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A importância do aprendizado inter-geracional para uma navegação segura

Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 09/02/2012

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Nesta semana várias ações marcaram a edição 2012 da campanha mundial “Safer Internet Day“. O movimento (comemorado em 69 países no dia 07/02) surgiu em 2003, na Europa, por iniciativa da Comissão Européia, a partir da rede INSAFE, e tem como principal objetivo conscientizar os internautas para o uso seguro e responsável da rede. Gostei muito do slogan da campanha em 2012: “Conectando gerações e ensinando uns aos outros: descobrindo o mundo digital juntos… com segurança“, enfatizando a importância do aprendizado inter-geracional para uma navegação segura.

Várias atividades envolveram a campanha nesta semana com cerca de 50 atividades nos 27 estados. Nesta sexta-feira, 10/02 (de 9h30 às 12h), um debate com as presenças do médico e apresentador Jairo Bauer (TV Cultura), da Procuradora Regional do Ministério Público Federal em São Paulo, Janice Ascari, e eu (jornalista e educadora especializada em mídias digitais) estaremos lá conversando com mediação do psicólogo Rodrigo Nejm, Diretor de Prevenção da SaferNet Brasil.

O simpático é que na mesa estarão mães e filhos (um deles é o meu filho, @enzobuzz, de 11 anos), juntos, relatando as experiências e descobertas no mundo digital. Como reforça Rodrigo, “a campanha reforça a ideia de que nas mais diferentes idades nós podemos desfrutar das oportunidades que a Internet oferece e que a navegação pode ser ainda mais rica quando estamos dispostas a aprender e ensinar uns aos outros a cada novo clique”.

Se por um lado crianças e jovens aprendem com muita rapidez a surfar nas inovações tecnológicas, deixando os pais e educadores muitas vezes assustados, sabemos que ética, cidadania, responsabilidade, consciência crítica e segurança são temas que os adultos podem (e precisam) ensinar aos jovens também no que diz respeito ao mundo digital.

Estão previstas inúmeras outras atividades a serem desenvolvidas nos 27 Estados brasileiros, em parceria com diversas instituições, tais como: Petrobras, GVT, Childhood Brasil, Oi Futuro, Polícia Federal, Ministérios Públicos, Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, Grupo Educacional, Andi, Canal Futura dentre outras. A SaferNet Brasil tem disponibilizado gratuitamente para as instituições parceiras dezenas de kits com materiais educativos e de prevenção aos crimes cibernéticos.

O convite está aberto para qualquer organização comprometida com o ideal de uma Internet segura, incluindo veículos de comunicação, empresas, ONG’s, escolas e instituições públicas. As instituições interessadas podem cadastrar suas atividades no site do Dia Mundial da Internet Segura, o que ajudará a divulgar as boas práticas em curso no Brasil para promover uma Internet cada vez mais legal e divertida.

Qual a idade certa para pegar ônibus e metrô sozinho?

Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 09/02/2012

Hoje disse “bom dia” no perfil de Twitter (@maecomfilhos) para quem acorda cedo porque o filho estuda de manhã. Minha xará respondeu que estava acordada desde as 5h30 porque o filho de 14 anos está na escola técnica e tem que pegar metrô super cedo.


“@samantha27555, me conte uma coisa: #aos14 já usava metrô sozinho antes? Qual a idade para esta liberdade?”

Como ontem foi o primeiro dia em que meu filho de 11 anos voltou sozinho (a pé) da escola, fiquei a me questionar quando será a idade em que a gente confia para usar ônibus e metrô.

São problemas de quem mora em cidade grande, mas coração de pai e mãe não muda tanto… No entanto, os tempos mudam. Eu fui a pé para escola desde os 7 anos e usava ônibus com 13. Aos 15 viajava sozinha (era do Interact Club e tinha eventos, além de ter que visitar minha mãe em outra cidade), mas não sei se me sentiria bem para liberar assim.

No entanto, confesso, senti orgulho do meu filhote por ter voltado da escola sozinho, em segurança, confiante e por ter passado bem a tarde sem mim. Não é exatamente isso que desejamos para os filhos que “criamos para o mundo”?

Como foi por aí? Agradeceria se outros pais mais experientes me contassem com foi em suas famílias com a geração atual.

Uma mudança na forma como adquirimos, repassamos e nos empoderamos do conhecimento #educaparty

Postado em Campus Party, Cultura Web 2.0, Famílias interativas, Mãe com filhos, todos pela educação no dia 09/02/2012

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Uma mudança na forma como adquirimos, repassamos e nos empoderamos do conhecimento é o que a tecnologia traz à educação.

