Casa ecológica
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 09/08/2008Família geek se comunica de um jeito engraçado. Antes de falar pelo fone com meus irmãos, já fiquei sabendo, via newsletter do Blog da Tiffany, que hoje saiu uma nota no blog do Fábio Campana sobre o projeto de casa ecológica que meu irmão Herman fez para o comitê político do Johny Stica. Johny é irmão do meu cunhado, mas o que aproximou ele e o Herman mais a ver com ideologia mesmo, pois ambos apostam nas ciclovias, cidades sustentáveis e moradias baseadas na permacultura. Arquiteto, ele está aprendendo com as estruturas de baumbu que compõem a casa ecológica que o Herman criou lá no comitê para mostrar como podemos mais harmonicamente com o meio ambiente mesmo dentro da cidade.
Quando estive lá no final de junho acompanhei as obras e tirei várias fotos, mas acabei baixando no notebook da minha mãe. Vou tentar pegar com ela para postar um update aqui depois! A idéia é basicamente de permacultura, área na qual ele milita, como contei em A opção da permacultura. A técnica propõe a coexistência harmônica do homem (em seus “assentamentos”) com a natureza, num formato ecologicamente limpo, economicamente interessante e com bom resultado estético.
P.S. Por falar em família geek tivemos uma tarde muito geek aqui em casa, configurando bluetooth no notebook e no celular novo do papai. Gui tá ficando geek como eu
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Como um homem pode se tornar herói?
Postado em Little readers no dia 09/08/2008Dia de contação de histórias seguida de troca de livros no Sesc Santana. As histórias contadas pelo Grupo Prana –Teatro de Animação mostrarão a figura masculina e sua trajetória heróica, contando-as de forma lúdica com ajuda de bonecos e músicas ao vivo, despertando o imaginário infantil. A Flauta Mágica, Jasão e os Argonautas, O Homem que Amava Caixas e Teseu e o Minotauro estão na programação das histórias, contadas gratuitamente, todos os sábados, até 30 de agosto, sempre às 16h, na sala Múltiplo Uso.
Hoje as crianças vão conhecer a história A Flauta Mágica, de Mozart, uma das mais famosas óperas do mundo.
Ao som de flauta e violino, ao vivo, a narração é feita com animação de bonecos. A narrativa mostra a trajetória do corajoso Príncipe Tamino, que para conquistar o amor da princesa Pamina enfrenta várias provas ao lado de seu fiel companheiro Papagueno. A apresentação, do Grupo Prana, tem duração de 50 minutos e é recomendado para crianças acima de três anos.
O Grupo Prana –Teatro de Animação desenvolve uma linguagem própria, inclusive na confecção de seus próprios bonecos e espaços cênicos, tendo sempre como temática principal o exercício do imaginário na ação cênica. O grupo nasceu da antiga Cia. Andarilhos (1997-2005) com a proposta de trabalhar a técnica de manipulação direta de bonecos e objetos, já utilizada em trabalhos, como Imaginários (Teatro Funarte de Arena Eugênio Kusnet, 2005), Um Lugar de Muitos Ondes (Centro Cultural São Paulo, 2001) e Rua dos Cataventos (espetáculo de rua,1997-2002).
Logo após a apresentação das ‘Histórias Contadas’ o público vai ter a oportunidade de trocar livros. O projeto Troca de Livros pretende estimular a leitura e enfatizar o papel vital dos livros e sua importância em relação à liberdade de expressão e diversidade cultural, além de.criar oportunidade para reciclar sua leitura sem nenhum custo. Troca de Livros acontece todos os sábados, às 17h, até 30 de agosto.
Serviço:
- SESC Santana
- Avenida Luiz Dumont Vilares, 579. São Paulo – SP
- Horários: de terça a sexta-feira, das 13h às 21h. Sábados, domingos e feriados: das 10h às 18h
- Informações: (11) 2971-8700, www.sescsp.org.br e-mail: email@santana.sescsp.org.br
- Teatro e cinema: 349 vagas. Ar condicionado. Acesso para deficiente.
Contação de histórias
Postado em Artes, livros, Mãe com filhos no dia 09/08/2008
Todos sabem que a contação de histórias estimula o imaginário infantil e ajuda a razão a concretizar objetivos, numa transposição de imagens que escapam ao tempo cronológico. Os arte-educadores falam isso o tempo todo e eu já confirmei em casa, mas ainda me considero uma péssima contadora. Sou, no máximo, boa leitora. Daí a importância destes eventos para meus filhos ampliarem sua visão das histórias e da capacidade de interpretar textos. A narração de histórias proporciona ao público infantil a oportunidade de sentir e experimentar diferentes sensações e emoções muito particulares do imaginário de cada um. “A criança está inicialmente disponível e aberta a todas as possibilidades e é muito importante que se desenvolva essa disponibilidade original, essa atitude de liberdade criadora, para formar um cidadão livre, capaz de iniciativas, de invenção, de escolha pessoal, de resistência aos condicionamentos ambientes”, explica a narradora e educadora Vanessa Valente, do Grupo Prana. Criar, contar e ouvir histórias é um exercício imaginário, revela o real no irreal. “O ato de imaginar ajuda a razão a concretizar objetivos, numa transposição de imagens que escapam ao tempo cronológico, criando universos paralelos que preenchem nossas idéias e projeção de pensamentos“, acrescenta a educadora. Leia também:

