A senhora era eu
Postado em Comportamento no dia 17/03/2008
Há alguns dias, Lunna publicou uma entrevista que fez comigo e lá ela falava contava de uma tarde agradável que passamos juntas num café na Liberdade. Aquela tarde, marcante em muitos sentidos, me fez escrever uma pequena crônica e me fez voltar a pensar nos personagens que somos. Um deles está retratado no texto e outros eu vou deixando por aí, nos textos todos e em entrevistas nas quais sou Personagem.
Hoje no Nossa Via eu os convido a pensar nas muitas pessoas que vivem dentro de vocês e, claro, a me contar sobre elas. Passem lá!
E se quiserem ler a crônica, ei-la aqui:
A senhora era eu Estava num café há horas com uma amiga que é nova e velha ao mesmo tempo. Sinto-me uma velha alma mudando sempre de corpo como quem troca de roupa e esta amiga é nova nesta roupa apenas. (more…)
Curry
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 16/03/2008
Sempre gostei de cozinhar. Na época de indecisão quanto à carreira, quando terminei Edificações no Cefet odiando os estágios em escritórios de arquitetura e ainda não tinha me rendido ao jornalismo e à escrita, cheguei a fazer aulas experimentais num curso para restaurateur. Ainda aprecio boa comida, mas não seria dona de restaurante e descobri que não é prazeroso cozinhar todo dia em casa, como dona de casa e mãe de família. Tenho sorte em ter uma empregada que gosta de cozinhar!
Mas nestes dias de friozinho outonal, volta a vontade de cozinhar e neste final de semana não foi diferente. Ontem revivi no Conversas de Cozinha uma receita que gosto muito e que os amigos mais próximos costumam “encomendar” que eu faça – não tem elogio melhor do que a pessoa lembrar daquele prato e pedir para fazermos, não é?
Contei um pouco do carê e das conservas que o acompanham, está no post Kare Raisu. Não resisti e também contei um pouco da história do curry e de seus ingredientes. Lembram-se que a história conta que as especiarias da Índia foram responsáveis pelas grandes navegações?
Esta é uma receita muito simples, que, como o ratatouille do filme, agrada ao paladar justamente por relembrar comida de infância. Minha Batian não era muito fã deste prato, mas aprendi a aprecia-lo no Japão, onde é muito popular, por ser uma refeição completa, quentinha e barata. (Leia receita e história aqui)
Peixes e cupuaçu
Postado em Comportamento, mulher, poesia no dia 15/03/2008
Estou aqui vendo meu amor se debater “tesourando” a poupa de alguns cupuaçus que trouxe de Belém para mim. Que trabalho, suco de cupuaçu vale qualquer preço – e o maravilhoso bombom idem!
O tempo juntos, de fazer juntos coisas domésticas aparentemente chatas, mas fazer delas um momento prazeroso a dois, lembrou-me esta poesia que li no Acqua outro dia, num texto interessantíssimo sobre a poesia feminina no Brasil, com nomes – Adélia Prado, Ana Cristina César, Alice Ruiz – que me lembraram muito o começo de adolescência. Passem lá para ler, vale cada frase, está em A nova poesia feminina.
Há mulheres que dizem:
meu marido, se quiser pescar, pesque,
mas que limpe os peixes.
eu não. a qualquer hora da noite me levanto,
ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar.
é tão bom só a gente sozinhos na cozinha,
de vez em quando os cotovelos se esbarram,
ele fala coisas como “este foi difícil”
“prateou no ar dando rabanadas”
e faz o gesto com a mão.
o silêncio de quando nos vimos a primeira vez
atravessa a cozinha como um rio profundo.
por fim, os peixes na travessa,
vamos dormir.
coisas prateadas espocam:
somos noivo e noiva.
Adélia Prado
Blog-portfólio na Webdesign
Postado em midia tradicional no dia 15/03/2008Sábado chuvoso é para o ócio, mas tem que ser um ócio criativo. Conversando com a Renata, do Moda para Usar, no msn, fiquei sabendo de uma coisa que remeteu ao trabalho, mas de forma positiva.
A edição nº 51, de março de 2008, da revista Webdesign dá destaque ao blogs:
“Entenda a revolução proporcionada pelos blogs nos últimos anos e saiba como tornar esta ferramenta em um serviço rentável em seu portfólio.”
