A Mulher e a Mídia 4

Não sou feminista, mas luto sempre pela igualdade e isto inclui o respeito às mulheres e à sua capacidade. E mais do que tudo, busco a inclusão das pessoas. Foi o que comentei no meu post no blog do Desabafo de Mãe e citei um texto bárbaro que Marli, mãe de uma colega do Enzo escreveu em resposta ao post que fiz, A profissão do futuro. Executiva, ela escreveu sou boa em casa, mas gosto mesmo de gestão empresarial. O texto é excelente, pela discussão e em especial o bom humor da autora.Toda esta questão me lembrou o Seminário Nacional A Mulher e a Mídia 4, que acontece no Rio no próximo final de semana, promovido pelo Instituto Patrícia Galvão. Realizados desde 2004, esses encontros têm proporcionado diversas reflexões sobre o comportamento da mídia brasileira e latino-americana em relação às mulheres e têm contado com a participação de profissionais qualificadas na área de comunicação. Temas interessantes serão discutidos:
- TV pública: Ampliação dos canais de expressão para mulheres?
- Valores, opinião e o protagonismo das mulheres; TV e as questões que envolvem os direitos das mulheres
- A mídia desqualifica as mulheres no poder
- A falta de sintonia frente aos novos tempos e a insensibilidade da mídia na relação com as mulheres no poder
- Cultura, comunicação e uma mídia não-discriminatória
- Difusão de imagens não-discriminatórias e não-estereotipadas das mulheres; construção de mecanismos de controle social nos meios de comunicação.
- As mulheres e as novas fronteiras da mídia
- Interatividade; informação e retorno instantâneo; acessibilidade; notícia cidadã.
Infelizmente, as inscriçoes se encerraram em 12/09, mas vale a pena aguardar os resultados.
Mais sobre o tema: Você é preconceituosa?
Sam, as mulheres estão mostrando seus valores. Infelizmente algumas, não sei se por ignorância ou falta de auto estima, se deixam ludibriar por idéias mesquinhas de que lugar de mulher é somente à frente do fogão.
Bom fim de semana! Beijus
Sabe Luma creio que à nossa geração cabe encontrar este meio-termo que permite às mulheres estar na cozinha e no escritório, estando e não sendo aquilo. Fazer um pouco de cada papel, ainda que um ou outro se sobressaia. Sem machismo ou feminismo, apenas com respeito e harmonia.
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A cada dia vemos mulheres se sobressairem, mostrando seu potencial. Isso é muito bom. Muitas nadam contra a correnteza mas, um dia chegam lá. Bj
Sim, Célia, é importante continuarmos desempenhando nossos papéis na sociedade, usando nossos talentos e fazendo valer nosso direito à igualdade como seres humanos. E imprescindível que não nos tornemos, nós mesmas, sexistas!
Abraços e obrigado pela visita.
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Claro que as mulheres sofrem preconceito, e muitas vezes da parte de outras mulheres. Como engenheira ouvi muitos comentários como por exemplo que exercia esta profissão para arranjar marido, que não poderia trabalhar numa indústria e outras pérolas.
Não sei se este preconceito está mudando aí no Brasil, aqui na França tenho a impressão que ele está se acentuando.
Sam, um beijo grande e boa semana.
Olhe, acho que tende a melhorar aqui, pois cada vez mais mulheres são chefes de família e o brasileiro na verdade tem facilidade para se ajustar a tudo, bom ou ruim. Acredito que a diferença se faz com mães (como eu) criando filhos e filhas com uma nova mentalidade.
Que pena saber que aí há uma retrocesso, mas me parece que é uma tendência por conta dos imigrantes das ex-colônias, que trazem consigo o ranço de culturas e religiões segregacionistas ou sexistas, não é?
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