Eu faço parte do movimento #BrasilSemVirus
Postado em Cultura Web 2.0 no dia 04/02/2012
Há alguns dias meus filhos me ligaram no trabalho porque receberam um envelope com meu nome que dizia “As fotos da festa ficaram ótimas!“. A ligação era para pedir autorização para abrir e ver o que era e eu, na confusão, achei que era um e-mail e proibi na hora!
Ao chegar lá para o almoço vi que era um envelope mesmo e ri muito ao abrir. A ação, um brinde à minha participação como voluntária do movimento #BrasilSemVirus, continha uma cartinha que simnulava a tela que aparece quando um bug trava o computador e dizia:
“Calma, não há motivos para se preocupar!
Mas, se este fosse um e-mail de verdade, você teria infectado seu computador.”
Por sorte eles são muito informados sobre os cuidados que devem ter com surpresas, entregas e novidades (online e offlline) e me ligaram. Mas e se fosse um e-mail e eles não me perguntassem antes de abrir? Quantos de nós, na correria ou na desatenção, já não clicou em e-mails e banners que não queria e não devia?
Na web estamos muito expostos e é preciso se cuidar!
Vamos voltar muito ao tema nos próximos meses, mas, por enquanto, deixo dois convites para vocês hoje: visitem o site Movimento Brasil Sem Vírus para saber como apoiar esta cruzada nacional para acabar com este problema que causa prejuizos para muita gente e, se você usa Twitter, partipe do Twittaço neste dia D.

Hoje, às 13h, o movimento terá o seu Dia D com um grande Twittaço no twitter e você poderá participar tuitando a seguinte frase:
“Eu faço parte do Movimento #brasilsemvirus www.brasilsemvirus.com.br“
No Twittaço, você poderá colocar seu link de voluntário para espalhar as vacinas para todos, sempre com a hashtag #brasilsemvirus.
Além do Twittaço, neste sábado, a partir das 10h, o Copan, maior edifício da América Latina e cartão-postal de São Paulo, será palco de uma imunização geral de computadores (são 1160 apartamentos, dois mil moradores e 580 computadores). Participe desta cruzada nacional para acabar com o título de país com uma das maiores taxas de computadores infectados do mundo. Uma internet livre de ataques é fundamental para o crescimento do país.
Testei e aprovei as bicicletas do BikeRio
Postado em Trânsito e Mobilidade, Viagem e Turismo no dia 03/02/2012Desde que escrevi no MudaRock sobre as atividades do empréstimo de bicicletas no Rio de Janeiro eu queria testar o BikeRio. Lembram-se que em Paris eu também quis testar, mas acabei não conseguindo? Pois desta vez no Rio eu não me dei por vencida e contei com meu companheiro de cicloativismo (o Gui, maridão) para testar se era mesmo rápido, fácil, barato e seguro pegar uma magrela e sair pela Cidade Maravilhosa.
O serviço foi inaugurado em 28/10/2011 e permite alugar bikes em diversas estações (com a promessa de 60 estações em 14 bairros completando uma frota de 600 bicicletas) de uma forma bem simplificada.
Ao sair de uma reunião no meio da tarde e já com compromisso marcado para o começo da noite, nos vimos com um “gap” na agenda de 4h e aquela paisagem linda do Rio nos convidando para aproveitar as horas ao ar livre. O carro estava no shopping e, admito, até pensei naquele programa de cidade grande “shopping + cinema”, mas nos deparamos com uma estação do BikeRio na Rua Praia de Botafogo e não resistimos ao apelo visual das magrelas laranjas.
Pegar uma bike é realmente fácil…
As orientações e regras gerais de uso estão bem claras nas estações. Para usufruir do serviço é necessário que o usuário tenha um cartão de crédito, que servirá como garantia do equipamento (caso ele seja danificado ou furtado), além de módica taxa de locação de R$ 10,00 ao mês ou R$ 5,00 a diária. Interessante é que você pode usar a bicicleta das 10h até as 22h, desde que faça intervalos a cada hora, sendo obrigado a devolver a bicicleta na estação mais próxima a cada período, com intervalos de 15 minutos entre cada retirada – Gui comentava que “essa sacada é maravilhosa, pois assim cria-se o hábito de pausar o passeio e também o conceito de devolução nos momentos de repouso”. E mesmo para quem usa como meio de transporte no cotidiano, para ir de um local próximo a outro ou como complemento do transporte público, o tempo é bem ajustado à necessidade.
