Arquivo: September, 2011

Tem mais valor quem gosta de compartilhar e construir colaborativamente #outubrorosa

Postado em Comportamento, outubro rosa, Saúde e Bem Estar no dia 30/09/2011

Pelo menos para mim, é assim: tem verdadeiro valor e significado conversar e trocar com as pessoas nas redes sociais do que perseguir simplesmente números de visitação, de seguidores, de avatares que fazem volume na sua coleção de figurinhas virtuais. Apesar de ter esta ideia como filosofia de vida (e discutir o valor dos números de tuites comparados a panfletagem de esquina, que não presta atenção em quem estará sendo impactado), até eu admito que espalhar as informações aos quatro ventos pode ser muito válido.

Para mim uma destas situações extraordinárias é o Outubro Rosa.

O movimento, que nasceu em 1997 na California (EUA) e visa conscientizar a população da importância do diagnóstico precoce do Câncer de Mama, é motivo de uma atuação maravilhosa nas novas mídias desde 2008, trazendo à tona informações importantes para o empoderamento das mulheres e uma mudança de paradigma sobre os cuidados com o seu próprio corpo.

No lançamento da campanha de 2011 (que tem Ana Paula Padrão e seu site Tempo de Mulher como apoiadores especiais), marcado por um almoço especial para blogueiras em São Paulo, fomos convidadas a falar sobre o Dia Rosa como prioridade (em referência ao dia da mamografia anual, um dos exames preventivos capazes de estabelecer um diagnóstico precoce da doença).

Ao invés de falar da prioridade deste dia, volto à fala da dra. Maira Callef, médica mastologista gaúcha que trouxe a campanha ao Brasil através da FEMAMA e que “me ganhou” com sua fala em cada uma das ocasiões nas quais pude encontra-la desde 2008 e focar no empoderamento da mulher e na conversa que podemos ter nas redes sociais sobre o cuidado, a atenção e o carinho com o próprio corpo, uma conversa íntima de amigas que conseguimos reviver com grande cumplicidade nestes danos de blogagem coletiva do outubro rosa.

“A mulher precisa se conscientizar de que a mama é sua, não é do marido, nem do filho.”

Parece óbvio, mas não é. Convencer as mulheres a se tocar, a fazer o auto-exame, foi um longo trabalho de quem trabalha com saúde feminina. Ainda tem muita mulher que vê os próprios seios como atrativo para o homem, inveja para as mulheres ou simplesmente o alimento do filho. Fora destes contextos, é de ninguém. Quando a mastologista falou: a mulher tem que se apoderar de sua mama, fiquei encantada. A frase é perfeita.

E o auto-exame, aquele tão propagandeado pelo IBCC na campanha Câncer de Mama no Alvo na Moda?

Auto-exame é importante, mas é preciso fazer mamografia a partir dos 40 anos – 30 se tiver casos da doença em parentes muito próximos. Para vocês terem uma ideia, olhem as contas deste colar (o Colar da Vitória, símbolo da campanha) que eu estou usando na foto abaixo. Apenas os tumores do tamanho do dois maiores (os do meio) são detectáveis por auto-exame, os outros, que se trata com sucesso e boas chances de cura, somente são registrados na mamografia ou outros exames mais avançados.

:-)

Temos uma infinidade de informações para divulgar, não é mesmo? Visite as blogagens de 2008, 2009 e 2010 para ver como nosso grupo de blogueiras (e blogueiros) reuniu informações interessantes, úteis e até divertidas sobre o tema, buscando sempre um objetivo: lembrar que é preciso se cuidar, se conhecer e prevenir.

Gostou? Quer ajudar? Já postou e nem sabia da gente? Seja bem vinda (o) à turma! Para nos organizar (e só por isso, não para aumentar o Page Rank) avise-nos fazendo trackback para este post. É só citar que soube da ação aqui e inserir o link. Se você não tem blog, participe mandando uma mensagem com estas informações para suas amigas no e-mail, twitter, msn, orkut, facebook, isntagram e onde mais estiver presente nas redes socais.

