40 anos do Jornal Nacional
Postado em midia tradicional, TV no dia 30/08/2009 |Uma das minhas lembranças mais antigas de infância é da minha irmã Sheron comigo dizendo “boa noite” para o Cid Moreira. A gente ficava ansiosa, sentadinha lá na frente da TV da sala, esperando ele “falar com a gente”… risos! Esta lembrança é uma pequena amostra da importância e da ligação sentimental que as famílias brasileiras tem com este que é “o” jornal da TV brasileira.
Li na Folha de S. Paulo hoje que na semana em que completa 40 anos, o JN ganha novo cenário e uma programação visual que vão surpreender o telespectador. Mas o legal mesmo será ver, a partir nesta semana os repórteres mais antigos do JN visitando a nova bancada para contar suas trajetórias no telejornal. E na outra semana os telespectadores verão uma série especial sobre as quatro décadas.
Segundo conta a produção,
“o Jornal Nacional foi ao ar pela primeira vez em 01 de setembro de 1969, com Cid Moreira e Hilton Gomes na apresentação. Naquele momento, o JN deixava sua marca na história da televisão brasileira: foi o primeiro telejornal a ser transmitido simultaneamente para várias cidades do país. Atualmente, cerca de 40 milhões de telespectadores fazem do JN o líder absoluto de audiência em território nacional.”
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Soube que no dia 02/09 William Bonner (há 10 anos é o editor-chefe do JN) e Fátima Bernardes lançaram o livro “Jornal Nacional, modo de fazer”, que mostra os bastidores de um dos programas de maior audiência da televisão brasileira. O vídeo abaixo conta os detalhes.
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Sam @samegui Shiraishi
Mãe, jornalista e blogueira no @avidaquer, hub multiplicador de cultura e conhecimento. Paranaense de alma nipônica morando na Mooca, apaixonada por gente.




Oi Sam! Li a matéria sobre o JN na Época dessa semana e, independente de qualquer teoria da conspiração (ou não), quase todo mundo para pra assistir aquela que é a única dose diária de informação. =)
E o mecanismo parece MUITO legal!
Sam Shiraishi Reply:
August 31st, 2009 at 10:11 am
@Leonardo Augusto Matsuda, temos uma relação afetiva (quase familiar) com este jornal, não é mesmo? Foi este pensamento que me fez pensar na noticia que li na Folha de S. Paulo e trouxe várias lembranças à tona.