Seguimos as orientações divulgadas na estação, entramos em contato com uma central telefônica, mas descobrimos, conversando com outros usuários (dois moços que usam diariamente as bikes e estavam lá trocando de magrela), que funciona bem melhor com cadastro na internet. O site mobile funciona para quem não tem acesso a aplicativos (um dos moços usava versão mobile web pelo BlackBerry), mas o ideal é usar os aplicativos disponíveis na Apple Store ou Android Market.
Nossa experiência acabou na Praia Vermelha, onde tivemos que entregar as bikes porque a estação não tinha outras disponíveis. No dia seguinte, passeando com as crianças em Copacabana (#aos11 conseguiu andar bem, mas para #aos9 o modelo ainda é grande), vivemos uma situação oposta: tinha tanta bicicleta em duas estações que não conseguíamos devolver as nossas e quase partimos para uma terceira. Por sorte, um casal chegou bem na hora para retirar as suas e “trocamos”. Aliás, este casal usava celulares comuns, tinham feito cadastro no site pelo computador e seus aparelhos funcionaram muito bem para liberar as bikes por telefone. Ou seja, acabamos testando o funcionamento com vários gadgets!
Em resumo, aprovei e queria ter o serviço aqui – mas adaptado à realidade que eu vivo!
Minha opinião sobre o aluguel e as ciclovias é de turista. Para mim, nas duas tardes, foi funcional e prático, mas tenho dificuldade de avaliar se a rota atende a quem poderia usar o serviço para ir ao trabalho ou para estudar. Sei que passei em locais onde tem muitas empresas e comércio (ou seja, com empregos) e também por uma das unidades da UFRJ (onde dois guardas municipais nos pediram informações sobre o uso, pode?) e considero que seria uma medida de utilidade pública para as rotas entre as estações BikeRio.
Estive em segurança o tempo todo, sem qualquer situação de risco nos trechos e me sentiria bem para repetir sozinha se fosse o caso. Na praia de Copacabana, ponto turístico muito famoso, vi ao longe um assalto a um grupo de senhoras orientais, um garoto levou um colar de ouro, mas logo a polícia agiu e “tentava correr” atrás do menino, que fugiu para os lados da favela Pavão-Pavãozinho.
E outra percepcão: no Rio as pessoas entendem bicicleta como opção de atletas e de uma atividade relacionada à prática esportiva. No primeiro dia eu estava de vestido social, com bolsa, maquiada (só o salto eu tirei) e chamei muita atenção porque fugia do padrão. Aqui em Sampa a realidade é mais próxima da que conheci como ciclista urbana no Japão, onde eu ia todos os dias de bike para o trabalho vestida com roupa social e isso era comum.
Ah, se tivesse um BikeSP, eu usaria para tudo! Mas tinha que ser na Mooca também, de preferência ligando as duas estações de metrô que ficam perto (Linha Vermelha com Bresser-Mooca e Belém e Linha Verde com Vila Prudente), nada de criar uma coisa legal assim e ficar só nas ruas descoladas da Zona Oeste e curtos trechos dos Jardins e da Faria Lima!
Vamos fazer um movimento para mostrar que vale a pena investir no lado de cá?
P.S. No post do MudaRock que citei a gente comentava das ciclorrotas paulistanas. E agora tem outra novidade por aqui: o metrô de SP liberou as bikes nas escadas rolantes (mas com horário diferenciado dos demais, pelo menos nos dias de semana), medida que deve facilitar muito a vida de quem usa os dois meios de transporte casados.
Ferramentas Digitais para o Jornalismo de Interesse Público
Postado em Cultura Web 2.0, midia social, midia tradicional no dia 02/02/2012
Em janeiro respondi perguntas para uma amiga que organiza um curso de jornalismo online para jovens no ICFJ (International Center for Journalists) chamado “Ferramentas Digitais para o Jornalismo de Interesse Público”. Gratuito, o curso é ministrado remotamente para jornalistas brasileiros de diferentes localidades do país e áreas de atuação.
