na Convenção sobre Mudanças Climáticas. Em 2007 já com a certeza de que a humanidade está alterando o clima do planeta e de que precisamos tomar medidas drásticas para controlar esta alteração que já está em curso, iniciou-se uma nova onda dos movimentos verdes com o objetivo de controlar o aumento da temperatura em no máximo 2 graus celsius.
É neste contexto que no próximo ano acontece a Rio+20 com o tema “Economia Verde e Erradicação da Pobreza“. O desafio é colocar para a humanidade uma nova agenda: como equalizar o crescimento econômico com a capacidade do planeta em gerar recursos?
Se não formos capazes de mudar a sociedade em um curto período de tempo, dificilmente te conseguiremos enfrentar a crise do aquecimento global. Nós temos que discutir o mundo em que vivemos, os valores da nossa sociedade, nós queremos um outro estilo de vida e um outro padrão de consumo, pois o nosso planeta não tem capacidade de suportar os padrões atuais.
O empreendedorismo deve estar no foco de cada uma das nossas ações, empreendedores do bem em favor do planeta, esta é a mensagem politica do século XXI.
Na minha opinião a evolução dos dilemas ambientais nos mostram que não estamos somente falando de preservarção do mico-leão dourado, estamos falando da preservação da vida na terra e entre essas a da humanidade.
É de suma importância o debate e a participação popular durante a próxima conferência da ONU sobre o Meio Ambiente (a Rio+20). É preciso construir novos modelos de desenvolvimento econômicos que também sejam sustentáveis para o meio ambiente e para a inclusão social, não podemos colocar nas mãos das autoridades todas as nossas expecatativas de mudanças, é preciso fazer parte deste processo. Afinal, começa conosco né!?”
Confira no vídeo abaixo a integra da “aula” do Fábio Feldman.
Vida: o que realmente importa!
Postado em Artigo Patrocinado, Carreira e dinheiro no dia 24/10/2011“Você não pode garantir que as pessoas mais importantes de sua vida estejam com você em todos os instantes, mas pode registrar esses momentos e lembrar deles sempre que quiser.”
Sou manteiga derretida, não adianta. Choro em comercial de TV com uma facilidade extradordinária e tenho orgulho de me deixar emocionar com situações que fazem a gente pensar sobre o que vale a pena na vida. Exemplo é a campanha “Seguro de Vida Itaú” que mostra cenas de infância de uma menina e que traz o ponto de vista do pai que quer protegê-la. Filha de gerente de banco, que sempre renovou os seguros e poupanças da gente e nos convencia do valor destas aplicações, senti que ouvia meu paizinho pensando em mim.
O mundo muda, mas o cuidado com a segurança da sua família não muda nunca. Pensando nesta forma tão pessoal de cuidar dos nossos familiares, o Itaú está com uma campanha bem simpática: no hotsite www.itau.com.br/segurodevida você pode participar do concurso cultural criando um filme com as pessoas que você mais ama.
E o prêmio? Seu filme pode ser escolhido para passar na TV em horário nobre.
Para ajudar, está disponível lá um tutorial bem didático explicando o passo a passo como fazer. Se você quiser, pode inscrevê-lo no Concurso Cultural e ter o seu filme veiculado em rede nacional no feriado nacional do dia 15/11. Eu participei da brincadeira, veja na imagem como é fácil!
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Medindo sua influência online: Klout, Twitalyzer e Twitter Grader
Postado em Carreira e dinheiro, Cultura Web 2.0 no dia 24/10/2011Obedecendo ao pedido de uma pessoa que respeito e que hoje precisava do meu perfil online, cá estou eu finalmente vinculando minhas contas ao Klout – estou no http://klout.com/#/samegui. Daí lembrei de indicar aos leitores este espaço que permite integrar todos os seus perfis e já se consolidou como uma das principais referências de mensuração de relevância online.
A ideia com o Klout Score (assim como é com outras ferramentas de análise de sua atuação online, como Twitalyzer e Twitter Grader) é saber qual o alcance de determinado perfil para possíveis ações comerciais. O Klout é interessante porque o próprio usuário pode integrar suas diversas contas lá (o que resulta num perfil mais real de sua atuação online), mas os outros dois podem ser bem úteis para avaliar perfis de interesse para ações. Fiz o meu nos dois e achei até bem próximo da realidade (veja aqui e aqui).
