Arquivo: July 2nd, 2008

Começa a FLIP

Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 02/07/2008

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Imagem de um cortejo fúnebre literário do blog FLIP 2007

Hoje começa a Festa Literária Internacional de Paraty . Há dois anos que eu penso em ir, tentar levar meus pais para descansar na região enquanto eu aproveito os eventos paralelos e os meninos curtem a Flipinha, mas não deu certo. Minha mãe precisa estar aposentada – e tenho fé de que seja assim no outro ano – para podermos ir sem peso na consciência.

Se você, como eu, vai ver pela mídia, soube agora no Twitter que a TV Cultura vai fazer uma cobertura especial. Como o sinal da emissora não pega lá, a programação será no canal 51 UHF onde serão veiculados em primeira-mão, as gravações ao vivo dos programas Roda Viva, que entrevistará Tom Stoppard e Inês Pedrosa, e Letra Livre, que receberá Caco Barcellos e Contardo Calligaris. Metrópolis e História Colaborativa terão edições ao vivo, com produção do site do Entrelinhas, em que internautas poderão dar continuidade a histórias literárias, que serão selecionadas e mostradas pelo programa .

Marcada para o período entre 2 e 6 de julho, a Festa traz mais uma vez ao Brasil alguns dos principais nomes das letras mundiais: A. S. Byatt,  Adriana Lunardi,  Alessandro Baricco,  Caco Barcellos,  Carlos Lyra,  Cíntia Moscovich,  Cees Nooteboom,  Chimamanda Adichie,  Contardo Calligaris,  David Sedaris,  Elisabeth Roudinesco,  Emilio Fraia,  Fernando Vallejo,  Festa Literária Internacional de Paraty,  Flora Sussekind,  Humberto Werneck,  Inês Pedrosa,  Ingo Schulze,  J. M. Coetzee,  João Gilberto Noll,  João Moreira Salles,  José Miguel Wisnik,  Lorenzo Mammì,  Luís Fernando Verissimo,  Lucrecia Martel,  Marcelo Coelho,  Martin Kohan,  Mauro Munhoz,  Michel Laub,  Misha Glenny,  Modesto Carone,  Neil Gaiman,  Pepetela,  Pierre Bayard,  Richard Price,  Roberto DaMatta,  Roberto Schwarz,  Rodrigo Naves,  Sérgio Paulo Rouanet,  Tom Stoppard,  Tony Judt,  Vanessa Bárbara,  Vitor Ramil,  Xico Sá,  Zoë Heller.

Num evento que tem tudo para marcar época na história da FLIP, (more…)

Entrevistas fazendo diferença

Postado em Ação e Cidadania, Artes, Mãe com filhos no dia 02/07/2008

Elisa Elsie

Manu, em frente ao Cine Nordeste: “Acredito na viabilidade do projeto e farei o possível para continuar contribuindo com ele”.

Duas entrevistas que ouvi e li hoje e valem a pena:

O Caio Brogui , que leoninamente insiste em ser o gordinho da blogosfera (creio que ele fala isso mais para arrancar elogios dos outros do que por acreditar de fato no estereótipo), foi entrevistado pela rádio CBN no domingo e acaba de dispobilizar o aúdio no blog dele. O tema foi o blog de entretenimento e ele aproveitou para falar de publieditorial – claro, né, Caio, Riot, entendem…

E a Manu Albuquerque foi entrevistada no blog Internetcidade: cidades e pessoas ligadas, em rede, com o mundo sobre um projeto que fez para salvar um cinema em Natal , RN. Amiga muito querida que fiz num portal colaborativo de mães , a Manu é arquiteta no Rio Grande do Norte e tem o site ArqRN.com -  mas a luta pela preservação do prédio histórico começou neste post .

Manu fala sobre os rumos do Cine Nordeste e a importância em se preservar este e outros prédios na cidade. Discute a arquitetura natalense, suas peculiaridades, a influência do mercado imobiliário, a relação entre empreededores locais e estrangeiros, além dos supostos desvios como os prédios altos e a “vontade de destruição”. Fala ainda sobre o engajamento dos profissionais de sua área, sua motivação em “levantar-se da cadeira” e não ficar esperando soluções, além da importância da arquitetura como um elemento de construção da identidade da cidade. “A maior perda é não valorizar muitas vezes o que temos, não conhecer a nossa história, deixá-la ser demolida, literalmente, e com isso não aprender com ela”.  Leia tudo em Longe de ser um Roadie Movie.