Os professores e pais estão prontos para esta relação mais igualitária com as crianças?

O debate no qual estarei hoje me faz rever estes conceitos. Siga no streaming da Campus Party ou no #educaparty.

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Educação, Tecnologia e… Familia! #educaparty

Postado em Campus Party, Cultura Web 2.0, Mãe com filhos, todos pela educação no dia 08/02/2012

Lembram que comentei que estaria na área de Mídias Sociais da Campus Party 2012 para concluir o debate que o apagão do ano passado gorou? Nesta quinta, a partir das 9h30, o tema será A educação vai se reeducar? Alunos x Professores – Academia x Mercado e a forma como a internet facilitou o acesso à informação e as redes facilitaram a troca de conhecimento. Uma discussão sobre as medidas que estão sendo adotadas por professores e instituições para acompanhar essas mudanças na qual estarei com Priscila Gonsales (@prigon), Luiz Algarra (@lalgarra), Maurício Curi (@mauriciocuri) e Mila Gonçalves (@miladatgon).

Este debate acontece na área fechada e exclusiva para campuseiros (os previamente inscritos no evento), mas você pode acompanhar ao vivo no streaming aqui http://live.campus-party.org/live/load/id/5.

E algumas atividades também ligadas à educação estão acontecendo no #EducaParty hoje:

  • 15h – ProjetoOCA compartilhando vivências sobre o “Uso das tecnologias na educação de jovens em comunidades”. Este trabalho é super interessante. E se você já quer conhecer um pouco deste Projeto pode acessar o blog.
  • 15h30 – Diário da Colônia que desenvolve Oficinas com presidiários do semi-aberto do Parada Neto em Guarulhos. Incrível este trabalho. É cidadania pura!
  • 16h Desconferência abordando as experiências relatadas sobre educação transformadora e cidadania, além dos tópicos sugeridos pelos inscritos sobre TICs na Educação, Educação nas Nuvens, Redes Sociais na escola e muito mais.

Você não tem convites? Mesmo assim vale a pena ir lá se você tiver condições de ir. O Cubo de Conteúdo que é na área aberta (e tem ar condicionado, risos!) e nos stands várias marcas oferecem oportunidade de conhecimento e entretenimento digital. E para os ligados à educação que não conseguiram comprar o ingresso, mas que se programaram para participar do EducaCamp, a equipe promete um encontro similar na parte de fora aonde estão os expositores do Campus a partir das 18 horas.

E para quem não entende a “utilidade” da Campus Party, duas dicas desta quarta #cpbr5

Postado em Campus Party, Cultura Web 2.0 no dia 08/02/2012

Quando conto que anualmente me organizo para poder aproveitar um mínimo da agenda da Campus Party, este evento fantástico que reúne pessoas inovadoras ligadas ao universo da tecnologia, algumas (muitas?) pessoas não me entendem. Mas a verdade é que a cada ano a curadoria de conteúdo deste evento brasileiro é mais plural e temas “menos nerds” e mais palpáveis para quem é usuário final de tecnologia (quase todos nós, não é mesmo?) e menos ligado ao universo dos programadores geeks estão presentes nos debates e palestras.

Exemplos são alguns dos temas desta quarta que, vejam que maravilha, estarão disponíveis por streaming (transmissão ao vivo pela web) gratuitamente neste link do Palco Principal http://live.campus-party.org/live/load/id/1. Se você quiser acompanhar, basta entrar no site na hora certa, colocar seu foninho de ouvido e aproveitar para descobrir novos mundos neste universo digital que nos une.

Às 13h tem Dave Haynes, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da SoundCloud (sobre a qual vale ler aqui), a principal plataforma de audio que permite a qualquer pessoa capturar, registrar e compartilhar seus sons através da web. Com a experiência de uma década na indústria musical, Dave trabalha atualmente na vanguarda das tendências da música digital, sendo responsável pelos mundialmente conhecidos OpenMusicMedia e Music Hack Day. Trata-se de um dos jovens empresários de música mais importantes do Reino Unido e é um palestrante frequente em vários eventos de TEDxCardiff para o SXSW.