Poesia no equinócio
Postado em poesia no dia 14/03/2008No dia 14/03/2008, a blogueira e escritora Lunna Guedes publicou uma entrevista que fez comigo e que gostei muito.
Samantha Shiraishi… Tarde de quinta-feira – bairro da Liberdade em São Paulo – um programa cultural em mãos. O destino seria a Igreja da Consolação – mas em São Paulo você precisa ter diversos mapas porque tudo muda num estalo. Então nos sentamos numa mesa de um Café enquanto esperávamos a chuva passar… Horas inteiras de um agradável bate papo onde se permitiu os mais diversos assuntos – teve tempo até para questões femininas como perfumes e bijuterias o que nos assegurou um sorriso confortável de quem tem muito mais para discursar… Identidade . Samantha Lihs Faria Hoffmann Shiraishi (o nome é longo e prova minha ascendência nipo-teuto-lusitana, como minha mãe dizia quando eu era pequena. Rendeu-me muitas piadas de professores indigestos – sobre eu ter nome de nobre- e a decisão de não incluir sobrenomes ao me casar) Avesso. Samantha Shiraishi (gostaria de Sam, mas andam usando “indevidamente” meu apelido por aí, fico com Samantha). Manifesto . jornalista e mãe (digo que sou mãe profissional, porque uso nesta atividade todo meu potencial, como o faria numa carreira séria!) Intuição . Gostaria de ter talento artístico, que descobri em anos de aulas de pintura, ballet e música que não tenho. Mas me serviram para aprender a apreciar o belo.Tivesse eu pensado em fazer uma entrevista com Samantha Shiraishi naquela tarde falaria de uma jovem profissional que reúne talentos, embora ela mesma conteste alguns deles. Mas quem não os faz na maior parte do tempo? Brasa . Não seria operária da notícia, o que considero que ocorre com muitos jornalistas, que pegam uma pauta e a desenvolvem, sem, no entanto dar continuidade ao que puderam trazer à luz do conhecimento com seu trabalho. Leia-se nisto que eu jamais usaria minha profissão ou “talento” para divulgar idéias nas quais não acredito – que não sejam boas para a humanidade em todos os sentidos. Como nasceu Samantha Shiraishi? Já falei da dificuldade de escolher a profissão em Decidir aos 17 anos os próximos 100. Sempre gostei de escrever e estudar. O processo foi assim, natural, depois da escolha da faculdade. Mas assumir de fato a profissão foi um processo, como deve ser com todos, de tentativa e erro ou acerto. Jornalista já nasce pronto? Não, podemos nascer com talento para escrever, pesquisar, questionar, entrevistar (este talento eu não tenho), mas o processo de nos transformar num profissional envolve o aprendizado da humildade de não sabermos tudo, da capacidade de lapidar o que transcrevemos dos outros, da aceitação de que somos um instrumento para contar a notícia e de que não somos as estrelas, o entrevistado ou a notícia é que podem sê-lo se soubermos fazer nosso trabalho bem feito. Descobrindo seus pares . Esta pergunta é difícil, sou uma esponja, tenho várias influências e alguns bons amigos. Mas tive mestres a quem citar e sempre honrar com minha gratidão. Afora meu avô, jornalista que não me foi contemporâneo mas descobri na variada biblioteca que me deixou de herança, tenho ainda influência das aulas de História de Arte que me trouxeram à Bienal de Artes, aos professores de faculdade Hélio – que simplesmente escrevia os nomes de quem citava, com propriedade e poucas palavras nas aulas de Teoria da Comunicação, instigando minha mania de pesquisar e a professora Silvia, que me mostrou a sociologia e via em mim uma jornalista socióloga. Cristóvão Tezza, meu mestre de português, que me fez crer que eu tinha talento. Quem mais te dinamitou? Recém-formada, tive dois amigos, Barone e Lineu, jornalistas do tempo que não se fazia faculdade para sê-lo. Convivi com eles separadamente, no início discutindo e impondo, sem perceber, minha forma acadêmica contra a prática deles, e depois assimilando o que de melhor tinham. Ambos me adotaram como pupila no seu derradeiro ano de vida, ensinando-me a apreciar seus ofícios. Onde busca seus temas? Como falei para você outro dia, deleito-me em observar o mundo como espectadora e das reflexões que surgem crio pautas. Descubro coisas interessantes em tudo, não personagens e histórias, porque não sou escritora, mas vejo no cotidiano e nas situações e frases simples que