O brasileiro lê 4,7 livros por ano
Postado em from posterous, mulher no dia 31/05/2008Comentei sobre a Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil e vou postar aqui um release que recebi da assessoria do Instituto do Livro. Além de contar o que toda mídia noticiou, que “o brasileiro lê 4,7 livros por ano”, a pesquisa conta que “mulheres e jovens leitores lêem mais”.
O brasileiro lê, em média, 4,7 livros por ano. Este é um dos principais indicadores a que chegou a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, encomendada pelo Instituto Pró-Livro ao Ibope Inteligência. O estudo constatou que somente a leitura de livros indicados pela escola, o que inclui os didáticos, mas não só, chega a 3,4 livros per capita. A leitura feita por pessoas que não estão mais na escola ficou em 1,3 livro por ano.
Em algumas regiões, esse número é ainda maior, como é o caso do Sul, onde foram apurados 5,5 livros lidos por habitante/ano. Em seguida, vem a região Sudeste (4,9), o Centro-Oeste (4,5), o Nordeste (4,2) o Norte (3,9). Os leitores lêem mais nas grandes cidades (5,2 livros por habitante/ano) do que nas pequenas localidades do interior (4,3 em municípios com menos de 10 mil habitantes). A pesquisa também confirma que as mulheres lêem mais que os homens – 5,3 contra 4,1 livros por ano. Os jovens leitores ganham destaque na pesquisa. O público entre 11 e 13 anos chega a ler 8,6 livros por ano. De 5 a 10 anos, lêem 6,9 e de 14 a 17 anos o volume é de 6,6 livros por ano.
Essa média sobe entre os que possuem maior escolaridade. Entre aqueles que possuem formação superior, ela é de 8,3 livros/ano. Esse número é de 4,5 livros para quem tem ensino médio completo, 5 para quem cursou entre 5ª e 8ª série do ensino fundamental e 3,7 para quem tem até a 4ª série.
A Retratos da Leitura no Brasil também constatou que, apesar dessa média de leitura, os brasileiros não compram muitos livros: 1,1 livro adquirido por ano (as compras no mercado, por sinal, aparecem empatadas com os empréstimos particulares no quesito principal canal de acesso aos livros). O Brasil possui 36 milhões de compradores de livros e, entre eles, a média é de 5,9 livros exemplares adquiridos por ano.
Por se tratar de uma nova metodologia desenvolvida pelo Centro Regional de Fomento ao Livro na América Latina e no Caribe (Cerlalc/Unesco), que incluiu crianças e adolescentes com menos de 15 anos e pessoas com menos de três anos de escolaridade, os novos números não podem ser comparados com aqueles apurados na primeira edição, em 2000. Para efeito de estudo sobre o comportamento leitor da população, o Ibope separou uma amostra semelhante (população acima de 15 anos, com mais de três anos de escolaridade e que leu pelo menos um livro nos três meses anteriores). Nesse grupo – que não dá para ser extrapolado para o conjunto da população – o índice cresceu de 1,8 para 3,7 por habitante.
Formação de contadores de histórias
Postado em from posterous no dia 31/05/2008Na quinta, um amigo do GIorgio veio brincar em casa e ele chegou falando: “A casa do Giorgio é a mais legal porque ele tem uma biblioteca!” Assim que terminou de almoçar, ele veio ao escritório e ficou vendo os livros e gibis, conversando animado comigo – claro, naquela tarde trabalhei pouco, mas pensei muito sobre a leitura.
No mesmo dia representantes do governo e das entidades do livro se reuniram em Brasília para a apresentação dos resultados da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil II realizada pelo Instituto Pró-Livro. Apesar do pequeno aumento no número de livros lidos por ano pelos estudantes brasileiros, temos que pensar no empenho das escolas e das famílias, mas ainda rever nossa capacidade de interagir com os livros e de estimular o interesse pela leitura.