O enfoque do programa é a apropriação crítica em torno das ferramentas digitais para a cobertura de temas de interesse público, que vão desde saneamento básico à educação e saúde. O programa inclui técnicas de busca refinada, mashups de mapas, processos de transparência, cartografias criativas, preparo de fotografias e vídeos para apostagem em sites e blogs, criação um blog/wiki e apropriação dos espaços públicos como mídia.
Acompanharei de perto porque o Bruno, estagiário daqui da Otagai Mídias Sociais, vai fazer o curso, mas pude também participar da preparação de parte do trabalho, passando minha visão do jornalismo em novas mídias na entrevista que publico aqui.
Ao final do curso, espera-se que cada um dos/as 15 jornalistas tenha produzido um relatório da experiência e um produto (site, blog, wiki, podcast, videocast), usando as habilidades aprendidas durante esse período. Quando este material estiver publicado, prometo, volto aqui e divulgo!
Por enquanto, que tal considerarem comigo os temas abaixo? Terá sido assim com seus blogs também? Qual o caminho certo? Será que existe uma fórmula?
Como uma pessoa que inicia um blog ou projeto digital agora pode cativar leitores?
Sendo verdadeira, escrevendo sobre o que entende, gosta, se interessa e que pode interessar pessoas parecidas com ele. Blog é conversa e funciona bem quando nós falamos com iguais ou com pessoas com interesses semelhantes aos nossos ou com alguma afinidade. Não adianta falar sobre moda como uma especialista sem ser, tampouco de fofocas do show bizz apenas copiando outras pessoas ou novidades de tecnologia copiadas de sites de notícias. Vale mais contar do bom uso que o blogueiro faz do que tem do que de novidades inatingíveis, não acham?
Existe uma fórmula para conquistar público alvo?
Afinidade e veracidade. Junto a estas duas qualidades, lembre-se sempre de valorizar a troca, a conversa, a honra de ter aquela pessoa (cada uma delas) ali, como leitor do seu blog. E não tenha receio de mudar um pouco a linha conforme este perfil de leitor mude – ou rever o projeto quando o leitor que vc quer não estiver alcançando.
É possível conciliar temas de interesse público com rentabilidade de um projeto?
Sim, creio que é possível, mas para isso é importante ter em mente que todo projeto demora para se estabelecer, há um tempo de semeadura e a colheita depende de continuar semeando e prospectando novos espaços. Muitas vezes o resultado não se dá diretamente via blog (por programas de afiliados como adsense ou por artigos patrocinados), mas o blog serve como vitrine de seu trabalho e outras áreas de atuação surgem em paralelo.
O que é mais importante: credibilidade ou regularidade?
Regularidade é importante para manter os bons relacionamentos ativos e funcionais. Se o leitor visita seu blog algumas vezes e não vê nada novo, ele logo “esquecerá” de passar por lá. É importante manter a regularidade das postagens (considero um mínimo ideal duas a três vezes por semana) e escrever com segurança do que se fala. Checar informações, verificar origem da notícia antes de replicar ou comentar, sempre citar fontes e lembrar de pedir autorização antes de citar pessoas ou publicar suas falas (sempre entre aspas) ou fotos e videos é fundamental.
Atualmente quais são as empresas que procuram agregar suas marcas a produção de conteúdo online? Como costuma acontecer a parceria com blogueiros?
Este universo é muito variado e, pelo que noto, segue ainda muito da mecânica que a publicidade e o jornalismo já tinham com os produtores de conteúdo antes da web. A aproximação que acontece por afinidade de conteúdo, numa ação quase natural, é a melhor.
Bem vindo, Fevereiro!
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 01/02/2012Como não ter ânimo com uma manhã linda assim?
Fevereiro, mês que fica entre os chuvosos meses de janeiro e março, tem o melhor do verão! Céu azul, calor tropical e os dias mais longos. As aulas voltam e com elas novos desafios e projetos para realizar. Para quem gosta tem Carnaval e para os menos festivos, o trabalho começa a pegar fogo e os negócios a caminhar.
