Radar Verde dos negócios sustentáveis
Postado em Sustentabilidade no dia 24/11/2008Há uma semana eu falei aqui de duas ações de sustentabilidade nas quais estaria envolvida: a palestra sobre Negócios Sustentáveis e Empreendedorismo (promovida pelo FGVceen na FGV) e um Videochat sobre o mesmo tema. Gostei do evento e foi inspirador (como sempre é quando se trata de verdadeiros empreendedores) ouvir a história do Eduardo Ourivio, fundador da rede Spoleto. Sua postura humilde, frisando que é o “neto pobre” (da frase “pai rico, filho nobre, neto pobre”) foi a tônica da sustentabilidade na noite, que no geral, infelizmente, deixou a desejar para quem esperava ouvir falar do lado ecológico da sustentabilidade.

No entanto, como comentei outras vezes, o que me causa mais empatia na ação do Real Sustentabilidade é a visão da sociedade sustentável, numa nova forma de entender este conceito, muito além dos papéis reciclados, redução de consumo e outros fatores ecológicos (apesar de seu concordar que eles são também importantes para a sociedade, impulsionando a economia e proporcionando até inclusão social). Vocês não
imaginam as histórias bonitas de microempreendedores que estou lendo no livro Real Microcrédito, Transformando a realidade, que vamos sortear na blogagem coletiva. Torçam para ganhar um dos exemplares.
No dia seguinte ao encontro, tivemos o videochat com o diretor de Middle Market Altair Assumpção e o superintendente de negócios, Alvaro Silveira, tratando de empreendedorismo e negócios sustentáveis. Uma oportunidade incrível de troca – com temas que trataram exatamente do que esperávamos na noite anterior – e que foi tão produtiva que resultou na formação de um grupo de discussões no Google sobre sustentabilidade.
Fábulas jurídicas
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 24/11/2008Tenho uma amiga de infância, daquelas “herdadas” dos amigos dos pais, que queria ser médica. Pai pediatra, ela prestou vestibular para Medicina e não passou. A mãe é pedagoga em sua primeira formação, estilista (formada) em sua segunda vida profissional (admiro muito gente que muda de vida com tanta coragem), mas sempre me contou que queria ser advogada. Minha amiga acabou cursando Direito, fazendo mestrado e virando professora na área e construindo uma carreira sólida num escritório de advocacia com colegas. Eis que, um dia, ela se inscreveu num concurso de literatura e ganhou a chance de ver uma obra sua publicada numa coletânea de novos talentos da Rebra. O que aconteceu? A advogada morreu e nasceu uma escritora que, na sua estréia, resolveu rir da vida que deixou para trás.
Em 10 Fábulas Jurídicas (Editora Scortecci, 2008, 34 páginas), Viviane Weingärtner conta “causos” risíveis e ao mesmo tempo tristes da realidade da justiça no Brasil, aproximando-nos do cotidiano dos advogados e criando oportunidades amenas para que vislumbremos suas dúvidas de consciência, seus dramas e suas vitórias profissionais sob um ponto de vista humano.
No dia 04 de dezembro a autora lançará o livro na Livraria Cultura do Shopping Market Place (av. Chucre Zaidan, 902, São Paulo, SP) e das 19h às 21h30 conversará com o público e autografará exemplares do livro.
*Rebra é a Rede de Escritoras Brasileiras que se apresenta como “organização não governamental, sem fins lucrativos, que pretende reunir em associação o maior número de escritoras do Brasil que tenham compromisso público com a literatura, a cultura e a justiça social, entendendo que as idéias exprimidas pela palavra escrita tem a força de modificar a sociedade humana.”

