Os Japoneses
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 11/04/2008
Estou de saída para encarar um trânsito pesado de sexta-feira, uma atitude bem corajosa para quem carrega dois guarda-costas mirins. Mas o motivo é dos melhores. Como fiz na quarta-feira, quando fomos ver o relançamento do livro de Thiago de Mello, hoje vamos à Livraria Saraiva do Shopping Pátio Paulista participar de um evento sobre Os Japoneses, tema do livro da historiadora Célia Sakurai. Na obra ela procura explicar o jeito de ser do povo japonês, partindo de suas origens até chegar na história atual, além de tratar dos estereótipos e as impressões que o povo japonês passa para o resto do mundo.
No bate-papo de hoje, ela responderá algumas questões recorrentes como “é verdade que a indústria japonesa nada cria, apenas copia?” e “por que será que os japoneses gostam de tirar tantas fotos e andar sempre em grupo?”.
Célia Sakurai é especialista em história da imigração japonesa no Brasil e já trabalhou como pesquisadora em diversas instituições de São Paulo, como o Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil. Mestre em Ciência Política pela USP e doutora em Ciências Sociais pela Unicamp, foi pesquisadora do Idesp e em diversas instituições de pesquisa em São Paulo e é autora de diversos livros e artigos sobre imigração japonesa, é colaboradora no Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil.
O Shopping Pátio Paulista fica na rua Treze de Maio, 1947. A palestra está marcada para às 19h30 e tem entrada gratuita.
Veja aqui a resenha do site da editora: (more…)
Lendas urbanas
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 11/04/2008Não costumo abrir e-mails com assunto “fwd:en: cuidado” mas recebi agora um que veio da Evellyn e como é dela, eu li. E estou publicando aqui porque, como ela mesma disse, “ter cuidado nunca é demais…”, e a cena me pareceu bem plausível, como aquela da mulher que desce do carro para tirar um papelzinho que está no para-brisa, dentre várias outras.
CUIDADO NOS BARES E RESTAURANTES Bandidos estão dando de 10 x 0, em criatividade, em nós e na Polícia.
Vejam como o ladrão brasileiro é criativo: Você e seus amigos ou familiares estão num bar ou restaurante, batendo papo e se divertindo.
De repente, chega um indivíduo e pergunta de quem é o carro tal, com placa tal, estacionado na rua tal, solicitando que o proprietário dê um pulinho lá fora para manobrar o carro, que está dificultando a saída de outro carro. Você, bastante solícito, vai e, ao chegar até o seu carro, anunciam o assalto e levam seu carro e seus pertences. E ainda terá sorte se não levar um tiro… Numa mesma noite, o resgate da Polícia Militar atendeu a três pessoas baleadas, todas envolvidas no mesmo tipo de história.
O jeito, em caso semelhante é não ir sozinho, chame alguns amigos para ir junto, e de longe verifique se é verdade.
Isto também pode acontecer quando se está na igreja ou em outros locais de encontros coletivos.
“MENSAGEM TRANSMITIDA PELO ATENDIMENTO 190″.
Baby friendly
Postado em Mãe com filhos no dia 11/04/2008
Uma amiga me contou que ficou chateada porque a filhinha, de quase 2 anos, foi tratada com muita frieza e indelicadeza na academia de ginástica que ela freqüenta – e que tem aquele espaço com brinquedos, por isso a filha a acompanha com relativa freqüência. Ela reclamava que tanto algumas adolescentes quanto uma moça que estavam nos sofás da sala de descanso (ou recepção) da academia ficaram criando clima para a menina sair de perto, demonstrando o incômodo – e a antipatia – pela bebê.
Bom, eu vou arriscar ser antipática: acho que as pessoas não têm obrigação de gostar de crianças e muito menos de gostar dos filhos da gente. Aliás, aceitar que nem todo mundo se apaixona pelos filhos da gente é uma das tarefas mais duras do começo da maternidade! Enfim, acho que academia não é lugar para criança, embora seja permitido, mas tenha um “lugar próprio” na academia para eles brincarem. Eu só “cobro” esta simpatia e cordialidade com os meus filhos nos ambientes que são “baby/kid friendly”, que aceitam crianças. Naqueles que não aceitam, a invasora, a indelicada e sem noção sou eu.
Quando os levo em eventos de literatura não-infantil, por exemplo, vou ciente que pode ser uma bomba, pode ser chato para eles e terei que sair para não começarem a brincar para se distrair ou me retirar porque as pessoas usam termos chulos ou falam de temas que acho desaconselhável. Mas eu não reclamo a ninguém, porque assumi o risco de levar os meninos num evento que não esperava receber uma audiência da faixa etária deles.
Mesmo eu, que sou mãe, não consigo ser totalmente simpática quando as pessoas levam bebês e crianças pequenas em lugares onde eu acho que não devo levar nem meus filhos, porque muitas vezes vou para trabalhar ou simplesmente quero relaxar e não pensar em ser mãe. Por outro lado, o desabafo dela me fez pensar numa conversa rápida que tive entre um bloco e outro do encontro de sábado passado (no Gafanhoto) com o Manoel Fernandes (que ainda me relaciona, como quase todo mundo, aos temas do Desabafo de Mãe) sobre lugares que são baby friendly em São Paulo. Ele me disse que tem pensado muito no assunto porque nem sempre encontra onde ir com os filhos de 2 e 5 anos (eu entendo e admito que me sinto mais livre agora que os meus chegaram na segunda infância). Não alongamos a conversa, mas creio que ele estivesse buscando aquele lugar que os pais podem ir e também aceita crianças, como o Bar Mooca, onde chegamos para o chope e os meninos ganham revistinhas de pintura e gizes de cera para passar o tempo.
Vale fazer uma listinha e trocar entre amigos para poupar o tempo da gente e aproveitar melhor do que a cidade tem de bom!
P.S. Estou aqui perguntando para a Evellyn, no msn, se é baby friendly mesmo, mas nenhuma de nós tem certeza do termo mais usual. Corrijam se souberem de um mais adequado, tá?
Você receberia para postar algo em seu blog?
Postado em midia social, midia tradicional no dia 11/04/2008Curiosamente falei em publieditorial e vi agora um post da Carol Terra, autora do livro (Blogs Corporativos: Modismo ou Tendência?) que entrevistei aqui, convidando para responder a uma pesquisa em que pergunta: Você receberia para postar algo em seu blog? As respostas são para traçar um perfil para pesquisas acadêmicas. Eu já tinha respondido há alguns dias, num convite (apenas link) enviado por uma pessoa via twitter e não tinha “relacionado” a ela.
RPalavreando: Você receberia para postar algo em seu blog?
Ajude a termos resultados interessantes!
Eu e minha colega de trabalho e de pós-graduação, Milene Coelho, estamos trabalhando em uma pesquisa sobre redes sociais. Se você é blogueiro, moderador de comunidade, fórum ou lista de discussão, peço a sua especial contribuição.
A pesquisa é rápida, leva menos de 1 minutinho para ser respondida e contêm apenas questões fechadas, ou seja, apenas para escolher a alternativa que mais se adapta à sua realidade.
Responda aqui.