E eu tenho um motivo a mais para apreciar o mês: ele começa com meu aniversário e termina com os festejos do aniversário do meu marido e do nosso casamento! Um mês especial.
Espero que por aí o mês também seja animado e feliz!
Na volta às aulas, um post com apps para “mãetoristas”
Postado em Cultura Web 2.0 no dia 31/01/2012Numa segunda-feira (e como poderia ser outro dia?), toda correria volta à vida da gente. Acordar cedo, preparar todo mundo para sair, levar o filho para escola, seguir para reunião com cliente, voltar em tempo para pegar a saída da escola. Tudo cronometrado, sem qualquer chance de atraso, claro.
Acontece que, no meio disso tudo, alguns imprevistos acontecem e outros, vamos combinar, se repetem. Esquecer onde estacionou o carro é um dos mais comuns – já fiquei uma hora rodando num shopping que não conhecia direito até me acostumar a sempre fotografar o local de modo que sempre veja o entorno! Descobri que a app para iPhone Onde Parei tem esta opção da foto digital e também fixa um alfinete (risos) no local do mapa onde estamos. Usando a tecnlogia do Google Maps, ele nos encontra e, ao estacionar, podemos marcar a localizacão do carro.

E quando o problema chega antes, na hora de estacionar? Esta é uma das maiores dificuldades das cidades grandes e médias, não é mesmo? Eu evito deixar o carro na rua, já fiz os cálculos e para mim o custo de pequenos consertos (retrovisor, um risco lateral, lanterna quebrada) para os quais não compensa acionar o seguro não vale a pena, por isso sempre que tem um estacionamento perto eu prefiro deixar o carro lá (mas o local tem que ter uma boa seguradora também, hein!). Daí que a app Estacione me ajuda porque já vejo o que tem perto de onde eu vou e, como uso o Google Maps como GPS prioritário, acaba sendo uma dupla boa! O “acervo” do Estacione não é tão bom, mas dos gratuitos ainda é o que me pareceu mais prático.

E quando tudo deu certo no seu cronograma e no meio do caminho você percebe que está com pouco combustível e precisa abastecer? Para quem não vai em qualquer posto (eu não vou, ainda mais com as denúncias de combustível adulterado e bombas viciadas que “calculam” errado), a dica é a app Postos Brasil. É um guía de postos de combustíveis do Brasil que “encontra” (novamente, como nos outros dois, por Google Maps) os postos mais próximos e compara os preços e a qualidade dos serviços.

Viu quanta utilidade um bom celular pode ter? Só falta inventarem uma app que encontre a chave do carro dentro da bolsa, né?
(risos)
Este post faz parte da série “Mídias Sociais Para Sua Mãe!“, que você pode acompanhar aqui toda segunda-feira (ou terça, dependendo da correria desta mãe que vos escreve).
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Um passeio em família nas maravilhas da Mata Atlântica
Postado em Artigo Patrocinado, Viagem e Turismo no dia 30/01/2012“Reconhecida como Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco, a Reserva Natural Salto Morato está localizada no mosaico de áreas protegidas Lagamar, uma extensa região entre o litoral paranaense e o litoral sul de São Paulo que representa o maior e mais conservado remanescente contínuo de Mata Atlântica do Brasil.”
Um passeio em família nas maravilhas da Mata Atlântica
Paranaense, apaixonada pelas belezas naturais da região que fica entre a Serra do Mar e o litoral do meu querido estado natal, sempre sonhei em fazer um passeio com meus meninos para ver as maravilhas da Mata Atlântica no Paraná.
Meu marido, que foi montanhista na adolescência e tem familiares ligados ao CPM (Clube Paranaense de Montanhismo), é entusiasta como eu destes projetos que conservam a natureza, mas ao mesmo tempo abrem para nós, cidadãos comuns, a chance de conviver com a natureza que tem pouco vestígio de ocupação humana. Meus meninos, crianças de cidade grande e de apartamento, também sonham com isso a cada programa de TV que assistem no Discovery Channel e NatGeo.