testemunho veios ou prismas para pensar a realidade. Uma das suas características marcantes é a atenção dedicada ao cotidiano. Sempre pronta para captar um assunto que vire um texto muito bem produzido que na certa irá despertar em você algum tipo de curiosidade. Então esteja pronto – porque ela já me fez escrever até sobre bolsas femininas. Quantos personagens habitam em você? Muitos, infindáveis, sou leitora (porque meu cérebro sinesteta escreve colorido o que eu penso) ou ouvinte das conversas deles em minha mente o tempo todo. Eles me divertem porque têm vida própria, ousam e são mais humanos do que eu consigo ser. Qual delas já te levou a loucura? A que eu pensava que seria e não sou. Escrevi recentemente um texto sobre isto, A Senhora era eu. Separar-me desta mulher que eu imaginei que seria e não fui, representou uma luta interna que me levou realmente à depressão, não fictícia, mas real, e permitiu-me alcançar um estado de paz e felicidade que eu não aceitava ter. Qual delas já se retirou para um canto escuro e chorou? A filha que queria ter tido uma vida diferente, com limites, com segurança, com atenção às suas pegadinhas infantis não detectadas por ninguém. Ela se cura sendo mãe. Eu a “descobri” há meses atrás quando visitei seu blog “A vida como a vida quer ” . Não! Infelizmente ela não escreve literatura (ao menos é o que ela diz). Em seu blog ela trata dos mais diversos assuntos com extrema delicadeza e perspicácia – mostrando seu ponto de vista de mulher, esposa, mãe, profissional sobre coisas que nos remetem a uma pausa obrigatória para uma reflexão mais atenta sobre o nosso cotidiano que ela parece sempre disposta a observar. E como muitos de nós, ela também tem um avesso e identificá-lo não deixa de ser uma agradável curiosidade.
Pega e larga.Poesia favorita
Soneto de Fidelidade
Vinícius de Moraes De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento. Quero vive-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento,
(…) Palavra indigesta.
Obrigado. A palavra tem sentido que não gosto, mas insisto em usá-la.
Moda.
A que retrata meu humor naquele dia. Estilo.
Natural, sempre. Patifaria.
A política brasileira, em especial a Lulacracia que vivemos. Agarro.
As chances de ser feliz com meus homens (reino soberana num lar com meu marido e dois filhos lindos). Largo.
Badalação e o que serve para mostrar status. Paradoxo.
Ser tão liberal e sem preconceito e viver feliz e plena numa vida normal e dentro dos padrões. Poeta
Hum como escolher? Drummond, sonetos de Vinícius ou o querido Quintana? Autor
No momento estou lendo Jane Austen, gosto da forma sutil e forte que ela discute as convenções sociais. Jornalismo
Uma faca de muitos gumes, algumas vezes local onde se reúnem urubus – infelizmente.
Atualmente, Sam é editora do portal Nossa Via que tem por objetivo reunir os “blogueiros” em um lugar onde a argumentação se permite por meio dos mais diversos assuntos – e recentemente migrou de endereço, então, se vai sair por aí e bater lá na casa dela, o endereço agora é http://samshiraishi.com – e ao chegar, você pode entrar sem bater e se preparar para revirar as diversas informações do mundo real e virtual através de um ponto de vista prático, simples e objetivo…
Entrevista com Carol Terra
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 13/03/2008
Há uma semana li no Imezzo, blog sobre comunicação e jornalismo editado por Daniela Berttochi, sobre o lançamento do livro Blogs corporativos: modismo ou tendência. Na segunda-feira conversei com a autora, Carol Terra, sobre a pesquisa, a atuação que ela tem neste mercado e o lançamento do livro – que acontece hoje às 19h, na Fnac do Morumbi Shopping.
Carol, que edita o blog RPlavreando, é Relações Públicas e professora de Comunicação dirigida, Técnicas de comunicação, Planejamento de RP e Projetos experimentais na Universidade de Santo Amaro (UNISA) e na Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) e se prepara para defender a tese de doutorado sobre as mídias sociais e como elas afetam a comunicação organizacional (das empresas) e a mídia. É ainda da equipe de comunicação social do Mercado Livre, que tem um blog corporativo – que não é mantido por ela e sim pelo presidente da empresa, no padrão dos outros sete executivos que entrevistou para o livro.