E se quiser mais informações, deixe seu pedido aí nos comentários ou tuite com o link deste post e passaremos suas dúvidas, sugestões e ideias para o grupo. Para encontrar imagens para um post ou simplesmente ver quem esteve com a gente nesta semana, clique aqui para ver o álbum do Picasa com fotos do lançamento da campanha. E, neste convite, fica também o registro da minha alegria por rever lá voluntárias fundadoras da blogagem coletiva como Simone MileticGeorgia MariaAline KellyDani DodutiClaudia SantosAna CarmenFlavia Penido e Flavita Valsani.

Textos relacionados:

P.S. Admito, na correria do dia-a-dia, não consigo mais comentar nos blogs como fazia, mas continuo atenta nas pessoas e buscando estar presente. E você, como tem mantido seus relacionamentos virtuais?

Por que o Eldorado é tão familiar?

Postado em Artigo Patrocinado, Consumo Consciente no dia 30/09/2011

Menina de interior, criada em cidade muito pequena e com comércio incipente, lembro nitidamente de quando visitei o Shopping Eldorado em São Paulo pela primeira vez. Eu já morava em Curitiba, mas lá o maior shopping ainda não era assim, um super centro de entretenimento. Ao ver no Eldorado lojas imensas e uma variedade de coisas que me interessavam, me apaixonei. Quando vim morar em São Paulo, muitos anos depois, era para o Eldorado, mesmo sendo do outro lado da cidade (eu moro na Mooca, mas é o espaço lá Zona Oeste ainda é o que mais visitamos), que ia com as crianças.

Vontade de um café bem gostoso para continuar a jornada...

Creio que é esta sensação de que “a gente ia em família” que faz muitas pessoas terem o Eldorado como referência. Inaugurado em 1981, o espaço passou por uma atualização com expansão dos espaços de subsolos e novas lojas. É verdade, ele é elite em alguns aspectos (a My Store, da Apple, é um dos exemplos), mas lá encontramos de tudo. Estive lá com a família no último sábado (um daqueles de tempo feio em Sampa que fazem o ditado “shopping é a praia dos paulistas” ganhar significado) e não faltaram demonstrações da diversidade que é tão boa em Sampa. Almoçamos no buffet de saladas do América (que estava divino) e, como bom restaurante Family Friendly, tinha opção para pratos para crianças (#aos8 optou por penne com bifinho) e lanches saudáveis para os maiorzinhos (#aos11 se deliciou com um hamburguer). De lá, uma passadinha no Playland, que também fica na praça de alimentação, perto do cinema, para onde iríamos em seguida ver um filme de ficcão científica, programa típico de famílias com meninos!

América do Eldorado

Ao lado do cinema, aliás, fica meu espaço favorito no Eldorado: o teatro. Já vi algumas apresentações (atualmente está em cartaz Peixonauta, um grande sucesso infantil) e vivi uma das maiores emoções ao assistir lá Beatles num céu de diamantes, um dos musicais mais queridos da minha vida! O espaço é confortável, a acústica muito boa e a arquitetura faz inveja a muito teatro por aí. Detalhes que fazem grande diferença no consumo de cultura e, bom lembrar, tem a segurança de sairmos do teatro direto para o estacionamento (ou o taxi), o que dá mais segurança para as saídas noturnas, não é mesmo? Já fui lá sem o marido, apenas com amigas, e foi bastante tranquilizador sabermos que estaríamos dentro de um espaço fechado. Não sou segregacionista não, quem me lê sabe que eu pego metrô, vou a locais abertos, mas a gente precisa pensar em tudo, não é mesmo?

Como ver filmes baseados em livros de Ziraldo e não lembrar do @samabr? :D

Confesso que outros assuntos mais fúteis e femininos me fazem escolher o Eldorado. Neste sábado era a “necessidade” (leia-se aqui necessidade feminina) de comprar roupinhas novas para dois eventos que eu teria nesta semana. Sabia que por lá eu encontraria uma grande variedade de lojas de roupas (de butiques a lojas de departamento), além de acessórios e calçados. Tiro e queda! Enquanto meus amores tomavam sorvete (quem resiste ao charme do carrinho da Dileto) e viam gadgets, encontrei um vestido e uma bolsa perfeitos para mim.