Imaginem então o entusiasmo com que vemos as iniciativas da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza na Reserva Natural Salto Morato, em Guaraqueçaba (PR). Já contei aqui a história de sua criação e do excelente trabalho que fazem. Agora deixo um convite para vocês verem o vídeo abaixo e planejarem também sua forma de valorizar os espaços inacreditavelmente lindos como este, além de divulgarem ações que merecem nosso respeito e apoio.
Gostou?
A Reserva Natural Salto Morato está aberta à visitação de terça a domingo, das 8h30 às 17h30, e é uma ótima opção de passeio, seja nas férias ou em finais de semana. A visita é recomendável para todas as idades, incluindo crianças e idosos.
A Reserva está localizada a cerca de 20 quilômetros da sede da cidade de Guaraqueçaba e a 160 quilômetros partindo de Curitiba. A entrada na Reserva custa sete reais por pessoa, com opção de camping a dez reais. Maiores informações aqui ou pelo e-mail morato@fundacaogrupoboticario.org.br.
P.S. Nestes passeios ao ar livre, vale lembrar: leve bastante água, protetor solar, repelente, boné e tênis ou botas de trekking.
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Canções de brincar em ritmo rock’n roll #BauDeDiversoes
Postado em Baú de Diversões, Criatividade em familia, Mãe com filhos, Música no dia 27/01/2012“@gra_flor: “Uma casa sem musica é como um corpo sem alma” Dom Bosco”
Estive por uns dias com minha irmã Tiffany, que também participa das atividades do Baú de Diversões de Ninho Soleil, e aproveitamos para fazer muitas das brincadeiras com os três primos reunidos. Nossa ideia era reunir também Pedro, filho da Eliane Ceccon, que mora na mesma cidade, mas acabamos não planejando com antecedência (esse meu jeito de adorar improviso nem sempre funciona com os amigos!) e perdemos a chance! Nos divertimos tanto que tanto eu quanto a Ti nos desligamos de postar sobre as brincadeiras, pode? Acho que pode sim! Afinal, a ideia é brincar muito, aproveitando o tempo livre com as crianças e, acima de tudo, criando oportunidades para que eles descubram novas atividades ou, como aconteceu com os primos mais velhos e o mais novo, redescobrir brincadeiras com um novo olhar.
Refizemos as brincadeiras de Castelo de Areia, Bomba na piscina, Bola, Estátua, Fantasias e, desta vez, por conta da chuva, faltou Desbravar a Floresta (do Campo de São Bento, programa que faríamos com Eliane e Pedro). E nós também fizemos Ciranda, Cirandinha com os bonecos! Menino também brinca de roda, sabiam? Os meninos relembraram como era divertido, mas, vejam só, quando eu comentei com eles (no vídeo) sobre a Dona Aranha, eles “fingiram” não lembrar… risos. Nesta fase final das atividades de Ninho Soleil (testamos quase tudo, ufa!, foi uma maratona deliciosa) eu reitero uma ideia que norteou minha vida nesta primeira década como mãe e deixo como conselho para todos: aproveitem cada dia e não deixem para amanhã!
Lembro com carinho de cada uma das inúmeras vezes que brincamos de Dona Aranha e Ciranda, Cirandinha, Corre Cotia (e Marcha Soldado, que era mais coisa do Papai, que tem mil fotos fazendo continência na infância!) e sei que, no coração deles está presente esta lembrança de afeto e diversão – mesmo que, como no vídeo, eles digam que não lembram do que vai parecer “um mico” para meninos grandes! (risos) [video] E por falar na Dona Aranha, é uma das minhas cantigas favoritas porque até os bebês podem participar, é teatral e pode ser cantada por uma criança sozinha, por um grupo ou por um adulto e uma criança, interagindo.
A dona aranha subiu pela parede. Veio a chuva forte e a derrubou. Já passou a chuva, o sol já vai surgindo. E a dona aranha continua subindo. Ela é teimosa e desobediente. Sobe, sobe, sobe e nunca está contente.
É muito fácil brincar e ajuda a reforçar laços afetivos e a desenvolver memória.