Leia nosso papo virtual aqui: (more…)
Boa sorte no dia 13
Postado em Mãe com filhos no dia 13/03/2008
Treze é um dia que, no Brasil, dizem ser de sorte duvidosa. Não me atenho a superstições, mesmo sendo meio japonesa – lá o número da má-sorte é 4, cujo som, shi, é semelhante à morte e os prédios não têm mesmo este andar, apartamentos terminado em 4 e etc. Neste dia 13 eu quero deixar meu “boa sorte” para Sueli, Ceila e Lúcia, que hoje recolocam no ar o Desabafo de Mãe – portal colaborativo feito de mães para mães – repaginado, muito bem estruturado (com trabalho de arquitetura de informação do Raphael Perret), textos novos e todos os textos antigos de arquivo também. Temas ótimos, organizados não só por tags, mas pela região onde a mãe vive, idade (de cada) filho, com agenda cultural muito boa. Quem me lê há mais tempo sabe que os Desabafos Culturais eram meu canto lá e continuarão sendo, pois ainda integro a rede como colaboradora. (Tem mais detalhes no texto de divulgação que postei no Meu Clipping.) E como disse a Mic, “Se você ainda não conhece, é uma ótima oportunidade! Se já é velha conhecida, pode voltar a fazer suas visitinhas diárias.”

P.S. Confesso que achei uma loucura ver quanta coisa eu produzi lá desde 2006! Achei uma pena que não migraram os comentários (tantos, tão legais, de gente tão querida para mim com quem fiz amizade justamente a partir de suas manifestações nos meus textos lá), as imagens e nem os links, que sempre caprichei tanto para colocar nos textos. E foi assim também com o único inédito, que escrevi para a estréia:
Caligrafia e os palms Quanto você escreve à mão atualmente? Eu confesso que, com meu smartphone, nem as anotações mais básicas faço à mão, se escrevo eventualmente à mão é com a caneta ótica, mas ela tem um sistema que transforma meus garranchos em letras. Será que nossos filhos devem mesmo perder tempo para ter a letra bonita? (…) [quero] Que os professores saiam dos power points e pensem na possibilidade de transmitir, via bluetooth para os celulares de alunos (ou pais, nas reuniões), os temas que iremos discutir. Já pensaram como seria melhor se as reuniões de pais e mestres tivessem briefing de verdade? E se no final, ao invés de imprimir em papel, a secretária mandasse um resumo da reunião, dos temas, da discussão provocada para nossos e-mails? (Leia e comente o texto completo aqui)
P.S. Numa linha parecida, Cybele Meyer publicou um texto no Nossa Via: Escravo das Próprias Regras.
A Mulher é o negro do mundo
Postado em mulher, preconceito no dia 12/03/2008“A mulher é o negro do mundo. A mulher é a escrava dos escravos. Se ela tenta ser livre, tu dizes que ela não te ama. Se ela pensa, tu dizes que ela quer ser homem”. John Lennon
Apropriei-me das frases que vi no Luz de Luma, nos Resultados da Blogagem Coletiva – Pela valorização da mulher brasileira, agora há pouco. Adorei, como sempre gosto do que a Luma escreve e de suas citações.
As palavras lembraram-me os preconceitos contra Obama e também contra Hillary, pois neles estão vários preconceitos contra nós mesmos. Como disse Ruth de Aquino na sua coluna desta semana, Hillary “briga, nesta eleição, a briga da uma vida inteira” (comentando que quando ela usava terninho em público era acusada de abandonar a feminilidade e quando chorou acharam que era falso, sempre fotografada e filmada nos piores ângulos). Com Obama não é diferente, apesar de seu carisma e do charme de sua candidatura, os ataques são vis e tocam em pontos sensíveis e preconceituosos da sociedade atual. Como será nas nossas próximas eleições presidenciais?