No Twitalyzer tem algumas coisas meio fora (a cidade onde moro, os temas sobre os quais tenho tuitado) que me deixaram meio com pé atrás, mas, enfim, vale olhar também pois parece bem assertivo na área de “social relationships”.
Se você pensa em atuar de forma mais profissional (e ganhar dinheiro ou convites para coisas legais usando seu perfil de Twitter, Facebook ou Blog/Tumblr) vale a pena se inscrever e cuidar do perfil lá, afinal, dizem que “a rede está criando o seu grupo de VIPs, “pessoas muito importantes” cujas opiniões são lidas e podem mudar as atitudes de uma legião de seguidores”.
E como funcionam os serviços?
“O que esses serviços fazem é mais complexo do que contar quantos seguidores alguém tem em redes sociais. Para calcular a influência no Twitter, por exemplo, analisa-se o número de retuítes, de interações com outros usuários, de cliques nos links postados e também a influência dos seguidores, entre outros fatores (entenda melhor no quadro da página ao lado). O mesmo é feito para analisar Facebook, FourSquare ou LinkedIn. O resultado é um ranking que vai de 0 a 100: no geral, um usuário com nível acima de 60 representa uma autoridade online em determinado assunto, e 100 traduz um nível altíssimo de influência. “A medição funciona como as estrelas de um hotel. Há anos, milhões confiam em quantas estrelas tem um hotel para saber como ele é. Com o tempo, isso vai acontecer com o nosso ranqueamento”, diz Ervin Strnisnik, diretor de marketing da Peer Index.”
Qual a utilidade?
Aqui o serviço ainda engatinha, mas em outros lugares, como os EUA, os influenciadores online já estão na mira de mais de milhares de empresas que compram relatórios personalizados de ranqueamento para fazer campanhas oferecendo ofertas exclusivas ou pequenos mimos.
E se você acha que só porque não está interessado no lado comercial disso está fora, ledo engano, querido leitor. Só por estar nas redes sociais você já aparece como influenciador – basta entrar no site dos rankings e verificar agora o quão influente você é digitando o seu perfil do Twitter ou Facebook.
Se é assim, não custa organizar a imagem né?

P.S. Fiz também um perfil do blog, ficou uma graça, está disponível no http://klout.com/#/avidaquer. E se você quiser saber mais, vale ler este post do @thassius no @tecnoblog, dica do @inagaki.
Quem investe em você?
Postado em Artigo Patrocinado, Carreira e dinheiro no dia 22/10/2011Na minha família, desde criança, eu sou a mais controlada com dinheiro. É comum, nos encontros com tios e primos, meus pais relembrarem das situações domésticas nas quais eu, a partir de uns 8 anos, assumia as compras do mês, preparando as listas e indo ao supermercado sozinha para o “rancho”. Logo em seguida aprendi a pesquisar para comprar o que queria e descobri que quando eu comprava o mesmo produto para mim e meus irmãos (como calçados ou roupas) em quantidade, conseguia desconto. Na escola e faculdade eu sempre fiz anotações dos meus gastos nas famosas agendas (aquelas nas quais a gente colava tudo!) e aprendi a me organizar com meus investimentos, já que tive conta corrente bem cedo (coisa de pai gerente de banco!) e queria mostrar como era responsável. Casei, fui morar no Japão, país afeito a poupança e no qual se usa pouco cartão de crédito, habituando-me a guardar para depois comprar.
Esta vivência, que já compartilhei em alguns momentos aqui no blog, me credenciou para uma ação que muito me honra: sou uma das especialistas do site da promoção Petrobras Investe em Você. Dicas minhas (sobre Economia Doméstica), de Caio Camargo (do blog Falando do Varejo, sobre Empreendedorismo) e de Eline Kullock (do blog Foco em Gerações, sobre o Universo Estudantil) estão disponíveis lá como pílulas de informação no site que é um guia para o investidor se identificar e encontrar dicas para otimizar seu tempo e sua renda.
