30 minutos de exercício bastam?
saude December 23rd, 2008

Uma coisa que me fez falta de verdade neste ano foi uma rotina de exercícios físicos. Em dezembro de 2007 machuquei o joelho e tive que sair da academia, justamente numa fase em que minhas atividades intelectuais se intensificaram muito. Ganhei peso, como era inevitável, mas o pior é que perdi vitalidade e voltei a ter insônia. Acordar bem cedinho e ir para academia era uma atividade ótima, que me permitia começar o dia bem e também ajudava a ter uma boa noite de sono.
Por conta disto, ao pensar num presente de Natal para mim (e para o Gui), optei por reaver a academia.
E para não chegar lá em janeiro sem um “aquecimento”, estou aproveitando para caminhar, fazer exercícios (minha mãe tem uma academia em casa, com muitos equipamentos) e brincar na piscina com os meninos.
Você também fez esta promessa para 2009? Não esqueça de ir devagar e sempre se aquecer. Alongamentos e caminhada evitam problemas tanto para atletas quanto para quem faz exercícios só no final de semana. Recentemente, a Associação Americana do Coração e o Colégio Americano de Ciências do Esporte divulgaram os novos parâmetros sobre a atividade física. De acordo com as entidades, um adulto saudável deve acumular pelo menos 30 minutos de atividade aeróbica moderada por dia, entre cinco e sete vezes por semana. No estudo podem ser consideradas as atividades moderadas, tais como as corridas e caminhadas com ritmo. Aliás, os trinta minutos diários lembram o tempo da academia feminina que escolhi.
As academias que utilizam circuitos de meia hora são uma boa opção, especialmente para quem decidiu mudar de estilo de vida como eu. O chamado modelo express vence a eterna desculpa da falta de tempo e, embora as aulas sejam reduzidas, os benefícios são reais. Para quem ainda não reuniu força de vontade suficiente para colocar o corpo em movimento, repito uma fala da minha cardiologista: “o sedentarismo aumenta em até oito vezes o risco cardiovascular. Com trinta minutos é possível ganhar longevidade e qualidade de vida”.