O brasileiro lê, em média, 4,7 livros por ano. Este é um dos principais indicadores a que chegou a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, encomendada pelo Instituto Pró-Livro ao Ibope Inteligência. O estudo constatou que somente a leitura de livros indicados pela escola, o que inclui os didáticos, mas não só, chega a 3,4 livros per capita. A leitura feita por pessoas que não estão mais na escola ficou em 1,3 livro por ano.
Na busca pela universalização do hábito da leitura, hoje acontece palestra sobre Literatura Infantil e Formação de Leitores no Brasil com Denyse Figueiredo Cantuária. Ela é Mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP, especialista em Literatura Infantil e Juvenil pela PUC/MG e Professora de pós-graduação do Centro Universitário Belas Artes/SP, autora, editora e coordenadora de projetos para montagem de salas de leitura e outros eventos literários. (more…)
Jogo do Príncipe Caspian
Postado em Cinema e TV no dia 30/05/2008
Aqui em casa as crianças estão em polvorosa com o filme As Crônicas de Nárnia – Príncipe Caspian que estréia hoje nos cinemas. E hoje recebi um release do lançamento de um joguinho de cartas sobre o filme. Bem, família que adora super trunfo, já viu…
As aventuras dos irmãos Pevensie, criadas pelo escritor C.S. Lewis, volta às telas do cinema com a estréia no Brasil do filme As Crônicas de Nárnia – Príncipe Caspian e toda a exuberância desse enredo mágico está retratada em um novo jogo infantil da COPAG.
No jogo dos quartetos As Crônicas de Nárnia – Príncipe Caspian, o desafio é colecionar o maior número de quartetos – quatro cartas identificadas por códigos iguais na parte superior, estimulando a capacidade de concentração e as descobertas lúdicas das crianças. As cartas trazem fotos belíssimas dos irmãos ingleses Pevensie, do príncipe Caspian e de outros personagens da trama, que estão no mundo de Nárnia para restaurar a paz no reino, povoado de monstros perigosos e cenário de grandes lutas. É só reunir a criançada e se divertir!

P.S. É o segundo livro da série As Crônicas de Nárnia a ser publicado, mas o quarto na ordem sugerida de leitura.
Um dos temas abordado neste livro é a apostasia na forma dos telmarinos conquistadores que tentam eliminar os narnianos originais e seus costumes, além de viverem sob o medo do mar pois é dele que Aslam aparece. Outro tema abordado é a fé em um Deus que é invisível, pois as crianças (exceto Lúcia) inicialmente não conseguem ver Aslam quando ele faz a sua primeira aparição, mas conseguem vê-lo depois quando acreditam que Lúcia o está vendo.
Neste livro são narradas as aventuras dos antigos reis e rainhas de Nárnia que voltam a esta terra magnífica a mais de mil anos no tempo de Nárnia (um ano em nosso mundo) depois a terem deixado no final do livro O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa. No período em que os quatro irmãos Pevensie (os Antigos Reis) estão fora de Nárnia, esta é invadida pelos telmarinos. Os verdadeiros habitantes de Nárnia (animais falantes e criaturas mitológicas) tiveram que se esconder fora do território conquistado pelos telmarinos, mas o príncipe Caspian, detentor do direito de sucessão no trono de Nárnia, gostaria de reviver a antiga forma de viver em Nárnia. Para isso irá contar com a ajuda dos antigos reis, invocados do nosso mundo através da trompa mágica que Susana havia recebido, e é claro, da ajuda do leão Aslam.
Os telmarinos não pertencem ao mundo de Nárnia. Eles são, na verdade, piratas do nosso mundo que se perderam em uma ilha, e nesta ilha encontraram uma caverna mágica que levava ao mundo de Nárnia. Telmar fica a Oeste de Nárnia, e os telmarinos só invadem esta última quando Telmar passa por uma grande escassez de alimentos. Apesar de também ser telmarino, o príncipe Caspian gostava muito de ouvir histórias sobre a antiga Nárnia da época de ouro. Naqueles dias seu tio Miraz era rei por ter deposto o pai de Caspian, o rei Caspian IX, através de manobras políticas e golpes planejados. Como Miraz não tinha filhos ele cuidava para que o príncipe Caspian o sucedesse no trono.