Como empresa que atua há seis décadas formando excelentes profissionais e cuidando das famílias destes colaboradores – e da gente, com os produtos e serviços de qualidade que oferece em seus postos – a Petrobrás usa as novas redes para mostrar que está olhando para o futuro, onde vê um mundo de oportunidades, de parcerias empreendedoras, de investimento, de trabalho.
Deste vislumbrar de um futuro positivo surgiram os cenários ligados à família, ao estudo e ao empreendedorismo para nos apoiar na busca por um futuro melhor. Toda semana, o site trará duas novas dicas. Você ainda pode mandar suas dúvidas sobre os temas – empreendedorismo, vida estudantil e economia doméstica – pelo Twitter, usando a hashtag #InvesteEmVc e ter suas dúvidas respondidas em vídeo pelos especialistas.
E mesmo que você não tenha dúvidas, pode participar e, como todo brasileiro adora, concorrer a prêmios na promoção “Petrobras Investe em Você”.

Cada R$60,00 em combustíveis ou óleo Lubrax adquiridos nos Postos Petrobras participantes ou a cada R$20,00 gastos em produtos nas lojas BR Mania participantes dão direito a um cupom. Para participar, é necessário cadastrar o cupom no site www.petrobrasinvesteemvoce.com.br e escolher o perfil com o qual você mais se identifica: Família, Empreendedor e Estudante. Ao final da promoção, serão sorteados 3 grandes prêmios de R$ 500 mil mais um carro zero para cada perfil. E tem mais: durante todo o período, 2 mil prêmios instantâneos no valor de R$300,00. A promoção acontece até 08/12 e os clientes com cartão Petrobras têm o dobro de chances de ganhar.
Acompanhe também o perfil perfil @postospetrobras no Twitter para ficar por dentro das novidades.
4º Prêmio Instituto 3M para Estudantes Universitários incentivando ações que promovam a transformação social no país
Postado em Artigo Patrocinado, Carreira e dinheiro, Sustentabilidade no dia 11/10/2011“A realização desse Prêmio é movida pelo nosso objetivo de incentivar e reconhecer trabalhos acadêmicos que retratem a importância da responsabilidade social no Brasil. Propostas que objetivem o desenvolvimento social e a melhoria da qualidade de vida das comunidades merecem ser premiadas”. Marcelo Tambascia, presidente do Instituto 3M de Inovação Social
Incentivar ações que promovam a transformação social no país é uma das grandes alegrias que o universo dos blogs e das redes sociais me trouxe. Se na mídia tradicional a gente tem um espaço limitado para falar das coisas boas, nas novas mídias podemos falar muitas vezes, repetir e reiterar sempre as boas ideias, as práticas generosas, a ação social que muda o cotidiano sem esperar que a burocracia caminhe. Por isso, quando me convidaram para contar que o Instituto 3M abre inscrições para a quarta edição do 4º Prêmio Instituto 3M para Estudantes Universitários e tem este foco, fiquei contente no ato! A premiação, parceria com a AlfaSol e UniSol,vai premiar o projeto vencedor com até R$ 30 mil em apoio financeiro durante um ano para viabilizar sua implementação. Você tem uma ideia legal que merece sair do papel? Então corra: as inscrições podem ser feitas até 5 de dezembro de 2011 e são aceitos projetos que apresentem tecnologias sociais inovadoras voltadas para a promoção da saúde, educação ou meio ambiente.
Como participar?
- Os estudantes podem se inscrever no hotsite do Prêmio ou na fanpage oficial do Instituto 3M no Facebook.
- As inscrições e o envio dos projetos poderão ser feitos em momentos diferentes, até o prazo limite de inscrição (05/12/2011).
- Os projetos deverão ser enviados em arquivo eletrônico para o email premioinstituto3m@unisol.org.br.
Quem pode participar?
- Podem se inscrever somente estudantes universitários de todo o Brasil
- Os projetos poderão ser inscritos individualmente ou em equipe, mas atenção, todos deverão contar com a orientação de um docente em exercício da mesma Instituição de Ensino Superior (IES), pessoa que terá a responsabilidade de acompanhar e orientar o participante ou a equipe.
Boa sorte e que esta oportunidade incentive muitos jovens a trabalhar em prol de boas causas! Estou torcendo por vocês!
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