McCain, Obama, Hillary
Postado em Política e Cidadania no dia 12/03/2008Li dois textos sobre as eleições americanas ontem. Pedro Dória discorria sobre os democratas – em O pesadelo democrata está começando – comentando a indefinição (que ainda deve se prolongar enquanto durarem as primárias nos estados importantes) e a dificuldade que os candidatos ao Congresso e Senado estão tendo para serem ouvidos pelo público e para arrecadar fundos para campanha neste ano. Seu post me lembrou o vaticínio que meu marido tem feito há tempos, sempre que ouve uma notícia sobre Obama e Hillary – e isto inclui meu animado texto Direitos para um mundo mestiço – de que
John McCain ia passar a perna nos dois e chegar lá, porque tem um perfil mais digerível. Não concordava com ele até ler a matéria Enquanto eles brigam… na Época desta semana.
“O mundo está atento à disputa entre Hillary e Obama. Mas é o republicano John McCain quem está se fortalecendo”
McCain tem alguns trunfos que podem fazer os votos dos indecisos (nem assumidamente republicanos, nem democratas) migrarem para ele: mesmo republicano, é declaradamente contra a prática de tortura contra os suspeitos de terrorismo e ao cárcere em Guantánamo, práticas do governo Bush que são absurdas e tomaram proporções descabidas nestes anos pós 11 de setembro. Em 26 anos no congresso, combateu interesses das indústrias de cigarro, energia, telecomunicações, etanol e automóveis e se posiciona quanto ao aquecimento global – ponto para ele, pois a ecologia tem que estar na pauta e no programa de governo! E para ficar ainda mais no “centro”, não é tão democrata que concorde com casamento homossexual (nisto discordo dele, preciso deixar claro) e o direito ao aborto, mas defende o perdão e a legalização da situação dos imigrantes. Quer um grand finale? Enquanto ter sido combatente pesa muito, ele foi prisioneiro de guerra no Vietnã por 5,5 anos. Não é mesmo cinematográfico?
P.S. No jornal hoje vi que, ao contrário das previsões, Obama ganhou de Hillary em Mississipi!
Beleza microscópica
Postado em Saúde e Bem Estar no dia 11/03/2008Wellcome Image Awards A striking display of shapes and patterns illustrating the microscopic structures of living organisms in a spectacular variety of ways.
Vi estas fotos científicas no blog Mente Aberta. São lindas e é possível ampliar uma a uma no site Wellcome Image. Legal é, além de votar na melhor foto, escutar (em inglês) o podcast no qual os cientistas falam do trabalho que tem relação com a imagem que você está vendo. Eu já votei!
Compartilhando links
Postado em A Vida Como A Vida Quer no dia 11/03/2008Hoje eu estava conversando com Wagner, citando alguns feeds interessantes, trocando idéias. Eu, claro, achando que ele estava acompanhando os posts que eu considerava interessantes pelo shared links do meu Google Reader. Qual foi minha surpresa ao descobrir que ele não usa nenhum reader!
Como diz lá:
O Google Reader permite que você controle facilmente seus sites favoritos e verifique todas as atualizações em um local conveniente. Veja aqui como dar os primeiros passos no Google Reader.
Quando comecei a acompanhar feeds, eu usava o bloglines, mais popular na época, mas, fã que sou dos produtos da Google, adotei o Google Reader há tempos. O leitor de rss feed tem várias vantagens e uma delas é, justamente, poder compartilhar com amigos leitores os links que chamam sua atenção. O meu perfil de feeds compartilhados está aqui, mas eu adicionei também o widget na barra lateral do blog. Fica visível e prático, pois tem links imediatos e tem o nome do blog onde li o texto que indico.
Outra coisa bem interessante é ver suas tendências de leitura, as escolhas que você faz. As minhas são uma loucura, mais de 300 feeds, que eu mudo a toda hora, no geral só aumentando. Mas como organizo tudo em tags (comportamento, blogosfera, criança, friendsfera, literatura, jornalismo), fica fácil achar. E o que eu assino como novo vai para o “provisório”.
Além dos shared (compartilhados) ou starred (estrelados), você pode enviar um link para alguém por e-mail, diretamente da página de google reader, como eu envio s-e-m-p-r-e e quem está nos meus contatos de gmail sabe, porque vira-e-mexe recebe alguma coisa minha… espero que gostem, porque quando eu vejo que lembra uma pessoa, mando mesmo! Esta troca é a grande sacada da internet, da blogosfera e da vida moderna.
Então, aproveitem meus links e me deixem comentários para eu pegar o link dos seus!