P.S. Dica do@tvcultura O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, será entrevistado hoje por Heródoto Barbeiro. A partir das 22h.

“Velhinha” de 28 anos

Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 02/07/2008

Quem está participando da brincadeira Friends For Sale no facebook vê que a adesão independe da idade, o que conta é o perfil.

Quem tem blog fala uma língua diferente, que pouca gente entende e que, como ouvi uma jornalista dizer hoje, faz uma pessoa de 28 anos se sentir uma velhinha, de tão por fora das novidades tecnológicas. Ela afirmou isso depois de ouvir muita coisa sobre mídia social, wordpress, técnicas de SEO e a necessidade de se manter uma “conversa” e um relacionamento com o leitor usando também redes sociais – twitter, facebook, via6, comunidades de orkut – e Instant Messengers. Não é o que nós fazemos basicamente? E será que são atitudes tomadas apenas por adolescentes? Não creio.

Vivi ontem um típico dia de linguagem tecnológica, geek, ou como diria meu filho, do personagem Bloguinho da Turma da Mônica. Passei a tarde no primeiro encontro para treinamento de jornalistas blogueiros em uma das revistas da Editora Globo. Estranho e desafiador falar de uma nova linguagem, ligada ao nosso métier, para colegas que têm um currículo no mínimo equivalente ao seu. Foi ótimo, estou certa de que será uma experiência enriquecedora e me deixa feliz adotar esta postura “evangelizadora” sobre os blogs. Sempre digo que nas minhas crenças – políticas, religiosas, futebolísticas ou astrológicas – eu não faço proselitismo, mas no fundo eu sou bem evangelizadora quanto aos blogs. Creio neles com tanta força que fica impossível não tentar convencer os outros de que são uma linguagem excelente, uma mídia maravilhosa, enfim, algo que todos que têm algo a compartilhar deveriam ter. Depois, já na sede da Coworkers, bati um papo divertido e muito geek (e offline) com Helton, Tonobohn, Luiza Gomes, Caio Novaes e Wagner Fontoura. Quem não estivesse no nicho que representamos não entenderia a conversa meio sem pé nem cabeça, claro. E ao final da noite, conversamos, Gui e eu, pela webcam com filhotes que estão em Curitiba, com qualidade de som e imagem de fazer inveja a muito “ao vivo” de telejornal.

“Velhinha” de 28 anos

Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 02/07/2008

Quem está participando da brincadeira Friends For Sale no facebook vê que a adesão independe da idade, o que conta é o perfil.

Quem tem blog fala uma língua diferente, que pouca gente entende e que, como ouvi uma jornalista dizer hoje, faz uma pessoa de 28 anos se sentir uma velhinha, de tão por fora das novidades tecnológicas. Ela afirmou isso depois de ouvir muita coisa sobre mídia social, wordpress, técnicas de SEO e a necessidade de se manter uma “conversa” e um relacionamento com o leitor usando também redes sociais – twitter, facebook, via6, comunidades de orkut – e Instant Messengers. Não é o que nós fazemos basicamente? E será que são atitudes tomadas apenas por adolescentes? Não creio.

Vivi ontem um típico dia de linguagem tecnológica, geek, ou como diria meu filho, do personagem Bloguinho da Turma da Mônica. Passei a tarde no primeiro encontro para treinamento de jornalistas blogueiros em uma das revistas da Editora Globo. Estranho e desafiador falar de uma nova linguagem, ligada ao nosso métier, para colegas que têm um currículo no mínimo equivalente ao seu. Foi ótimo, estou certa de que será uma experiência enriquecedora e me deixa feliz adotar esta postura “evangelizadora” sobre os blogs. Sempre digo que nas minhas crenças – políticas, religiosas, futebolísticas ou astrológicas – eu não faço proselitismo, mas no fundo eu sou bem evangelizadora quanto aos blogs. Creio neles com tanta força que fica impossível não tentar convencer os outros de que são uma linguagem excelente, uma mídia maravilhosa, enfim, algo que todos que têm algo a compartilhar deveriam ter. Depois, já na sede da Coworkers, bati um papo divertido e muito geek (e offline) com Helton, Tonobohn, Luiza Gomes, Caio Novaes e Wagner Fontoura. Quem não estivesse no nicho que representamos não entenderia a conversa meio sem pé nem cabeça, claro. E ao final da noite, conversamos, Gui e eu, pela webcam com filhotes que estão em Curitiba, com qualidade de som e imagem de fazer inveja a muito “ao vivo” de telejornal.