Sente uma criança no colo, de frente ou de costas para você. Enquanto cantam, caminhe com os dedos, subindo pelo braço da criança, como se fosse a aranha da música. Quando chegar à altura das axilas, faça cócegas. A criança vai adorar e pedir para repetir a música muitas vezes.
E o rock’n roll do título? Vejam o vídeo!
Curtiu? Então entre na brincadeira também!
Esta brincadeira faz parte das sugestões do baú de diversões de NINHO Soleil . Fica aqui o convite para você acompanhar as atividades de todas as mães blogueiras que assumiram o compromisso de abrir o Baú de Diversões nas suas casas e contar em seus blogs sobre as brincadeiras nas suas famílias: Gisele Barcellos(@kidsindoors), Monic
a Brandão (@comercrescer), Eliane Ceccon(@1001roteirinhos), Sam Shiraishi(@samegui), Cybele Meyer (@educaja) e Tiffany Stica (@blogdati).
Acompanhe a gente e siga a hashtag #baudediversoes. E não deixe de contar aí nos comentários, no Twitter ou no seu blog quais são as suas atividades favoritas.
P.S. Meu sobrinho Caio ama música desde que nasceu, é uma criança muito, muito musical. Os primos, embora tenham sido ligados à música “desde sempre”, por conta do nosso estímulo e apoio, descobriram mesmo o prazer da relação com esta linguagem universal quando começaram a fazer aulas de música. Mas, como diz meu filho caçula, “nada de aula chata, música é aula divertida!” e eu devo este sentimento dele a uma professora que responde por esta disciplina na escola deles (Música faz parte da agenda do colégio mesmo no ensino fundamental, felizmente). Professora Loriane, que é um doce de pessoa (mesmo!), passa para eles os princípios musicais de forma carinhosa e leve. Menos afetuoso, mas muito divertido e capaz, o professor Anselmo chegou no ano passado para trazer os fundamentos da execução musical com aulas de flauta, canto e violão. O resultado, pelo menos para nossa família, é uma casa na qual se canta e toca o tempo todo! Delícia, não é mesmo?
Pausa para aproveitar a Cidade Maravilhosa
Postado em Viagem e Turismo no dia 26/01/2012No aniversário da cidade do meu coração, que me acolheu há sete anos de braços abertos e me deu a oportunidade de mudar meu rumo, recriando minha atuação profissional (de jornalista a blogueira), “fugimos” para a cidade que acolheu e abriga outra parte do meu coração, onde mora minha irmã caçula (a @blogdati).
Pegar a estrada e passar uns dias fora sempre me faz bem. Creio que todo mundo sai beneficiado de uma viagem porque a oportunidade de se rever, de experimentar situações, descobrir sabores e apreciar paisagens refresca a alma e liberta a mente para viver a vida com mais leveza.
Hoje passo o dia no Rio, em compromissos de trabalho e num encontro com amigos daqui para comemorar antecipadamente meu aniversário (faltam poucos dias pro dia 05/02). E estamos também descobrindo a nova cidade que abriga minha família daqui, Niterói, uma cidade que não deixa de me surpreender, como mostram as fotos de ontem à tardinha que ilustram o post.
O blog vai ficar meio leve e talvez desatualizado, mas a causa é boa, né? Beijos e boa quinta para vocês!
Das empregadas e nossa vida de primeiro mundo…
Postado em Comportamento, Conversas de Cozinha no dia 25/01/2012Quando conto que morei dois anos fora do Brasil, trabalhando em Tóquio, escuto muitos elogios à vida no “Primeiro Mundo”. É comum também me dizerem “deve ser um sonho, uma realidade sem comparação com o Brasil”. E é!
Viver num país que praticamente erradicou a pobreza e universalizou o acesso à educação, onde não tem crianças de rua (mas há “homeless”, pois mendigos encontramos em toda parte) e no qual as oportunidades de emprego partem de um salário mínimo de valor digno e justo é uma benção.
Mas por todos os motivos acima citados nos países “socialmente evoluídos”, nos quais as oportunidades são iguais e não há grave desigualdade social (sempre há alguma, afinal os ricos e milionários existem), cada cidadão é responsável por seu cotidiano.
