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	<title>Comments on: Ajuda aos dekasseguis</title>
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	<description>Blog da jornalista Sam Shiraishi focado em consumo de cultura em família, comportamento, saúde, sustentabilidade,  vida urbana  e temas geeks.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Sep 2010 14:19:11 +0000</lastBuildDate>
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		<title>By: Bala Salgada</title>
		<link>http://www.samshiraishi.com/ajuda-aos-dekasseguis/#comment-6173</link>
		<dc:creator>Bala Salgada</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 14:42:00 +0000</pubDate>
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		<description>É tão bom ver que as pessoas se importam, parabéns pela atitude.
Isso sim foi atitude!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É tão bom ver que as pessoas se importam, parabéns pela atitude.<br />
Isso sim foi atitude!</p>
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		<title>By: Ana Claudia Bessa</title>
		<link>http://www.samshiraishi.com/ajuda-aos-dekasseguis/#comment-5045</link>
		<dc:creator>Ana Claudia Bessa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 01:54:01 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns pela iniciativa! Espero que o apelo sja ouvido pelo deputado e que alguma atitude seja tomada pelo governo brasileiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pela iniciativa! Espero que o apelo sja ouvido pelo deputado e que alguma atitude seja tomada pelo governo brasileiro.</p>
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		<title>By: Bruna Uehara</title>
		<link>http://www.samshiraishi.com/ajuda-aos-dekasseguis/#comment-4986</link>
		<dc:creator>Bruna Uehara</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 00:32:12 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Sam, tudo bem?

Por favor, entre em contato comigo pelo e-mail.
Estou buscando informações para tentar ajudar os dekasseguis que estão no Japão e querem voltar...
Obrigada</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Sam, tudo bem?</p>
<p>Por favor, entre em contato comigo pelo e-mail.<br />
Estou buscando informações para tentar ajudar os dekasseguis que estão no Japão e querem voltar&#8230;<br />
Obrigada</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Sam Shiraishi</title>
		<link>http://www.samshiraishi.com/ajuda-aos-dekasseguis/#comment-4969</link>
		<dc:creator>Sam Shiraishi</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 13:50:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.samshiraishi.com/?p=4988#comment-4969</guid>
		<description>Noticia da revista Veja, 21/02/2009
O fim do sonho dos dekasseguis
http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/fim-sonho-dekasseguis-422781.shtml
Os dekasseguis, ou trabalhadores temporários, foram as primeiras vítimas dos efeitos da recessão no Japão. Dos 300 000 brasileiros lá instalados, estima-se que entre 38 000 a 51 000 terão de retornar ao Brasil até o final do mês que vem. A premência da volta não é resultado apenas da perda do emprego, que, só no setor metalúrgico, deve atingir perto de 30 000 brasileiros até março, quando termina o ano fiscal japonês.
Boa parte dos dekasseguis vive com suas famílias em apartamentos providenciados pelas empreiteiras que lhes conseguem trabalho  e que são responsáveis pelo repasse dos seus pagamentos. Como elas descontam diretamente dos salários o valor dos aluguéis, findo o emprego e o ordenado, os dekasseguis perdem também o seu teto.
Mais de 40% dos brasileiros desempregados, ou que cumprem aviso prévio, já saíram ou terão de sair de suas casas, segundo uma pesquisa da Associação Brasil Fureai, criada em dezembro para ajudar os dekasseguis. A maioria tem conseguido abrigo na casa de amigos e parentes. Outros têm sido obrigados a dormir no próprio carro ou em barracas montadas nos parques.
Na semana passada  depois de manifestações organizadas por grupos de dekasseguis para reivindicar assistência e protestar contra as demissões nas fábricas  , o governo japonês anunciou a criação de um comitê dedicado a cuidar exclusivamente dos problemas dos estrangeiros afetados pela crise.
Entre as medidas prometidas, estão a facilitação do ingresso de crianças estrangeiras em escolas públicas japonesas, a organização de cursos de japonês para melhorar a qualificação dos candidatos a novos postos de trabalho e a disponibilização de apartamentos para desempregados, com aluguéis subsidiados. As providências deixaram os dekasseguis mais esperançosos. Mas, para os milhares de brasileiros que tiveram de deixar para trás anos de sonho e sacrifício, elas chegaram tarde demais.