La felicità è un gelato :-)

Aliás perfeito foi o pacote de viagem que vimos, Gui e eu, na loja da CVC que fica no subsolo, revitalizado com a saída do tradicional Parque da Mônica. Se há um ano nos divertimos muito lá em família jogando Curling (aquele esporte no gelo, que ficou famoso nas Olimpíadas de Inverno), desta vez a diversão foi planejar as próximas férias. E tudo ali, no mesmo lugar, comprovando que o centro de compras é bom quando sabemos usá-lo para otimizar nosso tempo e satisfazer necessidades e desejos com sabedoria.

Quer mais motivos para visitar? Siga o @ShopEldorado.

Famílias interativas no #ft_eie11

Postado em Famílias interativas, todos pela educação no dia 29/09/2011

O uso da internet no ambiente familiar, como os pais podem orientar os filhos que utilizam as redes sociais, como eles podem incentivá-los a usar as ferramentas virtuais, quais os limites que as crianças devem ter, como mantê-las seguras no ambiente virtual e como as famílias usam a internet também para se comunicar e para se manter conectadas.

Famílias Interativas - Samantha Shiraishi fala sobre o uso seguro e saudável da Internet e como as famílias podem se beneficiar das redes sociais promovendo aproximação entre gerações.

Nesta semana entrou na rede do Encuentro Internacional EducaRed 2011 uma atividade sobre a qual os pais brasileiros podem e devem opinar, além de ser uma excelente chance de ampliarmos o entrosamento da conversa entre professores, pais e alunos. Intitulada “Famílias Interativas“, a “atividade” é na verdade um fórum estruturado do qual podemos participar quando tivermos tempo e que reúne nossas vivências, ideias, dúvidas e críticas ao modo como as famílias estão vivenciando a realidade dos nossos lares.

Quem modera esta atividade sou eu e por isso sei que muitos dos queridos leitores do @avidaquer têm o que contar do uso seguro e saudável da Internet e como as famílias podem se beneficiar das redes sociais promovendo aproximação entre gerações. Eu comecei a conversa no vídeo de apresentação – posso contar com você para continuar?

Que tal ajudar os Doutores da Alegria e ainda presentear seus pequenos artistas no Dia das Crianças?

Postado em Artigo Patrocinado, Consumo Consciente no dia 29/09/2011

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Quem não conhece o trabalho especialíssimo realizado pelos Doutores da Alegria? Sempre ouvi falar deles na mídia com grande simpatia, mas foi ao “reconhecer” pessoalmente alguns dos voluntários deste projeto que eu pude concretizar em meu coração a vontade de apoia-los sempre que possível.


Os Doutores da Alegria são uma instituição que visa levar alegria a crianças em tratamento hospitalar. Desde 1991, os palhaços já alegraram mais de 800 mil crianças, brincando com a molecada, suas famílias e os funcionários de hospitais em Belo Horizonte, Recife e São Paulo.

Quem, como eu, já passou semanas com o filho hospitalizado sabe qual o valor deste trabalho que parece simples, despretencioso até, mas pode significar o alento que filhos (e pais ou avós acompanhantes) precisam para sacodir a poeira e dar a volta por cima no cansaço, recobrando a fé na cura, na recuperação que conta muito com o emocional para acontecer. É nas brincadeiras e atividades lúdicas que os Doutores aliviam o cansaço das crianças e suas famílias, alegrando os corredores dos hospitais e fazendo com que o dia de milhares de crianças seja mais gostoso.

Nesta semana os Doutores contam com um apoio extra: a Coquelux, um clube de compras de marcas Premium reverterá parte das vendas dos produtos infantis para a causa, estimulando uma ação social com a campanha de Dia das Crianças Express em parceria com as marcas Crayola, Br Stuff, Perfumes Disney, C’est La Vie, Cashmere, Babolat, Reebok e os Doutores da Alegria.