Certo dia Miraz conseguiu ter um filho legítimo, o que obrigou o príncipe Caspian a fugir, levando ele de encontro aos antigos habitantes de Nárnia, que vêem nele a figura do verdadeiro rei. Organizam então uma batalha contra os telmarinos, mas só vencem quando chega a ajuda dos antigos reis e rainhas de Nárnia e do próprio Aslam. A guerra entre telmarinos e narnianos dura vários dias, até que os antigos reis chegam para ajudar. Mesmo assim, os telmarinos, que têm medo de árvores, só concordam em deixar Nárnia depois de ver um batalhão de espíritos de árvores despertas marchando na direção deles. Então o príncipe Caspian assume o trono como rei. Aslam diz então que Susana e Pedro já estão grandes demais para voltar à Nárnia, mas Edmundo e Lúcia ainda voltariam mais uma vez conforme relatado em A Viagem do Peregrino da Alvorada.
O que é chocante?
Postado em from posterous no dia 29/05/2008
Não acompanhei a novela das oito – aliás, há um tempão eu não vejo nenhuma delas, prefiro meus filmes ou seriados ou um bom livro – mas eu leio às vezes o blog do Aguinaldo Silva . Descobri-o numa entrevista dele (com perguntas de leitores) na Época, que motivou um texto no Nossa Via – A doutrina da telenovela – e notei que a simpatia por ele aumentou. Blogueiro, atento ao público, aberto à interatividade (ele adianta coisas da novela no blog), nesta semana ele tocou num tema que acabou reverberando na Folha de S.Paulo.
A questão dramática é o beijo gay. Não sei quem são os personagens – mal sei quem são os principais – mas o tema voltou a ser polêmico e eu gostei da postura do autor. Vejam, não acho que criança ou pré-adolescente deva ver nada que seja sexualizado demais, independente da orientação sexual da cena, acho que simplesmente não devem ver programas que não são para sua faixa etária. Então, supondo que a audiência será de pessoas mais velhas, concordo com Aguinaldo Silva que precisamos acabar com "esse estresse de uma vez por todas e nos preocuparmos com o que realmente fere a nossa dignidade."
"A corrupção, a ladroeira, a hipocrisia, a sacanagem, as mentiras de perna curta, tudo isso pode ser suportado pelos brasileiros sem que eles se sintam mal. Mas um beijo entre dois homens? Ai, minha Nossa Senhora, isso não pode!", afirmava Silva.
"E como odeio novela que acaba na maior correria, tendo que resolver todas as tramas no último instante… Precisei fechar algumas histórias e resolver várias situações antes de chegar a este precioso instante. [o da noite de amor de Maria Paula e Ferraço] Há quem me odeie por publicar aqui cenas que ainda vão acontecer na novela… Mas uma coisa eu garanto: muita gente da imprensa que tem acesso aos capítulos também faria o mesmo… Se não temesse o risco de um processo. Portanto, se os direitos autorais da novela me pertencem, divulgar seu texto é um direito meu… E eu não abro mão disso, já que é o que vocês me pedem."
Gostaram? Pena que é um Globoblog, com uma plataforma prá lá de atrasada e não tem como por o permalink aqui! Para piorar, dá bug no meu navegador (Firefox) e eu me nego a usar o outro do tempo das cavernas (Internet Explorer). O blog está aqui para quem tiver curiosidade.
P.S. A foto é lá do blog, o "Repórter" Vesgo implorando um beijo do Aguinaldo por conta do assunto polêmico.
[update] Hoje li este texto interessante sobre o mesmo tema e deixo o link para quem quiser conferir:
As muitas caras da moral .
Exupéry e Leminski
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 29/05/2008Escrevi agora para um amigo, que me abandonou nos IM’s aquela frase (batida, mas linda) do Exupéry:
Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas!
Aí lembrei de outra, desta vez do Leminski, que, pena, creio que seja o motivo do sumiço dele:
Haja hoje para tanto ontem!