O Brasil, deixa de ser a promessa do “país do futuro” e a cada dia percebe-se uma evolução social no sentido do aumento da renda e da qualidade de vida das famílias. Muitos fatores levam a isso e vão além dos programas assistencialistas que atuam na linha da pobreza efetiva, estão ligados a uma mudança na expectativa de vida, no avanço da universalização da educação e sobretudo ao papel social da mulher.
E na esteira destas mudanças sentimos com muita força que a antiga sobrecarga feminina se tornou a necessária e urgente exigência de mudança de atitude. Não podemos mais delegar tudo à mãe, que deixou de ser dona de casa há décadas (foi a geração da minha mãe que, em 1970-80 mudou isso e começou a terceirizar ou terá sido minha avó com o internato, nos idos de 1950-60?) e agora nos vemos órfãos de sua substituta, a empregada doméstica.
Seguindo o caminho rumo à vida de “primeiro mundo” que tanto aspiramos precisamos aprender, já e sem falta, a conviver com coisas como os cuidados da casa e a escolha de uma vida simplificada na qual não cabe o “luxo” de ter serviçais que cuidem de nós. Nesta nova realidade social à qual, sem duvida, nossos corações humanos aspiram, não cabe desejarmos que pessoas gastem sua vida sem aspirar e alcançar mais.
“@choracuica: os liberaizões gostam de falar em “oportunidades para todos”, mas ficam revoltadinhos quando a própria empregada busca novas oportunidades.
eu também detesto lavar meu próprio banheiro, mas seria maravilhoso um mundo em que ninguém tem que lavar banheiro dos outros pra viver.”
P.S. E para quem gosta de pensar nestes temas, recomendo que assista à série (premiada recentemente) Downton Abbey, que mostra a mudança de postura e relacionamento entre criados e uma família nobre inglesa no começo do século XX.
[update] Explicando: o post surgiu de uma divagação que fiz depois de ler algumas posições sobre a capa de Época desta semana que afirmava: “O trabalho de doméstica como existe hoje vai acabar. A transição será difícil. Mas as famílias brasileiras – todas – deveriam celebrar a mudança”
Será que precisamos tanto assim delas? E se precisamos, quanto estamos dispostos a pagar para ter uma realidade justa e digna de igualdade de direitos de “primeiro mundo” quando contratamos serviçais?
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Dicas para lidar com a birra do seu filho
Postado em Comportamento, Mãe com filhos no dia 24/01/2012Na semana passada eu respondi a uma dúvida de uma amiga no Facebook sobre birra infantil e saquei do baú alguns posts que escrevera no blog sobre o tema, lançando-os no Twitter (@maecomfilhos) e na comunidade de Mães (e pais) com filhos. Na mesma tarde uma repórter me ligou e conversamos longamente sobre o post e nossas experiências na batalha contra a birra infantil, que, felizmente, foram vitoriosas.
O artigo “12 dicas práticas para lidar com a birra” está aqui e eu deixo também como sugestão de leitura alguns posts já publicados no @avidaquer que nos fazem pensar sobre os motivos que levam as crianças à birra:
Vilania ou a vontade de ser atendido?
P.S. E para quem está vivendo o momento de estresse familiar desta fase e me pergunta se há esperança (risos), eu garanto que o comportamento melhora sim. Muda muito e a birra pode sumir, mas é preciso ter segurança de que estamos corretos quando nós falamos com as crianças e proibimos atitudes ou deixamos de atender solicitações. Falei um pouco disso em cada um dos posts que listei hoje no post.
Pra quê tanta #hashtag?
Postado em Cultura Web 2.0, Twitter no dia 22/01/2012Neste final de semana postei no Instagram, aquela rede social da qual sempre falo super bem e que é um espaço para os amantes da fotografia (por enquanto para usuários de iPhone, iPod, iPad), que estou aqui avaliando a possibilidade de deixar de seguir certo tipo de usuário nas redes sociais…
O tipo ao qual me referia, sugerindo um “Unfollow” (deixar de seguir), é o que usa mais de três hashtags nas fotos do Instagram ou nas mensagens de Twitter. Expliquei meu cansaço alegando que “hashtag supõe busca de quantidade de views e cliques e eu estou em busca de qualidade nos relacionamentos virtuais”, mas, depois, relendo os comentários, pensei que até valia a pena explicar um pouco deste universo tão nichado que fala de unfollow e hashtag como se fossem coisas palpáveis do cotidiano.
