amigas
Postado em from posterous no dia 25/05/2007 |Não posso deixar de registrar aqui: três amigas estão agora no time das mães. Que delícia! Agora passaremos a ter mais uma coisa em comum, o que acho bárbaro, pois são mulheres muito inteligentes e pessoas meigas.
Parabéns para a Erica, nossa amiga de cefet, que teve a Noemi há alguns dias (não sei precisar quantos porque ela não me contou, eu é que estive fazendo minhas contas e cobrei dela), a Priscila, minha colega de faculdade que teve a coragem de ter a Sofia lá em Londres em pleno doutorado!, e a Renata, minha vizinha de prédio ainda do ginásio, advogada e doutora em Direito pela Universidade de Salamanca, que hoje me contou que está grávida de 7 semanas.
Em tempo: também nestes dias Leticia Yumi e Olivia Karen, filhas de duas amigas tão profissionais que nem cogitavam ser mães, completaram um ano. E olhe que nem Andréa largou a Embraer nem Marianna deixou de sua carreira no Colorado. Como são mães? Os pais, na ânsia de terem “seus” sonhos realizados, assumiram boa parte do ônus… e dos bônus.
P.S. Ser um bom pai vale a pena? Li um post da minha amiga Tati sobre o pai dela que me emocionou profundamente! Está aqui. Vale a pena ler também um desabafo de mãe que ela fez sobre o filho.
Sam @samegui Shiraishi
Mãe, jornalista e blogueira no @avidaquer, hub multiplicador de cultura e conhecimento. Paranaense de alma nipônica morando na Mooca, apaixonada por gente.




Oi, Sá
Nossa! Adorei ser citada aqui!!! E ainda mais este seu insight, de que o Adriano, na ânsia de realizar um sonho dele (era um sonho mesmo! Ele sempre disse que não conseguia conceber sua vida sem filhos!) acabou assumindo boa parte do ônus e dos bônus. Na minha opinião de principiante na arte de ser mãe, recebemos muito, mas muito mais bônus do que ônus!
Gostei desta sua percepção das coisas porque eu sempre falei e falo que eu e o Adri dividimos todas as coisas igualitariamente (pra ser sincera, acho que às vezes ele faz até mais que eu…), mas nunca tinha pensado neste lado da vontade do sonho realizado. Foi como cair uma nova ficha pra mim! Muito legal sua abordagem.
Beijos,
Andréa
An, por incrível que pareça, você e minha amiga americana têm tudo isto em comum, o que é uma coisa rara: os maridos fizeram questão da paternidade e se comprometeram de fato com a decisão. O marido dela é “public prosecuter” (promotor) e está inclusive assumindo a nenê nos dias em que fica em casa revendo processos. Ela ficou na licença-maternidade, claro, mas deixou claro o quanto ia assumir tudo sozinha. E ele é o mais coruja de todos! Acho estas “coincidências” de duas amigas minhas um sinal dos tempos, um bom sinal!