Este horário é muito ruim para você? Que tal às 19h?  No começo da noite o artista visual e compositor britânico Neil Harbisson vai falar sobre a fundação (Cyborg Foundation) que criou em 2010 para ajudar os seres humanos a se tornam ciborgues e defender seus direitos. Em 2004 ele se tornou a primeira pessoa reconhecida como um ciborgue por um governo. Harbisson possui acromatopsia, que é uma condição visual que o obriga a ver o mundo em preto e branco desde seu nascimento. Desde seus 20 anos tem instalado um olho eletrônico na cabeça chamada eyeborg, permitindo que reconheça as cores.

Viram só? O futuro sobre o qual a gente lia ou ouvia falar (quem não lembrou do Homem de 6 milhões de dólares ou de Blade Runner?) já chegou e a gente fica sabendo detalhes do jeito como ele está acontecendo, em tempo real, em eventos como a Campus Party. Não fique de fora, aproveite, veja, leia, opine e compartilhe isso tudo!

:-)

P.S. Para os mais politizados, recomendo também a mesa Cyberativismo político: separando o joio do trigo que acontece hoje, às 14h30h. Discutindo se todas as notícias que imputam falhas de sistemas e a invasões hackers estão certas, a mesa vai debater contra o que, exatamente, se está protestando. Para começarmos a entender o que está em jogo e o que não aparece na mídia sobre essas ações de “hackers”. No canal Inovação, com streaming aqui http://live.campus-party.org/live/load/id/2.

[update] Post com tema correlato que recomendo: Cibridismo ou ciberhibridismo – você está nessa era, sobre os  novos conceitos como ubiquidade (estar sempre conectados) e ciberhibridismo(Cyber + Híbrido – nosso corpo biológico integrado nas plataformas digitais).

OMG, minha mãe tá na internet!

Postado em Campus Party, Cultura Web 2.0, Famílias interativas, Mãe com filhos no dia 07/02/2012

Começa oficialmente  na segunda – e na prática na terça, 07/02 – a quinta edição da maior festa geek do Brasil, evento que eu chamo de “congresso” da minha nova profissão porque reune o que há de melhor no capital humano das novas mídias.

Falei minha profissão? Pois acho que está se tornando mais do que minha!

Além da surpresa que tive nesta segunda ao me deparar com a cobertura animada que a Folha de S. Paulo (tradicional jornal brasileiro, que se rende à internet, mas não era tão “novas mídias” assim), nesta edição do evento do qual participei como debatedora ou moderadora desde 2009, eu estarei compondo uma mesa com meu filho de 11 anos.

O tema me levou a algumas piadas porque, aqui em casa, seria “socorro, meu filho está na internet”, mas traz em si o debate da troca intergeracional que as redes sociais trazem e que eu creio (e grito aos 4 ventos há anos) que é a grande chance de aprendizado colaborativo da web.

Então que tal aproveitar e conferir um pouco da Campus Party? Nosso debate será na área aberta e não exige convite ou credencial! Basta chegar lá um pouco antes (o debate começa as 17h, legal chegar umas 16h para dar uma volta e ainda conseguir lugar no Cubo de Conteúdo).

Nos vemos lá? Olha só como vai ser interessante!

OMG, MINHA MÃE TÁ NA INTERNET!

Pode ser pra repassar powerpoint de gatinhos, ficar nas redes sociais, jogar games ou baixar padronagens de tricô…. do mocinho à vovó, todo mundo está usando a internet! Mas o que acontece quando você começa a cruzar sua mãe nas redes sociais ou sua vó comenta coisas fofas no seu blog? Com mediação de Flavia Penido (advogada e autora do blog LadyRasta), a blogueira Sam Shirashi levará seu filho Enzo (de 11 anos, autor do blog Verparacrescer.com.br) e, ao lado de Mafê Bastos (produtora musical), sua filha Estela Mello e sua mãe Mariliana Pieroni, vão conversar sobre como é conviver com a família na web. Quer compartilhar algum caso engraçado que rolou com você? Mande pra gente via tuiter com a hashtag #cubovivo.

E para quem não puder ir, tem streaming gratuito aqui http://cubodeconteudo.com.br

Na Campus Party 2010, Sam Shiraishi (@samegui) e os meninos @enzobuzz e @giorgio_bros sendo entrevistados na TV Cultura pouco antes de criarem o blog Ver para crescer

Na Campus Party 2010, eu e meus filhos @enzobuzz e @giorgio_bros sendo entrevistados na TV Cultura pouco antes de criarem o blog Ver para crescer. Lá se vão dois anos e muito aprendizado sobre o uso de redes sociais em família! E foi neste ano que moderei o painel no qual Mafê e sua filha Vitória estavam!

