Tem brasileiro nos jogos olímpicos de Vancouver?
Postado em Mãe com filhos no dia 21/02/2010Giorgio teve esta curiosidade assim que viu notícias dos jogos em Vancouver – aliás, programação que a SportTV e a Record transmitem há alguns dias, salvando quem não é assim tão fã de carnaval de ficar sem ter o que ver na TV. Nós conhecemos pessoalmente um atleta profissional de esporte de inverno, um paulista que competia no bobsled (aquele no qual o trenó, para 2 ou 4 pessoas, é movido pela gravidade nas descidas). E dele eu soube, há um tempo, do trabalho da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo, que está envolvida com a delegação brasileira dos jogos de Vancouver.
Estão lá nos representando a snowboarder Isabel Clark (que foi porta-bandeira da delegação do Brasil) , os atletas de esqui alpino Jhonatan Longhi e Maya Harrisson, os atletas de esqui cross country Leandro Ribela e Jaqueline Mourão (já na sua quarta Olimpíada, mas uma desconhecida dos brasileiros).
Há muitas questões sociais e políticas envolvendo os esportes olímpicos brasileiros, mais ainda quanto aos que são menos populares, como os de inverno. Mas prefiro focar aqui outro ponto: a existência destes atletas e a oportunidade das transmissões de jogos olímpicos pode ser a chance de pais e filhos conversarem sobre as diferenças culturais, geográficas e históricas entre os países, criando chances de aprendizado lúdico para as crianças.
Eu tentei fazer este bate-papo com meu filho de 7 anos e acabei aprendendo, acreditam? Ele sabia absolutamente tudo dos esportes das competições de Vancouver graças a um game, Mario e Sonic nas Olimpiadas de Inverno de Vancouver. Fiquei impressionada com a absorção das regras e das jogadas do hoquei, dos saltos e rodopios da patinação, enfim, de tudo que ele sabia sobre os jogos que eu pouco conheço. Finalmente achei as músicas do Super Mario menos chatas… descobri que elas ensinam!
Alimentação: mais um esforço conjunto da escola e dos pais
Postado em Conversas de Cozinha, Mãe com filhos no dia 21/02/2010No carnaval conversei com duas amigas sobre esta questão da alimentação e da escola, uma mãe e outra professora e a conclusão a que cheguei é que, como em outros temas, a escola é o ponto central da boa alimentação infantil. Na minha infância, em escola pública do interior do Paraná, a gente fazia fila para “tomar” lanche da escola. Eu tinha uma sorte imensa porque a “tia” que fazia o lanche era uma prima da minha avó e sempre me mimava! E o que era este lanche? Pasmem!, era comida. Às dez da manhã a gente corria com os pratiinhos ou canecas de metal para tomar sopa, comer polenta (a iguaria de sexta-feira) e outros alimentos que sustentam!
O desjejum era café com leite e pão com manteiga antes da aula, eu praticamente almoçava no meio da manhã, depois chegava em casa morrendo de fome e dá-lhe um almoção cheio de verduras, arroz, feijão e carne. (more…)