Vamos lá:
O que são tags e hashtags?
Tags (etiqueta, numa tradução bem simplificada) são palavras-chave relevantes ou termos associados a uma informação. No Twitter e redes sociais vinculadas a este microblog as hashtags são palavras-chave antecedidas pelo símbolo “#”, que designam o assunto o qual está se discutindo em tempo real. Estas hashtags viram hiperlinks dentro da rede e criam automativamente uma busca, que deixa o termo fácil para busca. Mesmo sem usar o Twitter você certamente já leu outros veículos de comunicação dizerem em suas notícias: “o assunto foi muito comentado hoje no Twitter”. Então, sabemos que algo “bombou na web” porque os mecanismos de busca como este nos mostram em tempo real que estão sendo comentados pelos usuários. Graças a esta ideia genial (a da hashtag que se transforma em busca a um simples clique), os usuários podem clicar nas hashtags ou buscá-las em mecanismos como o Google para ter acesso a todos que participaram da discussão.
As hashtags mais usadas no Twitter ficam agrupadas no menu Trending Topics, encontrado na barra lateral do microblog. Neste exato momento, enquanto eu escrevo o post, o tema em alta em São Paulo (podemos filtrar a hashtag por região), é o #pinheirinho e você pode ler as opiniões e notícias sobre a reintegracão de posse desta região ocupada no Vale do Paraíba aqui.
E qual a vantagem disso?
Os veículos podem saber que assunto é do interesse do leitor/ouvinte/telespectador e cada dia mais nós, usuários de novas mídias, pautamos os jornais na TV, rádio e imprensa. E nós podemos saber informações diferenciadas, de quem está lá ou conhece algo sob outro ângulo porque nesta busca encontramos outras opiniões além das oficiais. Serve para nos informarmos com mais isenção e pluraridade, mas também é útil para nos reunir para lazer com objetivos específicos (num show, final de campeonato, lançamento, etc) e, acima de tudo, nos permite aproximação com quem fala sobre o tema que nos interessa.
Fãs de uma banda, por exemplo, podem se encontrar usando termos de busca, assim como torcedores do mesmo time de futebol. Moradores do mesmo bairro podem trocar informações, da mesma forma que quem está no trânsito – aliás, é uma das melhores funções práticas de hashtag para mim, sempre indico coisas no #transitosp.
Mas se é tão legal, por que eu comecei o post reclamando?
Porque as pessoas perceberam que isso dava “ibope” e resolveram emplacar hashtags e buscar divulgação nos TT’s (trending topics, os assuntos mais comentados) e o que parecia normal para uma marca ou ação (no #servoluntariovaleapena, por exemplo, ficamos perto do TT e no #estudarvaleapena ficamos no TT por doze horas, o que é uma vitória), se tornou uma competição pessoal e uma busca por “curtir”.
E então, me explico: adoro os mecanismos, sou defensora de seu uso para marcas, mas para meu uso pessoal prefiro ter amigos e não fãs.
Sigo perfis públicos no Instagram que usam hashtags e estão entre os mais populares, mas prefiro usar a rede para ter contato com as pessoas e já fiz bons novos amigos por lá, comprovando que o relacionamento tem mais valor do que o volume. Nem contei, mas em novembro de 2011 fui convida para participar de uma exposição de instagramers em Campinas e tudo por conta destes relacionamentos. Por isso, embora eu não tenha nada contra a atitude de quem usa dezenas de hashtags para divulgar suas fotos, estou optando por seguir apenas quem “não abusa” e se contenta em apenas pontuar suas fotos com as hahstags básicas.
E aí, queridos, o post foi útil? Se foi, comente aí e deixe sua opinião sobre o tema. O melhor do blog é a conversa depois do post publicado!



















