Archive for June 24th, 2008

I Fórum de Debates Sobre Trânsito e Transporte

são paulo June 24th, 2008

Recebi um convite da assesoria do I Fórum de Debates Sobre Trânsito e Transporte, que acontece no Centro de Convenções do Novotel Jaraguá São Paulo Conventions (r. Martins Fontes 71 – Centro – São Paulo -SP) no dia 25 de junho de 2008, das 8 às 18 horas.

Tendo em vista que sem mobilidade não há crescimento econômico sustentável, especialistas e representantes do Poder Público discutirão alternativas para o
O Fórum também pretende, por meio do “Movimento São Paulo Não Vai Parar ” disseminar, entre os empresários e a população em geral, a importância na melhoria da qualidade do trânsito e dos transportes frente ao crescimento econômico.
Na ocasião, estarão reunidos cerca de 300 convidados do empresariado, autoridades, especialistas, pesquisadores e associações de classe, os quais assistirão ao debate, “São Paulo não vai parar”, que será mediado pelo jornalista Milton Jung.

Postei a programação aqui .
Serviço:

  • I Fórum de Debates Sobre Trânsito e Transporte
  • Novotel Jaraguá
  • Rua Martin Fontes, 71 (perto do Metrô Anhangabaú)
  • Tel.: 3120-8000
  • 25/6, das 8h às 18h
  • R$ 125

Assim caminham as mídias sociais no Brasil…

midia social June 24th, 2008

… segundo Wagner Fontoura, do Boombust e diretor de mídias sociais da agência Riot, que traça um retrato do momento dos blogs no Brasil. Quem me lê ou me conhece sabe que fui convidada a dirigir o Nossa Via por ele e que estou fazendo dois ou três trabalhos em parceria com a empresa dele e do Helton Kuhnen , a Coworkers. ao contrário do que dizem as boas ou más línguas, não somos sócios não! sou aquariana demais para ter sócios huahauahua

Sobre o texto dele Mapeamento das Mídias Sociais no Brasil publicado nesta terça – e replicado por Cabianca em Quando as Mídias Socias ganham atenção do mercado – deixo aqui um reforço ao comentário da Kaká, do Meu Veneno : faltou falar de orkut e outras redes sociais que são mídia social. Se continuarmos fechados nos blogs, na "umbigosfera", vamos acabar perdendo o trem!

Mas a citação dele, idéia que eu tinha lido num artigo interessante nesta semana, é de que "em tempos de cauda longa, falar em top qualquer coisa na web é contar apenas um pedaço da história. É possível tirar uma fotografia do cenário de hoje, como a da imagem abaixo, mas não é verdade que aqueles que lideram as audiências na web e / ou os movimentos de negócios nessa área sejam mais relevantes ou importantes que a já enorme e crescente massa de players que a todo momento engrossa o caldo das mídias sociais no Brasil (e no mundo)".

Concordo, é ainda momento de "beber água limpa", porque somos relativamente poucos – e já nos multiplicamos como Gremlins na água nestes últimos meses – mas é igualmente momento de nos prepararmos para o que será quando as mídias sociais saírem do nosso quintal. ;)

O maior problema do filho único é a solidão

família June 24th, 2008


 


 

Um texto do Desabafo de Mãe me emocionou. Isabel Cristina, filha única e mãe de uma garotinha de 2 anos, fala sobre A solidão do filho único . Ela diz em certo trecho:

Atualmente, esta é a realidade de muitas famílias, que por vários motivos preferem ou podem ter um único filho (maternidade tardia, condições financeiras, etc.). E não estamos preparados para criar filhos únicos. O principal receio dos pais de filhos únicos é criar filhos tiranos e egoístas. Mas este é o menor dos problemas, que com uma boa dose de limites, muito diálogo e boa vontade dos pais pode ser superado. O maior problema do filho único é a solidão.
Já notaram como no mundo de hoje é comum a solidão? As famílias estão menores, as pessoas não interagem umas com as outras como antigamente, até uma visita ao vizinho é rara. A violência nos prende em casa. Se já é bastante solitário para o mundo adulto, imagine para uma criança criada em meio a adultos. O maior desafio para os pais de filhos únicos é desenvolver em seus filhos o espírito da socialização, a capacidade de buscar o outro, ou mesmo a capacidade de conviver bem sozinho.

Sou de uma familia grande e sempre falo que queria dar aos meus filhos esta experiência de ter irmãos, porque os meus foram – e são – muito importantes para mim. E eu vejo os filhos únicos, mesmo que não tenham ninguém para provocar, pegar e estragar  os brinquedos, dividir carinho e presentes, pessoas tristes, solitárias, ansiosas por momentos de troca com outros iguais. As crianças se sentem bem entre os que são da sua idade, que lhes entendem, numa confraria. Os adultos não conseguem fazer as mesmas brincadeiras, os mesmos desafios, mesmo jogando super trunfo, assistindo tudo do Backyardigans, sendo companheirões.

Quando eu engravidei do Giorgio – sem planejar e com o Enzo ainda mamando no peito – a mãe de uma amiga minha citou um ditado que ela conhecia da Espanha (onde nasceram os 8 filhos): vai ser bom, pois “um é nenhum” . E foi ótimo terem quase a mesma idade e serem do mesmo sexo. Mas vejo relatos como os da Evellyn e de sua irmã, da Andréa e da Fabiana, tantos anos de diferença, e vejo que não importa, o que conta é o  vínculo afetivo. Claro, este vínculo pode ser de primos – minha sogra tem uma prima que é uma irmã e mais ligada a ela do que o irmão – mas precisa existir.

Um colega de escola do Gio que adora vir aqui brincar é filho único e a mãe foi filha única, criada sendo mimada e muito amada pelos pais e a avó. Ela conta que, em poucos anos, os três morreram – “Eles me abandonaram”, diz – e se viu completamente só no mundo. Já pensaram que isso pode acontecer com o filho da gente?

P.S. Por falar em Desabafo de Mãe, ontem foi o último dia  da Promoção Clifford e o Comportamento Infantil, amanhá Sueli e eu anunciaremos o vencedor! :)

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