Leia a reportagem completa em VEJA desta semana (na íntegra somente para assinantes)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Noticia da revista Veja, 21/02/2009<br />
O fim do sonho dos dekasseguis<br />
<a href="http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/fim-sonho-dekasseguis-422781.shtml" rel="nofollow">http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/fim-sonho-dekasseguis-422781.shtml</a><br />
Os dekasseguis, ou trabalhadores temporários, foram as primeiras vítimas dos efeitos da recessão no Japão. Dos 300 000 brasileiros lá instalados, estima-se que entre 38 000 a 51 000 terão de retornar ao Brasil até o final do mês que vem. A premência da volta não é resultado apenas da perda do emprego, que, só no setor metalúrgico, deve atingir perto de 30 000 brasileiros até março, quando termina o ano fiscal japonês.<br />
Boa parte dos dekasseguis vive com suas famílias em apartamentos providenciados pelas empreiteiras que lhes conseguem trabalho  e que são responsáveis pelo repasse dos seus pagamentos. Como elas descontam diretamente dos salários o valor dos aluguéis, findo o emprego e o ordenado, os dekasseguis perdem também o seu teto.<br />
Mais de 40% dos brasileiros desempregados, ou que cumprem aviso prévio, já saíram ou terão de sair de suas casas, segundo uma pesquisa da Associação Brasil Fureai, criada em dezembro para ajudar os dekasseguis. A maioria tem conseguido abrigo na casa de amigos e parentes. Outros têm sido obrigados a dormir no próprio carro ou em barracas montadas nos parques.<br />
Na semana passada  depois de manifestações organizadas por grupos de dekasseguis para reivindicar assistência e protestar contra as demissões nas fábricas  , o governo japonês anunciou a criação de um comitê dedicado a cuidar exclusivamente dos problemas dos estrangeiros afetados pela crise.<br />
Entre as medidas prometidas, estão a facilitação do ingresso de crianças estrangeiras em escolas públicas japonesas, a organização de cursos de japonês para melhorar a qualificação dos candidatos a novos postos de trabalho e a disponibilização de apartamentos para desempregados, com aluguéis subsidiados. As providências deixaram os dekasseguis mais esperançosos. Mas, para os milhares de brasileiros que tiveram de deixar para trás anos de sonho e sacrifício, elas chegaram tarde demais.<br />
Leia a reportagem completa em VEJA desta semana (na íntegra somente para assinantes)</p>
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	<item>
		<title>By: Sam Shiraishi</title>
		<link>http://www.samshiraishi.com/ajuda-aos-dekasseguis/#comment-4968</link>
		<dc:creator>Sam Shiraishi</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 13:48:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.samshiraishi.com/?p=4988#comment-4968</guid>
		<description>Noticia da Gazeta do Povo, dia 25/02/2009
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/economia/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=860909&amp;tit=Recessao-manda-dekasseguis-a-rua-E-ao-Brasil
A retração abrupta da economia japonesa, que recuou 12,7% no último trimestre de 2008, foi um baque para a comunidade brasileira no Japão. Acostumados a encontrar trabalho com facilidade, os dekasseguis – como ficaram conhecidos no Brasil os descendentes de japoneses que foram trabalhar na terra dos antepassados – estão sendo demitidos às centenas. São comuns relatos de pessoas sem moradia, sem dinheiro suficiente para pagar as contas básicas e sem perspectiva de encontrar novos empregos.
A crise econômica global derrubou as exportações japonesas de carros e eletrônicos, justamente os setores onde os nikkeis (descendentes de japoneses) encontraram seu nicho no mercado de trabalho. Como os estrangeiros são geralmente contratados através de empreiteiras terceirizadas, são sempre os primeiros a perder os empregos quando a produção cai.
“As fábricas estão dispensando todos os funcionários contratados por empreiteiras. Só ficam aqueles empregados diretamente”, conta André Luiz Assunama, nikkei que mora há 18 anos no Japão e foi demitido no fim do ano passado de uma fábrica em Chiryo, província de Aichi. Assunama decidiu viajar quando tinha 18 anos para trabalhar em fábricas de autopeças que abastecem as grandes montadoras japonesas. Foi ficando, casou-se, teve um filho – hoje com 1 ano e 7 meses – e tomou a decisão de não voltar mais para o Brasil.

Para ele, a onda de demissões é uma fase que vai passar quando o Japão voltar a exportar. Até lá, haverá muito aperto. Em dois meses, o brasileiro de Araçatuba (SP) encontrou um mercado de trabalho pouco receptivo, mesmo para alguém ainda jovem, com 36 anos, e que domina o japonês – características preferidas das fábricas. “Ainda estou recebendo o seguro-desemprego, mas a partir do mês que vem vai ficar muito difícil. Minha esposa conseguiu um trabalho em uma lanchonete para quatro horas por dia, quatro dias por semana. Não é suficiente para pagar as contas”, diz.
