Arquivo: November 20th, 2008

O elo perdido

Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 20/11/2008

Feriado e o horário de almoço teve conversa animada na qual papai Gui lembrava dos seriados que via quando era “tween” e Enzo rebatia com as novidades de remakes que tem lido na revista Recreio. Haja youtube! 

Giorgio e eu, muito mais geeks, ficamos numa boa conversa sobre emoticons (Enzo e papai andaram trocando alguns e prometeram nos mandar amanhã) e buscando os vídeos online para tornar a conversa bem multimídia. 

Achei num site informações sobre o seriado (que eu nunca vi, mas sempre ouço falar porque Gui adorava):

O Elo Perdido (Land of the Lost – 1974 a 1977 – 43 episódios)

Após cairem de uma cachoeira a bordo de um bote inflável, Marshall, Will e Hollie vão parar num mundo pré-histórico cheio de dinossauros e enigmas a serem resolvidos até descobrir um meio de voltarem para casa !

Coisas que quem assistiu nunca vai esquecer :

  • Do CHAKA aquele animal peludo mistura de macaco e ser humano que eles inutilmente tentavam domesticar (Era da raça Pakuni) !
  • Daquela raça de lagartos os Sleestack que tinham uns olhos pretos enormes e tinham medo da luz e do fogo!
  • O remake promete, com elenco divertido com Will Ferrel como guarda Rick Marshall, Anna Friel (lembram-se dela do seriado Pushing Daisies), Jorma Taccone como Chaka e Danny McBride como Will Stanton. Para mim os personagens não são familiares, mas estou certa de que nas férias de inverno de 2009 vou ver o filme com meus meninos.

    Não à pornografia infantil

    Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 20/11/2008

    Minha amiga Simone Zelner acaba de me avisar no MSN que hoje é dia de ação contra a pornografia infantil. Fiz um post no Nossa Via contando detalhes da campanha criada por dois blogs espanhóis (La Huella Digital e Vagón Bar) e que propõe um buzz que vai confundir os mecanismos de busca. 

    Participe também! Basta publicar um texto em que apareça a frase “Pornografia Infantil Não” (“Pornografía Infantil No”, em espanhol) e termos relacionados ao tema (termos que os pedófilos buscariam, como “brincar com meninas”). Se você não tem blog, use a imagem da campanha no seu orkut ou MSN!

    Branco ou negro? Brasileiro.

    Postado em Artes, Música no dia 20/11/2008

    O termo mameluco sempre me levou a divagações. Talvez por eu não ser branca, negra ou índia, encontrando um espelho no que é misturado e indefinível – o que me faz pensar no termo com certa simpatia. Quem se lembra da definição de mameluco que aprendemos na escola? É uma mistura de branco e índio? E se for mameluco afro brasileiro? Negro que não é negro, um branco que não é branco, índio que não é índio, um brasileiro.

    Revivi estas reflexões a partir de um release que recebi avisando do lançamento do CD do cantor e compositor paulistano Wesley Nóog que tem este nome, “Mameluco Afro Brasileiro”. Funk, Soul e Samba conversam no CD que se inspira no povo brasileiro e pode ser baixado no site da produtora. Fui pesquisar o termo na internet e achei este vídeo do Lênine cantando Leão do Norte em que também se diz mameluco. Não seremos todos nós?  Nóog lança o CD num show neste Dia da Consciência Negra e como ele mais gente usa a música para se manifestar nesta data. Um evento gratuito na Praça da Sé promete vários shows para celebrar a diversidade e as raízes negras da nossa sociedade, com Virgínia Rodrigues às 10h, Rita Ribeiro, Jussara Silveira e Teresa Cristina (Meninas do Brasil) ao meio-dia e Fabiana Cozza (16h), Banda Black Rio (fazendo um tributo a Tim Maia, às 18h), a dupla Seu Jorge & Paula Lima (20h) e DJs nacionais e internacionais, entre eles Mzuri Sana e Rah Digga. E na véspera do feriado a  hip-hopeira Kelis se apresentarou no Memorial da América Latina com hits como “Caught Out There”, “Milkshake” e “Bossy”. 

    O feriado é marcado pela valorização da cultura negra, mas o Dia da Consciência Negra deve ser uma ocasião para conscientização pós-racial – mais do que discutirmos raças, é tempo de discutirmos a colaboração e interação entre as diferentes etnias de nosso país. Um bom momento de reflexão sobre os papéis que todos nós desempenhamos na sociedade – e que deveriam estar cima de raças e credos.