
TM Jovem: a Turma da Mônica cresceu
Postado em HQ no dia 19/08/2008
Aqui em casa adoramos gibis. Defeito de fábrica que a mãe nem tenta reparar. A turminha que está nos encantando nos gibis agora é adolescente e vem com linguajar, ambiente, guarda-roupa e, claro, corpos de mangá, mas ainda responde por nomes bem conhecidos: Mônica, Magali, Cascão e Cebola.

É, finalmente as meninas Mônica e Magali fizeram jus às belas mães que têm. E mais engraçado, as mães agora tem nome! Lembram-se que era só era só Os Souza? Agora os pais têm nomes e se transformaram em personagens menos secundários no mangá Turma da Mônica Jovem. Não, este não é um publieditorial, é um texto de quem adora gibi e mangá e ficou bem contente por ver ambos reunidos. Quem quiser conferir pode ler a versão digital no site.
A julgar pelo sucesso que o post fez no Comunicadores, o novo mangá chegou para ficar. Eu adorei, mas vamos ver como se comporta. Por enquanto, senti um ambiente bem oriental, lembrando bastante os CDZ (Cavaleiros do Zodíaco). Adorei o Franja (Franjinha, como estagiário de um museu de história natural) e a passagem pela época do Miyamoto Musashi… mas, deixa eu ficar quieta, para não estragar sua diversão! Enzo estava doido para ler desde que viu o comercial e ganhou do pai um sample de divulgação. Ficou muito feliz quando ganhou de brinde na Bienal – brinde da assinatura, dois anos de gibis da turma. Aliás, preciso fazer um post sobre gibis, porque Enzo aprendeu a ler com CDZ e a turminha, agora é a vez do Giorgio ler alto aproveitando que é sempre com “letra de forma”.
Mas terei que cuidar com os próximos exemplares, porque, segundo Miguel Mascarenhas do Entretendo.com a turma não tem histórias tão infantis, os desafios são mais adolescentes.
A idéia da Maurício de Souza Produções é lançar essa nova publicação uma vez por mês. Lembrando que as HQ’s com as hitórias originais continuam normalmente. (Turma da Mônica Jovem: a versão mangá das histórias de Maurício de Souza)
Homens e mulheres
Postado em Comportamento no dia 19/08/2008
Já falei sobre o tema no Nossa Via ( Quando a internet vira doença) e, confesso, fiz os testes online com receio do resultado me entregar! Agora vi este link (alguém que eu sigo indicou no twitter) e fiquei rindo aqui. Será que é meu lado japonês que me faz ser a viciada em tecnologia da família?
Um podcast da IDG afirma que homens se viciam mais em internet do que mulheres.
Os homens estão mais propensos a vícios do que as mulheres. Isso inclui tecnologia e acesso à internet. Esta é uma das avaliações da psicóloga Maluh Duprat, que integra o Núcleo de Pesquisas de Psicologia em Informática (NPPI) da PUC-SP, em entrevista ao Podcast IDG Now!.
Atualmente, o tratamento para os viciados em internet envolve tanto a abordagem online como a terapia presencial. Escute aqui.
E por falar em homens e mulheres, segundo um estudo que li no lablogatório da Tine, brigas de casal prolongam a vida. Já passei da fase de discutir a relação (é verdade, no meu caso passou, hoje aproveito bem melhor meu tempo com meu amor) mas achei que a notícia seria útil para as meninas.