O Coquelux tem funcionamento que me pareceu prático: os sócios encontram descontos de até 90% em produtos exclusivos e pré-lançamentos, com todo o conforto e segurança das compras online. Grifes premium de moda e acessórios, cosméticos e beleza, décor & casa, tecnologia e gastronomia se alternam para oferecer muitas opções de compras e presentes.

Para entrar na Coquelux é preciso um convite e o site tem um especial para os leitores do @avidaquer: é só clicar nesse link, fazer seu cadastro rapidamente e acessar a loja para escolher o que comprar.

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Eu já estou de olho numa caneca dos Doutores e meus pequenos artistas estão pedindo a reposição dos seus conjuntos de lápis de cor. Passe lá, quem sabe você também encontra uma forma de abraçar a causa?

Gestão e planejamento estratégico empresarial em mídias sociais

Postado em Carreira e dinheiro no dia 28/09/2011

Preparando post e temas para o debate de hoje: Gestão e planejamento estratégico empresarial em mídias sociais (com @andretelles @sandraturchi e @migueldorneles)

O título do post pode soar ameaçador e, para alguns, até brincadeira, visto que algumas empresas e seus dirigentes (pasmem!) ainda entendem as novas mídias como uma brincadeira de gente pouco ocupada! Mas não é bem assim. Nestes 4 anos e pouco de uso diário de Twitter e Facebook para fins profissionais, mais cerca de 3 no LinkedIn e 6 de Orkut e blog, eu noto que há um amadurecimento na compreensão das ações em mídias sociais por parte das empresas que já ingressaram e um crescente interesse das que ainda não fizeram isso, mas gostariam de se atrever neste “novo mundo”.

Um mundo que, numa conversa sobre trânsito gentiloutro dia, eu chamei de pracinha virtual. Para quem usou espaços como Second Life lembra um pouco o ponto de encontro virtual, mas eu prefiro pensar nos espaços como LinkedIn e Facebook como as pracinhas e empresas onde todo mundo se encontra nos núcleos de novelas. A possibilidade de nos esbarrarmos profissionalmente com as pessoas no espaço virtual é grande e ela nos dá oportunidades de ampliarmos nossos horizontes, aprendermos, ensinarmos e interagirmos como há muito a humanidade não fazia. Com o virtual convivemos na aldeia global transformando metrópoles em pequenas comunidades, o que humaniza e torna as comunidades mais agradáveis de se conviver.

Como diz André Telles,

“As Redes Sociais on-line ainda têm o mesmo objetivo de reunir amigos e pessoas com interesses em comum. O que aconteceu foi o aprimoramento destas plataformas sociais e o entendimento da importância do Marketing nas Mídias Sociais. Os usuários estão falando sobre marcas nestas plataformas e para estas marcas estar presente de forma efetiva e profissional para se comunicar e interagir com seus consumidores se tornou fundamental nos planejamentos de marketing.”

E para falar de gestão de marcas em social media, considerando algumas etapas essenciais como Gestão, Planejamento Estratégico, Design, Geração de conteúdo, Interação e relacionamento, Campanhas, Monitoramento, mensuração e métricas, nesta noite um debate vai tratar do tema no evento de relançamento do livro de Telles,  ”A Revolução das Mídias Sociais”, que resenhei aqui. Promovido pela Editora M.Books e a Livraria Cultura, o debate “Gestão e planejamento estratégico. Sua empresa nas Mídias Sociais” tem moderação de Telles e três convidados que trocarão com o público suas experiências bem sucedidas neste novo universo. É uma honra contar que estarei lá na companhia de Miguel Dorneles (Sócio-diretor da agência underDOGS, liderou a área de produtos digitais e operações na Fox Brasil incluindo redes sociais como Facebook, MySpace e LinkedIn) e Sandra Turchi (Coordenadora e professora do curso “Estratégias de Marketing Digital” na ESPM, idealizadora e coordenadora do DSS – Digital Strategies Summit, preside a Network Confraria, grupo de profissionais de Marketing e Comunicação, com mais de 800 membros).