P.S. Este assunto estará em outro debate do qual também participarei com meu filho (vejam só!), no evento ligado ao Dia Mundial da Internet Segura. Neste ano, o tema da campanha mundial destaca a importância do aprendizado inter-geracional para uma navegação seguraSe o assunto for do seu interesse, veja aqui como apoiar e como participar dos eventos como o debate no qual estaremos na sexta, dia 10, de 9h30 às 12h, no Auditório da Procuradoria Regional da República 3º Região de 9h30 às 12h (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 202).

[update] O video está disponível aqui http://cubodeconteudo.com.br/VideosAnteriores/Detalhes/10 [/update]

No blog de @prittbr: Quando começar a falar de sustentabilidade com as crianças?

Postado em Criatividade em familia no dia 06/02/2012

Primeiro post da minha volta à @prittbr: Quando começar a falar de sustentabilidade com as crianças? http://bit.ly/pritt1

Primeiro post da minha volta à Pritt: Quando começar a falar de sustentabilidade com as crianças?

“Um momento excelente para conversar sobre estes temas é quando estamos passeando, seja numa viagem ou num pequeno tour pela cidade onde moramos. Gostamos de ir a exposições e teatro (meus “artistas” adoram ver obras e se inspirar para as criações que fazem em casa, sobre as quais falarei muito aqui) e igualmente de viajar e conhecer novos lugares e culturas. E nestes momentos em que estamos juntos vamos falando de temas importantes para a formação deles, como a diversidade cultural, o respeito ao meio ambiente, a forma como o homem pode interagir com os espaços de forma construtiva e harmônica.”

Leia o post completo lá e acompanhe o espaço no qual escreverei quinzenalmente sobre Sustentabilidade e Manuabilidade!

P.S. E por que volta? No verão de 2010/11 eu fui a Madrinha da Causa Criatividade é o que se usa para construir pessoas, promovendo a aproximação da marca com mães e pais blogueiros. Saiba tudo desta experiência adorável clicando aqui.

When you come undone #aos39

Postado em Comportamento no dia 05/02/2012

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Neste domingo, 05/02, completo 39 anos, o último ano antes de entrar nos “enta”, fase da qual, como brinca meu marido, só sai quem chega aos três dígitos.

(é para rir, não chorar, tá?)

Viajamos para “comemorar” o final de semana festivo em família e no carro eu ouvia uma música que escuto desde criança e adquiriu um sentido especial para mim depois do SWU: Come Undone (Duran, Duran). Ela me lembra um amigo querido que “viu” o show comigo pelo Twitter e faleceu poucos dias depois e sempre me faz pensar no que ele faria se estivesse aqui e, acima de tudo, em tudo que (felizmente e com a graça de Deus) eu posso fazer.

Mas hoje me peguei cantarolando e pensando no “undone” e no quanto nesta fase balzaquiana eu me “desfiz”. Me despi de muito do que não era tão eu mesma, me revi em vários conceitos e valores, me percebi com mais clareza em meus defeitos imutáveis, me corrigi em coisas que eu conseguia mudar, me revi como pessoa. Creio que hoje eu estou mais perto de ter o brilho da menina que fui aos 9, da adolescente idealista que fui aos 19, da mãe embevecida que fui aos 29. Não sei me “taggear” aos 39 ainda, mas percebo que este “desmoronar” que vivi na fase balzaquiana me levou mais para perto de mim mesma. E, neste caminho, me aproximou de quem me ama e me aceita.
:-)

E, antes que eu me emocione demais com as lembranças, me despeço e conto para vocês, meus queridos amigos que me lêem e me fazem companhia todo dia aqui, que eu vislumbro uma entrada “nos enta” (que será só em 2013, mas já estou me preparando!) que me fará mais capaz de aceitar e amar pessoas, lugares e situações como são, sem tanta sede de mudança, mas ainda com vontade de sempre dar uma mão onde eu for chamada (até para mudar as coisas, né?).

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#aos9 encontrou uma pétala de rosa em formato de coração. Quem não adora este doce olhar infantil?
E o café da manhã de aniversário teve um toque romântico <3

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“Use filtro solar” – ou o que você diria ao seu eu de 16 anos

Postado em Saúde e Bem Estar no dia 04/02/2012

Vi o vídeo de uma fundação canadense (The David Cornfield Melanoma Fund) que desde 2007 trabalha orientando pessoas sobre o melanona por indicação de Natércia Tiba e fiquei encantada.A mensagem, além de importante para saúde (apesar da “briga” entre dermatologistas e especialistas na luta contra osteoporose, que nos mandam tomar um pouco de sol sem filtro solar para reforçar o cálcio) é importante para todos e deve ser repassada.