A situação é ainda mais dura para quem não conta com o seguro-desemprego e não aluga o próprio apartamento. Marco Miasato, pastor da Igreja Batista Vida de Higashiura, também em Aichi, conta que dois brasileiros que não têm onde morar foram recolhidos pela igreja. Isso porque é comum que os dekasseguis que foram mais recentemente, com a intenção de retornar ao Brasil, fiquem em alojamentos ou apartamentos alugados pela própria empreiteira. Quando são mandados embora, tornam-se sem-teto. Também acontece de as empreiteiras não pagarem o seguro social, o shakai hoken, que garante o atendimento de saúde e o seguro-desemprego – em alguns casos, a pedido dos próprios empregados, já que o desconto de 11% é pesado para quem quer economizar.

“Aqui na igreja estamos arrecadando alimentos para poder dar cestas básicas aos mais necessitados. Tem gente que não economizou quando tinha emprego e agora está sem dinheiro e sem chance de encontrar uma vaga”, diz Miasato. Segundo ele, há brasileiros deixando o país com dívidas, ou abandonando o carro que ainda não terminaram de pagar. Outros não conseguem nem levantar o dinheiro para a passagem de volta ao Brasil.
Os relatos mostram a profundidade da crise no Japão. Seu efeito pode ser um retorno em massa de brasileiros. O Centro de Informação e Apoio ao Trabalhador do Exterior (Ciate), entidade formada por associações nipo-brasileiras e apoiada pelo Ministério do Trabalho do Japão, informa que há estimativas apontando para a volta de 70 mil dos cerca de 325 mil dekasseguis que viviam por lá no fim de 2007 – dos quais 80 mil são do Paraná.

“Até março todos os voos vindo do Japão estão lotados e essa tendência vai continuar. Não dá para dizer até quando”, diz Teruhiko Sakura, diretor-superintendente do Ciate em São Paulo. Na avaliação dele, o fluxo tem tudo para se inverter no futuro, quando as fábricas japonesas voltarem a contratar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Noticia da Gazeta do Povo, dia 25/02/2009<br />
<a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/economia/conteudo.phtml?tl=1&#038;id=860909&#038;tit=Recessao-manda-dekasseguis-a-rua-E-ao-Brasil" rel="nofollow">http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/economia/conteudo.phtml?tl=1&#038;id=860909&#038;tit=Recessao-manda-dekasseguis-a-rua-E-ao-Brasil</a><br />
A retração abrupta da economia japonesa, que recuou 12,7% no último trimestre de 2008, foi um baque para a comunidade brasileira no Japão. Acostumados a encontrar trabalho com facilidade, os dekasseguis – como ficaram conhecidos no Brasil os descendentes de japoneses que foram trabalhar na terra dos antepassados – estão sendo demitidos às centenas. São comuns relatos de pessoas sem moradia, sem dinheiro suficiente para pagar as contas básicas e sem perspectiva de encontrar novos empregos.<br />
A crise econômica global derrubou as exportações japonesas de carros e eletrônicos, justamente os setores onde os nikkeis (descendentes de japoneses) encontraram seu nicho no mercado de trabalho. Como os estrangeiros são geralmente contratados através de empreiteiras terceirizadas, são sempre os primeiros a perder os empregos quando a produção cai.<br />
“As fábricas estão dispensando todos os funcionários contratados por empreiteiras. Só ficam aqueles empregados diretamente”, conta André Luiz Assunama, nikkei que mora há 18 anos no Japão e foi demitido no fim do ano passado de uma fábrica em Chiryo, província de Aichi. Assunama decidiu viajar quando tinha 18 anos para trabalhar em fábricas de autopeças que abastecem as grandes montadoras japonesas. Foi ficando, casou-se, teve um filho – hoje com 1 ano e 7 meses – e tomou a decisão de não voltar mais para o Brasil.</p>
<p>Para ele, a onda de demissões é uma fase que vai passar quando o Japão voltar a exportar. Até lá, haverá muito aperto. Em dois meses, o brasileiro de Araçatuba (SP) encontrou um mercado de trabalho pouco receptivo, mesmo para alguém ainda jovem, com 36 anos, e que domina o japonês – características preferidas das fábricas. “Ainda estou recebendo o seguro-desemprego, mas a partir do mês que vem vai ficar muito difícil. Minha esposa conseguiu um trabalho em uma lanchonete para quatro horas por dia, quatro dias por semana. Não é suficiente para pagar as contas”, diz.<br />