Nos vemos lá logo mais? O Debate “Gestão e planejamento estratégico. Sua empresa nas Mídias Sociais” acontece a partir das 19h na Livraria Cultura do Bourbon Shopping em Perdizes (Rua Turiaçu, 2.100, Perdizes). A entrada é franca, mas, como o auditório tem capacidade para pouco mais de cem pessoas, a editora pede confirmem presença pelo e-mail marketing@mbooks.com.br.

Você não está em Sampa ou não pode ir ao evento presencial? Não deixe de participar por isso! Conte que avanços vc vê na Gestão e planejamento estratégico empresarial em mídias sociais e o que sugeriria para melhorar a relação de empresas e consumidores. Compartilhe sua opinião e crítica nos comentários para enriquecer o debate desta noite!

Voluntariado: o hobby que nos dá novos focos!

Postado em Ação e Cidadania no dia 27/09/2011

Há alguns dias eu participei de um debate numa faculdade e, defendendo o uso de blogs, Twitter, Facebook e do LinkedIn (rede social profissional), comentei que hoje podemos mostrar quem nós somos com mais facilidade. Aspectos da nossa vida que antes ficavam restritos ao mundo privado ganharam muita força na era do “Broadcast yourself” e agora nossos chefes podem acompanhar nossa opinião sobre a novela das nove e as reclamações que fazemos no trânsito por Twitter e saber por nossas fotos o quanto “aproveitamos” aquela festa na noite anterior.

Mas também se sabe muito sobre nossos outros lados bons. Na conversa com estudantes de Administração eu comentei que um trabalho voluntário, que no Brasil não tem muito valor no currículo, mas no exterior costuma ser um fator de desempate em alguns casos de disputa de vagas, pode e deve constar do perfil que divulgamos.

Sim, eu sei, na sociedade contemporânea as pessoas vivem cada vez mais ocupadas e se pararmos para pensar não há tempo para voluntariado. Mas se a agitação da modernidade nos leva a tantas atividades interessantes (tanto profissionais quanto educacionais), esta vida ocupada não precisa ser empecilho para que possamos nos dedicar a ações solidárias, sendo voluntário em alguma atividade, doando nosso tempo ou nosso conhecimento acumulado.

“Ser voluntário é doar seu tempo, trabalho e talento para causas de interesse social e comunitário sem esperar nada em troca e, com isso melhorar a qualidade de vida da sociedade.”

Aprendi a ser voluntária muito cedo. Aos 8 anos fui convidada para apoiar ações da Cruz Vermelha Internacional na pequena cidade onde morava no interior do Paraná e desde então sempre me envolvo em algum “pro bono”. Mas esta realidade não é comum. Segundo li, o número de brasileiros que exercem alguma atividade voluntária ainda é muito pequeno, cerca de 8% da população total, contra 40% da população americana que faz trabalho voluntário.  Tenho a impressão de que as pessoas não sabem como, onde ou o quanto podem ajudar.

Existem diversas formas e oportunidades de ser um voluntário: doar seu tempo ou conhecimento em questões ambientais, culturais, filosóficas, educacionais e de segurança. Você também pode doar sangue, ler para alguém, coletar livros, brinquedos, alimentos e lixo reciclável, prestar serviço em alguma instituição (infantil, asilo, hospital etc.).

E se você não encontrou ainda motivação, uma dica: no LinkedIn, rede social da qual falei antes, há uma nova seção chamada de ”Trabalhos voluntários e causas” que permite que o usuário cite as causas que apoia, como alívio à pobreza, ciência e tecnologia, crianças, educação e meio ambiente, entre outros.

“Milhões de profissionais doam seu tempo em trabalhos voluntários que causam impacto na vida de outras pessoas. Acontece que o voluntariado é tão bom para sua carreira como para as pessoas que você ajuda”.

P.S. Quem é voluntário por razões altruístas vive mais, sabia? Li aqui.

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