Livrarias
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 28/08/2008Gosto de livraria e gosto de eventos artísticos nelas, ainda mais nestas que temos aqui em São Paulo. Vi agora que a Saraiva do Shopping Ibirapuera (Av. Ibirapuera, 3103, Moema, SP) pretende assumir ainda mais esta vocação de local de encontro para entretenimento e cultura. Não conhecia a loja, mas dizem que está 100% nova. Ontem à noite, em reunião de pais na escola dos meus filhos, comentava com Sandra, mãe da bela Isabelle (amor da vida do Giorgio) como os eventos infantis na Saraiva são bons. Mesmo morando na Mooca, nós duas acabamos indo até o shopping Morumbi ou Market Place para levar os filhos a eventos lá ou na Livraria Cultura nos finais de semana.
Na reinauguração da loja, hoje às 19h, estarão presentes Lygia Fagundes Telles e José Mindlin. A escritora por ter sido escolhida como madrinha da loja e o célebre bibliófilo por consagrar o espaço de eventos com o seu nome. Trechos da obra da Lygia estão programados para serem recitados no coquetel.
O Espaço José Mindlin, com capacidade para 50 pessoas, é um local exclusivo para receber artistas e escritores que estão lançando suas obras, palco para a realização de bate-papos, lançamentos de livros, pocket shows e exposições. O espaço infantil, Saraiva Kids, está com uma nova decoração, o ambiente cresceu, ficou mais interativo, onde as crianças podem brincar à vontade e curtir uma programação recheada de contações de histórias, oficinas de teatro, danças, brincadeiras e atividades recreativas, sempre aos sábados e domingos. E tem um Starbucks Coffee integrado à livraria!
P.S. Este NÃO é um plubieditorial.
Alice (Ruiz?)
Postado em TV no dia 28/08/2008Não é sobre a escritora (que, aliás, é sogra do irmão das moças Ruiz que cito a seguir), mas sobre o seriado Alice, produção da HBO Brasil. Não sei se poderei conferir porque meu pacote da net não tem o canal e não vou mudar tão cedo – nem consigo ver todos os telecines que tenho – mas adoraria ver sim. O elenco, muito bom, tem um quêzinho especial que motivou a brincadeira com o nome no meu título. Guta Ruiz, que foi minha colega de faculdade e sem querer motivou minha aproximação com a Renata Ruiz (atualmente uma grande amiga, mas que eu não conheci na época), faz a personagem Renata. Legal né? Olhem a personagem aí na imagem:
[update] Alice – você vai se encantar… , Criativas ações de marketing divulgam Alice,
Quatro anos é muito tempo
Postado em são paulo no dia 28/08/2008Morri de rir aqui quando vi esta propaganda da Justiça Eleitoral. O cara sapatear sempre que fica nervoso tão improvável que a gente ri. Não dá para passar 4 anos sapateando
Nem 4 anos andando em círculos
Nem 4 anos com uma abelha no ouvido
Realmente, quatro anos é muito tempo, é imprescindível escolher bem – sem leviandade, paternalismo ou nepotismo – os candidatos. Ainda mais quando a esfera é municipal, porque vai afetar de forma direta seu coditiano. Quem se lembra da questão do lixo aqui em São Paulo? Ou as famosas escolas de lata? E a vantagem do bilhete único? Todas foram decisões tomadas em um período de mandato assim, de “apenas” 4 anos.
Moleskine
Postado em tradição no dia 28/08/2008
Discussão via twitter me fez lembrar desta marca de cadernos. Estranho vindo de mim, porque eu não uso bloco de notas se não for digital e tenho até pena das canetas e bloquinhos lindos que ganho em eventos, porque ficam tomando poeira. Mas já fui fanática por eles um dia, vidas atrás, quando não era geek – ou era e não tinha me assumido. E se eu tivesse visto um Moleskine naquela época, teria sido um sonho de consumo também. Admito que conheci esta marca quando a Anny do blog Linha ganhou um e comentou comigo. Não resisti: googlei para saber o que era, porque a artista falava como se fosse a oitava maravilha. Atualmente é uma marca de cadernos de notas produzida pela empresa italiana Moleskine SRL e o nome lembra um tecido (moleskin), mas o caderno é revistido por capa dura de cartão envolvida por material impermeável. Cantos arredondados, uma tira de elástico para mantê-la fechada (ou aberta em determinada página) e uma lombada costurada que permite que ela permaneça chata (a 180 graus) enquanto aberta completam o charme. A folha de rosto vem impressa para que o seu proprietário possa escrever os seus dados pessoais, assim como estipular um valor de recompensa caso alguém a encontre perdida. (adorei isso, preciso colocar algo assim no meu notebook)
Aprendi na minha pesquisa que a Moleskine voltou à moda após as descrições feitas pelo escritor Bruce Chatwin dos cadernos de notas que usou durante as suas viagens e escreveu brilhantemente acerca deles, mas o suprimento cessou em 1986, quando a loja onde ele comprava, na Rue de l’Ancienne Comédie, em Paris, perdeu seu fornecedor (o último fabricante de moleskines, pequena empresa familiar estabelecida em Tours). Enfim, Moleskine é uma lenda, antes de ser uma marca. Seus cadernos de notas foram utilizados por famosos intelectuais que influenciaram a cultura no século XX, como Vincent van Gogh (1853–1890), Henri Matisse (1869–1954), Pablo Picasso (1881-1973), André Breton (1896-1966), Louis Férdinand Céline e Ernest Hemingway (1899-1961), mas a marca Moleskine só foi registrada oficialmente em 1996. A novidade hoje no Twitter era o fato de algumas versões estão à venda na Livraria Cultura, em São Paulo. Pelo que li, antes eram compradas no exterior ou no Mercado Livre. Bem, eu teria um city book, que achei uma idéia ótima.
Já vêem com informações sobre as maiores cidades do mundo e podem ser usados como guias personalizados pelo usuário para aquela determinada cidade. Mapa geral da cidade e de áreas específicas, além de um índice de ruas e, claro, paginas em branco para anotações. Há também um espaço para a anotações específicas sobre Comida (lugares, lendas, receitas), Drinques: (bares, caves, histórias), Lugares (sonhos, aventuras), Pessoas (nomes, rostos, encontros), Lugares (informação, compras, arte), e livros, filmes, música.
Tá bom, os geeks, podem dizer, com razão, que fazemos tudo isso num gadget, mas não ficaria aquele charme do caderno de viagem como o do filme Elizabethtown, né?
Curiosidades: Neil Gaiman contou em seu blog sobre sua paixão pelas Moleskine e o roteirista neerlandês Simon de Waal também usa cadernos de notas Moleskine, pequenas para tomar notas de pesquisa e guardar idéias, e grandes para cada script e livro que escreve. Dave Eggers usa as Moleskine para escrever enquanto viaja, e o seu livro de contos “How We Are Hungry” foi lançado originalmente com uma capa imitando uma Moleskine. Outros posts de fãs de Moleskines:

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