A situação é ainda mais dura para quem não conta com o seguro-desemprego e não aluga o próprio apartamento. Marco Miasato, pastor da Igreja Batista Vida de Higashiura, também em Aichi, conta que dois brasileiros que não têm onde morar foram recolhidos pela igreja. Isso porque é comum que os dekasseguis que foram mais recentemente, com a intenção de retornar ao Brasil, fiquem em alojamentos ou apartamentos alugados pela própria empreiteira. Quando são mandados embora, tornam-se sem-teto. Também acontece de as empreiteiras não pagarem o seguro social, o shakai hoken, que garante o atendimento de saúde e o seguro-desemprego – em alguns casos, a pedido dos próprios empregados, já que o desconto de 11% é pesado para quem quer economizar.</p>
<p>“Aqui na igreja estamos arrecadando alimentos para poder dar cestas básicas aos mais necessitados. Tem gente que não economizou quando tinha emprego e agora está sem dinheiro e sem chance de encontrar uma vaga”, diz Miasato. Segundo ele, há brasileiros deixando o país com dívidas, ou abandonando o carro que ainda não terminaram de pagar. Outros não conseguem nem levantar o dinheiro para a passagem de volta ao Brasil.<br />
Os relatos mostram a profundidade da crise no Japão. Seu efeito pode ser um retorno em massa de brasileiros. O Centro de Informação e Apoio ao Trabalhador do Exterior (Ciate), entidade formada por associações nipo-brasileiras e apoiada pelo Ministério do Trabalho do Japão, informa que há estimativas apontando para a volta de 70 mil dos cerca de 325 mil dekasseguis que viviam por lá no fim de 2007 – dos quais 80 mil são do Paraná.</p>
<p>“Até março todos os voos vindo do Japão estão lotados e essa tendência vai continuar. Não dá para dizer até quando”, diz Teruhiko Sakura, diretor-superintendente do Ciate em São Paulo. Na avaliação dele, o fluxo tem tudo para se inverter no futuro, quando as fábricas japonesas voltarem a contratar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Meu Google Reader [07.02.09 - 21.02.09] &#124; 30 &#38; Alguns</title>
		<link>http://www.samshiraishi.com/ajuda-aos-dekasseguis/#comment-4944</link>
		<dc:creator>Meu Google Reader [07.02.09 - 21.02.09] &#124; 30 &#38; Alguns</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 08:23:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.samshiraishi.com/?p=4988#comment-4944</guid>
		<description>[...] Ajuda aos dekasseguis - A vida como a vida quer [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Ajuda aos dekasseguis &#8211; A vida como a vida quer [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Yoko</title>
		<link>http://www.samshiraishi.com/ajuda-aos-dekasseguis/#comment-4840</link>
		<dc:creator>Yoko</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 16:38:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.samshiraishi.com/?p=4988#comment-4840</guid>
		<description>Oi, acabei  de ler o artigo sobre os dekasseguis, achei muito legal a atitude que vocês tomaram em defender a situação dos brasileiros que vivem no Japão.  Também moro no Japão, agora de férias no Brasil, e acompanho de perto o sofrimento e o desespero daqueles que perderam o emprego e muitos sem teto. Algo precisa ser feito, afinal de contas os brasileiros contribuíram muito para que a economia japonesa se mantivesse ativa no país e fora dela. Faço a minha parte, ensino em meu blog o básico da língua japonesa, e com isso sei que estou ajudando muita gente.  Você mora no JP ou no BR? Gostaria de saber se posso colocar o seu artigo em meu blog, os brasileiros q estão no JP ficarão felizes por saber que existem pessoas como vc que os ajudam, vai servir como incentivo para que continuem a lutar pelos seus direitos e continuarem a sonhar com uma vida melhor.  Obrigada e sucesso... sempre! bjs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, acabei  de ler o artigo sobre os dekasseguis, achei muito legal a atitude que vocês tomaram em defender a situação dos brasileiros que vivem no Japão.  Também moro no Japão, agora de férias no Brasil, e acompanho de perto o sofrimento e o desespero daqueles que perderam o emprego e muitos sem teto. Algo precisa ser feito, afinal de contas os brasileiros contribuíram muito para que a economia japonesa se mantivesse ativa no país e fora dela. Faço a minha parte, ensino em meu blog o básico da língua japonesa, e com isso sei que estou ajudando muita gente.  Você mora no JP ou no BR? Gostaria de saber se posso colocar o seu artigo em meu blog, os brasileiros q estão no JP ficarão felizes por saber que existem pessoas como vc que os ajudam, vai servir como incentivo para que continuem a lutar pelos seus direitos e continuarem a sonhar com uma vida melhor.  Obrigada e sucesso&#8230; sempre! bjs</p>
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