Enfim, o Leminski foi por conta da manhã nublada em Sampa… desde criança estes”dias brancos”, embora intelectualmente muito produtivos (admito), são os piores para mim. Lembro-me de, ainda bem pequena, ficar fechando as cortinas porque o sol querendo forçar as nuvens me dava dor de cabeça. Enfim, hoje está assim depois de quase um mês sem chuva por aqui – e deve chover sim e dar uma esfriadinha. Pelo menos noto que o saudosismo de Curitiba que eu sentia há um ano está passando mesmo.
Por falar na cidade, o Ale escreveu hoje um texto genial sobre uma figura característica de lá: os Poetas de rua. Desde a descrição da personagem (Isabel) até a “cara de paisagem” e os “filhotes de Paulo Leminski, aparentados com os irmãos Campos”, ele retratou o tipo de vendedor de poesia que tem nas ruas de Curitiba – especialmente na querida região do Largo da Ordem e na Rua das Flores – e que aqui não vejo com tanta frequência (e com menos insistência na sua abordagem). Aqui só fui abordada por eles poucas vezes, na Paulista, perto da Casa das Rosas. Vale a pena passar lá e conferir o texto dele!
Casa da Bóia
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 29/05/2008
Eis uma exposição que agrada aos meus amores – casa com muitos homens é assim, sabe, pensamos em coisas masculinas até em exposições! Fui contatada pela assessoria da Casa da Bóia que me passou um release interessante sobre este local que, eu não sabia, é a primeira fundição de cobre do Brasil e comemora 110 anos de atividades. Interessante pensar no quanto a história desta casa reflete as mudanças no Brasil na virada no século XIX – outro dia estive no Museu da Imigração e vi que São Paulo era uma vila sem janelas de vidros nesta época. Mais antiga que o Teatro Municipal e a Estação da Luz, a Casa da Bóia reuniu em seu museu peças que ajudam a contar a história do centro e do comércio paulistano. (more…)
O cinema de Frederico Fellini
Postado em from posterous no dia 29/05/2008
A Casa do Saber divulga um curso sobre Frederico Fellini, "um dos maiores realizadores do cinema no pós-guerra, integrante da geração de ouro italiana que lançou o neo-realismo e consolidou o cinema do país, nas décadas de 50, 60 e 70, como sinônimo de elevada qualidade artística e intensa comunicação com o público". Quem ministra o curso é Sérgio Rizzo. Jornalista, crítico de cinema e professor nos cursos de Jornalismo e Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie e na pós-graduação em Crítica Cinematográfica da FAAP.
A promessa é esmiuçar sua obra e sobretudo seu estilo particular – que se manifestava desde a escolha de temas com elementos autobiográficos até o registro onírico e tragicômico de encenação e levou ao uso do adjetivo "felliniano". Como não poderia deixar de ser, as aulas serão expositivas com exibição de trechos selecionados de filmes.
Aulas
- 29 Mai – 1. As origens neo-realistas como roteirista e as primeiras experiências como diretor: "Abismo de um Sonho", "Os Boas Vidas", "A Trapaça", "As Noites de Cabíria"
- 05 Jun – 2. O afastamento da herança neo-realista e o estabelecimento de um registro onírico: "A Doce Vida", "Oito e Meio", "Julieta dos Espíritos"
- 12 Jun – 3. A consolidação como cineasta de trânsito e prestígio internacionais: "Satyricon", "Roma", "Amarcord", "Casanova", "Ensaio de Orquestra"
- 19 Jun – 4. A busca por novos temas e abordagens na fase final de carreira: "Cidade das Mulheres", "E la Nave Va", "Ginger & Fred", "Entrevista", "A Voz da Lua"
Serviço:
- Professor: Sérgio Rizzo
- Duração: 4 encontros
- Dias: Quintas-feiras, às 20h (29/05, 05/06, 12/06, 19/06)
- Local: Casa do Saber (Higienópolis)
- Preço: R$ 180 na inscrição + 1 parcela de R$ 180
Marrocos na Faap
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 28/05/2008
A dica foi do blog Meli ante as palavras e me deixou encantada. Primeiro porque me interesso por este país – e Enzo em viu o astrolábio e já anda inventando histórias que se passam lá – e segundo porque ainda não conheci este espaço cultural. O Museu de Arte Brasileira da FAAP traz, pela primeira vez no Brasil, a exposição “Marrocos ”, numa mostra que reúne cerca de 500 obras e quer mostrar ao público o país em suas tradições e em sua modernidade artística.