O vídeo, feito com pessoas reais, lembra aquela “receita” do “Use filtro solar”, mas, como disse Natércia, vale compartilhar.

” Não deixem de assistir e compartilhar e/ou retwuittar. Repassar esse video é cuidar do outro! Faça!”

“Melanoma é um tipo de câncer que atinge o tecido epitelial, mais especificamente a pele. Representa 5% dos tipos de câncer da pele, sendo o mais grave. O melanoma origina-se nos melanócitos, células localizadas na epiderme, responsáveis pela produção de melanina e, portanto, pela cor da pele. É sempre maligno.”

Eu faço parte do movimento #BrasilSemVirus

Postado em Cultura Web 2.0 no dia 04/02/2012

As fotos da festa ficaram ótimas!

Há alguns dias meus filhos me ligaram no trabalho porque receberam um envelope com meu nome que dizia “As fotos da festa ficaram ótimas!“. A ligação era para pedir autorização para abrir e ver o que era e eu, na confusão, achei que era um e-mail e proibi na hora!

Ao chegar lá para o almoço vi que era um envelope mesmo e ri muito ao abrir. A ação, um brinde à minha participação como voluntária do movimento #BrasilSemVirus, continha uma cartinha que simnulava a tela que aparece quando um bug trava o computador e dizia:

“Calma, não há motivos para se preocupar!
Mas, se este fosse um e-mail de verdade, você teria infectado seu computador.”

Por sorte eles são muito informados sobre os cuidados que devem ter com surpresas, entregas e novidades (online e offlline) e me ligaram. Mas e se fosse um e-mail e eles não me perguntassem antes de abrir? Quantos de nós, na correria ou na desatenção, já não clicou em e-mails e banners que não queria e não devia?

Na web estamos muito expostos e é preciso se cuidar!

Vamos voltar muito ao tema nos próximos meses, mas, por enquanto, deixo dois convites para vocês hoje: visitem o site Movimento Brasil Sem Vírus para saber como apoiar esta cruzada nacional para acabar com este problema que causa prejuizos para muita gente e, se você usa Twitter, partipe do Twittaço neste dia D.

Hoje, às 13h, o movimento terá o seu Dia D com um grande Twittaço no twitter e você poderá participar tuitando a seguinte frase:

“Eu faço parte do Movimento #brasilsemvirus www.brasilsemvirus.com.br

No Twittaço, você poderá colocar seu link de voluntário para espalhar as vacinas para todos, sempre com a hashtag #brasilsemvirus.

Além do Twittaço, neste sábado, a partir das 10h, o Copan, maior edifício da América Latina e cartão-postal de São Paulo, será palco de uma imunização geral de computadores (são 1160 apartamentos, dois mil moradores e 580 computadores). Participe desta cruzada nacional para acabar com o título de país com uma das maiores taxas de computadores infectados do mundo. Uma internet livre de ataques é fundamental para o crescimento do país.

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Testei e aprovei as bicicletas do BikeRio

Postado em Trânsito e Mobilidade, Viagem e Turismo no dia 03/02/2012

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Desde que escrevi no MudaRock sobre as atividades do empréstimo de bicicletas no Rio de Janeiro eu queria testar o BikeRio. Lembram-se que em Paris eu também quis testar, mas acabei não conseguindo? Pois desta vez no Rio eu não me dei por vencida e contei com meu companheiro de cicloativismo (o Gui, maridão) para testar se era mesmo rápido, fácil, barato e seguro pegar uma magrela e sair pela Cidade Maravilhosa.

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O serviço foi inaugurado em 28/10/2011 e permite alugar bikes em diversas estações (com a promessa de 60 estações em 14 bairros completando uma frota de 600 bicicletas) de uma forma bem simplificada.

Ao sair de uma reunião no meio da tarde e já com compromisso marcado para o começo da noite, nos vimos com um “gap” na agenda de 4h e aquela paisagem linda do Rio nos convidando para aproveitar as horas ao ar livre. O carro estava no shopping e, admito, até pensei naquele programa de cidade grande “shopping + cinema”, mas nos deparamos com uma estação do BikeRio na Rua Praia de Botafogo e não resistimos ao apelo visual das magrelas laranjas.

