Chegando na #flip2009
Postado em livros no dia 01/07/2009
#flip2009 aí vou eu
Postado em livros, redes sociais no dia 01/07/2009
Bom, pessoal, eu vou para Festa Literária Internacional de Parati neste ano, como já contei antes. Vou hoje e fico até o término do evento, no dia 05/07. O que a princípio seria apenas uma viagem de lazer – e minhas primeiras miniférias sem os três amores – ser tornou um trabalho há alguns dias, pois farei a cobertura do evento para a Bites, mostrando como as mídias sociais se inserirão por lá. Portanto, além do blog, do flickr e do meu próprio twitter (o @samegui), quem quiser pode acompanhar meus passos também o @revistabites.
Uma parceria da Bites com a Editora Record me permitirá ir a algumas das mesas que eu queria e, se possível, poderei ver alguns dos bastidores deste evento que me encanta tanto desde sua primeira edição. A FLIP contará com uma presença maciça de usuários da rede social do momento: o Twitter. Estou acompanhando – por aqui – os updates para saber quem estará lá. E graças à minha companheira de viagem, Flávia Penido (aka @ladyrasta, que foi uma das citadas na matéria sobre o tema na revista Época), estou envolvida no grupo que participará de um encontro por lá. (Em tempo, a querida @cybelemeyer nos fará companhia lá!)
Quem são eles?
@te_chaves, @MarcelinoFreire, @odisseia, @vereda_estreita, @jocaterron, @publishnews, @DelReyDelfin, @ladyrasta, @cosacnaify, @contrasens, @dinamarco, @eduacarvalho, @ProsaEVerso, @dodoazevedo, @poesiaemvolta, @epocanaflip, @carlarodrigues, @mateuscgs, @thiagocandido_, eu (@samegui) e @flip_parati.
Aliás, por falar neles, gostei muito destas dicas que vi no Recortes da FLIP 2009:
“Queremos lembrar que Paraty é uma cidade linda e pequena. Durante um evento do porte da FLIP, ocorre um aumento significativo de pessoas no lugar (o dobro ou mais). Há restaurantes ótimos, mas quem quiser almoçar com conforto, precisa não ter compromisso importante logo a seguir. É bom ter paciência e juízo. Evitar a irritação de quem tem pressa. Na FLIP a pressa não é só inimiga da perfeição, ela acaba sendo inimiga geral. O ideal é aproveitar a festa com bom humor e bom senso. Não xingar, não atropelar, não furar fila, não procurar “jeitinhos” para conseguir as coisas. Faz bem ser gentil e aproveitar o clima para colher boas amizades, conhecer bons livros e ouvir pessoas interessantes. Há banheiros químicos perto das Tendas. Em alguns restaurantes ou pousadas pode ocorrer falta de água após o segundo dia.”
Você também vai estar por lá e usar redes sociais? Compartilhe seus links!
E para quem vai ficar em casa, vale lembrar que as mesas de debates serão transmitidas pela Internet pelo site oficial. E os grandes veículos, como a Folha Online, estão com excelentes especiais sobre a Festa.
P.S. Graças à providencial ajuda do @lesilva (ex-@webdotx) do Copiar e Colar, fico feliz por apresentar na sidebar do blog um espaço com as atualizações da #flip2009 em algumas redes sociais como Twitter, Youtube e Twitpic. É o mesmo que está abaixo e que manterá os leitores atualizados neste período em que eu estarei escrevendo diretamente de Paraty.
A perda de um amigo que nem conhecemos
Postado em Mãe com filhos no dia 01/07/2009
Meus filhos viveram isso ontem. Um casal que esteve muito próximo de nós neste último ano vive hoje a triste situação de uma gestação (que ia longe, quase a termo) interrompida. Vivi uma circunstância que foi nova até para mim e absolutamente inédita para os meninos: perder para sempre uma pessoa amiga.
Era um bebê, ainda na barriga da mãe? Sim. Mas também tinha nome, foi motivo de sonhos e planos mirabolantes (tanto quanto os do Cebolinha, mas sempre para o bem da amiga, como faria o Anjinho) e de muita expectativa para os meninos. Torcida para saber o sexo, festinha ao saber o sexo, vontade de falar cada vez mais alto para ser ouvido lá dentro pela amiga. E uma promessa que fica sem cumprir, mas, garante Giorgio, continuará firme e forte para o próximo: ser um menino-babá.
Fico sem saber o que falar para eles, os pequenos e os grandes amigos. Tem alguma palavra que realmente sirva de consolo, que diminua a dor? Não encontrei nenhuma. O que me passa pela cabeça nas últimas 24 horas é que nesta hora devemos ser capazes de amar o próximo, acima de tudo – das diferenças, das desconfianças, das circunstâncias, do que não se resolveu. É na hora da crise que conhecemos as pessoas – e esta amiga em especial eu conheci num momento de crise – e a as situações extraordinárias nos mostram claramente o valor que as pessoas têm em nossas vidas.
Nossas orações e nossa força neste dia.