Serviço:
- Exposição Marrocos
- Data: 31 de março a 22 de junho de 2008
- Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP
- Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
- Horário: 3a a 6a feira, das 10h00 às 20h00
- Sábados, domingos e feriados, das 10h00 às 17h00
- Informações: (11) 3662-7198
- Visitas Educativas: Agendamento (11) 3662-7200
- Entrada Gratuita
S2net
Postado em Comportamento, from posterous no dia 28/05/2008
Jantei ontem – com os três guarda-costas – na Casa Pizza a convite do Luiz Jerônimo da Riot para conhecer uma rede social que pretende sacudir esta área de social media que cabe tão bem no perfil brasileiro. A logo da S2 net – que ainda não foi lançada – sugere que seja uma rede de relacionamentos amorosos, por fazer uma alusão a um coração (romântico) com letra e número, mas, os diretores do projeto garantem que a rede estará disponível para uma troca de idéias e afinidades. Dentre as novidades está a oferta de consultas psicológicas online a qualquer hora. No entanto elas, como a associação ao site, serão cobradas. O que a princípio parece estranho – estamos acostumados a usar as redes sociais sem qualquer ônus financeiro – pode ser uma garantia de segurança, porque quem pagar para constar na rede não o fará para mil e um perfis fakes como sabemos que acontece por aí.

Agora preciso comentar sobre a escolha do restaurante. Uma pizzaria com cara de casa , decoração irreverente e que se funde num mix incrivel de estilos e peças aparentemente soltas, desconexas, mas de bom gosto e que, no fundo, continha um elemento unitivo: a idéia de que é uma casa. Os ambientes são decorados como se fosse uma casa: tem o quarto da menina, do menino, a cozinha e a sala de jantar. Postei fotos bonitas dos ambientes e detalhes do restaurante no Dinner Out .
Macy Gray
Postado em from posterous, Música no dia 27/05/2008
Macy Gray fez ontem sua primeira apresentação em São Paulo. Estava conversando hoje com um amigo sobre o show e ele me avisava do evento que acontecerá no dia 1º de junho, no Telefônica Open Jazz, no Parque Villa Lobos. É gratuito, então imaginem a muvuca ! Mas se for como o show de ontem, valerá a pena. Dizem que a performance foi arrasadora e durou uma hora e meia, ao som de sua voz rouca e poderosa. No Parque Villa Lobos deverá acontecer um encontro inédito: Macy Gray e Herbie Hancock, vencedores do Grammy e que nunca se apresentaram juntos. Macy Gray, famosa por seu estilo que funde o jazz, o soul e R&B de forma moderna, esteve no Brasil três vezes (2001, 2004 e 2007) e o jazzista Herbie Hancock passou pela última no Brasil em 2006, durante o Tim Festival.
Se você ainda não conhece, visite o perfil de Macy Gray e de Herbie Hancock no last.fm e escute as músicas I Try , Still ,
Do Something e Why Didn’t You Call Me dela e Watermelon Man , Chameleon e
Cantaloupe Island dele.
Alex Buck
Postado em from posterous, Música no dia 27/05/2008
Para fechar o projeto Terças de Jazz na Fnac o multi-instrumentista, compositor e arranjador Alex Buck apresenta pocket show do seu segundo álbum, Irmãos de Som (Fubá Music), antes Ricardo Côrte Real media o bate-papo que encerra o projeto.
Serviço:
- Terças de Jazz
- Terça-Feira, 27/05, 19:00
- Fórum de Eventos Paulista
- av. Paulista, 901 Térreo Mez. e 1º subsolo ou Alameda Santos,960 - Bela Vista - SÃO PAULO Telefone (011) 2123-2000