Pegar uma bike é realmente fácil…

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As orientações e regras gerais de uso estão bem claras nas estações. Para usufruir do serviço é necessário que o usuário tenha um cartão de crédito, que servirá como garantia do equipamento (caso ele seja danificado ou furtado), além de módica taxa de locação de R$ 10,00 ao mês ou R$ 5,00 a diária. Interessante é que você pode usar a bicicleta das 10h até as 22h, desde que faça intervalos a cada hora, sendo obrigado a devolver a bicicleta na estação mais próxima a cada período, com intervalos de 15 minutos entre cada retirada – Gui comentava que “essa sacada é maravilhosa, pois assim cria-se o hábito de pausar o passeio e também o conceito de devolução nos momentos de repouso”. E mesmo para quem usa como meio de transporte no cotidiano, para ir de um local próximo a outro ou como complemento do transporte público, o tempo é bem ajustado à necessidade.

Seguimos as orientações divulgadas na estação, entramos em contato com uma central telefônica, mas descobrimos, conversando com outros usuários (dois moços que usam diariamente as bikes e estavam lá trocando de magrela), que funciona bem melhor com cadastro na internet. O site mobile funciona para quem não tem acesso a aplicativos (um dos moços usava versão mobile web pelo BlackBerry), mas o ideal é usar os aplicativos disponíveis na Apple Store ou Android Market.

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Nossa experiência acabou na Praia Vermelha, onde tivemos que entregar as bikes porque a estação não tinha outras disponíveis. No dia seguinte, passeando com as crianças em Copacabana (#aos11 conseguiu andar bem, mas para #aos9 o modelo ainda é grande), vivemos uma situação oposta: tinha tanta bicicleta em duas estações que não conseguíamos devolver as nossas e quase partimos para uma terceira. Por sorte, um casal chegou bem na hora para retirar as suas e “trocamos”. Aliás, este casal usava celulares comuns, tinham feito cadastro no site pelo computador e seus aparelhos funcionaram muito bem para liberar as bikes por telefone. Ou seja, acabamos testando o funcionamento com vários gadgets!

Em resumo, aprovei e queria ter o serviço aqui – mas adaptado à realidade que eu vivo!

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Minha opinião sobre o aluguel e as ciclovias é de turista. Para mim, nas duas tardes, foi funcional e prático, mas tenho dificuldade de avaliar se a rota atende a quem poderia usar o serviço para ir ao trabalho ou para estudar. Sei que passei em locais onde tem muitas empresas e comércio (ou seja, com empregos) e também por uma das unidades da UFRJ (onde dois guardas municipais nos pediram informações sobre o uso, pode?) e considero que seria uma medida de utilidade pública para as rotas entre as estações BikeRio.

Estive em segurança o tempo todo, sem qualquer situação de risco nos trechos e me sentiria bem para repetir sozinha se fosse o caso. Na praia de Copacabana, ponto turístico muito famoso, vi ao longe um assalto a um grupo de senhoras orientais, um garoto levou um colar de ouro, mas logo a polícia agiu e “tentava correr” atrás do menino, que fugiu para os lados da favela Pavão-Pavãozinho.

E outra percepcão: no Rio as pessoas entendem bicicleta como opção de atletas e de uma atividade relacionada à prática esportiva. No primeiro dia eu estava de vestido social, com bolsa, maquiada (só o salto eu tirei) e chamei muita atenção porque fugia do padrão. Aqui em Sampa a realidade é mais próxima da que conheci como ciclista urbana no Japão, onde eu ia todos os dias de bike para o trabalho vestida com roupa social e isso era comum.

Ah, se tivesse um BikeSP, eu usaria para tudo! Mas tinha que ser na Mooca também, de preferência ligando as duas estações de metrô que ficam perto (Linha Vermelha com Bresser-Mooca e Belém e Linha Verde com Vila Prudente), nada de criar uma coisa legal assim e ficar só nas ruas descoladas da Zona Oeste e curtos trechos dos Jardins e da Faria Lima!

Vamos fazer um movimento para mostrar que vale a pena investir no lado de cá?

P.S. No post do MudaRock que citei a gente comentava das ciclorrotas paulistanas. E agora tem outra novidade por aqui: o metrô de SP liberou as bikes nas escadas rolantes (mas com horário diferenciado dos demais, pelo menos nos dias de semana), medida que deve facilitar muito a vida de quem usa os dois meios de transporte casados.