Negócios sustentáveis
Postado em Sustentabilidade no dia 17/11/2008Ontem, como faço semanalmente, assistia em família ao programa Cidades e Soluções na Globo News. Notei que estou muito impactada pela palestra do Yunus e a idéia do microcrédito, conceitos que não me deixaram nem no sábado tão “hitech” que tive no Nokia Social Media Connections. No caminho, bati um papo incrível com taxista, um senhor que me encantou com seus valores e sua simplicidade – não simplismo – diante da vida. Em meio à leitura do livro Real Microcrédito – Transformando a realidade que ganhei no dia da palestra (no qual, além de explicar como o projeto surgiu no Banco Real, os autores apresentam exemplos de seu uso no Brasil), fiquei com muitas dúvidas sobre como implementar estes conceitos de negócios sustentáveis em minha vida. Estou pensando seriamente em alguma coisa com meu irmão para o ano que vem – como sabem, ele é engenheiro florestal.
O que tenho aprendido com esta ação do Real Sustentabilidade é uma nova forma de entender este conceito, muito além dos papéis reciclados, redução de consumo e outros fatores ecológicos. O conceito mais amplo, de ter uma sociedade sustentável, está me encantando de uma forma que eu até previa, mas não avaliava com que força iria me tomar.
Amanhã terei uma chance de me aprofundar no tema. O Banco Real e a FGVceen (Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios) promovem um palestra sobre negócios sustentáveis e empreendedorismo que vai contar com alguns nomes interessantes nas duas áreas. Vou com Gui e sei que mais alguns amigos estarão por lá. Acontecerá no Salão Nobre da FGV-EAESP (rua Itapeva 432, São Paulo, SP) e as inscrições são gratuitas. Andei me informando e ainda tem algumas (poucas) vagas, que tal se juntar a nós para descobrirmos novas formas de crescimento sustentável?
Para quem está muito longe de Sampa, uma alternativa é o videochat que acontece na quarta-feira 19 de novembro, das 12h30 às 13h30, com o diretor de Middle Market Altair Assumpção e o superintendente de negócios, Alvaro Silveira, tratando de empreendedorismo e negócios sustentáveis. Os participantes poderão enviar perguntas e interagir com especialistas no assunto. No último videochat eu estava viajando, mas depois li a reação nos blogs e decidi que desta vez não ia perder. Vejam como o @sucessonews aproveitou bem! Participe também clicando aqui.
Família Barbapapa
Postado em youtube no dia 17/11/2008
Ontem, no Nokia Social Media Connections – evento sobre o qual devo escrever longamente mais de um post – Juliano Spyer comandou uma youtube session nostálgica e, ao final, nos deixou um convite-provocação para refazermos nossas próprias lembranças utilizando os recursos multimídias das redes sociais.
Como passei um domingo totalmente dedicado à minha família, aproveitei para rever o vídeo que mais me marcou ontem, do desenho animado Barbapapa. Veiculado na TV Globinho, é minha lembrança mais antiga de programa de TV – eu não tive influência da Vila Sésamo, que conheço só agora na companhia de meus filhos – e do quanto fui fã da Paula Saldanha. Como ela era jornalista, às vezes me parece que uma das inspirações para minha profissão veio dela.
Não sei dizer quantas vezes desenhei a mamãe Barbapapa (e deve vir dela minha paixão por roupas pretas) e o quanto achava lindo seu jeito carinhoso com o papai Barbapapa e os filhos Barbabelle e outros – não lembro do nome de todos. Mas fui no wikipedia para tentar saber mais:
Descobri lá que a família foi criada em Paris pela arquiteta francesa Annete Tison e pelo professor americano Talus Taylor no ano em que nasci. “Barbapapa” é inspirado no francês para “algodão doce” e o primeiro personagem, o papai cor-de-rosa, tem forma de “joão-bobo” mas é esperto e consegue mudar de forma assumindo o que quer ou precisa. Mais tarde vieram Barbamama e mais sete filhotes dotados de cor e habilidade específica, geralmente explicitada em seus nomes, sempre iniciados com “barba-”, assim formando a família Barbapapa.
Nunca vi os livros, mas fiquei com uma vontade enorme de tê-los para ler em francês com os meninos sobre as habilidades pessoais e polimórficas que resolvem problemas e ajudam pessoas. Aqui, como comentei, eles ficaram conhecidos pela TV Globinho no final dos anos 1970, e há registros de que livros de atividades e até um disco com suas músicas foram lançados com sucesso n Brasil. A série de TV, uma co-produção da Holanda e Japão, teve 45 episódios.
Para provar a teoria do Juliano de que o filme é tão intuitivo e toca tanto ao coração através das memórias que conseguimos entender indepentende do idioma, assistimos um dos episódios em alemão com os meninos.
Aliás, eles estão amando nossa sessão youtube familiar! E Gui lembrando de vários episódios da nossa infância.